Arquivo da tag: Suposto

Propaganda da Telex Free usa Ferrari financiada por estelionatário, diz MP

Ex-ambulante aparece como proprietário em campanha da empresa.
MP de Mato Grosso revela que o carro está em nome de estelionatário do RS.

Empresa nega atuação por esquema de pirâmide (Foto: Reprodução / TVCA)

Empresa nega atuação por esquema de pirâmide
(Foto: Reprodução / TVCA)

Renê Dióz, no G1

Inquérito instaurado pelo Ministério Público Estadual de Mato Grosso revela que a Ferrari Spider utilizada pela empresa Telex Free em uma de suas campanhas sobre “cases de sucesso”, na qual um ex-vendedor ambulante aparece como proprietário do veículo de luxo, consiste na verdade em um carro financiado pelo Banco do Brasil em nome de um estelionatário do estado do Rio Grande do Sul atualmente em liberdade provisória.

Avaliada em cerca de R$ 2,5 milhões, a Ferrari Spider figura em um dos inúmeros videos atualmente disponíveis na internet com o intuito de divulgar a empresa Telex Free, investigada em pelo menos cinco unidades da federação por engendrar suposto esquema de pirâmide financeira, modalidade vetada pela legislação. No video, o ex-vendedor ambulante Inocêncio Pereira Reis Neto, conhecido como “Pelé Reis”, conta uma história de superação. Natural de Nanuque (MG), ele recorda sua mudança em 1998 para o estado do Espírito Santo, cuja capital Vitória abriga a sede da Telex Free no Brasil. Passando por dificuldades financeiras, no novo estado Pelé chegou a vender queijo na praia e também montou uma barraca de churrasquinho.

Depois que começou a trabalhar na divulgação da Telex Free, sua vida mudou. Relata que conseguiu comprar um apartamento à beira-mar em Vitória, num lugares mais “badalados”. Chegou até a trocar de carro duas vezes em quinze dias e, numa viagem ao município de Novo Hamburgo (RS) para um evento da empresa onde trabalharia para orientar os divulgadores, teria recebido proposta de um conhecido para comprar uma Ferrari à disposição em uma loja da cidade.

Dizendo-se tentado pela visão do veículo vermelho, Pelé conta no video que não resistiu e chegou a perder um vôo marcado para ver o carro. Quando deu por si, lembra, já estava pagando uma parcela da Ferrari.

Com este depoimento, o ex-ambulante faz um apelo para os internautas para que acreditem na lucratividade prometida pela Telex Free. “Se o Pelé conseguiu, por que eu não?”, convida a refletir.

Inquérito
A história contada por Pelé não corresponde à apurada pelo Ministério Público (MP) por meio de inquérito ainda em andamento. Segundo a promotora Fernanda Pawelek, da comarca de Lucas do Rio Verde (município a 360 km de Cuiabá), a Ferrari utilizada na propaganda não é de propriedade de Pelé Reis.

Na apuração sobre a empresa, o MP chegou à informação de que o veículo se encontra em alienação fiduciária (ou seja, financiado) pelo Banco do Brasil em nome de uma outra pessoa, natural de Passo Fundo (RS), a qual atualmente encontra-se em liberdade provisória pelo crime de estelionato. Aliás, o próprio Inocêncio é investigado pelo mesmo crime, segundo o MP.

“Se o negócio é tão rentável como eles dizem, porque é que eles precisam se valer de uma mentira para vender esse negócio?”, questiona a promotora Fernanda Pawelek.

A reportagem do G1 não conseguiu contato com Inocêncio Pereira Reis Neto para comentar a apuração do MP. Contudo, internamente, os líderes da Telex Free já comentam as investigações em andamento, defendendo a idoneidade da empresa perante os próprios investidores e potenciais divulgadores em reuniões de recrutamento.

Em uma delas, realizada recentemente, um dos representantes pela divisão de marketing da empresa, Carlos Costa, aponta num mensagem em video que as investigações são benvidas para “separar o joio do trigo” e ressaltar o lado positivo da empresa, que se diz séria e sólida.

Já um palestrante chega a desdenhar das investigações do MP, sugerindo que os promotores têm sanha por investigar a Telex Free porque seus divulgadores ganham muito mais dinheiro que eles, que tiveram de estudar para tornarem-se membros da instituição.

Ao G1, o advogado da Telex Free,  Horst Fuchs, já negou veementemente que o negócio consista em pirâmide financeira. “Nós temos hoje uma forma de bonificação, uma forma de remuneração aos divulgadores da Telex Free que premia o desempenho, assim como qualquer vendedor, por exemplo, é premiado de acordo com o que ele vende”, argumentou.

Denúncia de espionagem envolve Consórcio Construtor de Belo Monte

Leonardo Sakamoto, no Blog do Sakamotologo-twitter

O Ministério Público Federal no Pará recebeu denúncia de que o Consórcio Construtor de Belo Monte (CCBM) teria organizado esquema de espionagem contra movimentos sociais e sindicais que se opõem à construção da Hidrelétrica de Belo Monte. De acordo com o Movimento Xingu Vivo para Sempre, um empregado do consórcio foi flagrado infiltrado na reunião de planejamento realizada neste domingo (24), gravando o encontro com uma caneta espiã. Questionado, ele se disse arrependido e concordou em gravar o depoimento em vídeo (abaixo) detalhando sua atuação. Além disso, apresentou crachá e carteira profissional na qual consta o registro da empresa.

Procurada, a assessoria de imprensa do consórcio enviou a seguinte nota na tarde desta segunda (25): “O Consórcio Construtor Belo Monte, que até o momento não foi informado sobre o suposto fato, não tem como prática o envio de observadores a eventos promovidos por outros órgãos ou instituições”. Além do CCBM, o homem flagrado denunciou o envolvimento da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), que não se posicionou.

A matéria é da Repórter Brasil.

A procuradora Thais Santi Cardoso da Silva diz que ainda não foi decidido o encaminhamento que será dado ao caso, mas manifesta preocupação sobre a gravidade do que foi relatado. “Os movimentos sociais têm todo direito de reivindicar [a interrupção da obra] e essa atitude é extremamente preocupante”, afirma.

O empregado do CCBM chegou a concordar na noite de domingo (24), em prestar depoimento ao MPF, mas depois voltou atrás e passou a negar tudo que havia dito.

Movimento sindical – Em sua denúncia, o empregado do consórcio diz ter começado a atuar como agente infiltrado no segundo semestre do ano passado em canteiros de obra para identificar lideranças operárias, de modo a desmobilizar novas greves. Antes disso, em março de 2012, após a morte de um trabalhador, uma greve geral paralisou os canteiros. Acredita que o trabalho que realizou desde então foi decisivo para a prisão dos cinco acusados de terem comandado a última revolta de trabalhadores nos canteiros de Belo Monte, ocorrida em novembro do ano passado, e na demissão de cerca de 80 trabalhadores.

Ele se infiltrou no Movimento Xingu Vivo em dezembro, beneficiado pela amizade de sua família com a coordenadora do movimento, Antonia Melo. Passou então a acompanhar reuniões e monitorar os participantes.

Flagrado na última reunião do grupo, afirmou estar arrependido, pediu desculpas a todos e prometeu ir a público denunciar a situação. Após gravarem o vídeo com o relato, representantes do movimento chegaram a acompanhá-lo a sua casa, onde ele apresentou registro profissional comprovando ser empregado do consórcio. Ele concordou em prestar depoimento no Ministério Público Federal no mesmo dia, porém, mais tarde mudou de ideia e passou a negar tudo que havia dito.

Segundo o movimento, em seguida, enviou a seguinte ameaça em uma mensagem por celular para um dos integrantes: “vocês me ameaçaram, fizeram eu entrar no carro, invadiram minha casa sem ordem judicial. Isso é que é crime. Vou processar todos do Xingu Vivo. Minha filha menor e minha mulher são minhas testemunhas. Sofri danos morais e violência física. E vocês vão se arrepender do que fizeram comigo”.

Responsabilidades - Antes de se arrepender de ter feito a denúncia, o trabalhador chegou a dar detalhes sobre o esquema de espionagem, informando inclusive o nome dos que o contrataram e detalhes sobre como o serviço era executado.

Em nota, o grupo afirma que “apesar da atitude criminosa” e de “não eximi-lo de sua responsabilidade”, “o Movimento Xingu Vivo para Sempre entende que o maior criminoso neste caso é o Consórcio Construtor Belo Monte, que usou de seu poder coercitivo e financeiro para transformar um de seus funcionários em alcaguete”. O grupo cobra a responsabilização da empresa e do governo federal devido à participação da Abin e diz que considera “inadmissível que estas práticas ocorram em um estado democrático de direito”.

Antes mesmo de o caso ser divulgado, em audiência pública realizada nesta manhã, deputados federais da Comissão Parlamentar de Inquérito do Tráfico de Pessoas já haviam manifestado preocupação em relação ao que consideram perseguição de movimentos sociais na região. A sessão realizada em Altamira (PA) tinha como objetivo discutir e levantar informações sobre o caso de escravidão sexual de 14 pessoas denunciado na semana passada, que acontecia em uma boate vizinha a um dos principais canteiros de obras, em área declarada de interesse público para Belo Monte. Estiveram presentes os deputados federais Arnaldo Jordy (PPS), presidente da CPI, Cláudio Puty (PT) e José Augusto Maia (PTB).

Entre as principais reclamações e críticas dos movimentos que se opõem a hidrelétrica estão os impactos socioambientais previstos, o desmatamento e problemas técnicos no planejamento e execução do projeto. Os opositores defendem a interrupção da construção da barragem e têm seguidamente apresentado denúncias de problemas graves decorrentes da obra.

dica do João Marcos

Gillette vai parar no Conar por suposto ‘preconceito contra peludos’

Campanha 'Quero ver raspar' foi promovida na fanpage da Gillette no Facebook (Foto: Reprodução)

Campanha ‘Quero ver raspar’ foi promovida na fanpage da Gillette no Facebook (Foto: Reprodução)

Darlan Alvarenga, no G1

A campanha feita pela Gillete para incentivar a depilação do peitoral masculino, com participações de Psy, Sabrina Sato e as gêmeas Bia e Branca Peres, foi parar no Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária), após ser alvo de críticas de consumidores.

O Conar informou que foi aberto nesta terça-feira (19) um processo para avaliar as denúncias contra a propaganda veiculada pela Gillette nas redes sociais. O órgão informou ter recebido nos últimos dias 15 reclamações  – 14 de homens e 1 de mulher, que consideraram a propaganda preconceituosa.

Nas mensagens encaminhadas ao Conar, os consumidores classificam a propaganda como “preconceito contra os peludos” e afirmam que o filme “tacha” o grupo de homens com pelos no peito como “nojentos”. Em uma das reclamações, o consumidor lembra que numa propaganda anterior a empresa já havia se referido aos homens peludos como “homem das cavernas”.

Nesta terça-feira, a propaganda não estava mais disponível no canal da Gillette no YouTube e na página da marca no Facebook.

Procurada pelo G1, a Gillette informou ainda não foi notificada pelo Conar sobre a abertura do processo.

Em nota, a empresa afirma que o vídeo foi retirado do ar uma vez que tinha o propósito de anunciar a vinda de Psy para o carnaval e que “nas próximas semanas, novas etapas da campanha estarão no ar”.

“O vídeo vinculado nas redes sociais com o cantor Psy, a apresentadora Sabrina Sato e as atletas Bia e Branca Feres foi uma iniciativa da Gillette para anunciar a vinda do astro sul-coreano para o Brasil, como primeira grande etapa da nova campanha da marca, que visa fomentar o “body shaving” (depilação corporal masculina)”, afirma a empresa.

A campanha
No comercial criado para o carnaval, Sabrina e as gêmeas do nado sincronizado usam a expressão “quero ver raspar” para compor uma versão diferente do refrão de “Gangnam Style”. No filme, as musas resolvem desafiar os homens para ver quem tem coragem de raspar o peito para agradar as mulheres. Elas então ligam para o ‘amigo’ Psy e pedem a ajuda do coreano na empreitada que as meninas batizam de “Quero ver raspar”.

Segundo o Conar, o processo contra a campanha deverá ser julgado em até 30 dias. Caberá ao conselho de ética da entidade elaborar seu parecer sobre as críticas. Caso entenda que a campanha fere, de fato, o código do setor, o Conar pode recomendar a suspensão definitiva do comercial e fazer uma advertência ao anunciante. A esse tipo de decisão, cabe recurso.  Caso o conselho avalie que as queixas não se justificam, o processo será arquivado.

Campanha da Gillette teve participação de Sabrina Sato e de Bia e Branca Peres (Foto: Divulgação)

Campanha da Gillette teve participação de Sabrina
Sato e de Bia e Branca Peres (Foto: Divulgação)

Repercussão nas redes sociais
A campanha “#Quero ver raspar” foi promovida durante o carnaval também na fanpage da Gillette no Facebook. “Já raspou? Não? Então você ainda não está pronto para se dar bem no carnaval”, dizia uma mensagem publicada pela marca ao lado de uma imagem de peito masculino depilado e repleto de marcas de beijos.

Críticas à campanha foram publicadas na própria página da Gillette no Facebook. “A maior palhaçada que eu já vi na minha vida! Em pleno século XXI, me aparece uma marca tentando impor um padrão estético”, escreveu o internauta Italo Bacci. “Ô Gillette, eu gosto de homem PE-LU-DO!”, protestou a consumidora Cristiane Souza.

Mas teve também que curtiu. “Que legal! Já imaginaram as mulheres peludas? Direitos iguais? Por que o homem não pode depilar? Acho que todos já assistiram filmes das décadas de 70-80-90. Viram cenas de nudez? A mulher tinha mais pelos pubianos que o necessário. Hoje 99,9% usam a depilação em todo o corpo”, escreveu J Icassati Icassati.

Em respostas às críticas, a Gillette postou mensagens em sua fanpage afirmando que a campanha “baseia-se em um vídeo engraçado e irreverente focando na preferência das mulheres por homens lisinhos, sempre respeitando nossos consumidores”.

dica do João Marcos

Em Manaus, homem oferece Playstation 3 para enteado acusar padrasto de estupro

Delegacia Especializada em Proteção a Criança e ao Adolescente (DEPCA)
Delegacia Especializada em Proteção a Criança e ao Adolescente (DEPCA)

Winnetou Almeida, no A Crítica

A Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA) investiga o suposto abuso sexual cometido pelo técnico em mecânica FGO, 33, contra o enteado de 12 anos. Entretanto, de acordo com o próprio acusado e a mãe da suposta vítima, uma industriária de 34 anos, a denúncia registrada na delegacia pelo pai do menino – um comerciante do bairro Galiléia, na Zona Norte de Manaus –, seria para desviar o foco da família do pagamento da pensão alimentícia dos filhos, que há quatro meses se encontra atrasado.

“Fomos surpreendidos com um telefonema da delegacia, de que tínhamos que comparecer lá, para uma audiência sobre o abuso sexual contra o menino”, relata a mãe, que nesta sexta-feira (4), juntamente com o companheiro estiveram na sede da DEPCA.

Segundo ela, ao questionar o filho sobre o que teria acontecido, o garoto relatou ter sido usado pelo pai, para ir até a delegacia, no mês de novembro para incriminar o técnico em mecânica, sob as promessas de que ganharia um Playstation 3 e um smartphone, além de roupas de marca.

O suposto acusado negou ter cometido o crime e chamou a atenção para o fato de que o enteado não foi submetido a exame de conjunção carnal anal, e nem mesmo passou por acompanhamento psicológico, procedimentos adotados em casos semelhantes.

Audiência no domingo
Eles também destacam o fato de nenhuma notificação ter sido entregue no endereço do casal, e que foram comunicados da audiência realizada nesta sexta-feira, na sede da DEPCA, por meio de um telefonema, na última quarta-feira (2).

Ainda conforme o casal, na delegacia eles foram informados de que a audiência realizada nesta sexta-feira seria a segunda. “Não recebemos nenhuma intimação policial sobre o caso”, observa a industriária.

Outro fato observado por eles está relacionado à data da próxima audiência, marcada para o domingo (6), pela parte da tarde, durante o plantão.

Por meio de sua assessoria de comunicação a Delegacia Geral informou que a DEPCA funciona 24 horas por dia, inclusive no fim de semana e em feriados, que “se o plantão da equipe que conduz as investigações cair neste período, as pessoas envolvidas no caso podem ser chamadas para prestar depoimento neste dia”.

Nota
Segundo nota da polícia, o caso em questão foi registrado no dia 05 de dezembro de 2012 na Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA).

“Durante o procedimento na delegacia, o adolescente não conseguiu prestar depoimento e o Boletim de Ocorrência (BO) foi registrado. Como não se tratava de flagrante, pois o ‘suposto’ estupro de vulnerável teria acontecido, no mês de novembro foi dado ao solicitante uma via de requisição de exame de conjunção carnal para ser realizado no Instituto Médico Legal (IML), uma via do BO e uma requisição para o atendimento psicossocial. Em seguida, o mesmo foi orientado a retornar à delegacia especializada para dar continuidade à investigação. (…)Durante esse período, tanto pai quanto o filho não compareceram à DEPCA com o resultado e nem para serem ouvidos. Notificações foram expedidas em nome do denunciante (o pai) para que o mesmo retornasse e para a mãe da vítima, mas não como acusada e sim em termo de declaração para ajudar na investigação”, cita trecho da nota.

Estagiária de direito morre após suposto estupro em SP

Escritório onde jovem era estagiária.

Publicado originalmente na Folha de S.Paulo

A polícia de São Paulo investiga a morte de uma estudante de direito da PUC, de 21 anos, que caiu do sétimo andar do prédio onde morava, no Morumbi (zona oeste).

Uma das suspeitas é que a jovem, Viviane Alves Guimarães Wahbe, tenha se matado uma semana após ter sido drogada e estuprada numa festa de fim de ano com colegas de trabalho.

Ela estagiava no escritório de advocacia Machado Meyer, um dos maiores do país.

O escritório lamenta a morte. Em nota, disse que, em respeito à memória da jovem, não iria se manifestar.

A morte, no dia 3, foi confirmada pela Secretaria da Segurança na sexta-feira.

A polícia trata o caso como “morte suspeita”. A família de Viviane disse aos policiais que ela não tinha problema familiar, mas passou a ficar transtornada desde a festa, no dia 24 de novembro.

Viviane disse à família que, na festa, tomou duas taças de champanhe e, depois, não se lembrava de quase nada –só teve flashes nos quais dizia ter sido estuprada.

No quarto dela, a polícia informou ter achado um texto com trechos como “me drogaram” e “me estupraram”.

A polícia não deu detalhes da investigação –disse que espera por laudos para saber se a jovem foi drogada e/ou estuprada. A família de Viviane não comentou o caso.

OUTRO LADO

O escritório Machado, Meyer, Sendacz e Opice Advogados informou, por meio de uma nota, que “lamenta profundamente o ocorrido e já está contribuindo para o entendimento do caso”.

Acrescentou que, “em respeito à memória de Viviane, o escritório não se manifestará sobre o fato”.

quase 1 mês p/ o caso vir à tona? no caso, o silêncio da empresa significa acobertamento dos marginais que continuam trabalhando nesse antro de insensibilidade sem nenhum tipo de sindicância ou punição. neste site,  a informação que 1 colega de trabalho espalhou que teve relações com ela na noite fatídica. difícil apurar isso? 

uma demonstração interessante de desfaçatez leniência de quem, por princípio, deveria defender a justiça. #vergonha

guardem o nome dessa empresa. quem ñ é apto p/ investigar uma atrocidade dentro de casa jamais vai cuidar bem de 1 cliente.