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Sexo em cima da moto? Casal é flagrado em ato obsceno na Rússia

Publicado no Extra Online

As posições do Kama Sutra já estão ultrapassadas. Pelo menos na Rússia, onde um casal saidinho foi flagrado em ato obsceno, em cima de uma motocicleta em movimento. Como? O vídeo acima explica, só não deixa claro se a cena é real, ou se trata de uma produção.

No vídeo, a dupla parece estar transando em cima da moto, em uma estrada movimentada. E faz a alegria de quem se depara com a cena. O motorista de um caminhão reduz a velocidade para acompanhar a moto. O carona aproveita para registrar, com o celular, o ato dos desinibidos.

Segundo a descrição do vídeo no YouTube, as imagens foram registradas pelo equipamento de segurança instalado no veículo que acompanhava o sexo do casal, atrás da moto. Mas é possível também que se trate de um vídeo produzido para promover alguma marca ou produto. Nesse caso, para a decepção de quem se entusiasmou com a cena, os dois estariam apenas simulando o ato.

13 coisas para fazer depois do sexo

Boas dicas pra não ficar perdido depois do coito!

por Mr. F., no Me Metendo

Muita gente não sabe como agir, o que fazer, dizer, logo após o fim do ato sexual. Quem se conhece bem, acaba tirando de letra, afinal já conhecem os gostos um do outro, já têm toda intimidade necessária.

Mas às vezes, principalmente no início de um relacionamento, ficamos assim, digamos, meio perdidos, sem jeito. Então, o Me Metendo dá aquela forcinha básica pra vocês, com 13 coisas bacanas para se fazer depois do sexo. Confira!

#01 – Se manterem abraçados
Não precisa dizer nada, necessariamente. Pra que perguntar “foi bom pra você?” se você pode fugir desse clichê? Foi bom, então basta ficarem abraçadinhos, sentindo aquela respiração ainda ofegante, o toque da pele dos corpos nus… sinceramente, não precisa mais nada.

#02 – Ver um filme ou TV
Essa é uma boa para quebrar o gelo, às vezes não há nada a dizer mesmo. Cria um clima descontraído, o assunto passa a ser o que está na tela, seja drama ou comédia, seja novela ou telejornal. Vale também um filminho erótico, para quem aprecia, assim mantém a chama bem acesa para o próximo round.

#03 – Fumar um cigarro
Clichê, é verdade. Mas se os dois são fumantes (se um não for, não é uma boa idéia), sabem bem o prazer que proporciona. Acender um cigarro é praticamente dizer “foi uma delícia”, e dividir esse cigarro então é um sinal de cumplicidade, de que valeu a pena.

#04 – Piquenique na cama
Uma das minhas preferidas. Depois de todo gasto de energia, do suor, do esgotamento físico e fisiológico, nada como repor os sais minerais com um lanchinho básico. Vale tudo, de queijo brie a uma pizza inteira. De caviar a batata chips.

#05 – Tim tim!
Um vinho, por que não? Uma cervejinha, talvez, dependendo do calor. Mantém os corpos relaxados, o ambiente descontraído, o mesmo clima do boteco aonde se conheceram, ou aonde começaram a noite que teminou tão maravilhosamente bem. Aliás, terminou mesmo? O drink ainda leva a um segundo tempo, pode apostar!

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Campanha na internet prega começo da vida sexual só após o casamento e ganha milhares de adeptos

Paula Fernandes, no Extra

“Deus tem uma bênção específica para cada um de nós, no momento certo. Se formos precipitados, atrapalhamos o processo”, repete o missionário Felipe Augusto Medeiros, da Igreja Congregacional de Bento Ribeiro. Aos 27 anos, o jovem conta que deu o primeiro beijo somente aos 22, em sua única namorada, com quem permaneceu por um mês. Desde o fim do relacionamento, garante que permaneceu sozinho, sem qualquer envolvimento com outra mulher.

- Não tenho vergonha de dizer que sou virgem. Escolhi aguardar no Senhor, que colocará no meu caminho a pessoa certa, na hora certa. A banalização do amor causou em mim o desejo de fazer algo contrário – diz Felipe, convicto da escolha.

“A banalização do amor causou em mim o desejo de fazer algo contrário”, revela Felipe Medeiros, da da Igreja Congregacional de Bento Ribeiro. Foto: Nina Lima / Extra

Os princípios são bíblicos, a escolha é natural e a espera, inevitável, segundo muitos. Baseados nessas questões, jovens de todo o país têm encontrado na internet uma ferramenta para propagar o ideal de iniciar a vida sexual somente após o casamento. Criada em abril do ano passado pelo pastor Nelson Junior, de Vitória, Espírito Santo, a campanha “Eu Escolhi Esperar” já conta com a adesão de mais de 500 mil pessoas no Facebook. No Twitter, já são mais de 120 mil seguidores, enquanto que, no Orkut, são quase 20 mil.

- Por semana, mais de 15 milhões de pessoas são alcançadas pelas postagens no Facebook, e a campanha já tem seguidores em outros países, como Estados Unidos, México, Argentina, Peru, Chile, Angola, Itália, Espanha, Inglaterra e Austrália – conta Nelson Junior.

Longe da esfera virtual, a atuação do movimento ocorrer por meio de seminários, realizados constantemente em diversas igrejas pelo país inteiro. O objetivo, segundo o pastor, é reforçar fundamentos bíblicos eternos que foram abandonados.

- A sociedade que prega tanta liberdade sexual, que defende o direito da livre escolha, é a mesma que não respeita, debocha e desaprova o desejo de se guardar para o casamento. Atualmente, isso é considerado quase um retrocesso comportamental – afirma Nelson.

A mobilização, segundo ele, é fruto da própria vivência humana, em que as decepções amorosas são cada vez mais frequentes.

- As pessoas estão cansadas das frustrações emocionais. Com o tempo, descobrem que o sexo é bom, mas não é tudo. Existem valores que precedem o prazer. Ensinar que o desejo está acima de qualquer coisa é gerar indivíduos cada vez mais egoístas e solitários – diz ele.

Após um relacionamento, Carla da Rocha optou pela abstinência Foto: Nina Lima / Extra

Pastor evangélico anuncia realização de “culto erótico”

5ª Düsseldorf (Alemanha)

Alemanha: país terá “culto erótico” no qual pastor evangélico falará aos fiéis sobre amor e sexo

Publicado originalmente na Exame.com

Berlim – O pastor evangélico Ralf Schmidt, do distrito de Mainz Kastel, no oeste Alemanha, anunciou nesta sexta-feira sua intenção de realizar no próximo domingo seu primeiro “culto erótico”, no qual se dirigirá aos fiéis com termos usados nas ruas para falar de amor e sexo.

Em declarações ao jornal “Frankfurter Rundschau”, o religioso alemão explica que suas “ovelhas” – os fiéis de sua comunidade – já estão acostumados com sua linguagem direta.

Schmidt explica que o termo “culto erótico” não quer dizer que haverá “sexo real” em sua igreja, mas que, pela primeira vez, abordará essa questão de maneira direta em seu culto.

Por conta deste fato, o ofício religioso marcado para o próximo domingo terá entrada proibida para os menores de 16 anos, já que, como aponta o pastor, “estará repleta de palavras quentes”.

“A sexualidade é uma criação do Senhor. Vou usar termos negativos e depois buscarei expressões mais formosas”, completa o religioso.

Schmidt exerce a função de pastor na comunidade de Mainz Kastel há dez anos e, portanto, conhece muito bem seus seguidores.