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Jovens americanos acham o Facebook mais estimulante do que sexo

Lu Galastri, na Galileu

Uma pesquisa, feita pela Universidade de Chicago, sugere que jovens americanos ficam mais tentados a entrar no Facebook e no Twitter do que a responder suas necessidades sexuais. É isso mesmo – fuçar no perfil das pessoas pode ser mais tentador e estimulante do que o ato sexual em si.

Para chegar a essas conclusões, cientistas entrevistaram 250 universitários e descobriram que a preferência vem da facilidade das mídias sociais. Segundo eles, o apelo do Facebook é comparável ao de uma janela – você não consegue ficar sem olhar por muito tempo, já que está lá ao seu lado, fácil. Já a vida sexual seria mais trabalhosa.

Além disso, quanto mais tempo os entrevistados ficavam sem usar redes sociais maior era sua urgência de retornar, sua vontade de olhar pela janela.

Você conhece gente que realmente se comporta assim? Sente que vive demais em suas redes sociais? Deixe sua opinião nos comentários.

Redes sociais viciam mais que sexo e cigarro

Carol Castro, no Ciência Maluca

Tá tão difícil assim controlar a vontade de ver quantas pessoas curtiram seu último post no Facebook? Você não está sozinho, amigo. Uma pesquisa da Universidade de Chicago mostra que é mais fácil suportar a vontade de fazer sexo, beber ou fumar do que aquela de checar as redes sociais.

Para chegar ao resultado, a equipe distribuiu smartphones a 205 voluntários, que tinham entre 15 e 85 anos. A cada meia hora, os pesquisadores entravam em contato com os participantes para saber quais eram os principais desejos de cada um deles – e quão irresistíveis eram. O teste durou uma semana.

Aí veio a surpresa: eles sentiam muito mais vontade de checar as redes sociais do que fazer qualquer outra coisa. Até fumar. Ou beber e fazer sexo. “As pessoas conseguiam resistir bem aos impulsos sexuais e consumistas, o que é surpreendente na cultura moderna, que tem uma falha desastrosa em controlar esses impulsos”, diz Wilhelm Hofmann, autor da pesquisa.

O cigarro e a bebida, acredita Hofmann, são menos tentadores por outro motivo: dinheiro. É mais barato checar o Twitter ou Facebook do que comprar um maço de cigarros ou uma latinha de cerveja.

Francamente, hein, pessoal.

Crédito da foto: flickr.com/chrisjl

Internautas elegem Facebook como melhor rede para discutir política

Isadora Peron, de O Estado de S. Paulo

Você pode até não gostar que a campanha eleitoral invada o seu Facebook, mas 85% dos internautas entrevistados por uma pesquisa disseram que as redes sociais são meios de comunicação adequados para a discutir política. E a rede criada por Mark Zuckerberg é apontada como o lugar preferido para trocar ideias sobre o assunto por 40% deles. Outros 37% acreditam que todas as redes são eficientes, enquanto 11% preferem o Twitter.
Quem está conectado também avalia que a campanha funciona melhor nas redes sociais, por serem mais interativas e abertas, do que na TV. Hoje, no entanto, o horário eleitoral gratuito ainda é considerado uma das principais armas dos marqueteiros na corrida eleitoral, recebendo a maior fatia dos recursos das campanhas.

Questionados sobre os assuntos que gostariam de discutir nas redes sociais, 49% dos internautas brasileiros optaram pelo plano de mandato, 26% por temas relacionados à corrupção, 14% se interessam por esclarecimentos de boatos, 7% preferem discutir sobre outros assuntos e apenas 4% se interessam em falar sobre CPI.

Desafio. A pesquisa identificou ainda que 36% dos participantes acreditam que seus candidatos não são “interativos” nas redes sociais. O motivo seria porque eles não sabem como utilizá-las corretamente. De acordo com o estudo, 43% afirmam ter deixado de curtir, e, portanto, de receber atualizações diretamente da fanpage de seu candidato, por esse motivo.

Para o CEO da empresa que realizou a pesquisa, José Jarbas, melhorar a interatividade entre o candidato nas redes sociais e os eleitores é o grande desafio hoje. “Existe uma perda grande de seguidores (potenciais eleitores) em virtude do mau uso das redes”, afirma. Jarbas explica ainda que planejar o conteúdo a ser enviado como resposta para perguntas feitas pela internet é vital, pois o que se nota é um conteúdo geralmente “fraco e frustrante”. A pesquisa apontou, por exemplo, que dos que enviaram perguntas a políticos, somente 27% gostaram das respostas que receberam.

Outro aspecto levantado é que 86% dos eleitores gostariam de continuar interagindo com seus candidatos nas redes sociais mesmo após as eleições. Dos entrevistados, 89% acreditam que prefeituras e governos estaduais deveriam utilizar mais as diversas redes sociais para discutir política com a população.

A pesquisa on-line “Rede social é lugar para política?” foi realizada no mês de agosto com 332 pessoas de todo o País pela empresa eCRM123, especializada em redes sociais.

Para conferir o infográfico completo, clique aqui.