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Depois de virar pastora evangélica, ex-BBB Bruna troca vida na cidade pela roça

Ex-BBB Bruna ‘prega’ em Igreja Foto: Reprodução

Ex-BBB Bruna ‘prega’ em Igreja Foto: Reprodução

Michael Sá, no Extra

Ela ficou conhecida nacionalmente ao participar do “BBB 7”. No reality, emendou um namoro com o vilão da edição, Alberto Cowboy, com quem permaneceu após o fim da atração. Ganhou fama e dinheiro ao fazer ensaios sensuais e trabalhar como modelo de uma famosa agência do país. Mas toda essa trajetória virou frustração e arrependimento, e só servem hoje como testemunho de vida nas pregações que Bruna Tavares realiza pelo país ao lado da amiga Rhanúsia Borges.

Recém-convertidas à religião evangélica e frequentadoras da Igreja Batista Kerigma, elas fundaram em 2008 um Ministério religioso que leva seus nomes. “Eu já frequentava igreja antes de entrar no programa, mas depois que saí foi que percebi que nada daquilo preenchia o vazio que eu tinha dentro de mim. Foi aí que eu resolvi aceitar o chamado de Deus”, conta Bruna, arrastando um carregado sotaque mineiro.

Bruna dirige carroça na fazenda onde mora, em MG Foto: Arquivo pessoal

Bruna dirige carroça na fazenda onde mora, em MG Foto: Arquivo pessoal

Sempre atenta ao chamado de Deus, Bruna trocou a vida de glamour na cidade grande pela simplicidade da roça. Desde agosto, ela e a contadora Rhanúsia, de 36 anos, moram em uma fazenda em Astolfo Dutra, no interior de Minas Gerais, onde aprendem a conviver com os afazeres do campo. “Estou apaixonada por esse lugar. Daqui eu não saio mais. Somos em cinco, eu, a Rhanúsia, a mãe dela, Cidinha, que agora é minha mãe também, e mais dois funcionários. Aprendi a ordenhar vaca, cuidar do gado, porcos, plantar milho”, diz, empolgada.

Ex-BBB Bruna e Rhanúsia "pregam" em igreja Foto: Reprodução

Ex-BBB Bruna e Rhanúsia “pregam” em igreja Foto: Reprodução

Bruna e Rhanúsia se conheceram em São Paulo, pouco depois da saída da catarinense do programa. Na época, Bruna enfrentava críticas sobre a sua forma física e tinha acabado de pôr fim ao namoro com Cowboy. Foi então que ela aceitou o convite da amiga para passar uns dias num SPA. Desde então, a ex-BBB foi adotada pela família de Rhanúsia. “Deus selou essa amizade e nos chamou para desempenhar o nosso ministério. Furamente, vamos fundar nossa igreja”, planeja a amiga.

Ex-BBB Bruna sem maquiagem Foto: Reprodução

Ex-BBB Bruna sem maquiagem Foto: Reprodução

Vivendo em função da religião, elas deixaram para trás tudo o que conseguiram e se mudaram em 2009 para Campos, no Estado do Rio de Janeiro. Lá, se formaram como bacharéis em Teologia, e passaram a pregar a palavra. “Gastei todo o dinheiro que eu ganhei após o ‘BBB’ e fiquei sem nada”, conta Bruna, que hoje vive das doações de fiéis e da venda de dois livros que lançou com a amiga inseparável. A fazenda onde moram foi comprada por Cidinha. ‘”Minha mãe biológica mora em Santa Catarina e respeita a minha decisão de servir ao Senhor”, explica Bruna.

Descalça, ex-BBB Bruna "prega" em igreja Foto: Reprodução

Descalça, ex-BBB Bruna “prega” em igreja Foto: Reprodução

Com as mãos calejadas do trabalho árduo na roça, Bruna diz que não vê necessidade de esconder os defeitos que Deus lhe deu, por isso usa menos maquiagem. As roupas foram outra grande mudança na vida da missionária. “Eu era muito mais bonita antes. Mas hoje eu sou linda por fora e por dentro. Deus conservou algo de diferente em mim”.

Ex-BBB Bruna "prega" em igreja Foto: Reprodução

Ex-BBB Bruna “prega” em igreja Foto: Reprodução

Solteira desde que terminou o namoro com Alberto Cowboy, ela aguarda a providência divina para se casar. “Sinto um carinho muito grande pelo Alberto, e sei que ele também sente por mim, mas acabamos perdendo o contato. A próxima vez que eu namorar, vai ser para casar”, afirma ela, hoje com 28 anos.

Enquanto isso não acontece, Bruna se dedica ao planos que Deus colocou em sua vida. Sempre olhando para frente. “Já passei da fase de me arrepender de ter participado do ‘BBB’. O arrependimento é você se converter, como eu fiz. Hoje, só me arrependo de não ter conhecido Deus bem antes na minha vida”.

Ex-BBB Bruna "prega" em igreja Foto: Reprodução

Ex-BBB Bruna “prega” em igreja Foto: Reprodução

Ex-BBB Bruna e Rhanúsia "pregam" em igreja Foto: Reprodução

Ex-BBB Bruna e Rhanúsia “pregam” em igreja Foto: Reprodução

Bruna durante o 'BBB7' Foto: Arquivo

Bruna durante o ‘BBB7′ Foto: Arquivo

“José do Egito” mostra avanço da Record na produção de minisséries bíblicas

Ricky Tavares e Celso Frateschi em “José do Egito” (Foto: Rede Record)

Ricky Tavares e Celso Frateschi em “José do Egito” (Foto: Rede Record)

Nilson Xavier, no UOL

“Essa é a mistura do Brasil com o Egito…”

A Record está se aprimorando cada vez mais na produção de suas minisséries bíblicas. É um nicho que tem a cara da emissora e que já deu provas de boa repercussão. “José do Egito”, que estreou nesta quarta-feira (30/01) – roteiro de Vivian de Oliveira, direção geral de Alexandre Avancini -, representa um grande avanço quando comparada às minisséries anteriores.

O elenco é bom. A fotografia é de cinema, com belíssimas tomadas – a minissérie contou com gravações no deserto do Atacama, no Chile, em Israel e no próprio Egito. Comparada com “Rei Davi” (a produção do ano passado), é visível a melhora na direção de atores e nas caracterizações (maquiagem e perucas principalmente). Tudo está mais natural, tanto no que vimos quanto no que ouvimos dos atores.

A Record optou em apresentar “José do Egito” apenas uma vez por semana – às quartas-feiras, dia de futebol na Globo, em que, costumeiramente, as chances de um melhor desempenho no Ibope são mais altas. Talvez essa seja uma boa estratégia se considerarmos que a emissora tem um mau hábito de optar por uma grade flutuante, que depende das atrações que, supostamente, dão mais audiência, como os realities.

Se for para apresentar “José do Egito” diariamente sem um horário fixo, sendo empurrada para mais tarde, então é mesmo preferível que fique apenas às quartas-feiras, na hora do futebol, em dia e horário em que todos saibam que a atração está lá.

O primeiro capítulo não apresentou nada de grandioso, nem na história, nem nas interpretações. Talvez haja mais o que declarar de texto e interpretações nos próximos capítulos. O protagonista José – vivido nesta fase pelo ator Ricky Tavares – acabou ficando em segundo plano quando ganhou mais destaque o drama de Diná (Marcela Barrozo), estuprada por Siquém (Paulo Nigro).

Essa estreia marcou 12 pontos no Ibope da Grande São Paulo, garantindo o segundo lugar. Destaca-se também a intenção de apenas contar uma história, em detrimento ao ranço da doutrinação religiosa que geralmente acomete esse tipo de produção. Tomara que continue neste patamar.

Marcus Alexandre (PT) realiza sonho dos crentes e vira o primeiro prefeito evangélico da história de Rio Branco

Luciano Tavares, no AC24Horas

Há pouco mais de um mês, o prefeito eleito e diplomado Marcus Alexandre passou a freqüentar junto com sua esposa Gicelia Viana a Igreja Batista do Bosque, liderada pelo Pastor Agostinho.

Quem é membro da IBB garante que o petista se tornou um evangélico fervoroso.

Mas ele é cauteloso: “estou freqüentando” disse Marcus Alexandre à reportagem.

A prova de que Marcus Alexandre se apegou de vez com a religião se mostrou durante a cerimônia de diplomação dos eleitos na noite desta terça-feira, 11, no teatro da Ufac. O petista protagonizou uma cena curiosa. Na introdução do hino acreano, quando todos em pé começaram a cantar, o petista que estava ao lado de sua esposa e do comunista Márcio Batista, seu vice, abaixou a cabeça e por cerca de um minuto fez uma oração em voz baixa, para depois entoar o hino.

Marcus Alexandre durante sua campanha para prefeito fez amizades com vários pastores. Mas sua ligação maior sempre foi com Agostinho e Jamyl Asfuy, deputado do PEN e Pastor da rede de casais da IBB.

O petista tinha até um comitê evangélico denominado “comitê da família”, que era coordenado por Asfury.

“Ele, a gente, todos nós precisamos mesmo se apegar com Deus”, disse um assessor de Marcus Alexandre.

E se esse era o sonho dos crentes, se realizou: Marcus Alexandre será o primeiro prefeito de Rio Branco da história com confissão evangélica. E com outra curiosidade quase controversa: um petista crente.

Deputados evangélicos querem barrar propostas do novo Código Penal “contrárias à família”

Foto: Fernando Chaves
Compuseram a mesa: vice-presidente do PSC, Everaldo Pereira; sen. Eduardo Amorim; dep. André Moura; pastor Silas Malafaia; pastor Egmar Tavares; Capelão Washington Luís

Publicado originalmente no Jornal da Câmara

As críticas aos meios de comunicação e ao novo projeto de Código Penal em discussão no Senado foram a tônica da sessão solene ontem em homenagem ao Dia Nacional de Valorização da Família, comemorado em 21 de outubro.

Os deputados João Campos (PSDB-GO), Pastor Eurico (PSB-PE), Roberto de Lucena (PV-SP) e Aureo (PRTB-RJ) conclamaram os presentes à sessão a combater no Senado algumas das propostas contidas no projeto do novo Código Penal, como a descriminalização do uso privado de drogas, a legalização do aborto até a 12ª semana de gestação e a redução da maioridade sexual de 14 para 12 anos. Para os deputados, a instituição familiar está ameaçada e precisa da proteção do Estado.

A realização da sessão foi proposta pelo líder do PSC, deputado Andre Moura (SE); pelo presidente da Frente Parlamentar Evangélica, deputado João Campos; e pelo deputado Arolde de Oliveira (PSD-RJ). Os três se revezaram na presidência da sessão, que contou com a participação de lideranças religiosas, principalmente evangélicas.

Leilão – “A família vem sendo atacada e desconfigurada”, disse João Campos. Para ele, o leilão da virgindade de uma catarinense na Austrália “é um indicativo do rumo que a sociedade adotou, que leva mais em conta o ter do que o ser”. André Moura afirmou que é preciso “acabar com essa tendência de votar apenas projetos de interesse do governo e trabalhar diariamente em defesa da família”.

Arolde de Oliveira citou dados do último Censo que mostram a redução do número de casamentos e o aumento de divórcios e de uniões informais. Para ele, “a família tradicional é a cidadela de resistência à degradação de valores socioculturais, sociopolíticos e socioeconômicos”.

O deputado Mauro Benevides (PMDB-CE) disse que a célula familiar jamais deixou de ser a matriz da sociedade e que Estado precisa fortalecer a família com políticas públicas adequadas nas áreas de educação e saúde, além de amparar o menor e o idoso. Para Marcos Rogério (PDT-RO), nenhuma ação do Estado será eficaz se a família não tiver prioridade. “O crescimento econômico não consegue livrar a sociedade da violência, do álcool e das drogas. O caráter deve ser formado dentro de casa. Cuidar das famílias é cuidar do Brasil”, afirmou.

Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP) disse que é na família que se inicia e se consolida a transmissão de princípios e valores. Para ele, não basta que os pais digam o que é certo e o que é errado, é preciso mostrar aos filhos que eles são responsáveis por seus atos.

Na avaliação do deputado e pastor Josué Bengtson (PTB-PA), a mídia é irresponsável ao divulgar que “tudo é normal”. Para ele, “a pior mensagem é a subjetiva, sutil, que aos poucos vai tirando os alicerces da família”. Para Roberto de Lucena, “a família está adoecida, e o caos social e a explosão da violência são um reflexo do caos familiar”.

O discurso mais aplaudido foi o do pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus. “Família é homem, mulher e sua prole. Dê ao resto o nome que quiser, mas não é família”, disse. “A fortaleza da família depende das relações heterossexuais”, acrescentou.

foto: site do PSC

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dica do Tércio Ribas Torres