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Deus morreu

cruciPublicado por Fabricio Cunha

É a sexta feira, que me ganha, em Deus.

É sua “paixão”, seu sofrimento e morte, que me colocam de joelhos, absorto, sem compreender.

A morte de Deus é a exacerbação de sua humanidade. É a prova maior de teu amor extravagante, que o coloca sob o chicote de sua criação, por amor dela própria.

Quando seu sangue rega a terra, encontrando-se com a origem de sua própria criação, Deus, em Jesus, nos comunica que sabe qual é o sabor da dor de ser humano, pobre, injustiçado, abandonado, só e frágil.

Deus nunca foi tão humano quanto na sexta e no sábado.

E não há prova mais cabal de seu amor por sua criação, do que seu sangue ser derramado nela.

Na sexta, em pouquíssimas palavras, assistimos a maior cena de todos os tempos: Deus se fez homem e, homem, amou a todos até as últimas consequências.

Um Deus que, numa cruz, rega uma poça com seu sangue, para que, dali, esse sangue regasse toda terra.

Um Deus que morre no que cria, de tanto amor.

Silêncio…

Suposta lista de camarote separa famosos entre “vipinhos” e “vipões”

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Publicado no UOL

A atriz Milena Toscano, que participou da novela “Fina Estampa”, exibida em 2011, e o ator Marco Pigossi, que está no ar na atual trama das sete da Globo, “Sangue Bom”, são descritos como “vipinhos” em uma suposta lista que separa convidados entre “vipinhos” e “vipões” em um dos camarotes fechado para patrocinadores do Rock in Rio. A assessoria da marca que cuida do espaço disse, em comunicado, que os termos foram usados para designar o lugar para o qual as pessoas iriam se dirigir ao chegar ao evento e que não teve a intenção diferenciar os convidados.

O documento foi divulgado pelo colunista social Bruno Chateaubriand nesta sexta-feira (20), em seu Instagram.

Também são considerados “vipinhos” o promoter David Brazil, a repórter do Multishow Dani Monteiro, a atriz Bárbara Borges, o repórter da TV Xuxa Bernardo Mesquita, o comentarista Alex Escobar e os atores Jorge Pontual, Eduardo Galvão e Rafael Calomeni.

A lista cita ainda os “vipões”, marcados com destaque: os atores Bárbara Paz,Marcos Frota, Mariana Rios e Nathalia Dill.

Evangélica, Tiazinha diz que ficou dois anos sem beijar na boca

Amaury Jr. entrevista Suzana Alves, ex-Tiazinha (foto: Carol Mendonça/Rede TV!)

Amaury Jr. entrevista Suzana Alves, ex-Tiazinha (foto: Carol Mendonça/Rede TV!)

Publicado no F5

Suzana Alves, a antiga Tiazinha, confessou que já ficou dois anos na “seca” quando era famosa.

Hoje evangélica e casada há três anos, ela lembra que não era fácil a vida de símbolo sexual nos anos 90.

“O sucesso não subiu à minha cabeça, ninguém chegava perto de mim, não tinha vida, fiquei dois anos sozinha, sem beijar na boca”, disse ela em entrevista ao “Programa Amaury Jr.” (RedeTV!).

Ela lembrou ainda de como se sentiu quando foi autorizada a tirar a máscara pela produção do “Programa H”, de Luciano Huck.

“Tirei a máscara o mais rápido que pude, eu queria viver a minha vida, ter a minha liberdade, interpretar outros personagens, queria ser livre”, desabafou ela, que tem planos de voltar à TV.

“Tenho um programa piloto que fala sobre saúde, hoje tenho um centro de pilates e me identifico muito com o assunto. Mas precisei de um tempo para me recompor, fui sugada pela Tiazinha. Estou quase pronta”, garantiu.

O “Programa Amaury Jr.” vai ao ar de terça a sexta-feira, à partir da meia-noite, pela Rede TV!

Ministério da Cultura indica ‘O Som ao Redor’ para disputar vaga no Oscar

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Publicado no Terra

O Ministério da Cultura anunciou, nesta sexta-feira (20), que o longa O Som ao Redor, de Kleber Mendonça Filho, representará o Brasil na disputa por uma vaga ao prêmio de melhor filme em língua estrangeira na 86ª Premiação Anual da Academy of Motion Picture Arts and Sciences, o Oscar 2014. A escolha foi divulgada em Brasília pelo secretário do Audiovisual do Ministério da Cultura (SAv/MinC), Leopoldo Nunes.

Segundo a nota oficial, a Comissão Especial de Seleção se reuniu no Gabinete da SAv/MinC no fim desta manhã, com o intuito de escolher uma das 14 obras inscritas para a disputa nacional. Além do filme vencedor, a lista foi composta por Cine Holliúdy, Colegas, Cores, Elena, Faroeste Caboclo, Gonzaga de Pai para Filho, Meu Pé de Laranja Lima, O Dia que Durou 21 Anos, O que se Move, O Tempo e o Vento, Porto dos Mortos, Uma História de Amor e Fúria e Xico Stockinger.

“Os filmes foram admitidos para a seleção nacional a partir dos critérios da Academia Norte Americana de predominância de diálogos em língua não inglesa e de exibição pública com fins comerciais pela primeira vez no Brasil, por pelo menos sete dias consecutivos no período entre 1º de outubro de 2012 a 30 de setembro de 2013, em sala de cinema comercial”, explicou a nota.

O filme

Dirigido por Kléber Mendonça, O Som ao Redor retrata a vida em uma rua de classe média na zona sul do Recife, que toma um rumo inesperado após a chegada de uma milícia que oferece a paz de espírito da segurança particular. A presença desses homens traz tranquilidade para alguns, mas tensão para outros, em uma comunidade que parece temer muita coisa. Enquanto isso, Bia, casada e mãe de duas crianças, precisa achar uma maneira de lidar com os latidos constantes do cão de seu vizinho.

“Brasil pode ser pequeno demais para Anitta”, diz artigo da ‘Forbes’

Publicado no Terra

“Até agora, sua carreira meteórica indicou que o Brasil pode ser pequeno demais para ela”. Assim termina um artigo publicado na Forbes, nesta sexta-feira (30), sobre a cantora Anitta. Escrito pelo brasileiro Anderson Antunes, colunista fixo da versão digital da revista, o texto indica motivos que levariam a uma carreira internacional de sucesso da funkeira.

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No início do artigo, Ivete Sangalo é citada como a principal artista brasileira da atualidade com reconhecimento fora do Brasil. “Apenas há duas semanas, foi a cantora brasileira Ivete Sangalo que esteve nas manchetes dos Estados Unidos, onde ela começou a tão esperada turnê por cinco cidades. Comparada a Tina Turner pelo The New York Times, Sangalo é, sem dúvida, uma megastar no Brasil, onde já vendeu 15 milhões de discos e onde ganha até US$ 500 mil por show”.

O jornalista, no entanto, opina que o sucesso de Ivete no Brasil é grande demais para que a cantora se arrisque na carreira internacional. “Na verdade, ela é tão grande no país sul-americano que, neste momento de sua carreira, seria um risco enorme se deslocar até o estrelato internacional, que é o tipo de compromisso que exige tempo e atenção. No seu caso, pode simplesmente não valer a pena”, continua.

Depois de falar sobre o sucesso da baiana, o artigo aponta argumentos para a impossibilidade de sucesso de Ivete fora do País. “Além disso, o problema de Sangalo, que tem 41 anos e quase não fala inglês, é que ela é muito brasileira. E, salvo exceções, a música brasileira ainda não teve um grande impacto fora do Brasil, principalmente por causa da barreira linguística – muito do encanto da língua é devido à característica bonita e sexy do idioma português, tornando-se algo para aqueles que apreciam a linguagem, e não para o público em geral”.

Como contraponto, Antunes cita Anitta como uma jovem de 20 anos que fala inglês fluentemente e que tem o estilo musical influenciado por elementos internacionais. “Natural do Rio de Janeiro e ex-funcionária da (multinacional) Vale, Anitta começou cantando funk carioca, mais conhecido no exterior como baile funk, um gênero musical criado nas favelas do Rio de Janeiro que combina elementos do hip hop moderno com o Miami bass. Hoje, ela evoluiu para o mais aceito internacionalmente pop com R&B, que é semelhante ao feito por músicos norte-americanos como Rihanna e Kei$ha”.

O artigo ainda descreve os sucessos de Anitta e a importância do Youtube para que a carreira da funkeira deslanchasse. Antunes também não deixa de comentar sobre o estilo desenvolvido pela cantora, que foca na “mulher poderosa”. “Anitta parece ter aprendido bem como promover-se no Youtube, indiscutivelmente a plataforma mais poderosa de mídia atualmente. Ela tem uma imagem forte e suas letras indicam que ela quer que as pessoas a vejam como uma mulher poderosa, o tipo de mensagem que agrada a maioria das mulheres”.

Para finalizar o artigo, o jornalista afirma que o apelo sexual de Anitta condiz ao utilizado por estrelas internacionais que figuram como as mais poderosas atualmente. “Além disso, o frescor e beleza de Anitta podem ser um trunfo em um momento em que a indústria aprendeu a priorizar a atratividade sexual tanto quanto o talento musical”, afirma. “A mais recente lista daForbes das 100 maiores celebridades só prova que, em três de suas 10 principais artistas, estão cantoras do sexo feminino que se encaixam nessa categoria (Lady Gaga, Beyoncé e Taylor Swift)”.

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