Homem pode ser preso após fazer ‘sexo’ com sofá abandonado

Ilus
O sofá da foto não foi aquele “molestado” por Gerard

Fernando Moreira, no Page not Found

Um homem de 46 anos foi flagrado por um policial, durante ronda,fazendo “sexo” com um sofá abandonado em rua deWaukesha (Wisconsin, EUA). Sim, você não leu errado: um sofá!

geraGerard P. Streator está à espera do julgamento. Se condenado, ele pode ficar preso por até nove meses e pagar multa de 10 mil dólares (cerca de 20 mil reais).

O policial contou que Gerard  tratava o sofá amarelo como se fosse uma pessoa. Ao ser flagrado no “ato libidinoso”, Gerard fugiu e entrou em um apartamento.

No dia seguinte, agentes foram ao local e falaram com a esposa (!!!) de Gerard. Segundo ela, o marido não fizera nada errado.

Os policiais foram, em seguida, até o hotel onde Gerard trabalha, mas ele negou o “sexo” bizarro.

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Indiano gasta R$ 46 mil com camisa de ouro para impressionar mulheres

Fernando Moreira, no Page not Found

Datta Phuge está com dinheiro sobrando e mulheres faltando. O indiano de 32 anos gastou 46 mil reais com uma camisa de veludo toda coberta com pequenos pedaços de ouro na expectativa de impressionar o sexo feminino.

Um equipe de 15 ourives confeccionou a peça em duas semanas – 16 horas de trabalho todos os dias. A peça tem seis botões feitos com cristais Swarovski, de acordo com o “Pune Mirror”.

Para completar, o indiano, que vive de emprestar dinheiro para os mais pobres, tirou da gaveta muitas joias de ouro. Pela “façanha”, Datta está sendo chamado de “O Homem de Ouro de Pimpri” (cidade onde mora e tenta chamar atenção das mulheres).

“Sei que não sou o cara mais bonito do mundo, mas certamente nenhuma mulher escaparia de ficar fascinada por essa camisa”, disse.

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Ministra alemã especula sexo de Deus e gera debate entre ministérios

Ministra alemã da Família, Kristina Schroeder, em foto de 24 de setembro (Foto: Reuters)
Ministra alemã da Família, Kristina Schroeder, em foto de 24 de setembro

Alemão tem feminino, masculino e neutro, e Deus é designado no masculino. Assunto foi abordado por porta-vozes em tradicional coletiva de imprensa.

Publicado por AFP [via G1]

O governo alemão foi levado nesta sexta-feira (21) a se interessar pelo sexo de Deus, depois que uma ministra desencadeou uma polêmica ao considerar que o neutro poderia ser o gênero utilizado para designar o Todo-Poderoso.

Durante a tradicional coletiva de imprensa dos porta-vozes de cada ministério, um ritual sério organizado três vezes por semana, o debate teológico-gramatical encontrou um lugar entre a dívida do Chipre e a relação entre Rússia e Europa.

Citando a Bíblia, obras do papa Bento XVI ou o site oficial do Vaticano, o porta-voz da ministra da Família, Kristina Schroeder, concluiu: “Evidentemente, Deus não é nem homem, nem mulher. Tenho mais confiança em um especialista [o Papa] do que naqueles que criticam a ministra”.

Em uma entrevista publicada na quinta-feira (20) pelo semanário Die Zeit, a ministra Schroeder, de 45 anos, gerou polêmica ao abordar esta questão quando falava sobre educação.

“É complicado falar de Deus no masculino a sua pequena filha?”, perguntou o jornalista. O idioma alemão possui as formas gramaticais feminino, masculino e neutro, e Deus é designado no masculino.

“É simples, cada um deve decidir por si mesmo. O artigo não tem significado”, respondeu a ministra, considerando que o neutro seria igualmente correto. Esta resposta desencadeou uma série de críticas de todos os lados, incluindo de aliados de Schroeder no Partido da União Democrata Cristã, o mesmo da chanceler Angela Merkel.

Foto: Reuters

dica do João Marcos

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Durma de bruços e… tenha sonhos eróticos!

Estudos da Universidade Shue Yan University, de Hong Kong, trazem essa boa nova. Quer ter sonhos quentes? Agora você já sabe o que deve fazer!

De bruços, com prazer! Já escolheu como vai dormir hoje? (Foto: ShutterStock)

publicado na Glamour

A posição que escolhemos para dormir pode fazer tooooda a diferença. Pelo menos quando o que está em jogo é ter bons sonhos – e entenda por bons aqueles com uma pitadinha erótica, tá? Quem revela essa boa nova pra gente são os dedicados estudantes da Shue Yan University, em Hong Kong.

O teste feito por eles e que chegou a essa brilhante conclusão contou com 670 voluntários – a maioria mulheres – e analisou o que apareciam em seus sonhos com mais freqüência de acordo com a posição em que deitavam para dormir. E tchanam: de bruços os sonhos mais recorrentes foram os intensos com perseguição e sexo.

A explicação do autor da pesquisa, Calvin Kai-Ching Yu, é simples: “Nessa posição a respiração fica mais difícil e os estímulos físicos externos são mais intensos, já que os órgãos genitais estão em contato com a cama”. É mais ou menos o que acontece quando temos vontade de fazer xixi e começamos a sonhar com isso. Como os órgãos estão sendo estimulados isso influencia completamente o que passa em nossa mente. O resultado é a garantia de uma noite quente.

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“Ninguém deveria se preocupar se o parceiro transa com outra pessoa”, diz psicanalista

Vladimir Maluf, no UOL

A psicanalista e escritora Regina Navarro Lins, autora do recém-lançado “O Livro do Amor”

Você sente calafrios só de pensar que não tem domínio sobre a vida sexual do seu parceiro ou parceira? Segundo a psicanalista e escritora Regina Navarro Lins, acreditar que é possível controlar o desejo de alguém é apenas uma das mentiras do amor romântico.

“É comum alimentar a fantasia de que só controlando o outro há a garantia de não ser abandonado”, afirma ela, que lançou recentemente  “O Livro do amor” (Ed. Best Seller). Dividida em dois volumes (“Da Pré-História à Renascença” e “Do Iluminismo à Atualidade”), a obra traz a trajetória do amor e do sexo no Ocidente da Pré-História ao século 21 e exigiu cinco anos de pesquisas.

Regina, que é consultora do programa “Amor & Sexo”, apresentado por Fernanda Lima na Rede Globo, acredita que, na segunda metade deste século, muita coisa ainda vai mudar: “Ter vários parceiros será visto como natural. Penso que não haverá modelos para as pessoas se enquadrarem”, diz ela. Leia a entrevista concedida pela psicanalista ao UOL Comportamento.

UOL Comportamento: Na sua pesquisa para escrever “O Livro do Amor”, o que você encontrou de mais bonito e de mais feio sobre o amor?
Regina Navarro Lins: Embora “O Livro do Amor” não trate do amor pela humanidade, e sim do amor que pode existir entre um homem e uma mulher, ou entre dois homens ou duas mulheres, a primeira manifestação de amor humano é muito interessante. Ela ocorreu há aproximadamente 50 mil anos, quando passaram a enterrar os mortos –coisa que não ocorria até então– e a ornamentar os túmulos com flores. O que encontrei de mais feio no amor foi a opressão da mulher e a repressão da sexualidade.

UOL Comportamento: Como você imagina a humanidade na segunda metade deste século?
Regina: Os modelos tradicionais de amor e sexo não estão dando mais respostas satisfatórias e isso abre um espaço para cada um escolher sua forma de viver. Quem quiser ficar 40 anos com uma única pessoa, fazendo sexo só com ela, tudo bem. Mas ter vários parceiros também será visto como natural. Penso que não haverá modelos para as pessoas se enquadrarem. Na segunda metade do século 21, provavelmente, as pessoas viverão o amor e o sexo bem melhor do que vivem hoje.
UOL Comportamento: Você fala sobre as mentiras do amor romântico. Quais são elas?
Regina: O amor é uma construção social; em cada época se apresenta de uma forma. O amor romântico, que só entrou no casamento a partir do século 20, e pelo qual a maioria de homens e mulheres do Ocidente tanto anseia, não é construído na relação com a pessoa real, que está ao lado, e sim com a que se inventa de acordo com as próprias necessidades.Esse tipo de amor é calcado na idealização do outro e prega a fusão total entre os amantes, com a ideia de que os dois se transformarão num só. Contém a ideia de que os amados se completam, nada mais lhes faltando; que o amado é a única fonte de interesse do outro (é por isso que muitos abandonam os amigos quando começam a namorar); que cada um terá todas as suas necessidades satisfeitas pelo amado, que não é possível amar duas pessoas ao mesmo tempo, que quem ama não sente desejo sexual por mais ninguém.
A questão é que ele não se sustenta na convivência cotidiana, porque você é obrigado a enxergar o outro com aspectos que lhe desagradam. Não dá mais para manter a idealização. Aí surge o desencanto, o ressentimento e a mágoa. (mais…)

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