A importância de ter tempo para pausas

materia25

Publicado no Papo Feminino

Você já reparou como corre durante o dia? Não estamos falando em corrido de atividade física, mas em como as 24h diárias passam por você e você mal percebe. Afinal, ser mulher te encarrega de acordar, ficar linda, cuidar dos filhos e do marido, levar os filhos para a escola, ir trabalhar, fazer o almoço, buscar os filhos na escola, pagar as contas, voltar para o trabalho, voltar para casa, fazer o jantar, arrumar a bagunça, colocar os filhos para dormir e, enfim, poder descansar. Ufa, dá canseira só de pensar né? Foi pensando nisso que a especialista em inteligência relacional Thirza Reis escreveu um artigo sobre a importância de termos tempo para parar e refletir, decidir qual caminho tomar. Confira!

“Outro dia fui a um restaurante que costumo ir em Brasília. O garçom me atendeu e, depois de anotar o pedido, colocou em minha frente, sobre a mesa, um jogo americano com a frase de Drummond “a vida precisa de pausas”. Essa frase é antiga e o jogo americano também. Já o tinha visto várias vezes. Mas dessa vez me impactou de um jeito diferente. Não sei se é porque estou em pleno processo de saída da pausa (voltando de férias) ou se porque esse tempo de férias me fez refletir e olhar para o tempo a partir de outra perspectiva. É essa perspectiva que gostaria de compartilhar. O tempo de hoje nos pede urgência, rapidez.

As mudanças são constantes e não há muito tempo para refletir sobre elas. Somos demandados a tomar as melhores decisões, de forma inovadora e criativa, em menor tempo possível, gastando o mínimo possível. Não é isso? Pelo menos, é este o apelo que tenho visto em algumas empresas. Faz sentido. E é exatamente por isso que precisamos de pausas. Para melhor saber no que investir nosso tempo, nosso dinheiro e, mais importante que tudo isso, no que investir nossas vidas e nossos afetos. A ansiedade por fazer sempre do jeito certo (e rápido!) tem gerado em nós desconexão uns com os outros e com nós mesmos. Não conseguimos desfrutar. Estamos no agora pensando no por vir, o que tira de nós a integralidade da experiência de estar simplesmente presente.

Por isso, precisamos de tempo para contemplar, para nos dar a chance de observar a vida, nos distanciar um pouco do problema e das questões cotidianas para permitir que o essencial emirja. Tempo para nos permitir reconhecer e dizer que, às vezes, não sabemos o que fazer (ainda). Esse reconhecimento é importante e nos acalma, quando somos capazes de fazê-lo. Esse reconhecimento faz a poeira baixar e, com ela baixa, conseguimos ver horizontes que antes não víamos. Dar pausa é garantir esse tempo para a poeira decantar. Tem decisões na vida que precisam desse tempo para amadurecer, para se tornarem possíveis, para ganharem forma. As vezes nos apresamos em tomar decisões e justificamos a intempestividade por não ter tempo para pensar melhor.

É preciso coragem e sensibilidade para romper com esse discurso e permitir pensar e fazer diferente. É preciso que nos deixemos sentir para sermos capazes de concretizar novas realidades. Sou uma defensora do tempo da observação, do tempo para ver como vemos, isto é, ver a nossa forma de nos relacionarmos com o mundo e de interpretarmos a realidade. Só conseguimos fazer isso, quando estamos na “pausa”. É nela que tomamos a distância necessária para ver como vemos. Depois desse momento, ainda na pausa, precisamos nos permitir continuar no ciclo do aprendizado. Precisamos redirecionar o olhar para, então, ver a partir do todo. Por vezes é difícil. Precisamos de ajuda de outras pessoas para contemplarmos o todo, para ver aquilo que, sozinhos, não víamos.

Ao fazer isso, começamos a experimentar o Presenciar, que tem a ver com o “abrir-se para receber” o novo a partir de uma participação consciente que, agora, considera um campo mais vasto de mudança. Nessa presença o que está em questão é “o deixar ir para deixar vir”. Precisamos abrir espaço para a novidade. E isso envolve abrir mão de modos de fazer antigos. Só a partir desse momento que começarmos o movimento de realizar. Só então saímos da pausa para coordenar as ações e, assim, incorporar o novo ao nosso fazer. Até este momento, as ações estavam em fase de incubação. Ao vivermos esse processo, ganhamos maior consciência do todo. Essa consciência promove uma ação mais efetiva, isto é, uma ação que beneficia cada vez mais o todo.

Por isso, é importante sistematizarmos e incluirmos em nosso dia-a-dia os momentos de pausa, para não sermos engolidos por uma rotina que não nos permite pensar e sentir com dignidade. Essa pausa é indicativo de saúde, psíquica e emocional. Nos permitir a pausa, se feito com integridade, nos torna mais presentes, mais vivos e conectados. E essa presença tem a ver com estar mais atento e consciente do aqui-agora, abrindo espaço genuíno para pensar o futuro (sem que isso se traduza em ansiedade). Não sei se Drummond pensava nisso quando escreveu sua célebre frase ou se sua intenção era essa. Mas, ler essa frase na minha pausa, gerou essas reflexões. Espero que encontre eco no corações de vocês como encontrou no meu. E pausa…”

Leia Mais

Redes sociais deixam você triste e desconfiado

foto: flickr.com/dustinq/
foto: flickr.com/dustinq/

Carol Castro, no Ciência Maluca

Chegou até esse post pelo Twitter ou Facebook? Pode continuar por aqui, mas melhor você abandonar, pelo menos por hoje, as páginas de redes sociais. O conselho vem da ciência.

Pesquisadores italianos entrevistaram cerca de 50 mil pessoas para conhecer a rotina da vida de cada um (uso de internet, tempo em frente à tevê, saídas com os amigos, etc). E pediram para que eles avaliassem, numa escala de 0 a 10, quanto confiavam em outras pessoas e como se sentiam em relação à própria vida.

No final das contas, os pesquisadores perceberam que não há nada melhor na vida do que encontrar fisicamente amigos e parentes. Até notaram que as redes sociais têm um papel positivo: aumentam o bem-estar, mas apenas quando são utilizadas para aproximar os amigos ainda mais na vida real (promovendo encontros reais).

Mas, em geral, as consequências do uso de redes sociais oferecem mais malefícios do que benefícios. Segundo a pesquisa, as mensagens negativas e os discursos de ódio compartilhados nas redes, anulam qualquer efeito positivo. E quanto mais tempo você passa conectado a elas, maiores as chances de duvidar dos outros e se sentir um pouco menos feliz.

E aí, você concorda? Ou acha pura bobagem?

Leia Mais

Proposta de governo de Levy Fidelix para 2014 é de 2010 ¯\_(ツ)_/¯

publicado no BuzzFeed

enhanced-13100-1409772059-5

enhanced-5500-1409771121-1

 

enhanced-27018-1409771296-9

Com direito a uma aba especifica para a proposta.

enhanced-410-1409771340-1

Para nossa surpresa, a do Levy Fidelix é de 2010.

enhanced-13162-1409771391-4

O programa conta com informações desatualizadas, como o valor do salário mínimo.

enhanced-30968-1409771463-7

E ainda fala da Copa.

enhanced-14448-1409771662-1

Ao R7, Fidelix explicou que, como sua candidatura foi registrada no dia 2 de julho, próximo ao prazo final (dia 5 de julho), não houve tempo para concluir o documento.

Leia Mais

Viver e vencer

Casa-de-Areia-5

Ricardo Gondim

Por algum motivo, o filme “Casa de Areia” não me sai da cabeça. Sua mensagem de rara beleza me inquieta.

A trama se desenrola em 1910. O português Vasco (Ruy Guerra) convence a esposa grávida, Áurea, (Fernanda Torres) a sair em busca do sonho de buscar vida nova em um lugar ermo, possivelmente próspero. Áurea traz a mãe, Dona Maria (Fernanda Montenegro).

O sonho se transforma em pesadelo. Após longa e cansativa viagem junto a uma caravana, os três descobrem que a terra ficava em um lugar muito inóspito, rodeado de areia por todos os lados. Viver ali seria um peso. Com poucas chances de reverter as condições, a família teve de lutar para apenas sobreviver.

Áurea quer desistir. Procura voltar para o lugar de onde vieram. Vasco insiste em ficar e constrói uma casa. Depois de serem abandonados pelos demais integrantes da caravana, Vasco morre em um acidente. Áurea e Dona Maria ficam sozinhas, obrigadas a enfrentar constantes tempestades de areia.

As duas partem em busca de ajuda. Encontram Massu (Seu Jorge), um homem que nunca saíra dali para conhecer outra realidade. Massu passa a ser protetor e provedor. O negro Massu se torna assim o responsável pelo enraizamento das duas mulheres na terra. Ele ajuda, inclusive, a frágil estabilidade (emocional, inclusive) das mulheres. Áurea gasta dias alimentando o antigo desejo de escapar da hostilidade do lugar. Ela anseia partir de qualquer jeito. Sonha com a vida antiga. Os anos se arrastam. Ela não consegue. As tentativas de ir embora são frustradas. Em cada plano de escape, acontece um imprevisto e os planos são abortados.

O filme consolida a ideia de que não possuímos controle absoluto sobre os rumos da nossa vida. Muitas vezes, por mais que tentemos não nos antecipamos a incidentes. Não conseguimos dar a grande guinada na vida que desejamos ou idealizamos. Quase sempre nos vemos impotentes para contornar imprevistos: desastres, doenças, frustrações. Basta um instante crucial e sonhos são adiados – ou se perdem para sempre.

Homens e mulheres lutam para se convencer de que são capitães de suas próprias histórias. Mas tal onipotência é falsa. A sensação de comando só anestesia a angústia universal que nos acomete. Ninguém é dono do seu nariz. Chico Buarque constatou em Roda Viva:

A gente quer ter voz ativa
No nosso destino mandar
Mas eis que chega a roda-viva
E carrega o destino pra lá.

Eclesiastes, o ácido existencialista bíblico, também afirmou:

Percebi ainda outra coisa debaixo do sol: os velozes nem sempre vencem a corrida; os fortes nem sempre triunfam na guerra; os sábios nem sempre têm comida; os prudentes nem sempre são ricos; os instruídos nem sempre têm prestígio; pois o tempo e o acaso afetam a todos. Além do mais, ninguém sabe quando virá a sua hora: Assim como os peixes são apanhados numa rede fatal e os pássaros são pegos numa armadilha também os homens são enredados pelos tempos da desgraça que caem inesperadamente sobre eles. (Eclesiastes 9.11-12).

A realidade da vida é bruta. O devir se impõe com força. Os esforços de controlar o futuro são inúteis. Ninguém consegue dominar todas as variáveis da existência. Os acontecimentos não estão presos em uma engrenagem justa e precisa. A noção aristotélica da vida encadeada em causas que produzem efeitos numa sucessão infinita, não passa de fatalismo. Nossa existência não se arrasta em bitolas simétricas, por isso, não temos controle total sobre ela. A vida se dá com um grau de liberdade que possibilita, inclusive, acidentes. O Eclesiastes avisa que o tempo e o acaso afeta a todos. Tanto alegrias como frustrações se dão no espaço da imprevisibilidade.

Viver não consiste no esforço para controlar aquilo que os filósofos chamam de contingência. Somos desafiados a encontrar sentido e nos construir humanos apesar do imponderável. Se bailamos como um lençol que o vaivém indomável da bruma agita, podemos achar beleza nesse movimento. Vivemos para aprender que trilhas e encruzilhadas que todos enfrentam, apesar de inéditas, são fascinantes. Cada pessoa precisa de beleza para abrir seu próprio caminho nessa estrada virgem.

Qualquer surpresa pode acontecer a cada instante. O improvável espreita a todos como um caçador. Se há momentos em que colhemos o que semeamos, chegam também ocasiões em que a vida atola em areais insólitos. Às vezes é preciso remar por mera teimosia, e insistir sem levar em conta os ventos contrários. O porto seguro de nossos desejos pode estar perto e, o mesmo tempo, infinitamente distante. Quem sabe nossos filhos consigam sair do areal.

Viver é resistir.
Viver é teimar.

Soli Deo Gloria

fonte: site do Ricardo Gondim

Leia Mais

12 cidades que parecem ter parado no tempo

Em Little Woodham vive-se como se estivesse no século XVII
Em Little Woodham vive-se como se estivesse no século XVII

Publicado no El Hombre

No dicionário o verbo viajar aparece sucedido de uma definição singela, no entanto, coerente: “Fazer uma viagem; ir de um lugar para outro ou outros”.

Às vezes, entretanto, uma viagem pode representar muito mais do que um deslocamento no espaço – pode designar um deslocamento temporal.

Sim, sei que parece loucura, mas depois de ler este texto você irá compreender meu raciocínio. Alguns locais, especialmente na Europa, parecem ter congelado no tempo. Uns pelo fato de terem se tornado museus a céu aberto e outros por preservarem uma determinada cultura e história que permanece inalteradas através do tempo.
Bom, antes que você me considere louco, confira 12 destes lugares espalhados pelo mundo:

Den Gamle By — Dinamarca

dem-gamle-by-el-hombre

Den Gamle By (ou em português “A Cidade Velha”) é um museu a céu aberto instalado na cidade de Aarhus. São edificações históricas construídas entre os séculos XVI e XIX, sendo que a mais antiga delas é um armazém de 1550.
O Den Gamle By foi inaugurado em 1914, sendo o primeiro museu desse tipo no mundo. No total, é composto por 75 construções de todo o país que foram desmontadas e remontadas em Aarhus para evitar que parte da história da nação fosse perdida.

Cidadela de Carcassonne – França

cidadela-de-carcassonne-el-hombre

Localizado no município de Carcassonne, cerca de 80 km de Toulouse, este local constitui um conjunto arquitetônico medieval que, inclusive, foi tombado como Patrimônio Mundial em 1997.
Apesar de terem sido feitas restaurações no final do século XIX, boa parte das construções foi realizada durante o século XI e permanece quase intocada. Chama atenção os três quilômetros de fortificações e as 52 torres que rodeiam o imponente castelo.

Archeon — Holanda

archeon-el-hombre

Archeon é um museu arqueológico situado em Alphen aan den Rijn, na Holanda. Em Archeon é possível realmente viajar no tempo, já que o local traz o passado à vida em vários contextos históricos de várias épocas da história holandesa.
Entre os períodos retratados estão a Idade da Pedra, a época romana e o período medieval. Inaugurada em 1994, já serviu de palco para vários festivais, tal como o Archeon Roman Festival.

Xinye Village — China

xinye-village-el-hombre

Xinye Village é uma aldeia chinesa, uma cidadezinha histórica situada em Jiande tendo sido fundada na Dinastia Song do Sul. Xinye é reconhecida por sua exuberante e bem preservada arquitetura das dinastias Ming e Qing.

Algumas das edificações mais antigas datam do século XIV, sendo que a vila foi originalmente fundada no século anterior. Hoje, a maioria dos moradores carrega o sobrenome Ye, do fundador Ye Kun. Xinye Village é, para muitos, o maior museu ao ar livre de residências antigas na China.

Almedina de Fez – Marrocos

almedina-de-fez-el-hombre

Almedina é o nome dado à área histórica de diversas cidades do noroeste da África. Comumente contêm fontes, palácios, mesquitas, dentre diversas edificações e monumentos históricos de inestimável valor cultural.

E dentre as Almedinas, a da cidade de Fez é a maior e mais bem preservada do continente. Boa parte do que está construído por lá data dos séculos XIII e XIV, quando Fez se tornou capital do Império Merínda, substituindo Marrakech. No local você também pode conhecer a universidade mais antiga do mundo ainda em funcionamente segundo o Guinness Book: a Universidade de Karueein, fundada em 859.

Little Woodham – Inglaterra

little-woogham-el-hombre

Little Woodham Living History Village é um museu vivo dedicado a recriar a vida em uma aldeia rural de meados do século XVII. Os moradores são voluntários que se vestem em trajes e agem como se estivessem no verão de 1642. Estes voluntários realmente encarnam personagens da época e discutem sobre assuntos da vila, sobre Charles I e sobre a iminente guerra entre o rei e o parlamento.

A vila de Little Woodham foi inicialmente criada em 1984 como uma reconstituição temporária da vida na região às vésperas da Guerra Civil Inglesa. Após isso, os próprios moradores da região fundaram uma sociedade e levantaram fundos para manter o projeto vivo até os dias de hoje.

Shikoku Mura — Japão

shikou-mura-el-hombre

Shikoku Mura é um parque dedicado a preservar a arquitetura regional dos séculos XVII a XIX situado em Takamatsu, no Japão. Hoje, o parque abriga mais de vinte edifícios datados desde o período Edo,iniciado em no século XVII.

O parque foi inaugurado em 1976 e ocupa uma área de cerca de cinquenta mil metros quadrados. Muito do que se encontra por lá hoje está relativamente intocado desde o começo do último século.

Kizhi Island — Rússia

khizi-island-el-hombre

Kizhi é nome dado a uma pequena ilha no Lago Onega, na Rússia. Por lá, você pode encontrar alguns edifícios dos séculos XV ao XVII, entre eles duas igrejas e uma torre de sino conhecida como Kizhi Pogost, construída em 1700.
O que acontece é que durante a década de 1950 edifícios históricos de regiões próximas foram transferidos para a ilha como meio de preservação. Hoje, portanto, todo lugar transformou-se num museu a céu aberto.

Rothenburg ob der Tauber — Alemanha

rothenburg-ob-der-taubern-el-hombre

O nome “Rothenburg ob der Tauber” significa, em alemão, “fortaleza vermelha acima do Tauber”. A cidade é chamada assim devido à localização em um platô com vista para o rio Tauber e o vermelho é uma referência a cor dos telhados das casas com vista para o rio.

Hoje o lugar se transformou em um destino turístico bastante conhecido pela arquitetura medieval bem preservada. Talvez você até tenha visto imagens desta cidade, pois cenas de Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1 foram filmadas em Rothenburg.

Havana – Cuba

havana-el-hombre

Cuba, esta pequena ilha caribenha, simplesmente não poderia deixar de contribuir com esta lista. Afinal, após o embargo sofrido durante a Guerra Fria, muito do que se vê por ali parece congelado no tempo.

A capital Havana – especialmente a Velha Havana, no centro da cidade – reúne belas construções arquitetônicas antigas, do período colonial. Os automóveis, todos antigos, também irão te fazer sentir em outro tempo.

Ouro Preto – Brasil

ouro-preto-el-hombre

Ouro Preto, em Minas Gerais, é famosíssima por ser uma cidade histórica que retrata os tempos a era Colonial. Além de ser um museu a céu aberto, a cidade também abriga incontáveis museus em seu território. Por lá encontramos trabalhos de diversos artistas, principalmente do grande escultor e arquiteto brasileiro Aleijadinho.

Lá igualmente é famoso por contar a história da Inconfidência Mineira, homenageando Tiradentes de diversas formas, por abrigar incontáveis igrejas bem antigas e por hospedar a Casa da Ópera (Teatro Municipal de Outro Preto), teatro mais antigo em funcionamento na América Latina.

Pompeia – Itália

pompeia-el-hombre

Talvez a cidade que apresente a história mais curiosa dessa lista é Pompeia. Depois de ter sido destruída pela erupção de um vulcão no ano de 79 d.c. o lugar ficou absolutamente soterrado por cinzas. E assim foi por longos 16 séculos.

Somente em 1748 que a humanidade descobriu as ruínas de Pompeia. E a surpresa foi imensa ao observar que a arquitetura permanecia por lá, revelando como era uma cidade no tempo do Império Romano. Outro grande impacto foi ver que os corpos das pessoas que haviam sido atacadas pelas lavas permaneciam por lá na mesma posição em que foram atingidas pela erupção.

Leia Mais