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Quase 80% das mulheres trocariam sexo por tempo para si mesmas

Maioria busca oportunidades para momentos de paz, longe das obrigações

Publicado no Terra

Quando podem ficar sozinhas, 44% das mulheres ficam na cama, enquanto 37% desfrutam do tempo no banheiro Foto: Getty Images

Quando podem ficar sozinhas, 44% das mulheres ficam na cama, enquanto 37% desfrutam do tempo no banheiro Foto: Getty Images

A falta de tempo para si mesma é a principal queixa das mulheres. Uma pesquisa feita pela empresa Wakefield Research, a pedido da marca de chás Celestial Seasonings, nos Estados Unidos, mostra que 42% delas têm apenas uma hora por dia para relaxar ou fazer o que quiser. Entre as mães, o porcentual das que reclamam de falta de tempo sobe para 54%.

Das 500 entrevistadas, todas com mais de 35 anos, 76% trocariam sexo por uma folga da rotina. Quando podem ficar sozinhas, 44% das mulheres ficam na cama, 37% desfrutam do tempo no banheiro e outras 6% afirmaram ficar na garagem. Vale lembrar que a maioria das casas americanas dispõe de amplas garagens que servem de depósito, entre outras coisas.

As informações, divulgadas pelo site Market Wire e pela revista Glamour americana, mostram ainda que 75% das mulheres inventam desculpas para conseguir ficar sozinhas, incluindo que estão ocupadas ou mesmo doentes.

A falta de tempo para si mesma é a principal queixa das mulheres. Uma pesquisa feita pela empresa Wakefield Research, a pedido da marca de chás Celestial Seasonings, nos Estados Unidos, mostra que 42% delas têm apenas uma hora por dia para relaxar ou fazer o que quiser. Entre as mães, o porcentual das que reclamam de falta de tempo sobe para 54%.

Das 500 entrevistadas, todas com mais de 35 anos, 76% trocariam sexo por uma folga da rotina. Quando podem ficar sozinhas, 44% das mulheres ficam na cama, 37% desfrutam do tempo no banheiro e outras 6% afirmaram ficar na garagem. Vale lembrar que a maioria das casas americanas dispõe de amplas garagens que servem de depósito, entre outras coisas.

As informações, divulgadas pelo site Market Wire e pela revista Glamour americana, mostram ainda que 75% das mulheres inventam desculpas para conseguir ficar sozinhas, incluindo que estão ocupadas ou mesmo doentes.

Assim surgiu a brincadeira da Girafa

imagem: Reprodução/DesktopNexus

imagem: Reprodução/DesktopNexus

David Castillo, no Facebook

Diabo: Precisamos pensar em uma nova estratégia para dominar a mente das pessoas.

Sub-Diabo: Hum… deixa eu ver se descubro algo novo no Google.

Diabo: Tá… mas antes deixa eu ver meu face.

Sub Diabo: Isso chefe, o Face!

Diabo: Que tem o Face? Deixei o meu aberto?

Sub Diabo: Não chefe, o que eu quero dizer é que a gente tem q usar o Face pra conquistar a galera.

Diabo: Interessante, fale-me mais sobre isso!

Sub Diabo: Vamos criar uma charadinha com uma mensagem subliminar no meio, aí quem não acertar a gente domina a mente e faz ele fazer coisas imbecis…

Diabo: Ae… curti, pode entrar no meu face pra gente começar.

Sub Diabo: Vou entrar… opa, já tava logado… mas pera aí, esse é o perfil do Rafinha Bastos.

Diabo: Droga, esqueci de sair do meu fake… sai e entra de novo!

Sub Diabo: Beleza chefe, oq a gente faz agora?

Diabo: Antes de mais nada deixa eu cutucar o Feliciano… adorooo.

Sub Diabo: Boa.

Diabo: Bom, escreve ai uma historinha que se passa às 3 da manhã.

Sub Diabo: Mas chefe… assim o senhor está revelando o horário ultra-secreto em que os portais do inferno são abertos para nossos enviados espalhar a impureza sobre as vidas e…

Diabo: Heim?

Sub Diabo: Tá… depois não diga que eu avisei?

Diabo: Escreve aí que às 3 da manhã chega alguém pra tomar café na sua casa…

Sub Diabo: Até parece… a essa hora eu só abro a porta se for meus pais.

Diabo: Boa, escreve aí que quem chega são seus pais!

Sub Diabo: Meus pais?

Diabo: Não sua besta… os pais de quem ta lendo!

Sub Diabo: Ah tá…

Diabo: Diz aí que você tem algumas coisas pra oferecer.

Sub Diabo: Sei como é… charuto, farofa, galinha preta, pinga barata…

Diabo: Nãããoo… assim fica na cara, tem q colocar coisas inocentes tipo mel, geléia, pão, queijo…

Sub Diabo: Vinho?

Diabo: Tá… pode deixar o vinho vai!

Sub Diabo: Legal, e qual vai ser a charada?

Diabo: O que você abre primeiro?

Sub Diabo: O vinho, claro!

Diabo: Ahh… se ferrou trouxa, claro que a resposta certa é o olho!

Sub Diabo: Por que o olho?

Diabo: Porque? São 3 horas da manhã, você ta dormindo palhaço!

Sub Diabo: Tá… se eu tiver dormindo as 3 da manhã quem é que vai abrir o portal místico do inferno?

Diabo: Ah é!

Sub Diabo: Mas beleza, acho que a galera que não cuida do portal do inferno deve ta dormindo a essa hora, então pode ser essa a resposta certa!

Diabo: Legal… quem errar a pergunta vai ter que pagar uma prenda, tem que ser algo bobo, quase infantil, mas que traga uma legalidade nossa sobre a vida espiritual dessa pessoa.

Sub Diabo: E se a pessoa tiver que trocar sua foto de perfil?

Diabo: Pra que?

Sub Diabo: Pra mostrar ao mundo que aquela pessoa é nossa!

Diabo: Tipo marca da besta?

Sub Diabo: É… podia colocar uma foto de um animal bem besta mesmo!

Diabo: Macaco… eu acho macaco muito engraçado.

Sub Diabo: Não, macaco pode gerar piadas racistas, preconceituosas.

Diabo: Pô, meu fake ia curtir!

Sub Diabo: Elefante?

Diabo: Pô, legal… mas vai que a pessoa é gorda, olha o constrangimento que pode gerar.

Sub Diabo: Verdade… precisamos pensar em algo diferente, enxergar mais acima.

Diabo: Enxergar mais acima? Girafa! Esse é o bicho!

Sub Diabo: Boa chefe!

Diabo: Alem disso a girafa é um dos animais símbolos da sexualidade e que mais fazem uso do sexo com um parceiro do mesmo sexo…

Sub Diabo: Pô chefe, vc fica um saco quando assiste Discovery.

Diabo: Beleza… publica aí que ficou bom, publica aí…

Sub Diabo: Tá lá… já to vendo uma galera trocando a foto pra girafa.

Diabo: Finalmente vamos dominar o mundo!

Sub Diabo: Mas chefe, e se alguém descobrir nosso plano?

Diabo: Fácil, é só a gente trocar o avatar pra uma girafinha Tb!

Casa arrumada dá mais prazer que sexo, diz pesquisa

Pesquisa mostra que 36% dos entrevistados acham que casa limpa é o maior prazer, contra 18% que votaram em sexo

A bagunça é mais irritante que ficar preso no trânsito e ter de ouvir música de espera telefônica (foto: Getty Images)

A bagunça é mais irritante que ficar preso no trânsito e ter de ouvir música de espera telefônica (foto: Getty Images)

Publicado no Terra

Responda rápido: você prefere ter a casa limpa e arrumada ou sexo? De acordo com uma pesquisa encomendada pela fabricante de eletrodomésticos Beko, a escolha dos britânicos é o lar em ordem. Os dados são do jornal Daily Mail.

O levantamento apontou que 36% das pessoas entrevistadas disseram que casa arrumada é o maior prazer, em comparação com 34% que escolheram feriado, 18% sexo e 11% uma boa noite fora. Fora isso, constatou-se que bagunça é mais irritante que ficar preso no trânsito e ter de ouvir música de espera telefônica.

Mas enquanto toda a família desfruta da limpeza, o trabalho duro é principalmente das mulheres. Elas gastam, em média, seis horas a mais por semana com afazeres domésticos que os homens. São 17 horas por semana, mais de dois dias completos de trabalho. Como resultado, elas têm 23 horas de tempo livre por semana, oito horas a menos que os parceiros.

dica do Sidnei Carvalho de Souza

5 coisas que deixam você mais inteligente

sheldon1Carol Castro, no Ciência Maluca

Aprender outro idioma, jogar sudoku ou palavra cruzada, blábláblá – tá, todo mundo sabe que isso deixa seu cérebro mais afiado. Mas a ciência já descobriu caminhos bem mais divertidos e fáceis para você ficar mais espertinho. Pode descartar a monotonia solitária do sudoku e apostar nestas outras dicas aqui para ficar mais inteligente:

FICAR DE MAU HUMOR
Pode deixar seu lado ranzinza correr solto. Numa pesquisa australiana, alguns voluntários assistiram a filmes curtos que os deixavam, propositalmente, de mau ou bom humor. Em seguida, todos passaram por testes de raciocínio lógico. Os mau humorados se saíram melhor do que os outros: cometeram menos erros e ainda se comunicaram melhor. É que, de alguma forma, o mau humor potencializa os caminhos de processamento de informações no cérebro.

PENSAR EM SEXO
Capricha na cena imaginária antes de se preparar para aquela reunião chata. Quando você pensa em sexo, seu cérebro ativa uma área feita especialmente para facilitar o processo de reprodução. Aí você fica mais atento e se dá conta de alguns detalhes que antes passariam batidos. Palavra do pessoal da Universidade de Amsterdã. Eles entregaram problemas de lógica e matemática para homens e mulheres. E quem  estava pensando em sexo alcançou pontuações mais altas.

COMER CHOCOLATE
Coma sem medo. Os médicos da Universidade Harvard pediram a 60 idosos para tomarem, por um mês, duas xícaras de chocolate quente por dia. Ao fim do prazo, eles se saíram melhor em testes de memória e raciocínio. É que o chocolate melhora o fluxo sanguíneo no cérebro, aí ele trabalha melhor. Ainda não se convenceu? Bem, o cardiologista Franz Messerli descobriu que os países de onde saem mais vencedores do Prêmio Nobel coincidentemente são grandes consumidores de chocolate… E disse mais: quanto maior o consumo de chocolate por habitantes, maior o número de gênios premiados com o Nobel, a cada 10 milhões de pessoas.

PARAR DE COMER CARNE
Só tenho uma certeza: haters gonna hate. Mas isso é ciência, gente. Pesquisadores da Universidade de Southamptonno Reino Unido, analisaram a dieta e o QI de 8 mil voluntários ao longo de 20 anos. E os vegetarianos levavam uma vantagem de cinco pontos nos testes de QI sobre os que comiam carne regularmente. Além disso, a turma da alface tinha os melhores empregos e mais diplomas de curso superior. Ainda não se sabe ao certo os motivos, mas eles desconfiam que a alimentação vegetariana possa aumentar a capacidade cerebral. Ou talvez a explicação seja mais simples: pessoas inteligentes se preocupam mais com o bem-estar dos animais. Aí deixam de comer carne.

SER O FILHO MAIS VELHO
Ok, essa depende do destino. Mas de qualquer forma, comemore se você for o primogênito da casa. Não adianta espernear. Um pesquisador da Universidade Estadual da Flórida analisou a relação entre as habilidades nos primeiros anos do colégio e a ordem de nascimento na família. E, olha só, entre os 12 mil entrevistados da pesquisa, os primogênitos demonstravam um desenvolvimento cognitivo maior do que os filhos do meio. Mas, calma, a notícia não é tão ruim se você for o caçula: nem sempre os irmãos mais velhos levavam a melhor em cima deles.

Crédito da foto: cbs.com

Prostitutas vítimas de perseguição na ditadura reivindicam anistia

Profissionais do sexo querem direito à reparação econômica

Evandro Éboli, em O Globo

BRASÍLIA – Lourdes Barreto se prostituiu por 53 anos. Hoje, com 71, e uma das principais líderes do movimento da categoria no país, preside o Grupo de Mulheres Prostitutas do Pará e tem muitas histórias de confronto com a ditadura militar. Foi presa várias vezes, apanhou e liderou movimento pela reabertura da zona do meretrício em Belém, fechada pelos militares em 1971. O local foi invadido e lacrado por agentes da Marinha, da Aeronáutica e da Polícia Federal. Dependiam do local cerca de duas mil profissionais.

— Quem estava dentro não saía, quem estava fora não entrava. Foi uma guerra — lembra.

A repressão às prostitutas e a outros profissionais do sexo não partia só das Forças Armadas. As polícias Civil, principalmente, e a Militar também agiam. Mesmo sem envolvimento ou militância política, há profissionais do sexo que reivindicarão na Comissão de Anistia o direito à reparação econômica e anistia do Estado por perseguição, que se dava por questões morais, de costume e sexual. O primeiro caso de pedido na comissão será da travesti Safira Bengell, que trabalhava em casa de shows no Rio. Ela diz que foi perseguida, presa e torturada.

— Afetaram a minha integridade. Fui presa várias vezes e me jogavam água gelada somente pelo fato de eu me vestir de mulher. Quando estávamos na cela, muitas se cortavam com giletes para serem soltas depois de irem para o hospital serem medicadas — contou Safira Bengell.

— Tínhamos que fazer sexo com os carcereiros e policiais para recebermos um pouco de água — disse Safira, cujo nome de batismo é João Alberto Souza. Ela ainda faz shows transformistas no Piauí.

‘Termo de vadiagem’ embasava prisões

A ação dos militares contra as prostitutas foi contínua nos anos de chumbo. Uma repressão não só dos militares, mas de outros setores, como a Polícia Civil, que aplicava o “termo de vadiagem” para prender essas profissionais. Nanci Feijó, coordenadora da Associação Pernambucana de Profissionais do Sexo (APPS), se lembra desse período. Com 54 anos, ela começou na profissão aos 16, em 1975.

— Éramos presas por vadiagem. Ia para a delegacia fazer faxina, levar palmatória e até lavar defunto. Levei muita carreira (violência policial). Nem todas suportaram. Algumas morreram. Era uma época de comissário e de radiopatrulha. Todo mundo tinha medo da rua. Naquela época, não tinha como pedir socorro, como tem hoje — disse Nanci.

Lourdes Barreto se lembra bem das prisões em Belém. As prostitutas podiam sair para programas nas ruas a partir das duas horas da madrugada. Mas só em locais específicos. Às vezes, saíam com escolta, dada a proximidade de cafetões e cafetinas com policiais.

— Nem era só isso. Não podíamos sair às ruas, ir ao salão de beleza ou comprar roupas. No comércio, não nos aceitavam. E, quando aceitavam, cobravam os olhos da cara.

Para reabrir a zona de Belém, a líder prostituta do Pará organizou a ida de uma comitiva a Brasília — com apoio de um padre, de leigos e de advogados — e obteve um mandado de segurança que assegurou a reabertura. Lourdes participou de atos e passeatas contra a perseguição.

— Como eu ia à frente, levei muita porrada.

Ela acrescentou que eram obrigadas a ficar confinadas no cabaré:

— Não podia colocar a cabeça na janela. O camburão passava e levava todo mundo.

Mas não será fácil para prostitutas e travestis convencerem a Comissão de Anistia de que a repressão da qual foram vítimas tem relação com perseguição política. Para a vice-presidente da comissão, Sueli Bellato, a situação é semelhante à dos indígenas, moradores de rua e outros grupos vulneráveis atingidos no período militar:

— O imprescindível para a Comissão de Anistia é o reconhecimento da perseguição política. Os indígenas que foram arrancados de suas terras por causa dos projetos de ampliação de rodovias e construção de barragens são vítimas do regime militar e tiveram prejuízos culturais e econômicos? Sim, mas são perseguidos políticos? Provavelmente, não — disse Sueli.