Jovens americanas alegam ter o poder de curar pessoas possuídas por demônios

Trio anti-Harry Potter percorre os Estados Unidos praticando “exorcismo” em pessoas possuídas por “demônios sexualmente transmissíveis”

Trio anti-Harry Potter percorre os Estados Unidos praticando "exorcismo" em pessoas possuídas por "demônios sexualmente transmissíveis"
Trio anti-Harry Potter percorre os Estados Unidos praticando “exorcismo” em pessoas possuídas por “demônios sexualmente transmissíveis”

Publicado no Jovem Mix

Três garotas percorrem os EUA em nome de Jesus expulsando demônios dos corpos de pessoas condenadas pelas forças do mal. Poderia ser um spin-off de “Instrumentos Mortais” , nova saga teen onde Lily Collins interpreta uma caçadora de demônios em NY, mas é a história real de Brynne ,Tess e Savannah , as texanas conhecidas como “teenage exorcists” , ou exorcistas adolescentes.

Lideradas por Bob Larson , conhecido televangelista norte-americano e pai de Brynne, elas alegam ter desenvolvido uma habilidade de identificar (e curar, claro) pessoas possuídas.

Para isso, elas passam diariamente por um treinamento oferecido pelo reverendo, que diz já ter curado 15 mil pessoas dessas entidades em todo o mundo.

Reprodução: Anderson Cooper / Marie Claire / Vice
Reprodução: Anderson Cooper / Marie Claire / Vice

“As pupilas dilatam esporadicamente. Você olha nos olhos da pessoa, e depois do treinamento, você consegue ver o mal”, disse Tess, explicando o processo de se tornar uma exorcista, em entrevista ao talk show de Anderson Cooper , no último ano.

Um vídeo conhecido no YouTube mostra as “teenage exorcists” em sessão, expulsando um demônio chinês do corpo de uma mulher chamada Cynthia.

Quem tem medo de um dia acordar possuído, no entanto, pode dormir tranquilo: de acordo com o trio, o satanás não pode simplesmente entrar no corpo de qualquer pessoa. “Ele tem que ter o direito legal” para fazer isso, disse Brynne à revista “Vice”.

A filha do reverendo aponta que, para ser possuída por um demônio, a pessoa geramente sai debaixo do “guarda-chuva de proteção de Deus” e comete pecados como usar drogas, fazer sexo, fazer sexo com prostitutas ou até mesmo quando um indivíduo é abusado sexualmente. “Assim como você pega doenças sexualmente transmissíveis, você pode pegar demônios sexualmente transmissíveis.”

teenage-exorcists2

Xô, Harry Potter

Apesar dos supostos poderes sobrenaturais, elas condenam e passam bem longe de sagas fantásticas como “Harry Potter” ou “Crepúsculo”, já que estas seriam “instigadoras do mal”. Segundo Savannah, elas não têm tempo para essas coisas pois estão “muito ocupadas lutando contra o diabo.”

O, digamos, despertar do exorcismo para Brynne surgiu cedo, quando ela tinha 13 anos. A jovem conta que fez sua primeira “cura” em uma igreja na África durante um culto do pai para 3 mil pessoas. Já Tess começou aos 15, quando uma amiga estava dormindo em sua casa e reclamou de uma “severa dor de cabeça por nenhum motivo.” A amiga era uma garota cristã, mas que recentemente tinha saído do caminho de Jesus.

Desde que começaram a aparecer em programas de TV e em revistas, as “teenage exorcists” têm sido apontadas como uma fraude, principalmente por conta da maneira como elas se portam na frente das câmeras, sempre muito eloquentes e com um discurso bem ensaiado. Além disso, o trio está declaradamente procurando por uma emissora que tope produzir um reality show sobre elas.

Leia Mais

“Em um Mundo Melhor”

Cena do filme dinamarquês "Em Um Mundo Melhor", vencedor do Oscar de melhor filme estrangeiro
Cena do filme dinamarquês “Em Um Mundo Melhor”, vencedor do Oscar de melhor filme estrangeiro

Luiz Felipe Pondé, na Folha de S.Paulo

É possível um mundo melhor? Sim e não. Sim, é possível um mundo melhor a começar por melhores remédios, casas, escolas, hospitais, aviões, democracia (ainda acredito nela, apesar de ficar de bode às vezes).

Não, não é possível um mundo melhor porque algumas coisas não mudam, como o caráter humano, suas mentiras e vaidades, sua violência, mesmo que travestida de civilidade, nossas inseguranças, nossa miséria física e mental, nossa hipocrisia. Nossas ambivalências sem cura. Os valores são incomensuráveis. Você até pode achar que na vida vale mais a pena “ser” do que “ter”, mas isso pode ser apenas um modo infantil de ver as coisas: não há “ser” sem o “ter” que sustenta tudo.

A famosa frase “que vão os anéis e fiquem os dedos” às vezes mais parece ser bem o contrário, “que vão dedos e fiquem os anéis”, porque os diamantes são eternos, e os dedos, não.

Resumindo: mesmo a tecnologia e a ciência, grandes fatores positivos, podem ser elas mesmas terríveis. Não é outro o sentido de se perguntar “como educar depois de Auschwitz?”, como se pergunta o filósofo Theodor Adorno. Mesmo a democracia pode virar coisa de “black blocs” ou demagogos que juram confiar na “sabedoria popular”. E isso dá bode.

Recentemente revi o filme “Em um Mundo Melhor”, de Susanne Bier, de 2010. Trata-se de um filme bastante didático, bom para escolas. Um médico sueco trabalha em algum lugar infeliz da África, enquanto sua família derrete na Dinamarca onde mora.

Seu filho é objeto de bullying (chamam-no de “rato” pelo dentes feios que tem e esvaziam o pneu da sua bicicleta o tempo todo). Ele nunca reage. É tímido e tem medo dos mais fortes. Sabe que se reagisse apanharia mais. Muitas vezes, a essência da coragem é perder o medo de sofrer além do que já se sofre. A verdade da coragem não é querer vencer, mas perder o medo de perder tudo que se tem.

Escolas de crianças são um escândalo. Um depósito de violência de todo tipo. Um lugar especialmente indicado se quisermos duvidar da existência de Deus usando o famoso argumento a partir do mal (“argument from evil”, como dizem os filósofos da religião americanos): se Deus existe e é bom e todo-poderoso, como o mundo pode ser mau como obviamente é?

Há todo tipo de resposta para isso, e elas compõem o que em teologia se chama “teodiceia”. Qual é o sentido de ser bom na vida? Há garantias de que o bem compensa? Não, não há, nenhuma.

Eu concordo com o filósofo Isaiah Berlin: não há teodiceia possível. Os valores são incomensuráveis entre culturas, pessoas, épocas históricas. Qualquer utopia não passa de um surto infantil projetado sobre o mundo. Não vai mais longe do que uma história de Branca de Neve.

Voltando ao filme. O médico é contra violência física. E vive isso de modo corajoso, não se pode negar. A vida que leva na África é prova de seu caráter. Enfrenta um sujeito que bate na sua cara na Dinamarca, quando está visitando sua mulher e filhos, de modo digno, revelando a estupidez que está por trás do brutamontes idiota.

Ela quer o divórcio porque se sente sozinha, é óbvio, e, aparentemente, além de deixá-la sozinha, ele andou comendo alguém por aí… Santo, mas nem tanto… Você pode salvar o mundo enterrando sua família. Olha aí a incomensurabilidade de que fala Berlin.

Ao final, seu princípio de não violência é testado na África e ele perceberá que para tudo existe um basta, e às vezes a violência é tudo que resta. Os pacifistas são também gente infantil.

Mas onde está esse mundo melhor no filme? A vida em casa degringola. O filho humilhado encontra um amigo que o protege na escola. Um menino corajoso, decidido e violento, que se move no mundo de modo oposto aos princípios do médico.

Na verdade, o menino é um desesperado, solitário, que acaba de perder a mãe de câncer, num processo doloroso que sutilmente o filme parece indicar ter chegado à eutanásia.

O mundo melhor parece ser aquele no qual as pessoas podem errar, pedir perdão e ser perdoadas. Um mundo melhor não é um mundo sem violência ou ambivalência, mas um mundo onde existe o perdão.

Leia Mais

Francisco bota fé no povo

O Papa ensinou a um país de tropas de choque que as ruas são um lugar de todos e não é nelas que mora o perigo

foto: O Dia
foto: O Dia

Elio Gaspari, em O Globo

No primeiro dia de sua visita Francisco lavou a alma do Brasil. Engarrafado na Presidente Vargas, num carro com a janela aberta, acariciou uma criança. Era apenas um homem que não tem medo do povo. Percorreu a muy leal cidade de São Sebastião em cenas inesquecíveis. Seu percurso não foi demarcado pelos batalhões de choque, mas por cordões de jovens voluntários, com camisetas amarelas (oh, que saudades da cor das Diretas Já).

Pouco depois, o Papa estava no jardim do Palácio Guanabara, num cenário cavernoso, com o prédio protegido pelo Batalhão de Choque. Submeteram-no a um protocolo redundante, obrigando-o a apertar as mãos de pessoas que já havia cumprimentado na Base Aérea. Havia hierarcas que ganhavam beijinho da doutora Dilma e ai daqueles que saíram só com o aperto de mão. (Noves fora o ministro Joaquim Barbosa, que passou batido pela chefe do Poder Executivo. Ele não faria isso com o prefeito de Miami.) No Guanabara estava a turma do andar de cima. Nela havia gente que, tendo ouro e prata, anda protegida por seguranças pagos pela patuleia da Presidente Vargas.

Até o momento em que Francisco chegou ao Rio o país viveu o clima neurastênico, no qual confundia-se uma peregrinação da fé com uma operação militar que, avaliada pela sua própria pretensão, foi uma catedral de inépcia. Vinte e cinco mil homens da polícia e das Forças Armadas para proteger o Papa. De quem? Num dos momentos mais ridículos já ocorridos em visitas do gênero, um soldado foi fotografado verificando o nível de radioatividade do quarto de Francisco em Aparecida. Os sábios da demofobia planejaram tudo e, como sucede a milhares de cariocas, o Papa acabou engarrafado na Presidente Vargas. Evidentemente, a prefeitura responsabilizou a Polícia Federal e a Polícia Federal reponsabilizou a prefeitura, mas isso não é novidade. Para alegria de quem estava na avenida, deu tudo errado e eles puderam ver o Papa de perto.

Todos os detalhes da neurastenia foram conscientes, da divulgação do aparato de segurança à exposição de temores com manifestações. Nenhuma das duas iniciativas era necessária. A exaltação da máquina policial é uma indiscrição, a menos que seu objetivo seja apenas causar temor. Os distúrbios ocorridos nas cercanias do Palácio Guanabara faziam parte do cotidiano do governador Sérgio Cabral, não da rotina de Francisco. Nesse sentido, a janela aberta do carro, o papamóvel com as laterais livres e o cordão dos voluntários vinham da agenda da Igreja, botando fé no povo e nos jovens.

Num discurso impróprio, a doutora Dilma referiu-se às “mudanças que iniciamos há dez anos”. Louvava a década de pontificado petista diante de um pastor cujo mandato começou há 2013 anos. Não entenderam nada.

O Brasil é uma democracia que passa por momentos de saudável tensão. Os hierarcas de Brasília e do Rio celebraram a suposta eficácia de geringonças eletrônicas (com contratos milionários) e, inexplicavelmente, ecoaram a demofobia e os rituais dos comissários poloneses durante a visita de João Paulo II a Varsóvia, em 1979. Onde havia fé, viram jogos de poder. Perderam uma santa oportunidade de celebrar a fé dos peregrinos baixar as tensões que envenenam a política nacional.

Leia Mais

Chef paulistano lança hóstia gourmet para visita do papa

Comer hóstia não-consagrada com chocolate amargo e doce de leite não é pecado, diz teólogo; nutricionista discorda

 Ghóstia: duas hóstias recheadas com chocolate amargo e doce de leite (Foto: Redação Vejasaopaulo.com )

Ghóstia: duas hóstias recheadas com chocolate amargo e doce de leite
(Foto: Redação Vejasaopaulo.com)

Publicado originalmente na Veja SP

Duas hóstias recheadas com chocolate amargo e doce de leite. Por fim, banha-se tudo em mais chocolate. Falando assim, parece um pecado, mas o chef confenteiro Lucas Corazza pensou em outro nome para criação.

“Eu chamo de ghóstia, que é a hóstia com ‘gê'”, diz, emendando a explicação: “o ‘gê’ é de gourmet”.

De olho na visita do papa Francisco ao país, que começa na próxima segunda (22), o chef paulistano mostra no vídeo acima como é o preparo do seu doce de hóstia.

O elemento católico da receita, neste caso, não tem nada de sagrado.

As hóstias precisam ser consagradas para terem a simbologia religiosa e se tornarem “pão sagrado”, conforme explica o teólogo Valdex da Silva.

“Não tem nada que o diferencie de outros pães”, diz Silva, sobre o biscoito feito de água e farinha de trigo.

A nutricionista Carol Morais, do site Fale com a Nutricionista, vê a questão sob outro ângulo.

“Na verdade, a única coisa legal nesse docinho é o chocolate amargo, que é antioxidante”, afirma. Segundo ela, comer uma ghóstia “de vez em quando” é válido, “mas todo excesso é pecaminoso”.

Para quem não tem medo de ir para o inferno calórico, Corazza vende por encomenda suas receitas com bolachinhas empregadas na comunhão –cada uma sai por R$ 3,50. As encomendas podem ser feitas pela página do chef no Facebook.

Quem estiver interessado em criar sua própria receita com hóstias deve procurá-las em lojas de artigos religiosos ou confeitarias.

dica da Rina Noronha

Leia Mais

Mulher que acusa pastor de estupro diz que teme por sua família

O pastor Marcos Pereira, 56, presidente da igreja Adud (Assembleia de Deus dos Últimos Dias), foi preso sob a suspeita de estupros, homicídio, associação para o tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Ele teve o cabelo raspado após ser levado para o Complexo de Gericinó, em Bangu, no Rio de Janeiro (foto: Divulgação/Seap)
O pastor Marcos Pereira, 56, presidente da igreja Adud (Assembleia de Deus dos Últimos Dias), foi preso sob a suspeita de estupros, homicídio, associação para o tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Ele teve o cabelo raspado após ser levado para o Complexo de Gericinó, em Bangu, no Rio de Janeiro (foto: Divulgação/Seap)

Julia Affonso, no UOL

Uma das mulheres que acusa de estupro o pastor Marcos Pereira, preso na noite de terça-feira (7), afirmou temer pela segurança de sua família após ter realizado a denúncia. A mulher, que tem medo de se expor, pede que não sejam feitas fotos dela. “Saímos de lá [da igreja], mas não deixamos de acreditar em Deus. Não sou só eu, não sou sozinha. A gente tem filhos, família e fica com medo”, disse à reportagem do UOL. “A gente é uma formiguinha na frente de um batalhão.”

“Tem coisas que é muito complicado falar, mas eu resolvi denunciar para que isso sirva de alerta e outras mulheres não sofram com isso”, explica, sob o olhar atento da filha mais velha.

Segundo o depoimento da mulher, ela morou em um abrigo da Assembleia de Deus dos Últimos Dias e, lá, foi obrigada a fazer um “Conserto Espiritual”, que consistia em contar ao Pastor detalhes de sua vida pessoal, como dizer se era virgem e se já havia namorado.

Ela contou à polícia detalhes dos abusos que sofreu durante dois anos, sempre dentro da igreja. Segundo ela, o pastor a procurava sempre que ela estava brigada com o marido. Além disso, ela falou também, em depoimento, sobre uma suposta lavagem de dinheiro que o pastor faria na Assembleia.

“Que o pastor Marcos recebia o dinheiro dos traficantes, nos valores entre R$ 15 mil e R$ 20 mil e entregava CDs e DVDs no intuito de se resguardar na lavagem de dinheiro; que o pastor dizia aos membros da sua congregação que estava vendendo os CDs para evangelização e não pegando o dinheiro com o tráfico”, explica no depoimento.

A mulher a família deixaram a igreja há quatro anos e, segundo depoimento dela, tiveram que passar por “tratamento psicológico constante para tentar uma vida normal”.

Após orgia, pastor ordenava que todos pedissem perdão, diz mulher em depoimento

Trecho de depoimento de suposta vítima de abuso sexual por parte do pastor Marcos Pereira, da Assembleia de Deus dos Últimos Dias
Trecho de depoimento de suposta vítima de abuso sexual por parte do pastor Marcos Pereira, da Assembleia de Deus dos Últimos Dias

Uma das mulheres que acusa Marcos Pereira da Silva, pastor da Assembleia de Deus dos Últimos Dias, preso na noite de terça-feira (7), de estupro disse em depoimento à polícia que o pastor chamava garotos de programa para participar de orgias e que mandava que as pessoas pedissem perdão depois das relações sexuais. O pastor foi preso na noite de terça-feira (7), quando saía da Assembleia de Deus dos Últimos Dias, na rodovia Presidente Dutra.

Em um dos depoimentos, ao qual o UOL teve acesso, a mulher contou a dinâmica dos abusos. Ela disse que o pastor via nela um “espírito de lésbica”, e que então passou a ser chamada por ele em seu gabinete. Tempos depois, ele começou a assediá-la.

“A declarante se recorda que participou um garoto de programa [da orgia]. […] Marcos passou a querer que a declarante aliciasse outros membros da Adud para participarem daquelas orgias, porém a declaraste disse que não faria aquilo. […] Após o ato sexual, o Pastor Marcos ordenava que os participantes do ato pedissem perdão uns aos outros sobre o que havia ocorrido e que após procurassem o Ministério da Adud, na figura de um diácono, evangelista ou presbítero, que pedisse a ele também perdão, informando que foi enviado pelo pastor, porém mantivesse em segredo o que havia ocorrido”, diz a mulher em depoimento prestado em abril deste ano.

Outra mulher contou também que o pastor mandou que ela não contasse nada a ninguém e a ameaçou dizendo que iria “acabar com a sua vida”.

Em depoimento dado em março de 2012, outra testemunha afirmou que o pastor fez um “Conserto Espiritual” com ela, e isso consistia em perguntar se a mulher era virgem e se já havia namorado alguém.

Habeas corpus

O advogado do pastor Marcos Pereira afirmou que deve pedir ainda nesta quarta-feira (8) um habeas-corpus pela soltura de seu cliente. Segundo Marcelo Patrício, o pastor está “tranquilo” e “sereno” na prisão, porque se considera inocente.

“É uma covardia o que está sendo feito com o pastor. É tudo mentira. Isso é invenção de pessoas que não gostam dele”, disse Patrício. “Duas pessoas foram forçadas a fazerem isso [acusá-lo]. Uma menor fez um exame no IML [Instituto Médico Legal], que comprovou que ela é virgem. Ele é uma pessoa muito boa, nunca ameaçou ninguém.”

Leia Mais