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Aguinaldo Silva critica manifestações em São Paulo: ‘Por merreca de aumento de ônibus’

foto: Thyago Andrade

foto: Thyago Andrade

Publicado originalmente no Virgula

Aguinaldo Silva criticou as manifestações contra o aumento da passagem de ônibus na cidade de São Paulo, que passou de R$3,00 para R$3,20. Em seu Twitter, nessa sexta-feira (14), ele ironizou a situação.

“O que aconteceu enquanto eu estava fora? O Brasil era o paraíso e de repente virou a Síria, com o povo nas ruas tocando fogo em tudo? A nova classe média comprou carro, TV de 500 polegadas, tudo que tinha direito e agora protesta por causa da merreca de aumento de ônibus?”, escreveu o autor de novelas.

Ele ainda continuou: “Continuo sem entender: Quem aumenta os ônibus não é a Prefeitura? A prefeitura não é do PT? O que [o governador Geraldo] Alckmin tem a ver com isso? Ah sim, o Alckmin botou a polícia na rua. Mas queriam o quê, que ele deixasse quebrar e incendiar tudo? Alguém tem que botar ordem na orgia. Ah, o Metrô, que é do Estado, também aumentou. Mas não são os ônibus que transportam a maioria da população? Ônibus é com a Prefeitura…”.

Aguinaldo ainda terminou o assunto soltando mais uma frase irônica: “Em Cuba a passagem de ônibus é de graça… Mas quem disse que lá tem ônibus?”.

Após os comentários, ele recebeu várias críticas nas redes sociais. “Pelo visto o @aguinaldaosilva andou lendo a @VEJA e não sabe de p**** nenhuma!”, escreveu uma seguidora.

Outra pessoa escreveu: “O povo não amor, a polícia destruiu a cidade e fez parecer que foram os manifestantes, que estavam a lutar por causa justa”.

Outro internauta ainda relembrou a personagem de Christiane Torloni, na novela Fina Estampa de Aguinaldo, para criticar os comentários do autor: “O cara não está por dentro de nada, aí surge, igual Teresa Cristina surgiu, pra falar besteira. Faz favor”.

No cinema, Vitor Belfort também protesta: ‘Onde vão parar os preços no Brasil?’

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Publicado originalmente no Extra

Lutador da categoria peso médio do UFC, o brasileiro Vitor Belfort publicou foto nesta sexta-feira no Instagram reclamando dos preços da comida no cinema. O ex-campeão dos pesos pesados criticou os valores pagos na água e na pipoca no mesmo dia em que diversas cidades brasileiras têm feito manifestações contra o aumento do preço da tarifa dos transportes públicos.

“3 baldes de pipoca e 4 águas pequenas 79 reais um absurdo onde vamos parar com os preços aqui no Brasil? Será que é só eu que penso assim? Isso é uma forma de eu expressar minha indignação tenham uma boa noite e não comam pipoca hahahahahahaha mas bebam água e se possivel achem um poço artesiano hahaha boa noite”, escreveu na legenda.

Vitor Belfort está no Rio de Janeiro desde o começo da semana e já encontrou o italiano Balotelli, atacante da seleção que irá disputar a Copa das Confederações. Atualmente, o lutador reside em Las Vegas, nos Estados Unidos.

Empresas criam ‘dia sem e-mail’ para reduzir tráfego e promover integração

Fábrica reduziu 70% do tráfego interno de e-mails às sextas-feiras.
‘Trocamos e-mails sem saber que colega trabalha ao lado’, diz funcionária.

Renata Oliveira e Daiana Rodrigues, da SKF, empresa que implantou o dia sem e-mail e reduziu em 70% o tráfego de mensagens pela internet às sextas-feiras (Foto: Paulo Guilherme/G1)

Renata Oliveira e Daiana Rodrigues, da SKF, empresa que implantou o dia sem e-mail e reduziu em 70% o tráfego de mensagens pela internet às sextas-feiras (Foto: Paulo Guilherme/G1)

Publicado originalmente no G1

Se comunicar por e-mail é rotina na grande maioria das empresas. Comunicados, relatórios, envio de documentos, agendamento de reuniões, contato com fornecedores, é tanto e-mail que muitos funcionários passam um bom tempo apertando a tecla ‘delete’ para mandar tudo para o lixo virtual. Mais do que este tráfego intenso, a comunicação formal e documentada na rede muitas vezes torna impessoal o contato dos funcionários. Para tentar mudar esta situação uma empresa de São Paulo e outra do Rio criaram o “dia sem e-mail”.

A data será comemorada nesta sexta-feira (14) no escritório da Chemtech, empresa de engenharia e atuação em petróleo e gás com sede no Rio. Toda segunda sexta-feira do mês a empresa bloqueia a comunicação interna. Se precisa falar com alguém da empresa, mesmo de outro departamento, o funcionário deve usar o telefone ou chamar pelo comunicador instantâneo. E que tal levantar-se da cadeira e ir à outra sala para falar pessoalmente com o colega?

Excesso de mensagens nas empresas envolve até a comunicação com o colega que trabalha ao lado (Foto: Paulo Guilherme/G1)

Excesso de mensagens nas empresas envolve até
a comunicação com o colega que trabalha ao lado
(Foto: Paulo Guilherme/G1)

A campanha já existe há um ano e meio. “O grande desafio é promover a integração entre diversas áreas de engenharia da empresa”, explica Samara Souza, coordenadora de recursos humanos da Chemtech. Ela conta que muitas vezes para se tratar de um assunto interno por e-mail a conversa se prolongava por intermináveis mensagens copiadas para mais de 30 pessoas.

“Como a nossa rotina é de muito envio de e-mails, a pessoas acabavam se habituando a usar e-mail para tudo e se viciando neste processo. Muitas coisas podem ser resolvidas com uma breve reunião presencial”, explica Samara.

Na SKF do Brasil, fabricante de rolamentos para área industrial e automotivo, toda sexta-feira a ordem é não usar o e-mail. A empresa conta com 1.030 empregados na operação brasileira, três escritórios na Grande São Paulo (Cajamar, Jordanésia e Barueri), e a comunicação interna pela internet foi reduzida em até 70% no ‘dia sem e-mail’.

Mas o objetivo principal é promover a relação interpessoal entre os funcionários. “Às vezes a gente fica meses trocando e-mails com um colega que não sabemos que é, e então quando o conhecemos pessoalmente descobrimos que ele é a pessoa trabalha na sala ao lado”, diz a analista fiscal Renata Oliveira, de 35 anos.

Ela trabalha diariamente ao lado de Daiane Rodrigues, de 25 anos, também analista fiscal, e no meio de tantas operações, acabam por vezes se falando por e-mail. “É muita documentação, assim uma copia a outra, mas sempre procuramos conversar pessoalmente”, destaca Daiana.

Antonio Carlos Bouéri, diretor de recursos humanos da SKF do Brasil, explica que a implementação do programa melhorou a qualidade no trabalho. “Estávamos percebendo muita formalidade dentro das áreas como situações como um colega mandando e-mail para colega do lado pedindo algo que poderia ser feito verbalmente”, afirma.

“Como implementamos o casual day, no qual o funcionário pode ir sem gravata ao escritório, aproveitamos para liberar a questão dos e-mails incentivamos as pessoas a conversarem mais, circularem mais na empresa. Teve uma repercussão boa porque as pessoas sentiam falta de conversar mais. Acho importante resgatar a confiança das pessoas e trabalhar em time. A iniciativa fortalece esse valor.” Segundo Bouéri, a ideia despertou interesse das subsidiárias da Argentina e Japão, que estudam criar o ‘dia sem e-mail’ nos seus escritórios.

Após incitar violência em ato, promotor será desligado do Mackenzie

Comentário do promotor no Facebook na noite de sexta-feira (7) durante protesto contra o aumento da tarifa

Comentário do promotor no Facebook na noite de sexta-feira (7) durante protesto contra o aumento da tarifa

Marcelo Almeida, na Folha de S.Paulo

O promotor Rogério Leão Zagallo, que causou polêmica ao escrever um comentário no Facebook pedindo à Tropa de Choque que atirasse contra os manifestantes do Movimento Passe Livre, será desligado da Universidade Mackenzie, onde dá aulas no curso de Direito.

O próprio professor declarou aos seus alunos que não mais fará parte do corpo docente da universidade a partir do próximo semestre. Segundo ele, a universidade decidiu não renovar o seu contrato.

Preso no trânsito durante o protesto da última quinta-feira (6), o promotor escreveu em seu perfil pessoal: “Por favor, alguém poderia avisar a Tropa de Choque que essa região faz parte do meu Tribunal do Júri e que se eles matarem esses filhos da puta eu arquivarei o inquérito policial?”.

Após a repercussão do comentário, Zagallo justificou o seu comentário dizendo que foi um “desabafo” de alguém que estava há muito tempo parado na trânsito e que tinha um filho pequeno a sua espera. Ele disse ainda que a manifestação era legítima e que o comentário sobre o arquivamento de inquérito foi apenas uma “forma de expressão”.

Sobre o comentário do professor Zagallo, a universidade Mackenzie afirmou que mantém uma posição contrária a qualquer tipo de ação que desrespeite a liberdade e incite à violência. A assessoria de imprensa da universidade, no entanto, não confirmou o desligamento do professor Zagallo.

 

Renan assume nesta sexta-feira a Presidência da República interinamente

Dilma Rousseff e Michel Temer viajam, presidente da Câmara também estará no exterior

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Luiza Damé, no O Globo

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), assumirá interinamente a Presidência da República, nesta sexta-feira. A presidente Dilma Rousseff embarca às 19h desta quinta-feira para a Etiópia, onde participará das comemorações dos 50 anos de criação da União Africana, e só retornará ao país no domingo.

Já o vice-presidente Michel Temer vai representar o Brasil na posse do presidente reeleito do Equador, Rafael Correa, nesta sexta-feira, em Quito. Temer voltará ao Brasil no sábado. O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), segundo na linha sucessória, está em missão oficial nos Estados Unidos.