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Yahoo! paga US$ 30 milhões por startup de garoto de 17 anos

NICK D’ALOISIO: Jovem criou o aplicativo Summly aos 15 anos (Reprodução)

NICK D’ALOISIO: Jovem criou o aplicativo Summly aos 15 anos (Reprodução)

Mariana Congo, no Radar Tecnológico

O Yahoo! anunciou nesta segunda-feira, 25, a aquisição do aplicativo Summly, criado por Nick D’Aloisio, um jovem empreendedor de 17 anos, de Londres.

Summly foi lançado em dezembro de 2011 somente para dispositivos da Apple. O app faz o resumo de notícias em 400 caracteres com base em um algoritmo que define quais são os trechos mais relevantes de um texto.

Os termos da aquisição não foram divulgados. Mas o site AllThingsD diz que o Yahoo! pagou US$ 30 milhões pelo aplicativo (90% em dinheiro, 10% em ações), segundo fontes do Vale do Silício, nos Estados Unidos.  O site avalia que foi um preço alto, considerando o nível de maturidade do aplicativo, que foi baixado cerca de 1 milhão de vezes e gerou 90 milhões de resumos de notícias. E, como é comum, até então não tinha um plano de negócios bem definido.

A presidente do Yahoo!, Marissa Mayer, já afirmou que a empresa está buscando a criação de serviços para celulares que se encaixem nos “hábitos diários” das pessoas, como a leitura de notícias. E Adam Cahan, vice-presidente sênior do Yahoo!, afirmou no blog da empresa que o Summly deixará de funcionar para que uma equipe possa incorporar suas características aos produtos existentes do Yahoo!.

Nick, que fundou o app quando tinha 15 anos de idade, disse em uma nota oficial publicada no site do Summly que nunca imaginou que estaria nessa posição tão rapidamente, e agradeceu a investidores e anunciantes por acreditarem no potencial de seu projeto.

O Yahoo! já fez uma série de outras pequenas aquisições nos últimos meses, incluindo o aplicativo Stamped e o site de leitura de notícias Snip.it. A empresa também negocia a aquisição do controle do site de vídeos da France Telecom, Dailymotion.

O vídeo abaixo (em inglês) mostra como o Summly funciona:

O mito do uso de 10% do cérebro

publicado no Universo Racionalista

A Lenda Urbana que Disseminou o Mundo

O mito do uso de 10% do cérebro é uma lenda urbana que afirma que só se utiliza um décimo da capacidade do cérebro, de modo que grande parte dele é inativa. Segundo a crença popular, se todo o cérebro fosse utilizado, o indivíduo desfrutaria de habilidades sobre-humanas. Alguns argumentam que a porção inativa do cérebro esconde funções psicocinéticas e psíquicas em geral além de a possibilidade de percepção extra-sensorial. Afirma-se que algumas pessoas de QI muito elevado usariam mais do que 10% do cérebro, tal ideia é muitas vezes atribuída a Albert Einstein e Margaret Mead. Portanto, sugere-se que a inteligência de uma pessoa está ligada à porcentagem do cérebro que ela utiliza.

Embora a capacidade intelectual do indivíduo possa aumentar ao longo do tempo, a crença de que grande parte do cérebro é inutilizado e, essencialmente, só se faz uso de 10% do seu potencial efetivo não tem base científica e é desmentida pela comunidade científica. Embora ainda não se conheça o funcionamento de todo o cérebro, já se sabe que todas as suas regiões são ativas e que têm funções determinadas.

O Mito do Uso de 10% do Cérebro

 

Origem

Uma hipótese para a origem do mito refere-se à teoria da reserva de energia, criada pelos psicólogos de Harvard William James e Boris Sidis na década de 1890. Eles basearam a teoria na análise de William Sidis, uma criança prodígio que teve resultados em testes de QI similares a de adultos, entre 250 e 300. William James disse em audiências públicas que as pessoas só encontram uma fração de todo o seu potencial mental, o que é uma afirmação plausível. Em 1936, o escritor americano Lowell Thomas resumiu essa ideia (no prefácio a Dale Carnegie em How to Win Friends and Influence People) adicionando uma porcentagem falsa: “O professor William James, de Harvard, costumava dizer que a maioria das pessoas desenvolve somente dez por cento da sua capacidade mental latente.”

De acordo com uma história de origem semelhante, o mito dos 10% mais provavelmente surgiu de um mal-entendido ou de uma deturpação de pesquisas neurológicas do final do século IX e do início do século XX. Por exemplo, as funções de muitas das regiões do cérebro (especialmente do córtex) são complexas o suficiente para que efeitos de danos sejam notados, levando cedo os neurologistas a conhecer o que essas regiões faziam. Também foi descoberto que o cérebro consiste principalmente de células gliais, que pareciam ter várias funções secundárias. O Dr. James W. Kalat, autor do livro-texto Biological Psychology, salienta que os neurocientistas da década de 1930 sabiam do grande número de neurônios “locais” no cérebro e que a má compreensão da função desses neurônios poderia ter levado ao mito dos 10%. De fato, é fácil imaginar que o mito foi propagado simplesmente por um truncamento da declaração de que “os humanos usam 10% de seus cérebros em qualquer momento”.

Embora as partes do cérebro tenham amplo entendimento de suas funções, muitos mistérios sobre como as células do cérebro funcionam juntas para produzir comportamentos complexos permanecem. Talvez a maior questão seja como as diversas partes do cérebro colaboram para formar experiências conscientes. Até agora, não existem evidências de que existe um local onde está a consciência, o que leva os especialistas a acreditar que ela é verdadeiramente um esforço neural coletivo. Portanto, como a ideia de James de que os humanos tem um potencial cognitivo inexplorado, também é certo dizer que uma grande porção de questões sobre o cérebro ainda não foram completamente respondidas.

Refutação

O neurologista Barry Gordon descreveu o mito como “ridiculamente falso”, acrescentando: “nós usamos virtualmente cada parte do cérebro, e a maior parte dele é ativa quase todo o tempo”. Barry Beyerstein, Ph.D . em psicologia, estabelece sete tipos de evidência refutando o mito:

  • Estudos sobre danos cerebrais: se 90% do cérebro é normalmente inutilizado, então danos nessas áreas não deveriam prejudicar o seu funcionamento. Na realidade, porém, não existe quase nenhuma área do cérebro que pode ser danificada sem perda de funções. Mesmo um leve dano em pequenas áreas do cérebro podem ter efeitos profundos.
  • Evolução: o cérebro é muito custoso ao resto do corpo em termos de consumo de oxigênio e nutrientes. Isso pode consumir vinte por cento da energia do organismo, mais do que qualquer outro órgão, apesar de ser apenas 2% do peso do corpo humano. Se 90% do cérebro fosse desnecessário, haveria grande vantagem evolutiva em seres humanos com cérebros menores e mais eficientes. Se isso fosse verdade, a evolução teria eliminado indivíduos com cérebros ineficientes. Pelo mesmo motivo, é altamente improvável que um cérebro com tanta área redundante teria evoluído em primeiro lugar.
  • Imagens do cérebro: tecnologias como a tomografia por emissão de pósitrons (PET) e ressonância magnética (fMRI) permitem monitorar a atividade do cérebro vivo. Elas revelam que, mesmo durante o sono, todas as partes do cérebro mostram-se com algum nível de atividade. Apenas em casos de grave dano cerebral existem “áreas silenciosas”.
  • Localização de funções: ao invés de agir como uma massa única, o cérebro tem áreas distintas para diferentes tipos de processamento de informação. Décadas de pesquisas revelaram o mapa de funções do cérebro, e não foram encontradas áreas de menor atividade.
  • Análise microestrutural: na técnica de unidade única de gravação, pesquisadores inseriram um pequeno eletrodo no cérebro para monitorar a atividade de uma única célula. Se 90% do cérebro não tivesse atividade, essa técnica teria revelado isso.
  • Doença neural: as células do organismo que não são utilizadas têm tendência de se degenerarem. Por isso, se 90% do cérebro fosse inativo, autópsia de cérebros adultos revelaria degeneração em larga escala.

Outro argumento evolucionário é que, dado o risco de morte histórico durante o parto associado ao tamanho do cérebro (e então ao tamanho do crânio) humano, haveria uma forte pressão seletiva contra o grande tamanho cerebral se somente 10% fosse de facto utilizado.

No episódio de 27 de outubro de 2010 de Mythbusters, os apresentadores utilizaram magnetoencefalografia (MEG) e ressonância magnética para formar uma imagem do cérebro de alguém resolvendo uma tarefa mental complicada. Constatando que muito mais de 10%, de fato, quase 100% do cérebro estava ativo, eles declararam o mito como “detonado”.

Disseminação na Cultura Popular

Diversos livros, filmes e contos têm feito afirmações relacionadas com esse mito, provocando reações diversas. Entre as citações mais notáveis estão a novela The Dark Fields e sua adaptação em filme, Limitless que criaram uma estória em que os 90% do cérebro restantes podem ser acessados por meio do uso de uma droga. O livro The Zombie Survival Guide alega que humanos usam somente 5% dos seus cérebros e que a expansão potencial traz um “sexto sentido” para os zumbis.

Outros trabalhos envolvem informações intelectuais falas, incluindo o filme The Lawnmower Man, o conto “Understand” de Ted Chiang e o conto de ficção científica “Lest We Remember” de Isaac Asimov. Esses porém, não dizem que o cérebro é capaz de expandir todo o seu potencial. O mito dos 10% ocorre frequentemente em anúncios e é citado como se fosse um fato na mídia de entretenimento. O episódio piloto de Heroes mostra um professor de genética que também afirma o mito da parte não utilizada do cérebro para sugerir que o potencial humano pode fazer surgir superpoderes.

Alguns proponentes da Nova Era propagam a crença afirmando que os 90% não utilizados são capazes de exibir superpoderes e, se treinados adequadamente, percepção extra-sensorial.

Não existe nenhum suporte científico a existência de tais habilidades no cérebro humano.

Denis Lee Explicando Sobre ‘O Mito do Uso de 10% do Cérebro’

A primeira pirâmide

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Rob Gordon, no Papo de Homem

— Senhor?

— Pois não?

— Adão na linha sete.

— Pode passar.

— Só um minuto.

— Alô?

— Oi, Adão. Tudo bem?— Tudo, e o Senhor?

— Tudo. Liguei para fazer uma proposta.

— Diga.

— O que o Senhor acha da ideia de ganhar dinheiro sem sair de casa?

— O que eu acho do quê?

— Ficar rico, muito rico. E sem sequer sair de casa. Basta me perguntar “como”.

— Adão…

— Estou esperando. Basta me perguntar “como”.

— Certo. Como?

— É o seguinte. Eu vou contar o segredo para o Senhor, mas só porque o Senhor está insistindo muito.

— Eu não estou insistindo.

— Bem, é o seguinte. Está rolando um negócio aqui com vendas de suplementos de vitamina. E o lucro é garantido.

— Ah, é?

— Sim. Eu mesmo nem conhecia isso, até que outro dia encontrei o castor. E ele me contou que estava pensando em aumentar a represa dele… aquela represa que ele faz ali no lago, sabe?

— Sim.

— Ele está pensando em aumentar a represa, usando somente o dinheiro que ganhou com esse negócio. Disse que está pensando até mesmo em contratar outros castores para fazer o seu trabalho. O castor está rico!

— Entendi.

— Conversa vai, conversa vem, eu me interessei. E ele disse que ficou rico vendendo suplementos de vitamina, num negócio que os macacos criaram.

— Que negócio?

— Você se inscreve no programa de vendas e recebe os suplementos na sua própria caverna. E pode começar a vender.

— Sei.

— Por isso estou chamando o Senhor para participar, porque sei que o negócio é bom. Basta investir cinquenta cocos no negócio e pronto. Já recebe os suplementos vitamínicos para poder vender.

— Espere… Eu preciso investir cinquenta cocos?

— Isso. Com essa quantia, você recebe os suplementos e todo o material de divulgação para começar a vender e, além disso, se o Senhor chamar outros vendedores para também investir no negócio, recupera todos esses cocos em alguns dias, pois eles também receberão os suplementos e trabalharão para você. Os macacos chamam isso de “construção de equipe”. Em um mês, no máximo, o Senhor terá mais cocos que viu na Sua vida inteira.

— Sei.

— Todos os animais estão mexendo com isso. Os macacos contrataram as hienas e os elefantes. A hiena chamou os guepardos e as girafas. Os elefantes convenceram os crocodilos e os peixes a participarem. Os guepardos chamaram os leões e as formigas. As girafas…

— Já entendi. E cada animal pagou cinquenta cocos?

— Sim. Quer dizer, não. Não é um pagamento. É um investimento. Você recupera os cocos em alguns dias. Basta contratar novos vendedores e montar sua equipe. Imagine só, o Senhor sentado aí em cima, somente administrando a equipe… E os cocos ali, caindo na Sua conta o tempo todo.

— Desculpe, Adão, não estou interessado.

— Olhe, é uma oportunidade de ouro.

— Obrigado. Mas não.

— Bem, eu vou ser sincero com o Senhor…

— Certo.

— Eu comprei isso, mas não consigo contratar um vendedor. Todos os animais aqui embaixo foram contratados e estão procurando vendedores. Falei com dezenas de animais, e todos estão como eu, procurando por vendedores. Ou seja, como eu preciso montar minha própria equipe e não encontro ninguém… pensei no Senhor.

— Entendi.

— Se o Senhor entrar no negócio comigo, dá para falar com os anjos e abrir todo um novo mercado aí. São cocos fáceis!

— Não. Não estou interessado.

— Será que então eu não posso falar com algum anjo que esteja aí perto? Se o Senhor me transferir para algum deles…

— Não, Adão. Sinto muito.

— Bem, entendo. Nem todos nasceram com tino comercial. Vamos deixar para lá.

— Certo. Obrigado.

— Posso aproveitar e perguntar outra coisa?

— Claro.

— O Senhor não quer comprar um pote de suplementos de vitamina? Hoje em dia, aparência é algo importante…

— Não. Obrigado.

— Tem certeza? Não quer dar uma força para mim? Porque eu recebi dez potes disso em casa, mas não consigo vender para ninguém. Como todos os animais se inscreveram no programa, todos têm dez potes disso em casa.

— Sinto muito, Adão.

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Mapa reúne milhares de prostitutas flagradas no Street View

Serviço permite que qualquer usuário poste registro encontrado na ferramenta de mapas do Google

Além das profissionais do sexo, mapa reúne informações como praias de nudismo e clubes (Foto: Reprodução)

Além das profissionais do sexo, mapa reúne informações como praias de nudismo e clubes (Foto: Reprodução)

publicado no Terra

Um mapa colaborativo na internet reúne mais de 5 mil imagens de prostitutas registradas pelas câmeras do Google Street View pelo mundo. Somente no Brasil, o Doxy Spotting tem mais de 600 registros, que podem ser feitos por qualquer usuário que flagrar alguma profissional do sexo em uma navegação pelo serviço de mapas.

Além de prostitutas, o serviço permite também registrar no mapa a localização de bordeis, clubes se strip-tease ou de swing, praias de nudismo ou saunas. A maior parte dos registros estão na Itália, com mais de 1,8 mil. O Brasil vem em segundo, com mais de 630, seguido da Bélgica com mais de 200.

Pontos mostram onde há mais registros Foto: Reprodução
Pontos mostram onde há mais registros

Foto: Reprodução

​O criador do site, que não se identifica, afirmou ao Daily Mailque a ideia para criar a ferramenta surgiu depois que começou a explorar lugares exóticos no Street View “para matar tempo. “Tornou-se claro que o Street View estava cheio de prostitutas – mais do que eu esperava. Eu rapidamente criei o site para registrar e compartilhar minhas desobertas”, disse.