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Ex-camelô que fez R$ 12 virarem milhões vive agora de dar palestras

Conhecido como ‘David, The Camelot’, David Portes escreveu nos últimos dez anos história de sucesso na área do empreendedorismo

Aurélio Gimenez, em O Dia

 Conhecido como ‘The Camelot’, David Portes já proferiu mais de 1.800 palestras em diversos países. Ele cobra R$ 20 mil por cada evento (foto:  Ernesto Carriço / Agência O Dia)


Conhecido como ‘The Camelot’, David Portes já proferiu mais de 1.800 palestras em diversos países. Ele cobra R$ 20 mil por cada evento (foto: Ernesto Carriço / Agência O Dia)

Rio – Um tem 56 anos e finalizou o segundo livro com o título ‘Ficar rico é de graça: 100 dicas do homem que transformou 12 reais em milhões’. O outro tem 32 anos e no Réveillon de 2012 vendeu 52 mil litros de chope na Praia de Copacabana. Agora também escreve a biografia ‘Foco, força e fé’. Apesar da diferença da idade, ambos têm em comum a mesma origem para vencer na vida: começaram nas ruas, como camelô e ambulante.

Conhecido como ‘David, The Camelot’, David Portes escreveu nos últimos dez anos história de sucesso na área do empreendedorismo. Com ousadia e visão, o empresário se tornou um camelô diferenciado na década de 1980, quando inovou no mercado de rua implantando ações de marketing na sua barraca — a banca do David — na Avenida Presidente Wilson, no Castelo.

Na época, desempregado e com a mulher grávida, os dois perambulavam pelas ruas do Centro. Um dia, com apenas R$ 12 emprestados, ele decidiu arriscar tudo. Em vez de comprar o remédio, para qual havia pedido a quantia, comprou doces para vender no sinal. Logo dobrou o dinheiro e descobriu a vocação de vendedor.

ENCANTAR OS CLIENTES

Com apenas a 7ª série do hoje Ensino Fundamental, David introduziu em sua barraca métodos pouco ortodoxos para um camelô da época: criou o serviço de entregas em escritórios da região, cujos pedidos chegavam via ‘orelhão’ (o telefone público da esquina) e implantou sistema de milhagens para fregueses fiéis, fazendo sorteios e promoções.

“Queria encantar as pessoas. A minha barraca tinha tapete vermelho, lixeira, serviço de entrega e distribuía brindes. Muitos achavam que estava louco e perdendo dinheiro. Mas, às vezes, é preciso dar um passo atrás para dar vários para frente”, diz ‘The Camelot’.

Hoje, David vive de dar palestras sobre empreendedorismo em diversas partes do mundo, além de administrar, junto com o filho Thiago Portes, o InvestCom — grupo de investimento que controla cinco empresas nas áreas de Educação, Tecnologia, Comunicação e palestras motivacionais.

Atualmente, David cobra R$ 20 mil por eventos. Mas apesar de ter vencido na vida e ter saído das ruas, o empresário diz que só se sentirá um milionário de verdade quando as empresas de aceleração de Tecnologia e Educação renderem frutos.

“Agora vou levar minhas palestras, de graça, para os jovens das comunidades pacificadas. Esse é o meu sonho”, diz o ex-camelô.

Da garrafa d’água ao carrinho de chope

Filho de um policial militar aposentado e uma costureira, o jovem Rafael Feitosa teve uma infância difícil. Desde cedo, ele percebeu que teria que se virar para ser alguém na vida. Com 12 anos, escondido do pai, começou a vender garrafas d’água, que ele comprava no Mercadão de Madureira, num cruzamento sob o Viaduto Negrão de Lima.

No vai e vem entre o ponto, no sinal de trânsito, e o mercadão, Rafael comprava as bebidas para ele próprio e para outros ambulantes. Logo ele percebeu que poderia faturar mais, apenas revendendo o produto para os demais camelôs.

Foi quando deixou de ser ambulante e se tornou revendedor de bebidas. Hoje, é um dos maiores distribuidores da Ambev, comercializando diretamente com os ambulantes que atuam nas praias, no Carnaval, na SuperVia e shows de música, como Rock in Rio ou na Praça da Apoteose.

“O ambulante movimenta, informalmente, milhões. É o caminho mais curto para a indústria chegar ao consumidor final”, explica Feitosa, que ajudou a criar os carrinhos de chope da Brahma e possui uma frota de 70 deles.

Mais de 40 mil ambulantes

De acordo com a Prefeitura do Rio são 12.564 camelôs com autorização ativa na cidade, sendo 1.224 no Centro.

Porém, a Associação dos Empreendedores do Comércio Ambulante do Rio (Aecarj), oficializada no fim de 2013 e presidida por Rafael Feitosa, tem 40 mil ambulantes cadastrados.

Um ambulante atuante pode tirar R$ 150 por dia, segundo Rafael.

“A maioria dos ambulantes tem a história parecida. São de classe baixa ou de favelas, sem instrução e que não conseguem emprego. Então, virar ambulante é a primeira opção. Apesar de serem marginalizados, não é vergonha. Porém, eles têm que receber orientação. É isso que a associação vai fazer a partir de agora”, explica o empresário.

Dicas de sucesso

POSSÍVEL E REAL

Não adianta querer ser o homem mais rico do país em 12 meses. O objetivo deve estar ligado essencialmente ao seu dia a dia.

PRAZO

É necessário ter um período de tempo para chegar ao objetivo. Pode ser um mês, um semestre ou um ano. Este intervalo de tempo não pode ser muito grande para não haver grande desestímulo.

VER O OBJETIVO

Escreva em um papel o objetivo e o coloque num lugar que possa vê-lo sempre. Pode ser no espelho do banheiro ou na geladeira.

INCENTIVO

Comente o objetivo para pessoas próximas e peça a elas que cobrem e incentivem o seu desejo.

PLANEJAMENTO

Escreva também em um papel as etapas necessárias para atingir o objetivo, elaborando as estratégias de cada uma.

DEDICAÇÃO

Se quer mudar de vida, não custa repetir: muita dedicação. A pessoa deve ser a primeira a chegar e a última a sair. Há sempre alguém neste minuto fazendo aquilo que você faz, por isso você tem que ser melhor e ter mais afinco. A dedicação é desenvolver as coisas com envolvimento cada vez melhor e com um aproveitamento também cada vez melhor.

IDIOMA DO SORRISO

Seja gentil, trate bem as outras pessoas e sorria bastante. O sorriso é o único idioma universal da riqueza. Quando se levantar pela manhã, tenha em mente que você deve tratar de forma cordial todos com quem você fala. Procure ser divertido e alegre . Pode ter certeza que as pessoas preferem fazer negócios com quem tem energia positiva que estão em harmonia com seus pares e levam a vida de maneira mais leve.

Sucesso na rede, fotos de família ‘constrangedoras’ ganham mostra nos EUA

Publicado na BBC Brasil

O museu Califórnia Heritage, em Los Angeles, exibe até o dia 27 de julho a mostra “The Awkward Family Photos” (as fotografias de família constrangedoras, em inglês), organizada pelos criadores do site de mesmo nome.  A exposição – divida em temas como férias, crianças, avós, casamentos e aniversários – pretende entreter os visitantes com cliques feitos em família que em na maioria dos casos resultaram em fotografias pra lá de estranhas.

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O site Awkwardfamilyphotos.com nasceu por iniciativa dos amigos Mike Bender e Doug Chernack, que começaram um blog em 2009 depois que um deles viu uma foto de família constrangedora pendurada na parede da casa de seus pais. Bender e Chernak pensaram que devia haver mais gente com fotografias tão estranhas quanto. Por isso, criaram a página onde fosse possível compartilhá-las.

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Eles começaram colocando fotos de família próprias e de amigos. Em pouco tempo, o site virou um sucesso. A exposição foi feita para celebrar ‘a experiência de ser parte de uma família’ e permitir que sejam vistos estes momentos ‘deliciosamente constrangedores’ que fazem parte da vida de membro de uma família.

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No museu, os visitantes ainda podem fazer fotos com seus parentes que sejam capazes de rivalizar com as da exposição. Os responsáveis pela exposição dizem que escolheram as fotografias que fizeram mais sucesso no site e algumas de suas imagens favoritas. ”Fazia tempo que tínhamos a ideia de fazer uma exposição. É uma forma de celebrar as famílias”, dizem os organizadores.

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“Esta exposição enfatiza o fato que todos somos estranhos e temos isso em comum com todas as outras famílias”, dizem os dois criadores do site.

 

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Dilma manda ‘beijinho no ombro’ ao comemorar 350 mil fãs em perfil oficial do Facebook

Dilma manda "beijinho no ombro" em rede social (foto: Reprodução do Facebook)

Dilma manda “beijinho no ombro” em rede social (foto: Reprodução do Facebook)

Publicado no Extra

Até Dilma Rousseff se rendeu ao sucesso da música Beijinho no Ombro, de Valesca Popozuda. Não se trata de mais uma montagem com trechos dos discursos da presidente, tampouco uma publicação do perfil de humor Dilma Bolada: o perfil oficial de Dilma no Facebook postou um vídeo em que um desenho com as características da presidente manda um beijinho no ombro para comemorar a marca de 350 mil curtidas na página, ao som de aplausos.

A legenda traz outro pedaço do sucesso da funkeira Valeska Popozuda: “Pro recalque passar longe #FacedaDilma”. Em menos de uma hora, a postagem recebeu mais de 2.900 “curtir” e mais de 400 compartilhamentos.

Dilma manda beijinho no ombro em desenho (foto: / Reprodução da internet)

Dilma manda beijinho no ombro em desenho (foto: / Reprodução da internet)

Luciano Huck dá um péssimo exemplo sobre como gerenciar pessoas

huckPublicado por JR Santiago

Exemplos, bons exemplos.

Muitos de nós vivemos deles.

Casos de sucesso.

Metas alcançadas.

Personalidades buscam associar sua imagem ao Sucesso.

Aliás, todos, buscamos, seja em que área for.

Livros são vendidos por conta disso.

Projetos também.

Retornos financeiros são obtidos.

Isto tudo faz girar a nossa economia.

Potencializa uma boa imagem.

Por mais que nem sempre seja a verdadeira.

Pois as máscaras costumam existir.

Elas tendem a esconder a verdade.

Tapeia os reais valores (morais) presentes.

Por mais que tenha ciência disso, ainda assim, costumo me decepcionar com algumas coisas.

Ontem, dia 23 de março, li a entrevista de Luciano Huck na Folha de São Paulo.

Por mais que muitos contestem, não há como negar, o seu sucesso.

São quase 20 anos de TV, sendo 14 na Rede Globo.

A chamada era: Com audiência em queda, Luciano Huck anuncia mudanças no ”Caldeirão”.

Ele começa sinalizando, estar saindo da área de conforto e tudo mais.

Nega ser assistencialista.

Discurso alinhado com as boas práticas.

Com aquilo que a sua imagem tenta transmitir.

E que podem realmente ser verdadeiras

Até que ele faz nova afirmação: “…troquei a equipe. Das 20 pessoas que trabalhavam direto comigo, só dez ficaram, só os bons…”

Pois é.

Afirmação desnecessária.

Por mais que ele tenha todo direito de formar a equipe dele como quiser.

É assustador que ele faça este tipo de afirmação em uma entrevista a um dos maiores jornais do país.

Expôs seus ex-subordinados.

Algo desnecessário e desrespeitoso com aqueles que trabalharam para ele.

E que também foram responsáveis pelo seu sucesso.

Eles poderão ser facilmente identificados.

O que inclusive poderá prejudicá-los na busca de novos trabalhos.

Talvez Huck não tenha a dimensão do que falou.

Pior, pode ser até mesmo que não tenha visto mal algum nisso.

Ainda assim, imperdoável.

Algo que está longe de ser uma exclusividade deste senhor.

Infelizmente esta tem sido uma prática de mercado.

Tratar as pessoas, ainda mais ex-colegas de trabalho, com respeito, não é algo natural.

Infelizmente.

O sucesso passa por cima disso.

De repente foi apenas um lapso de Huck.

Não teremos como saber.

Mas a verdade é que o dia a dia corporativo está cheio de exemplos parecidos.

Pessoas em cargo de chefia cometem equívocos tão básicos como este.

Acreditam estar acima dos membros de sua equipe.

Não os enxergam como os verdadeiros sustentáculos de seu sucesso.

De sua sobrevivência até mesmo.

E no caso de necessidade de mudanças.

Não se limitam a despedir membros de sua equipe (o que têm todo direito)

Tripudiam publicamente.

Pisam.

Eis realmente a diferença.

Alguns são sucessos, e outros estão com sucesso.

Uma gigantesca diferença.

dica do Rogério Moreira

Nem talento nem QI bastam para fazer de alguém o máximo

“Nossos atributos emocionais, como desejo, obstinação e confiança, contribuem muito mais para o sucesso do que nossa capacidade de raciocínio”, diz Greene.

Marinete Veloso, no Valor Econômico

Greene: "O futuro pertence a quem aprender mais habilidades e for capaz de combiná-las de forma criativa"

Greene: “O futuro pertence a quem aprender mais habilidades e for capaz de combiná-las de forma criativa”

O talento natural ou o quociente de inteligência (QI) alto não explicam sucessos futuros. É isso o que Robert Greene procura demonstrar em “Maestria” (Sextante),  seu novo livro. Pessoas comuns, observa, podem ter acesso ao nível máximo de excelência, o que ele qualifica de “maestria”. “O caminho para essa conquista é a aprendizagem, baseada em motivação e tempo.”

Greene levanta a questão: “Se todos nascem com cérebros basicamente semelhantes, que apresentam mais ou menos a mesma configuração e o mesmo potencial à maestria, por que apenas alguns se sobressaem e realizam esse potencial? Como explicar que milhares de crianças se destaquem por suas habilidades e talentos excepcionais em alguma área, embora poucas acabem correspondendo às expectativas no futuro?

Existe no ser humano uma forma de poder e de inteligência que corresponde ao ápice do seu potencial, segundo Greene. Essa força em geral é efêmera: ocorre em momentos de tensão, diante de um prazo prestes a expirar, da necessidade urgente de resolver um problema, ou de crises de toda espécie. “Nesses momentos, as pessoas tornam-se inspiradas e criativas.” Mas são apenas momentos. “Se para a maioria dos seres humanos essa sensação é experimentada por pouco tempo, para os grandes mestres é um estilo de vida, sua forma de ver o mundo.”

O processo de aprendizagem que capacita as pessoas a atingirem esse objetivo passa por três etapas. A primeira é a da observação profunda. Greene a compara à iniciação ao piano ou a chegada a um novo emprego, quando é preciso desenvolver habilidades. “No começo, somos estranhos à nova realidade. No caso do teclado, parece intimidador. No novo emprego, desconhecemos as regras e procedimentos. Estamos inseguros, porque o conhecimento de que precisamos em ambos os casos ainda é inacessível.” Essa primeira fase é de conduta passiva, de aprender regras básicas.

imagem.dllCom o passar do tempo, há uma evolução. Os conhecimentos se expandem. Entra a segunda fase: a da aquisição de habilidades. “Em vez de aprendermos com os outros, contribuímos com nosso próprio estilo e individualidade. Através de muita prática e imersão, ampliamos nossa compreensão do assunto. Adquirimos um novo poder, a capacidade de atuar criativamente.”

Na terceira fase, da experimentação, “à medida que perseveramos no processo, entendemos tudo com absoluta clareza e aí se realiza o salto para a maestria. Assimilamos tão bem as regras, que agora podemos reescrevê-las ou transgredi-las”. É o momento em que o artista capta algo que compõe a essência de sua arte, o cientista faz suas descobertas e o empreendedor criativo realiza algo que ninguém imaginara.

Nessa caminhada, necessariamente longa, é preciso não sucumbir à insegurança ou aos conflitos emocionais que dominarão o pensamento. Greene explica que, na trajetória da aprendizagem, o tempo é um ingrediente “mágico”, que depende da área de atuação e do talento de cada pessoa. Sugere que, para dominar um tema, são necessárias, pelo menos, 10 mil horas; para ser mestre, 20 mil horas. Observa que cada época tende a criar seu próprio modelo de aprendizagem, mais adequado ao sistema de produção vigente. “Os dias de hoje são de grande complexidade. A tecnologia assumiu as tarefas fáceis e rotineiras, deixando para os humanos as mais difíceis, que exigem cada vez mais educação e treinamento. O futuro pertence a quem aprender mais habilidades e for capaz de combiná-las de forma criativa.”

Greene explica que seu propósito ao escrever o livro foi inspirar as pessoas em seus processos de transformação de vida, de descoberta de sua missão ou vocação. Para isso, apresenta estratégias de observação e aprendizado, de cultivo da inteligência social e de como decifrar códigos de comportamento político. Trata das relações vocação-trabalho-dinheiro e de como reagir aos fracassos. Dedica especial atenção ao papel de um mentor. “A vida é curta e o tempo de aprendizado e criatividade é limitado. Sem uma competente orientação, você pode desperdiçar anos valiosos na tentativa de desenvolver conhecimentos e práticas.” Mas destaca que é necessário avançar, e não ficar à sombra do mentor.

As ideias de seu livro basearam-se em ampla pesquisa no âmbito das ciências neurológicas e cognitivas, em estudos sobre criatividade, assim como na vida de grandes mestres da história, nos vários campos das artes e do conhecimento. Estão presentes biografias resumidas de Mozart, Leonardo da Vinci, Goethe, Martha Graham, John Coltrane, Glenn Gould, Einstein, Thomas Edison e Henry Ford, bem como de mestres atuais, como o neurocientista Vilayanur Ramachandran, o antropólogo e linguista Daniel Everett, o engenheiro de computação Santiago Calatrava, o piloto de caça da Força Aérea americana Cesar Rodriguez, entre muitos outros. Cada capítulo começa com a história de uma figura ilustre, que servirá de exemplo para os conceitos, análises e orientações que se seguem.

Para atingir a maestria em uma área, é indispensável sentir uma profunda conexão com ela, a ponto de transcendê-la, diz Greene. Para Einstein, não foi a física em si que o motivou, mas o fascínio pelas forças invisíveis que governam o universo. Para Coltrane, não foi a música, mas o poder de dar voz a emoções poderosas.

“Nossos atributos emocionais, como desejo, obstinação e confiança, contribuem muito mais para o sucesso do que nossa capacidade de raciocínio”, diz Greene. E lembra que o primeiro passo será sempre introspectivo, como escreveu Píndaro, poeta da Grécia Antiga, cerca de 2.600 anos atrás: “Torna-te quem és aprendendo quem és”.