Jogos universitários: ilustração com apologia ao estupro revolta alunos

Desenho divulgado em página que convida a delegação da UERJ para os Jogos Jurídicos traz mulher praticando sexo oral forçado

Ilustração machista sobre jogos universitários revolta estudantes (Reprodução)
Ilustração machista sobre jogos universitários revolta estudantes (Reprodução)

Publicado em O Globo

O machismo que é propagado com ares de brincadeira em jogos universitários pelo Brasil está gerando uma onda de revolta nas redes sociais.

O Coletivo de Mulheres da UFRJ denunciou em sua página no Facebook, nesta segunda-feira, uma ilustração publicada em um evento que convida a delegação da UERJ para os Jogos Jurídicos, que se prepara para a próxima edição do torneio do Rio de Janeiro, que acontecerá em Volta Redonda, de 19 a 22 de junho. Com a intenção de humilhar os rivais da Faculdade Nacional de Direito da UFRJ, o desenho traz uma mulher vestindo uma camisa com a palavra “nacional” praticando sexo oral forçado em um coiote (mascote da Atlética de Direito da UERJ). O animal tem uma faca na mão direita, o que seria uma referência clara ao estupro, como afirma o comunicado do grupo que debate as questões de gênero.

“Isso NÃO é brincadeira! NÃO é piada! Não é ‘estar sendo levado pela emoção’ dos jogos universitários! Isso é a alimentação da cultura do estupro! O mascote da UERJ está segurando uma faca! E como sempre pode ficar pior, soubemos que a imagem foi originada a partir da música ‘Estupra com a faca na mão a piranha do Fundão’!”, diz o texto de repúdio do Coletivo de Mulheres da UFRJ.

“Chega de machismo nos Jogos Universitários!”, exige o núcleo feminino, em outro trecho.

O grupo Acontece na UERJ, que reúne relatos dos casos de machismo dentro da universidade, também critica o ato.

“A imagem reforça a ideia comum de que piadas com estupro, objetificação da mulher e estigmatização do sexo são normais e naturais dentro das competições esportivas. É inadmissível que referências a crimes e violências sejam encaradas com naturalidade, repetidas por torcidas e provoquem risadas, dentro ou fora do ambiente acadêmico, ainda mais em uma faculdade de Direito”, destaca o coletivo, em sua página oficial.

A partir da denúncia, mulheres e homens demonstraram sua revolta com a imagem, gerando um debate sobre o sexismo nas universidades. A Associação Atlética Acadêmica Ricardo Lira, da Faculdade de Direito da UERJ, também deixou claro que repudia manifestações sexistas:

— A atlética não tem qualquer ligação com o aluno que postou a imagem nem com quem fez a imagem ou quem compôs a música. Infelizmente [o desenho] foi postado no evento que organizamos. A atlética é uma instituição que é contra qualquer tipo de violência, seja ela racial, sexual ou de qualquer outro tipo, e lamentamos que esse tipo de pensamento tenha sido divulgado num evento criado por nós — disseram os organizadores.

Recentemente, outro episódio escandalizou estudantes ao fim dos Jogos Universitários de Comunicação (Jucs) do Rio. Uma boneca inflável com a inscrição “PUC” colada no peito foi deixada em uma das quadras onde a competição foi disputada, em Vassouras. A boneca tinha uma caneca da Facha, faculdade campeã do torneio, pendurada no pescoço. Na ocasião, diversos grupos que lutam pela igualdade de gênero no ambiente acadêmico também condenaram a atitute.

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Uma em cada cinco pessoas faria sexo com um robô

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Nada de lutar contra a máquina. Algumas pessoas, ao contrário, têm pensamentos picantes com ela. Uma nova pesquisa descobriu que uma em cada cinco pessoas faria sexo com robôs. Mais de duas mil pessoas foram questionadas sobre suas atitudes diante dos androides, e destes, outros 46% garantiram que não julgariam se outros que quisessem entrar nesta aventura.

Parece que chegamos ao estágio em que pessoas preferem fazer sexo com algo que conhecem, que sabem como vão reagir, o quanto irá durar e o quão prazeroso será – comenta ao site “The Daily Beast” uma das participantes.

E enquanto alguns teriam uma relação tão próxima com a máquina, outros ainda têm um certo pudor com ela. No estudo, 46% dos participantes disseram que a tecnologia estava avançando muito rápido, enquanto um terço acreditava que ela representa uma séria ameaça para a humanidade. O mesmo número acreditava que os robôs poderiam substituir trabalhadores, incluindo soldados, policiais e professores.

– Enquanto muitos se preocupam sobre o papel da tecnologia e das máquinas na sociedade moderna, os robôs vêm sendo desenvolvidos para papéis importantes que protegerão e melhorarão nossas vidas – defendeu o professor da Universidade Middlesex (Reino Unido), Martin Smith, que coordenou o estudo.

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Seus pais faziam mais sexo que você, diz pesquisa

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Carol Castro, na Superinteressante

Triste realidade, amiguinho: seus pais faziam mais sexo na década de 90 do que você faz hoje. Mas não seja tão duro consigo mesmo. A culpa é da tecnologia.

Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade College London investigou a vida sexual de 15 mil adultos britânicos – e comparou com dados obtidos nos anos 1990.  Temos um histórico maior de parceiros sexuais hoje. Os entrevistados haviam transado, em média, com 12 mulheres(contra uma média de 8, nos anos 90), enquanto elas transavam com cerca de 8 parceiros (não contaram qual era  média delas antes…). Mas, em compensação, fazemos menos sexo: três vezes por mês, em média. Há, 20 anos, a história era outra: sexo cinco vezes por mês.

É que agora há uma infinidade de coisas para fazer antes de dormir: responder as mensagens no Whatsapp, conferir quantos amigos curtiram sua última foto no Instagram, checar seu e-mail, as últimas notícias do seu time e, claro, conferir como anda o Facebook. Aí sobra pouco espaço para o sexo, essa coisa démodé.

E você? O que achou da pesquisa? Vai fazer algo a respeito ou só postar a pesquisa no Facebook?

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Sexo traz felicidade para os franceses, mas as francesas preferem chocolate

Pesquisa feita com mil adultos destaca, porém, que para 72% é pior ter um parceiro ruim na cama do que ruim na cozinha

Elas gostam mais de chocolate (foto: StockPhoto)
Elas gostam mais de chocolate (foto: StockPhoto)

Publicado em O Globo

Homens franceses acreditam que o sexo é o caminho mais seguro para a felicidade, mas para as mulheres francesas a chave para a felicidade é a comida. De preferência chocolate, queijos e foie gras. A conclusão é de uma pesquisa publicada nesta quarta-feira pela empresa Harris Interactive.

Os franceses colocam sexo e comida no mesmo patamar como catalisadores de bem-estar, dando a ambos uma pontuação de 7,1 em uma escala de 0 a 10. A diferença é que os homens avaliam sexo em 7,5, enquanto as mulheres deram nota 6,7.

Para os gourmets de ambos os sexos, o chocolate levou o primeiro lugar na busca da felicidade, seguido de queijo, foie gras, marisco, morangos, bife e pão. Mulheres citaram chocolate e morangos mais frequentemente, os homens optaram pelas carnes.

Se fossem escolher entre cortar sexo ou comida, adivinhe o que elas responderam? Pois é, nada de sexo. A pesquisa foi feita com mil adultos em março e destaca ainda que, para 72% dos franceses, é pior que ter um parceiro é ruim na cama do que ruim na cozinha.

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Homem é preso por ameaçar divulgar conteúdo íntimo de ex-namorada

Professor de jiu-jitsu preso por ameaçar publicar vídeos íntimos da ex-namorada. Euller Alves Barbosa, 25 anos, foi preso no último sábado. Imagens da vítima eram capturadas por meio do Skype

Homem ameaçava divulgar vídeos íntimos de ex-namorada na internet (Reprodução)
Homem ameaçava divulgar vídeos íntimos de ex-namorada na internet (Reprodução)

Publicado no Pragmatismo Político

A Polícia Civil prendeu um homem suspeito de extorquir a ex-namorada e ameaçá-la de publicar vídeos íntimos dela na internet. Euller Alves Barbosa, 25 anos, foi preso no último sábado, mas o caso foi divulgado nesta segunda-feira (28) pela Delegacia de Crimes Cibernéticos. O professor de jiu-jitsu utilizou programas para gravar, sem o conhecimento e autorização, as vídeo chamadas realizadas pelo Skype com a vítima, em que os dois praticavam sexo virtual. Com isso, Euller passou a controlar a vítima, ditando o que ela podia ou não fazer e até impedir a jovem de terminar o relacionamento com ele.

De acordo com a polícia, Euller, que atualmente residia em Brasília, exigiu da vítima R$ 314 para que ele comprasse uma passagem de ônibus para o Recife, com chegada para a tarde do último sábado (26), onde iria ficar hospedado na casa da vítima, contra a vontade dela.

Já que a chegada do rapaz estava agendada para o sábado, o delegado Germano Cunha pediu na Justiça a prisão temporária do professor. Ele foi preso assim que desembarcou no Terminal Integrado de Passageiros (TIP). No celular dele, havia fotografias e vídeos íntimos da vítima. Euller Alves Barbosa foi autuado em flagrante por extorsão e pode pegar uma pena de 4 a 10 anos de reclusão. Após prestar depoimento, o detido foi levado ao Centro de Triagem (Cotel), em Abreu e Lima, onde ficará à disposição da Justiça.

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