Para aumentar natalidade, Japão faz festas para solteiros se conhecerem

Jovens participam de 'machikon' --festa para japoneses solteiros se conhecerem-- em bar de Tóquio (foto: Reprodução/The Japan Times)
Jovens participam de ‘machikon’ –festa para japoneses solteiros se conhecerem– em bar de Tóquio (foto: Reprodução/The Japan Times)

Publicado no UOL

Um dos países que mais rápido envelhecem no mundo, o Japão tenta incentivar solteiros a se conhecerem e, quem sabe, ter um ou mais bebês (e o mais rápido possível!).

Com sua população reduzida em 244 mil pessoas somente em 2013, o país patrocina eventos para aqueles que procuram um par, em uma tentativa desesperada de incrementar a taxa de natalidade, que caiu à metade nos últimos 60 anos.

Esses encontros para apresentar jovens solteiros, em ambientes românticos, estão se tornando comuns em locais como Kochi, situada na área rural, a cerca de 800 quilômetros de Tóquio.

Funcionários da prefeitura oferecem bolo, café e música romântica tocada em um piano, ao vivo, para inspirar possíveis novos casais.

“Agora é a última chance de tomar medidas a respeito deste problema. Estou profundamente preocupado se jovens trabalhadores serão capazes de assumir tamanho fardo no futuro”, disse o governador de Kochi, Masanao Ozaki.

Em Tóquio, Sayaka Inoue, 28, que trabalha em um escritório, já participou, nos últimos dois anos, de três “machikon” –festas promovidas para solteiros e frequentadas por centenas de pessoas. O objetivo dela é se casar até os 30.

“Eu sinto que preciso sair e encontrar oportunidades para conhecer pessoas”, diz Inoue. “É realmente difícil achar alguém quando se chega a minha idade”, afirma a jovem.

O premiê do Japão, Shinzo Abe, disponibilizou mais 3 bilhões de ienes (cerca de R$ 68 milhões) ao orçamento deste ano para programas direcionados ao aumento do nascimento de japoneses. O governo vê no apoio ao casamento e na ajuda aos jovens a terem uma vida mais estável as chances de reverter o decrescimento da população.

Dados oficiais referentes ao ano passado mostram que o número de nascidos no país caiu para 1,03 milhão, o mais baixo índice desde o início dos registros, em 1899.

O prognóstico para o Japão é perder um terço de sua população nos próximos 50 anos se as tendências atuais se mantiverem. Como consequência, os custos da previdência social devem aumentar para 24,4% do PIB até março de 2026. (Com Business Insider)

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Fotógrafa coreana retrata o pós-operatório de mulheres que se submeteram a cirurgia plástica

Beauty Room Recovery (foto: Ji Yeo)
Beauty Room Recovery (foto: Ji Yeo)

Bruno Astuto, na Época

Lembram-se de um reality show chamado Extreme Make Over sobre cirurgias plásticas? Os telespectadores acompanhavam os procedimentos antes e depois, mas eles nunca mostravam a dor ‘real’ infringida às participantes. Pensando no pós-operatório doloridíssimo, a fotógrafa coreana Ji Yeo fez uma sessão com pacientes para mostrar a realidade por trás da conquista da beleza a qualquer custo. Ji procurou mulheres pela Coreia do Sul que estivessem dispostas à exposição em plena sala de recuperação e conseguiu. A série Beauty Room Recovery tem o objetivo de descobrir o real preço de uma cirurgia plástica. “A ideia foi imprimir o momento em que elas passam o pior momento, mostrando ataduras manchadas de sangue, hematomas, marcas cirúrgicas e corpos inchados. Isso passa longe da fantasia de transformação”, disse ela.

Beauty Room Recovery (foto: Ji Yeo)
Beauty Room Recovery (foto: Ji Yeo)

A cirurgia plástica tornou-se parte da cultura da Coreia, muitas vezes considerada como um passo fundamental no processo de auto-aperfeiçoamento. Entrar no bisturi, ter cicatrizes duradouras e estar sob anestesia geral já não são considerados um risco ou extravagância.

Segundo dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica de 2010, a Coreia do Sul é, de fato, o país com maior taxa per capita do mundo da cirurgia cosmética. É uma cultura onde os homens são julgados pelo poder aquisitivo e as mulheres por sua beleza. Os meios de comunicação dominados por homens reforçam o modelo de mulher ideal. Como resultado, a Coreia tornou-se uma sociedade movida pela beleza em que as pessoas são julgadas pela aparência mais do que a sua essência. O que tem aumentado dramaticamente a indústria das cirurgias estéticas. “Nosso desejo de sermos amados e valorizados juntamente com as nossas inseguranças são fatores poderosos. Minhas imagens são simplesmente um registro social e sociológico de uma transformação generalizada. São uma afirmação, uma pergunta, um argumento e um desafio”, diz a fotógrafa. As retratadas não ganharam dinheiro para aparecer nas fotos, mas sim a promessa de que Yeo as levaria para as salas cirúrgicas, cuidaria delas e também as medicaria.

Beauty Room Recovery (foto: Ji Yeo)
Beauty Room Recovery (foto: Ji Yeo)
Beauty Room Recovery (foto: Ji Yeo)
Beauty Room Recovery (foto: Ji Yeo)

Em tempo: em 2012, o número de cirurgias plásticas no Brasil foi de 1,5 milhão, ultrapassando os Estados Unidos, chegando ao primeiro lugar do ranking internacional, na proporção cirurgia por habitante. As cirurgias estéticas são as mais procuradas e, a previsão para este ano é que o número cresça 20%. Sete em cada dez cirurgias plásticas são estéticas: lipoaspiração, rosto, e redução ou implante de silicone nas mamas são as mais procuradas. Para a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, a cirurgia estética é uma forma de obter saúde e bem estar. “A definição de saúde pela OMS é que saúde é o bem estar social, físico e mental. Então a procura pela cirurgia estética, embora algumas pessoas desvalorizem esse fato, é uma forma de se obter saúde”, diz Horácio Aboudi, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Beauty Room Recovery (foto: Ji Yeo)
Beauty Room Recovery (foto: Ji Yeo)

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Geração nem-nem cresce no Brasil

Eles têm entre 16 e 24 anos. Nem estudam nem trabalham e dependem de assistencialismo para sobreviver

Os gêmeos Diogo e Diego Cosmo estão sem emprego e, aos 26 anos, dependem integralmente dos pais
Os gêmeos Diogo e Diego Cosmo estão sem emprego e, aos 26 anos, dependem integralmente dos pais

Raissa Ebrahim, no Jornal do Commercio

Sicleide Oliveira tem 21 anos. É moradora do Alto do Progresso, em Nova Descoberta, Zona Norte do Recife. Com três filhos, ela parou de estudar na 8ª série. Dedica o dia a cuidar das crianças, com a ajuda da mãe, que vive do auxílio do Bolsa Família. O pai atua na informalidade, faz bicos quando dá, e alguns familiares ajudam a complementar a renda. Sicleide faz parte de um grupo que cresce em todo o mundo e que particularmente vem chamando atenção no Brasil. É a chamada “geração nem-nem”: nem estuda nem trabalha. No País, essas pessoas pertencem principalmente às classes de baixa renda.

Na capital pernambucana, representavam, em junho, 26,6% da população entre 16 e 24 anos. São 145 mil jovens totalmente fora do mercado de trabalho. Há dez anos, esse percentual era de 25,2% (148 mil). A taxa no Recife para o período supera a média de 19,4% observada nas seis localidades pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na Pesquisa Mensal de Emprego (PME). Além do Recife, também são avaliadas Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.

Alguns especialistas já falam da “geração nem-nem-nem”. Quando se avalia a fatia de jovens que nem trabalha, nem estuda e nem procura emprego, o percentual, segundo o IBGE, fecha em 22,2% no Recife e em 14,7% na média das seis localidades pesquisadas pela PME. Em 2003, esse número era de 18,6% e 14,5%, respectivamente.

Num país em que os empresários reclamam que não conseguem preencher vagas por falta de mão de obra qualificada, a situação soa até como um paradoxo. O cenário em que sobra oferta de emprego é o mesmo em que sobra gente que não trabalha nem estuda e, portanto, tem poucas perspectivas de futuro.

De cada 100 empresários brasileiros, 68 reclamam da escassez de talentos. O número é bem acima dos 35% registrados na média mundial da Pesquisa Anual Sobre Escassez de Talentos 2013 do ManpowerGroup, realizada com quase 40 mil empregadores de 42 países e territórios. O Brasil só fica atrás do Japão (85%). Nas Américas, de um modo geral, as vagas com maior dificuldade de preenchimento são as técnicas, que deveriam ter justamente o jovem como maior foco.

O desemprego juvenil preocupa e coloca em xeque o futuro econômico do País. Numa população que passa por uma grande transformação demográfica, que tem cada vez mais idosos e mais jovens que demoram para entrar no mercado, especialistas enfatizam que é preciso romper esse ciclo.

Única saída para a geração nem-nem está na educação

Jornal do Commercio – Onde está a geração nem-nem no Brasil e a quem atribuir a culpa das estatísticas?
Antonio Freitas – É possível encontrar essa geração em todos os níveis sociais. Na classe mais baixa, credito à péssima educação básica do País, que faz com que o jovem fique desmotivado pela falta de professores qualificados e de estrutura das escolas. A culpa para as classes C, D e E é dos três governos (federal, municipal e estadual), por não dar educação básica de qualidade. É preciso estimular essa população. É preciso uma ocupação para que se comece, para acender o foguete. A culpa é especialmente do governo municipal, por ser o responsável pelos primeiros anos do ensino. Esses jovens estão perdidos, muitas vezes não porque querem, mas simplesmente porque não tiveram a oportunidade mínima de se encontrar nem motivação para seguir nos ensinos médio e superior. Já nas classes A e B, sobretudo no Nordeste, a culpa costuma ser dos pais, que paparicam demais os filhos, com carro e dinheiro, por exemplo.

JC – Na prática, o que é preciso mudar na lógica educacional para quebrar esse ciclo?
Freitas – Investir principalmente no ensino tecnológico. Pela manhã, base acadêmica e, à tarde, ensino de uma profissão, como, por exemplo, marcenaria e manutenção predial. São profissionais difíceis de encontrar hoje. O problema é que os professores estão mal preparados e desinteressados e as famílias não obrigam esses jovens a nada, muitas vezes passam o dia fora trabalhando. Uma boa formação, inclusive, passa também pela educação sexual e de higiene.

JC – Quais as consequencias desse cenário para o futuro do País?
Freitas – Uma delas é a alta dependência dos programas de transferência de renda do governo. A Bolsa Família é boa para tirar as pessoas da miséria, mas tem que estar associada ao estudos para os menores e ao emprego para os adultos. Se a situação continuar sem nenhum mudança disruptiva, o Brasil vai ficar proporcionalmente para trás, principalmente em relação aos Brics. Estamos celebrando um crescimento próximo de 2%, 3%, enquanto a China tem problemas porque cresce perto de 7% ao ano. A renda per capita da Coreia dobrou desde a década de 1950. Tudo isso porque investiu-se em educação, primordialmente educação básica.

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Taxa de suicídio diminui 85% após ação da Samsung em ponte

A campanha publicitária premiada em Cannes ajudou a reverter uma trágica situação da Coreia do Sul, um dos países mais suicídios

Trecho de vídeo que registra a ação: luzes com sensores acendiam conforme os transeuntes caminhavam pela ponte, que também recebeu frases inspiradoras
Trecho de vídeo que registra a ação: luzes com sensores acendiam conforme os transeuntes caminhavam pela ponte, que também recebeu frases inspiradoras

M. Medina, na Exame

São Paulo – A Coreia do Sul é o país com a maior taxa de suicídio da OCDE. A ponte Mapo, na capital Seul, é o lugar de onde mais pessoas se jogam, tendo sido responsável por 108 mortes nos últimos cinco anos.

Para reverter essa trágica situação e se promover como uma marca que salva vidas, o Seguro Samsung transformou em “Ponte da Vida” o local mais mortal do território sul-coreano.

Contrariando as expectativas do governo de construir um muro ou simplesmente fechar a ponte, a companhia apostou em uma solução criativa que fizesse as pessoas pensarem duas vezes antes de tomarem uma medida extrema.

Luzes com sensores acendiam conforme os transeuntes caminhavam pela ponte, que também recebeu frases inspiradoras que incluem: “Vá ver as pessoas de quem você sente saudade”, “Os melhores momentos da sua vida ainda estão por vir”, “Como você gostaria de ser lembrado?”. Segundo reportagem da Creativity, as mensagens foram criadas em parceria com psicólogos e ativistas da prevenção ao suicídio.

A instalação, assinada pela agência Cheil Worldwide, levou um ano e meio para ser feita, contou com 124 trabalhadores, totalizou 2,2 km de extensão e utilizou 2.200 luzes de LED e sensores.

Segundo o Cannes Lion, que premiou o projeto em 2013, de setembro do ano passado, quando a campanha teve início, a dezembro de 2012, a taxa de suicídio na ponte diminuiu 85%.

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Taxa de suicídio entre jovens cresce 30% em 25 anos no Brasil

Cena do documentário 'Elena', de Petra Costa (foto); diretora refaz trajetória da irmã, que se matou em 1990, aos 20 anos
Cena do documentário ‘Elena’, de Petra Costa (foto); diretora refaz trajetória da irmã, que se matou em 1990, aos 20 anos

Iara Biderman, na Folha de S.Paulo

É uma das primeiras causas de morte em homens jovens nos países desenvolvidos e emergentes. Mata 26 brasileiros por dia. E ninguém quer falar no assunto.

No Brasil, a taxa de suicídio entre adolescentes e jovens aumentou pelo menos 30% nos últimos 25 anos. O crescimento é maior do que o da média da população, segundo o psiquiatra José Manoel Bertolote, autor de “O Suicídio e sua Prevenção” (ed. Unesp, 142 págs., R$ 18).

A curva ascendente vai contra a tendência observada em países da Europa ocidental, nos Estados Unidos, na China e na Austrália. Nesses lugares, o número de jovens suicidas vem caindo, ao contrário do que acontece no Brasil, aponta um estudo da University College London publicado no periódico “Lancet” no ano passado.

“Na década de 1990, a taxa de suicídios aumentava em todos os países do mundo, e a OMS [Organização Mundial da Saúde] lançou um programa de prevenção. Os países que fizeram campanhas de esclarecimento conseguiram baixar os números. É importante falar do assunto”, diz o psiquiatra Neury Botega, da Unicamp.

TABU

O tema é tabu até para profissionais de saúde. Nos registros do Datasus (banco de dados do Sistema Único de Saúde), aparece como “mortes por lesões autoprovocadas voluntariamente”. Um longo eufemismo, segundo Botega. Evita-se a palavra, mas o problema se perpetua.

Em cursos de prevenção, o psiquiatra registrou as crenças de profissionais de saúde. Muitos acham que perguntar à pessoa se ela pensa em se matar já pode induzi-la a consumar o ato.

“Não temos esse poder de inocular a ideia na pessoa. E, se não tentarmos saber o que ela está pensando sobre o assunto, não conseguiremos ajudá-la”, diz o psiquiatra.

A taxa cresce por uma conjugação de fatores. “A sociedade está cada vez menos solidária, o jovem não tem mais uma rede de apoio. Além disso, é desiludido em relação aos ideais que outras gerações tiveram”, diz Neury.

Há ainda uma pressão social para ser feliz, principalmente nas redes sociais. “Todo mundo tem que se sentir ótimo. A obrigação de ser feliz gera tensão no jovem”, diz Robert Gellert Paris, diretor da Associação pela Saúde Emocional de Crianças e conselheiro do CVV (Centro de Valorização da Vida).

O aumento de casos de depressão em crianças e adolescentes é outro componente importante. “Mais de 95% das pessoas que se suicidam têm diagnóstico de doença psiquiátrica”, diz Bertolote.

Junte-se tudo isso ao maior consumo de álcool e drogas e a bomba está armada.

“ELENA”

A cineasta e atriz mineira Petra Costa tinha sete anos quando a irmã mais velha se suicidou. Mais de 20 anos depois, Petra dirigiu o documentário “Elena”, atualmente em cartaz, em que tenta entender e comunicar o que a irmã pensava e sentia.

“As pessoas têm dificuldade de falar e de ouvir sobre o assunto. A sociedade brasileira tem que aprender a conversar sobre suicídio, porque o número de casos só aumenta”, diz Petra.

Falar de suicídio nunca foi tabu para a diretora. “Desde que eu tinha sete anos, quando Elena se suicidou, minha mãe conversava comigo sobre isso, nunca me escondeu nada”, conta.

Mas ela logo percebeu que, fora de casa, o tema era proibido. “A primeira vez que falei do assunto com outras famílias que passaram por isso foi aos 27 anos, quando procurei grupos de parentes de suicidas. Então me senti compreendida em minha dor.”

Petra conta que, logo após a morte de Elena, sua mãe procurou pessoas próximas de alguém que havia se matado. Mas todos se recusaram a conversar com ela.

Ela também lamenta que, à época do suicídio da irmã, as pessoas ao seu redor não tivessem informações sobre o assunto nem soubessem como falar sobre ele.

“O mais lastimável em relação à Elena é que, nos anos 1990, no grupo de pessoas com quem ela convivia, sabia-se pouco sobre bipolaridade, depressão, suicídio. A desinformação levou à tragédia”, afirma Petra.

A cineasta tem interesse nessa causa. A produtora do filme, Busca Vida, está organizando debates sobre o tema. E Petra planeja criar o Instituto Elena, para prevenção de suicídios.

PREVENÇÃO

A troca de informações sobre o suicídio pode evitar muitos casos: de acordo com a OMS, dá para prevenir 90% das mortes se houver condições para oferta da ajuda.

Quem pensa em suicídio está passando por um sofrimento psicológico e não vê como sair disso. Mas não significa que queira morrer.

“O sentimento é ambivalente: a pessoa quer se livrar da dor, mas quer viver. Por dentro, vira uma panela de pressão. Se ela puder falar e ser ouvida, além de diminuir a pressão interna, passa a se entender melhor”, diz Paris.

O CVV oferece apoio 24 horas pelo telefone 141 e pelo site www.cvv.org.br.

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