Nova técnica chinesa para melhorar o desempenho sexual: pôr fogo “nas partes”

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A massagem apelidada de ”Viagra chinês” consiste em usar cobrir o homem com toalhas e atear fogo (de forma controlada) em sua área íntima

Publicado no UOL

Chineses estão experimentando um tipo de massagem diferente: com toalhas flamejantes em suas partes íntimas. Eles dizem que isso melhora o desempenho sexual.

A massagem, apelidada de “Viagra chinês” e feita na cidade de Quanzhou, consiste em usar cobrir o homem com toalhas e atear fogo (de forma controlada, evidentemente) na região do pênis. Para isso, a massagista usa álcool.

Depois do aquecimento da área, uma erva medicinal é usada para aumentar a circulação na região.

Um dos adeptos da massagem é o banqueiro Ken Cho, 33. “O calor das toalhas flamejantes aumenta a circulação sanguínea no corpo e me ajuda a melhorar minha ‘performance’ na cama em 50%”, garante o chinês.

Apesar de ser bastante procurado por homens, a massagista Xian Smui diz que tratamento com calor também ajuda quem tem artrite e dor nas costas. (Com Orange UK News)

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Saiba 20 benefícios que o sexo oferece para a saúde

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Publicado no Gazeta Online

A melhora da qualidade do sono, a redução do risco de doenças cardíacas e a diminuição das chances de ter câncer de próstata são apenas alguns dos benefícios oferecidos pela prática de sexo. É o que apontam diversas pesquisas realizadas sobre o assunto em diversos lugares do mundo. 

A pesquisa realizada pela Durex Global Sex Survey, por exemplo, mostrou que o sexo melhora o humor para 63% dos homens e 72% das mulheres. O estudo, conduzido no Brasil pela psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Programa de Estudos em Sexualidade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas (ProSex), foi realizado em 37 países e avaliou mais de 1 mil homens e mulheres no País, com idades entre 18 e 65 anos. Dentre as características do brasileiro quando o assunto é sexo, estão preliminares curtas, sexo rápido e várias vezes por semana e uso de preservativo. 

Ficou curioso para saber quais os benefícios que a prática do sexo oferece para a saúde? Confira a seguir. 

Fazer sexo pode ser tão eficaz para eliminar calorias quanto a corrida 

De acordo com uma pesquisa da Universidade de Quebec, no Canadá, uma hora de atividade entre quatro paredes queima quase a mesma quantidade de calorias que 30 minutos de corrida na esteira. O estudo constatou que homens gastam 120 calorias em meia hora de sexo, enquanto as mulheres eliminam 90.

Sexo melhora a memória e torna as pessoas mais inteligentes 

Segundo uma pesquisa da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, o sexo pode tornar a pessoa mais inteligente e melhorar a memória de longo prazo. Um estudo em ratos de meia-idade constatou que eles fabricaram mais células cerebrais no hipocampo, onde as memórias de longo prazo são produzidas, após o acasalamento. Os cientistas também ligaram a atividade sexual frequente com o aumento da capacidade intelectual. No entanto, os benefícios foram perdidos ao impedir o coito.

Relações sexuais aumentam a imunidade 

Pesquisadores da Universidade Wilkes, da Pensilvânia, descobriram que estudantes universitários que mantiveram relações sexuais uma ou duas vezes por semana tinham níveis mais elevados do anticorpo que protege contra germes, vírus e outros invasores em comparação aos estudantes que fizeram sexo com menos frequência. Outras dicas para manter seu sistema imunológico em dia são: comer de forma adequada, fazer atividades físicas, dormir o suficiente, estar em dia com as vacinas e usar camisinha.

Sexo ajuda a dormir melhor

Você pode cochilar mais rapidamente após o sexo, e por boas razões. De acordo com a psiquiatra Sheenie Ambardar, em West Hollywood, na Califórnia, após o orgasmo, o hormônio prolactina é liberado. Ele é o responsável pelas sensações de relaxamento e sonolência. Outra pesquisa divulgada recentemente apontou que 17% das mulheres britânicas disseram que dormem por mais tempo e mais profundamente depois de terem feito sexo. O estudo foi encomendado pelo Sanctuary Spa e publicado no Daily Mail.

Vida sexual ativa reduz o risco de doença cardíaca 

Uma boa vida sexual faz bem ao coração. Além de ser uma ótima maneira de aumentar a frequência cardíaca, o sexo ajuda a manter o estrogênio e os níveis de testosterona em equilíbrio. Segundo o médico Joseph J. Pinzone, diretor médico da Amai Wellness, quando tais hormônios estão em baixa há mais riscos de ocorrer osteoporose e doenças cardíacas.

Sexo alivia o estresse

Níveis elevados de cortisol, o hormônio do estresse, podem levar a diversos problemas de saúde, como altas taxas de açúcar no sangue e ganho de peso. Para reverter este quadro, o sexo pode ser uma boa aposta, já que as endorfinas liberadas durante o ato ajudam a aliviar a tensão e a deixar de lado os momentos ruins do dia. Para a psiquiatra Sheenie Ambardar, em West Hollywood, Califórnia, estar perto de seu parceiro pode aliviar o estresse e a ansiedade.

Orgasmo reduz dores e incômodos 

Quando você estiver com dor, antes de tomar um analgésico, que tal ter um orgasmo? Segundo o médico Barry R. Komisaruk, professor da Universidade Estadual de Nova Jersey, chegar ao clímax pode bloquear a dor. O médico afirma que a estimulação vaginal pode acabar com as dores nas costas e nas pernas, além de reduzir cólicas menstruais, sintomas da artrite e, em alguns casos, até mesmo dor de cabeça.

Sexo traz mais felicidade

Se você anda de mau humor e não sabe como melhorá-lo, a solução é simples: ao acordar, continue na cama e pratique sexo matinal. De acordo com uma pesquisa da educadora sexual Debby Herbenick, da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, o ato deixa a pessoa feliz ao longo do dia.

Sexo frequente aumenta a satisfação conjugal dos neuróticos

Sexo frequente pode ajudar as pessoas neuróticas, que têm propensão a experimentar emoções negativas, a mudar de humor, além de se chatear e a se preocupar menos. A equipe da Universidade do Tennessee acompanhou 72 casais recém-casados ao longo dos primeiros quatro anos de união. A atividade sexual constante mostrou ser capaz de acabar com o déficit de felicidade dos neuróticos. Segundo os pesquisadores, algumas pessoas encontram no sexo a capacidade de manter a satisfação em dia. 

Atividade sexual reduz as chances de câncer de próstata 

Uma pesquisa do Instituto Nacional do Câncer, dos Estados Unidos, mostrou que ter, em média, 21 ejaculações mensais reduz em até 33% os riscos de câncer de próstata. 

Orgasmo diminui risco de morte prematura 

De acordo com o British Medical Journal, homens que chegam ao orgasmo frequentemente têm 50% menos chances de morte prematura. Pesquisas mostram que fazer sexo com frequência deixa os homens com aparência mais jovem, podendo parecer até 10 anos mais novos.

Vida sexual ativa reduz a depressão

Orgasmo faz bem para o corpo e para a mente. Segundo o professor de psicologia James Coan, da Universidade da Virgínia em Charlottesville, a prática do sexo libera os hormônios ocitocina e endorfina, que colaboram para a diminuição da depressão. 

Relação sexual melhora o humor de homens e mulheres

Pesquisa realizada no Brasil pela psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Programa de Estudos em Sexualidade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (ProSex), mostra que o sexo melhora o humor para 63% dos homens e 72% das mulheres.

Sexo aumenta a longevidade 

Mulheres que gostam de sexo vivem mais do que aquelas que não o fazem. De acordo com o médico Michael Roizen, especialista em Medicina Preventiva na Cleveland Clinic, o sexo tem o poder de fazer as mulheres se sentirem de dois a oito anos mais jovens. Os homens podem conseguir o mesmo efeito experimentando de 150 a 350 orgasmos por ano.

Transar tonifica os músculos

Pense em sexo como uma boa sessão de treinamento de força. Durante o ato, você usa muitos grupos musculares e, convenhamos, é muito mais divertido do que fazer agachamento na academia. “Assim como o exercício, a regularidade ajuda a maximizar os benefícios”, afirma o médico Joseph J. Pinzone, diretor médico do instituto médico Amai Wellness, nos Estados Unidos.

Fazer sexo combate a dor de cabeça 

Estudo publicado no Cephalalgia, jornal da Sociedade Internacional de Cefaleia, constatou que mais da metade dos participantes que sofriam de enxaqueca e tiveram relações sexuais experimentaram uma melhora nos sintomas, enquanto 20% ficaram completamente curados.

Sexo reduz a diabetes

O sexo pode reduzir o risco da diabetes tipo 2, por melhorar a ação da insulina, segundo um estudo da Journal of the American Medical Association. Além disso, o desempenho sexual pode indicar problemas de saúde: a disfunção erétil, por exemplo, talvez seja sinal de problema no coração.

Fazer sexo melhora a libido

Você quer uma vida sexual mais ativa? Então, aposte no próprio sexo, que tem o poder de aumentar a libido. É o que diz Lauren Streicher, professora-clínica assistente de obstetrícia e ginecologia na Feinberg School da Northwestern University of Medicine, em Chicago. Para as mulheres, o sexo ainda dá um up na lubrificação vaginal, no fluxo sanguíneo e na elasticidade.

Sexo é bom para a autoestima

Um estudo da Universidade do Texas provou que um dos principais motivos para a prática do sexo é a melhora da autoestima. As participantes da pesquisa disseram que a relação sexual com o parceiro faz com que elas se sintam melhores com elas mesmas e com suas formas físicas.

Transar reduz a pressão arterial 

De acordo com Joseph J. Pinzone, diretor médico do instituto médico Amai Wellness, nos Estados Unidos, um estudo descobriu que a relação sexual propriamente dita (não a masturbação) reduz a pressão arterial sistólica.

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Jogos universitários: ilustração com apologia ao estupro revolta alunos

Desenho divulgado em página que convida a delegação da UERJ para os Jogos Jurídicos traz mulher praticando sexo oral forçado

Ilustração machista sobre jogos universitários revolta estudantes (Reprodução)
Ilustração machista sobre jogos universitários revolta estudantes (Reprodução)

Publicado em O Globo

O machismo que é propagado com ares de brincadeira em jogos universitários pelo Brasil está gerando uma onda de revolta nas redes sociais.

O Coletivo de Mulheres da UFRJ denunciou em sua página no Facebook, nesta segunda-feira, uma ilustração publicada em um evento que convida a delegação da UERJ para os Jogos Jurídicos, que se prepara para a próxima edição do torneio do Rio de Janeiro, que acontecerá em Volta Redonda, de 19 a 22 de junho. Com a intenção de humilhar os rivais da Faculdade Nacional de Direito da UFRJ, o desenho traz uma mulher vestindo uma camisa com a palavra “nacional” praticando sexo oral forçado em um coiote (mascote da Atlética de Direito da UERJ). O animal tem uma faca na mão direita, o que seria uma referência clara ao estupro, como afirma o comunicado do grupo que debate as questões de gênero.

“Isso NÃO é brincadeira! NÃO é piada! Não é ‘estar sendo levado pela emoção’ dos jogos universitários! Isso é a alimentação da cultura do estupro! O mascote da UERJ está segurando uma faca! E como sempre pode ficar pior, soubemos que a imagem foi originada a partir da música ‘Estupra com a faca na mão a piranha do Fundão’!”, diz o texto de repúdio do Coletivo de Mulheres da UFRJ.

“Chega de machismo nos Jogos Universitários!”, exige o núcleo feminino, em outro trecho.

O grupo Acontece na UERJ, que reúne relatos dos casos de machismo dentro da universidade, também critica o ato.

“A imagem reforça a ideia comum de que piadas com estupro, objetificação da mulher e estigmatização do sexo são normais e naturais dentro das competições esportivas. É inadmissível que referências a crimes e violências sejam encaradas com naturalidade, repetidas por torcidas e provoquem risadas, dentro ou fora do ambiente acadêmico, ainda mais em uma faculdade de Direito”, destaca o coletivo, em sua página oficial.

A partir da denúncia, mulheres e homens demonstraram sua revolta com a imagem, gerando um debate sobre o sexismo nas universidades. A Associação Atlética Acadêmica Ricardo Lira, da Faculdade de Direito da UERJ, também deixou claro que repudia manifestações sexistas:

— A atlética não tem qualquer ligação com o aluno que postou a imagem nem com quem fez a imagem ou quem compôs a música. Infelizmente [o desenho] foi postado no evento que organizamos. A atlética é uma instituição que é contra qualquer tipo de violência, seja ela racial, sexual ou de qualquer outro tipo, e lamentamos que esse tipo de pensamento tenha sido divulgado num evento criado por nós — disseram os organizadores.

Recentemente, outro episódio escandalizou estudantes ao fim dos Jogos Universitários de Comunicação (Jucs) do Rio. Uma boneca inflável com a inscrição “PUC” colada no peito foi deixada em uma das quadras onde a competição foi disputada, em Vassouras. A boneca tinha uma caneca da Facha, faculdade campeã do torneio, pendurada no pescoço. Na ocasião, diversos grupos que lutam pela igualdade de gênero no ambiente acadêmico também condenaram a atitute.

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Uma em cada cinco pessoas faria sexo com um robô

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Nada de lutar contra a máquina. Algumas pessoas, ao contrário, têm pensamentos picantes com ela. Uma nova pesquisa descobriu que uma em cada cinco pessoas faria sexo com robôs. Mais de duas mil pessoas foram questionadas sobre suas atitudes diante dos androides, e destes, outros 46% garantiram que não julgariam se outros que quisessem entrar nesta aventura.

Parece que chegamos ao estágio em que pessoas preferem fazer sexo com algo que conhecem, que sabem como vão reagir, o quanto irá durar e o quão prazeroso será – comenta ao site “The Daily Beast” uma das participantes.

E enquanto alguns teriam uma relação tão próxima com a máquina, outros ainda têm um certo pudor com ela. No estudo, 46% dos participantes disseram que a tecnologia estava avançando muito rápido, enquanto um terço acreditava que ela representa uma séria ameaça para a humanidade. O mesmo número acreditava que os robôs poderiam substituir trabalhadores, incluindo soldados, policiais e professores.

– Enquanto muitos se preocupam sobre o papel da tecnologia e das máquinas na sociedade moderna, os robôs vêm sendo desenvolvidos para papéis importantes que protegerão e melhorarão nossas vidas – defendeu o professor da Universidade Middlesex (Reino Unido), Martin Smith, que coordenou o estudo.

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Seus pais faziam mais sexo que você, diz pesquisa

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Carol Castro, na Superinteressante

Triste realidade, amiguinho: seus pais faziam mais sexo na década de 90 do que você faz hoje. Mas não seja tão duro consigo mesmo. A culpa é da tecnologia.

Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade College London investigou a vida sexual de 15 mil adultos britânicos – e comparou com dados obtidos nos anos 1990.  Temos um histórico maior de parceiros sexuais hoje. Os entrevistados haviam transado, em média, com 12 mulheres(contra uma média de 8, nos anos 90), enquanto elas transavam com cerca de 8 parceiros (não contaram qual era  média delas antes…). Mas, em compensação, fazemos menos sexo: três vezes por mês, em média. Há, 20 anos, a história era outra: sexo cinco vezes por mês.

É que agora há uma infinidade de coisas para fazer antes de dormir: responder as mensagens no Whatsapp, conferir quantos amigos curtiram sua última foto no Instagram, checar seu e-mail, as últimas notícias do seu time e, claro, conferir como anda o Facebook. Aí sobra pouco espaço para o sexo, essa coisa démodé.

E você? O que achou da pesquisa? Vai fazer algo a respeito ou só postar a pesquisa no Facebook?

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