Sexo casual pode te deixar ansioso e deprimido

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Carol Castro, na Super Interessante

Será?

É o que aponta uma pesquisa da Universidade do Estado da Califórnia. Todos os 3,9 mil estudantes participantes preencheram um questionário sobre autoestimasatisfação com a vida e sensação de bem-estar. Entre eles, 11% disseram ter feito sexo casual nos últimos 30 dias. “Sexo casual” para a pesquisa era sexo com alguém conhecido há pouco tempo, no máximo uma semana. E essas pessoas se mostravam mais estressados, com problemas dedepressão e ansiedade, do que os outros participantes.

Os pesquisadores acreditam que esse estresse seja resultado de arrependimento. Segundo eles, a maioria das pessoas que faz sexo com recém-conhecidos acaba se arrependendo. Aí bate aquela bad: sensação de vazio, depressão e tristeza com a vida. Se tudo tiver rolado durante uma bebedeira, então, parece que o arrependimento é ainda maior.

E você, concorda com a pesquisa? Sexo casual não vale a pena?

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Garoto de 14 anos cria moinho de vento para levar energia elétrica à sua família

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publicado no Yahoo!

Morador do povoado de Kasungo, no Malawi, um jovem de apenas 14 anos decidiu ajudar sua família e comunidade. Sem eletricidade no local, William Kamkwamba decidiu construir com as próprias mãos um moinho de vento para gerar eletricidade, provando que força de vontade é a base para vencer qualquer desafio.

Em 2001 uma forte seca atingiu o país, deixando quase 10 mil mortos pela fome. Sem dinheiro para manter a colheita e alimentar seus sete filhos e esposa, o pai de William foi obrigado a tirar seu filho da escola para economizar. Diante disso, o jovem decidiu ir para a biblioteca da cidade e estudar por conta própria.

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Ao se deparar com um livro em inglês especializado em energia sustentável, William, mesmo sem entender o idioma, se baseou nas figuras e nos diagramas para montar um moinho. Seguindo apenas instruções básicas, já que ele não possuia os recursos necessários para montar um igual ao da publicação, William encontrou pedaços de lixo pela rua e em moinhos, adaptando o projeto às suas necessidades.

Após um tempo de funcionamento e gerando eletricidade somente para a sua casa, o jovem começou a chamar atenção de instituições e recebeu ajuda para promover melhorias no equipamento. A história chegou a um jornal local e rapidamente se espalhou, colocando o nome de William em palestras sobre desenvolvimento sustentável pelo mundo.

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Com a ajuda da comunidade internacional, o jovem, então com 19 anos e estudante da African Leadership Academy, já havia criado até um sistema de bombeamento de água através da captação de energia solar ao lado dos novos moinhos de vento, auxiliando as colheitas do local. Formado em 2010 na instituição, se matriculou na Universidade de Dortmouth, nos Estados Unidos, onde estuda atualmente.

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Criação de igreja é negociada até em anúncio de classificados

‘Não tem limite. É muita grana. Dois milhões. Dez milhões’, diz o autor da proposta

foto: Internet
foto: Internet

Jailton de Carvalho, em O Globo

BRASÍLIA – Se abrir uma empresa é sonho de consumo de todo empreendedor, montar sua própria igreja virou sinônimo de um bom negócio. No último fim de semana, a seção de classificados de um jornal de Brasília tornou público o desejo de um certo Francisco. “Procuro 2 pessoas p/ juntos abrirmos uma igreja”, diz a curta mensagem na área destinada a recados, logo abaixo de outros outros anúncios em que homens e mulheres procuram parceiros para relacionamentos sinceros.

A mensagem de Francisco vem acompanhada do número do celular para contato. Quem se atreve a ligar para o telefone indicado, rapidamente esclarece qualquer dúvida sobre o motivo do negócio. Na segunda-feira, o autor do anúncio, que se apresenta como Francisco, foi direto ao ponto:

– Eu não sei qual é o seu objetivo. O meu eu sei. É espiritual e financeiro. Sou bastante objetivo nos meus negócios – avisa.

Ele diz que prefere ser franco porque não quer perder tempo com discussões sobre ortodoxia religiosa. Sem contestação do outro lado da linha, Francisco se sente à vontade para expor seus planos. Ele quer fundar uma igreja pentecostal como muitas outras que existem por aí e ganhar muito, muito dinheiro. Basta usar técnicas de hipnose coletiva, simular milagres e recolher dízimo.

– Não tem limite. É muita grana. Dois milhões. Dez milhões. Ou até mais. O negócio é um rio correndo para o mar – profetiza.
Francisco tem como espelho pastores de outras igrejas que surgiram no nada e, de repente, se tornaram um império. Ele diz que não quer exatamente ser uma estrela de TV. Não é um grande orador e nem faz questão de demonstrar conhecimento profundo de textos sagrados. Para o mais novo candidato a pastor, basta uma sala num barraco qualquer, de preferência numa área bem pobre e algumas cadeiras de plástico.

– As igrejas não estão procurando pastores. Eles querem um sujeito que tenha noção de hipnose. Que é uma coisa muito mais rápida. Você vai chegar numa sessão, vai hipnotizar o povo. A pessoa vai ficar hipnotizada. Vai te dar 10% hoje. Amanhã da mais 10% e conta o milagre para os outros – explica.

Segundo ele, as pessoas mais simples querem milagres e estão dispostas acreditar em qualquer situação que pareça extraordinária. O futuro pastor diz ainda que os riscos do negócio são mínimos. O aluguel de uma sala num bairro pobre fica em torno de R$ 500. As cadeiras de plástico podem ser compradas a medida em que o número de fiéis for aumentando. Ele até sugere um lugar para começar:a Vila Estrutural, uma das favelas mais pobres do Distrito Federal. Não importa se outras igrejas chegaram primeiro.

– Quanto mais, melhor – diz.

Em seguida convida o interlocutor para uma conversa particular para acertar os detalhes do negócio. No primeiro contato não pediu investimento inicial dos sócios, nem disse como o negócio será rateado.

A fé pode render muito. Exemplos não faltam. E, então, ele começa a citar nomes de outros aventureiros que se tornaram ricos, muito ricos, vendendo ilusões. Francisco é de uma sinceridade quase religiosa.

Veja o vídeo aqui.

dica do Tércio Ribas Torres

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Eu não quero mais do mesmo

Tirinha do Laerte
Tirinha do Laerte

Rita de Cássia de Araújo Almeida, no Não sou eu quem me navega, quem me navega é o mar…

Em tempo de levantar bandeiras, peço licença para levantar as minhas.

Eu não quero mais automóveis, viadutos, estacionamentos, avenidas, sinais de trânsito, pontes ou anéis rodoviários. Eu quero uma cidade que privilegie os caminhantes e os ciclistas, os corredores de rua, os cadeirantes, os deficientes visuais e os que passeiam com seus animais. Quero uma rua tão humanizada que o termo “morador de rua” perca totalmente seu sentido pejorativo.

Eu não quero mais empresas, indústrias, empregos, agências ou mais vagas em concurso público. Eu quero um mundo onde possamos trabalhar menos, para dedicarmos ao ócio, à contemplação, às artes e aos nossos filhos e livros.

Eu não quero mais hospitais, mais métodos terapêuticos, mais especialistas, mais modalidades de exames, mais planos de saúde e técnicas cirúrgicas. Eu quero um mundo onde a gente adoeça menos, se contamine menos, se estresse menos, se desgaste menos, se acidente menos. Um mundo no qual tenhamos tempo suficiente para nossos afetos e nossos jardins.

Eu não quero mais médicos, professores, advogados, burocratas, psicanalistas, jornalistas, comerciantes, policiais ou motoristas de caminhão. Eu quero é gente. Gente que cante e dance, gente que chore, que acolha, que acaricie os gatos, gente que se indigne e que sonhe.

Eu não quero mais velocidade de conexão, mais sites na internet, mais minutos para falar no celular ou mais “largura de banda”. Eu quero encontros, abraços, conversas na calçada, tardes na praça, almoços em família, piqueniques no bosque, viagens sem pressa e papos de botequim.

Eu não quero mais renda, mais salário, mais oportunidades financeiras, mais PIB, mais linhas de financiamento, mais limite no cartão de crédito ou mais crescimento econômico. Eu quero é um mundo onde o dinheiro seja cada vez menos importante pra gente se sentir feliz.

Eu não quero mais hidrelétricas, mais arranha-céus, mais antenas de telefonia, mais shoppings centers e condomínios. Eu quero que a água, os rios e as árvores retomem para nós a importância que tinham para os primeiros habitantes dessa terra; os povos indígenas.

Eu não quero mais tecnologia, mais produção científica, mais obras monumentais, mais eventos espetaculares, mais programa espacial. Eu quero é poesia, arte, futebol de várzea, jabuticaba chupada no pé e entardeceres diante do mar.

Eu não quero mais igrejas, mais templos religiosos, mais padres ou pastores. Eu não quero mais dogmas ou livros de auto-ajuda. Eu quero um mundo que apenas entenda que o amor é a força mais poderosa do Universo.

Eu não quero mais canais de TV, mais variedades de sabor de pizza, mais modelos de celular, mais grifes de roupas, mais drogas ou remédios, mais conteúdo no jornal, mais cursos de pós-graduação, mais marcas de tênis, mais cores de esmalte ou técnicas de embelezamento. Eu quero viver a experiência da simplicidade e do contentamento.

Nosso mundo tem caminhado desesperadamente na direção desse “querer sempre mais”. Desejamos mais direitos, oportunidades e espaços, tal qual desejamos objetos para consumir. E do excesso deste “mais” há um resto produzido, um lixo, que por mais que queiramos, não poderemos reciclar totalmente. Com esse modo de vida estamos alterando perigosamente nosso ecossistema, afundando severamente nas desigualdades sociais e produzindo injustiça e violência.

Através dos movimentos de massa que se espalham pelo mundo atual – talvez não por acaso chamados de Primaveras – estamos tendo a oportunidade de também fazermos uma escolha, fundamental para a sobrevivência desse nosso planeta e seus habitantes. Precisamos urgentemente nos fazer a seguinte pergunta: Vamos continuar querendo mais?

Eu já fiz minha escolha, e sei que muitos também fizeram. Portanto, na minha bandeira está escrito: EU NÃO QUERO MAIS DO MESMO. Eu não quero mais desse mesmo mundo, quero outro mundo. E essa seria a verdadeira revolução para os nossos tempos.

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‘Tuenti é mais seguro do que Facebook’, diz criador

Executivo garante que rede espanhola que desembarca no Brasil incentiva compartilhamento de conteúdo apenas entre ‘amigos de verdade’

Zaryn Dentzel, fundador da rede social Tuenti (Divulgação/Tuenti)
Zaryn Dentzel, fundador da rede social Tuenti (Divulgação/Tuenti)

Publicado na Veja

“A privacidade e a intimidade ganharão relevância à medida que os usuários tenham consciência do seu valor”, diz Zaryn Dentzel, de 30 anos, fundador do Tuenti. A rede social que acaba de chegar ao Brasil foi lançada na Espanha em 2006 e possui 15 milhões de usuários em todo o mundo. O diferencial, segundo o empreendedor, está na segurança dos dados dos cadastrados. Há pelo menos duas razões para isso: o Tuenti não permite que os perfis de usuários sejam indexados por buscadores a privacidade máxima é padrão na configuração das contas. Ainda de acordo com o fundador, a startup incentiva o compartilhamento de conteúdo apenas com amigos próximos: “O usuário pode conversar com qualquer contato, mas só compartilha fotos e informações pessoais com os amigos de verdade”, diz. O modelo de negócio adotado pelo Tuenti para a publicidade também difere do mercado de redes sociais. O serviço apenas vende espaços para anúncios na versão web e na linha do tempo do usuário no formato de um banner. Portanto, não são exibidos posts patrocinados, como ocorre nos similares. Na entrevista a seguir, Dentzel conta como pretende enfrentar a supremacia do Facebook no Brasil.

Porque você decidiu trazer o Tuenti para o Brasil? Queremos apresentar uma alternativa a outras plataformas e acreditamos que há um espaço interessante no mercado para um serviço que aposta na privacidade como um diferencial. O Tuenti é uma rede social e um serviço multiplataforma de mensagens instantâneas que funciona na versão web e também em aplicativos. Trata-se, dessa forma, de uma ferramenta de comunicação social privada, segura e gratuita, disponível em doze idiomas para Android, iPhone, Blackberry, Windows Phone e Firefox OS. Os usuários podem desfrutar de uma plataforma social e de um chat graças ao serviço “cross-platform”, que inclui também recursos na nuvem.

Qual é a principal diferença entre o Tuenti e o Facebook? O Tuenti inclui as melhores funcionalidades de mensagem instantânea e rede social. O serviço é focado na privacidade e na simplicidade e supera, nesse sentido, limitações importantes de outras ferramentas. O Tuenti é muito mais privado e seguro do que o Facebook. Além de ser multiplataforma, todas as conversas e todas as informações não dependem de um único computador ou de um telefone – você pode começar uma conversa no smartphone e terminá-la em um PC. Essa é uma grande vantagem em relação à maioria dos serviços de mensagens instantâneas.

Por que você acha importante compartilhar alguns conteúdos apenas com amigos próximos? A privacidade e a intimidade ganharão relevância à medida que os usuários tenham consciência do seu valor. Oferecemos um produto mais completo, melhor e mais atrativo, que aposta precisamente na privacidade e na relação com os amigos próximos. Na realidade, ninguém tem milhares de amigos e os amigos dos amigos não precisam ter acesso ao que você compartilha. Nossa abordagem desde o início do Tuenti segue esse princípio: o usuário pode conversar com qualquer contato, mas só compartilha fotos e informações pessoais com os amigos de verdade.

Divulgação/Tuenti
Divulgação/Tuenti

Quais são suas expectativas em relação ao Tuenti no Brasil? O país é a segunda maior comunidade no Facebook. Como isso pode ajudar o Tuenti a se tornar uma rede social relevante por aqui? No setor de internet, o produto é chave. Estamos apresentando uma alternativa que poder ocupa um espaço interessante no mercado, principalmente se levarmos em conta que nosso diferencial é a privacidade. O boca a boca é uma grande ferramenta que funciona muito bem quando um serviço atende às necessidades do usuário. Isso agrega valor ao produto. Começamos com o pré-lançamento, há alguns meses, e nosso objetivo é explicar como vemos o futuro da comunicação social e como a nossa ferramenta pode ajudar nesse novo cenário.

Quem são seus principais investidores? O Tuenti foi lançado em 2006. Ao longo de nossa história, tivemos muitos investidores, mas desde 2010 a Telefónica se tornou nosso maior e principal investidor. Trata-se de um sócio estratégico de grande relevância. As duas companhias são de comunicação e isso nos ajudará a crescer.

Quantos brasileiros estão cadastrados no Tuenti? A rede possui mais de 15 milhões de usuários na versão web e 6 milhões na versão mobile em todo o mundo. Embora seja verdade que o Tuenti já possua milhares de cadastrados no Brasil, ainda é cedo para pensar em resultados. O público ainda não conhece a ferramenta e a chegada do serviço ao país vai despertar o interesse dos brasileiros.

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