Haendel Dantas, no Comunicadores
Se você é fã de animação, ilustração e do game Street Fighter vai curtir esse stop motion “Maker vs Marker” criado por Jonny Lawrence onde ele (ou melhor, sua mão) enfrenta uma de suas criações.
Haendel Dantas, no Comunicadores
Se você é fã de animação, ilustração e do game Street Fighter vai curtir esse stop motion “Maker vs Marker” criado por Jonny Lawrence onde ele (ou melhor, sua mão) enfrenta uma de suas criações.
Hoje às 20h30 acontece na Ibab (SP) o lançamento de “Pare de conjugar o verbo sofrer”, o novo livro de Ariovaldo Ramos.
A obra tem testemunhais dos teólogos Ed René Kivitz e Ricardo Bitun. Chico Buarque e Caetano Veloso também registraram suas impressões sobre o livro e sobre o autor.
O evento será transmitido pela Internet. #recomendamos
Publicado por Nelson Costa Jr
“A crítica não tem sobre a psicologia das massas o poder sugestivo que têm as crenças afirmativas, mesmo falsas”. Olavo de Carvalho
Em si mesma, toda Igreja é neutra ou deveria sê-la; mas o grupo da mesma anima, projeta nela suas chamas e suas demências; impura, transformada em crença, insere-se no tempo, toma a forma de acontecimento: a passagem da Igreja à epilepsia está consumada. Assim nascem as Igrejas de hoje, e suas doutrinas ideológicas sangrentas.
Já alertava o velho Freud: Da mesma forma que ninguém pode ser forçado a crer, ninguém pode ser forçado a não acreditar. Mas será que tais comunidades religiosas respeitam isso, ou anseiam para salvar o mundo?
Fundamentada em sua premissa mística, e no seu desejo de “salvar” – fazer imagem com Deus -, a Igreja rapidamente anuncia, condena, ridiculariza, e extermina preguiçosamente os que pensam diferente dela. Como num jogo de dados, ela apela para uma sorte baseada na condenação, e no seu desejo ilusório de ser provedora de todas as verdades universais, sem considerar quem está ferindo. Em sua futilidade ingênua, troca seu violento discurso por uma defesa sem sentido, e diz que o ataque veio do outro, sem si quer analisar o que pregava antes.
Mas nós sabemos, não?
Logo, como superar essa ignorância?
Bem, se a Igreja realmente respeitasse as Escrituras Sagradas como diz respeitar, faria o seguinte:
“Se, de fato, vocês quiserem fazer o bem, quem lhes fará o mal? Como vocês serão felizes se tiverem de sofrer por fazerem o que é certo! Não tenham medo de ninguém, nem fiquem preocupados. Tenham no coração de vocês respeito por Cristo e o tratem como Senhor. Estejam sempre prontos para responder a qualquer pessoa que pedir que expliquem a esperança que vocês têm. Porém façam isso com educação e respeito. Tenham sempre a consciência limpa. Assim, quando vocês forem insultados, os que falarem mal da boa conduta de vocês como seguidores de Cristo ficarão envergonhados”. (1 Pedro 3:13-16 NTLH)
Mas como a Igreja não respeita lá esses mandamentos bíblicos, eis vinte hábitos irrelevantes e desnecessários (Nem tanto assim) que aprendi apanhando em minha vida pastoral. Penso se a Igreja gastasse mais tempo com a reflexão interna, talvez estaria numa diferente situação. De qualquer forma, vamos as dicas então:
1 – A necessidade de ganhar: Nossa, os últimos acontecimentos na política religiosa brasileira nos mostra muito bem isso. A igreja esquece de sua função, e passa a ansiar por vitória a qualquer custo – em todas as situações, quando é preciso, quando não é preciso, e quando é totalmente irrelevante.
2 – O hábito de adicionar muito valor: o desejo irresistível do crente de adicionar seus dois centavos em cada discussão teológica é um absurdo.
3 – O hábito de julgar: A Igreja diz não julgar, mas julga. Ele costuma tachar os outros com os seus padrões.
4 – Os destrutivos comentários: O sarcasmo religioso desnecessário é o agente primordial para espantar gente séria. Quantos cristãos já não receberam a seguinte crítica: “Irmão, cuidado para não perder a salvação hein?
5 – O hábito do não, mas, e no entanto: Como a cristandade faz uso desses qualificadores negativos que secretamente interrompe a educação de muitos.
6 – O hábito da inteligência superior: A necessidade de mostrar às pessoas que é a Igreja verdadeira. Que está além do que muitos pensam.
7 – Uso das emoções: O que a Igreja mais gosta é utilizar de volatilidade emocional como uma ferramenta de classificação espiritual.
8 – Negatividade: “Deixe-nos explicar porque você está errado”, muitos crentes costumam pregar – Mesmo quando não foram convidados a expressar o que pensam.
9 – Retenção de informações: O hábito cristão de recusar em dizer que estava errado em sua teologia é algo ridículo. O tal “santo” diz uma coisa durante anos, e de repente, do nada, muda o discurso, mas não admite.
10 – O hábito de não reconhecer: A incapacidade de elogiar ou até mesmo recompensar alguém que saiu da comunidade e cresceu. Quantas histórias amargas são possíveis ouvir por aí de cristãos abusados.
11 – O crédito que não merece: Toda Igreja adora receber crédito pelo que não fez. Condena uma narrativa, e depois toma posse dela como se fosse revelação divina, sem considerar o pesquisador por trás da mesma.
12 – O hábito do excesso de desculpa: Errar é humano, e Cristo ensinou o perdão, mas vem cá, insistir no mesmo erro várias vezes tem limites, certo?
13 – Ignorar o passado: A necessidade da Igreja de desviar a culpa dela mesma, e colocar nos outros, é um hábito que já matou muitos! De forma simples, ela é incapaz de assumir suas responsabilidades ou de reconhecer suas ações negativas – Procure na história.
14 – O jogo dos favoritos: Talvez devido a teoria da predestinação, alguns líderes religiosos possuem o hábito de privilegiar alguns, e tratar injustamente outros.
15 – A falta de lamentação: O orgulho da superioridade salvífica não é bom. Talvez o lamento, de ver o número de pessoas que estão deixando as Igrejas, ajudaria a recompor o lado sagrado dela.
16 – A falta de ouvir : A forma mais passiva (agressiva) de desrespeito para com os de fora da Igreja.
17 – A falta da gratidão: Ninguém é obrigado a nada. É sempre bom reconhecer os feitos que alguém faz por uma comunidade.
18 – Punir o mensageiro: A necessidade equivocada em atacar os inocentes cristãos que estão, talvez de uma forma diferente, tentando ajudar a comunidade a crescer.
19 – O passar da bola: A necessidade de culpar o Mundo, e não o “Deus” que prega.
20 – O Ego: Exaltar as falhas eclesiásticas como virtudes é ridículo. Talvez se as Igrejas gastassem alguns anos analisando o problema do ego, muita coisa se resolveria.
Sem sutiã, seios ficam mais firmes e costas doem menos, diz especialista. Resultados ainda são considerados preliminares, informa rádio.
publicado no Bem Estar
Um levantamento feito na França sugere que não usar sutiã seja um ato saudável para as mulheres, segundo informações da rádio pública France Info. O abandono da peça não só reduziu as dores nas costas das mulheres que participaram da pesquisa, como também ajudou a endireitar os seios delas, sem deixá-los caídos.
A equipe de Jean-Denis Rouillon, do Centro Hospitalar Universitário de Besançon, acompanhou 130 mulheres que se dispuseram a não usar sutiã durante anos para avaliar os efeitos.
Em entrevista à radio, Rouillon disse que os primeiros resultados sugerem que o sutiã seja “uma falsa necessidade”, pois o seio não se beneficia do apoio e até se atrofia. A opinião se refere aos pontos de vista médico, fisiológico e anatômico e, naturalmente, não leva em consideração aspectos de moda.
No entanto, na mesma entrevista, o médico ressalta que os resultados são preliminares e foram obtidos com um recorte de população que não representa a população geral do mundo. Por isso, suas conclusões ainda não devem ser consideradas como uma prova científica definitiva contra o sutiã.
Olivier Teboul, francês, 29 anos, mudou para Belo Horizonte há um pouco mais de um ano.
De uma forma divertida e bem humorada Olivier lista 65 pontos que lhe chamaram a atenção desde quando mora no Brasil.
Rapidamente as palavras circularam a internet. E já foram vistas por mais de 15 mil pessoas.
Confira os pontos listados por Olivier, em seu blog Diário do Olivier:
Aqui são umas das minhas observações, as vezes um pouco exageradas, sobre o Brasil. Nada serio.