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Os 40 ranchos abandonados mais bonitos e bucólicos

Publicado no Metamorfose Digital

No interior existe uma espécie de construção para uso coletivo e colaborativo, normalmente conhecida como “rancho”. Na realidade é uma cabana de taipa de mão (pau a pique), que serve de pouso e guarida a pescadores, aventureiros, trilheiros, praticantes de campismo, entre outros. O bacana é que existe um código de conduta, entre pessoas que talvez nunca se conhecerão, de jamais deixar o rancho desabastecido (lenha, víveres e alimentos) e bagunçado.

Quando jovem, conheci muitos ranchos como estes quando ia acampar ou pescar e, em nenhuma oportunidade, nunca encontrei um rancho marginalizado. O mais incrível é que estes ranchos não têm um dono em específico. Muitas vezes ficam dentro da propriedade de alguém, que nunca lhes cobram pertinência. Falar a verdade? Nem sei se ainda existem.

Neste post mostramos uma compilação de ranchos e cabanas abandonados pelos 4 cantos do mundo. Não há como garantir que quando eram funcionais tinham as mesmas características coletivas dos ranchos do interior de Minas Gerais, mas gosto de pensar que sim, gosto de imaginar a lenha estalando no fogão de barro, enquanto as palavras soltas e os acordes de um violão vazam pelas frestas da taipa de terra batida, um ambiente tão rústico quanto aconchegante.

As fotografias, que infelizmente não contemplam créditos ou localização, são ao mesmo tempo bonitas e tristes, parecem esperar por seus donos que já não mais virão.rancho_abandonado_40 rancho_abandonado_39 rancho_abandonado_38 rancho_abandonado_37 rancho_abandonado_36 rancho_abandonado_35

Me lembrei de um episódio muito curioso e engraçado, de quando tinha mais ou menos uns 13 anos e junto a mais usn 10 amigos, todos crianças, fomos “escalaminhar” o Pico do Itaguaré, o “Gigante Adormecido”. O cume está a quase 2.500 metros de altitude, seu platô é inóspito, gelado e venta o tempo todo. O plano era acampar na sua base e fazer a escalaminhada de mais ou menos 1,2 km até o pico num dia de sol.

Quando chegamos próximos à base, para a alegria geral da molecada, encontramos um rancho recém-construído. Beleza, não precisaríamos construir as cabanas com folha de sapé e caeté (nós não tínhamos barracas então). Para a surpresa o rancho tinha de tudo, até goiabada cascão encontramos. Fizemos uma festa.

Para encurtar a história: no outro dia de noite quando cantávamos em volta da fogueira, chegou um senhor muito bravo, era o ermitão que morava ali há pouco. Na manhã do dia seguinte, 3 de nós, depois de um par ou ímpar bem disputado, voltamos até a cidade (16 km de caminhada) para repor o que havíamos usado da dispensa do Seu Serapião. emoticom

Fonte: Perfect Nature

Loucademia de Polícia: Como estão os Atores

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Steve Guttenberg – Sargento Carey Mahoney

Publicado originalmente no Fala Fil

Loucademia de Polícia é o primeiro filme de uma série lançada em 1984 nos Estados Unidos. A série foi um grande sucesso de bilheteria e é composta de seis filmes. Como estão os atores 28 anos depois?

Tim Kazurinsky  – Cadete Sweetchuck

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Scott Thomson – Sargento Chad Copeland

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Michael Winslow  – Sargento Larvell Jones

Michael-Winslow-Sgt.-Larvell-Jones

 

Marion Ramsey – Sargento Laverne Hooks

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Leslie Easterbrook – Sargento Debbie Callaghan

Leslie-Easterbrook-Lt.-Debbie-Callaghan

 

Lance Kinsey  – Proctor

Lance-Kinsey-as-Lt.-Proctor

 

Kim Cattrall – Cadete Karen Thompson

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George Gaynes – Comandante Eric Lassard

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G. W. Bailey – Capitão Thaddeus Harris

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David Graf  – Sargento Eugene Tackleberry (Faleceu em 2011)

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Bubba Smith  – Sargento Moses Hightower (Faleceu em 2011)

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Bobcat Goldthwait  – Cadete Zed

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Art Metrano – Comandante Mauser

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Enfiar o dedo no nariz pode fazer bem à saúde

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Carol Castro, no Ciência Maluca

Provavelmente sua mãe tinha um argumento pronto para gritar quando você, ainda pequenininho, insistia em passear com seu dedo por dentro do nariz. E com toda razão, afinal, é um hábito bem desagradável, não? Mas talvez ela e as convenções sociais estejam enganadas. Um bioquímico canadense acredita que tirar muco do nariz e COMÊ-LO (urgh) fortalece o sistema de defesa do corpo.

Para provar, o professor Scott Napper quer convidar estudantes da Universidade de Saskatchewan, no Canadá, para alguns testes. A ideia é dividir os voluntários em dois grupos: uma turma vai passar um tempo tirando meleca do nariz e a outra não. Depois eles vão analisar o sistema imunológico de cada um.

Napper acredita que quando comemos o muco levamos de volta ao corpo alguns germes inofensivos. Aí o sistema de defesa do organismo volta a trabalhar e intensifica a proteção contra alguns tipos de alergias. “Nós evoluímos em condições muito sujas e talvez esse desejo de manter o ambiente e nossos comportamentos bem limpos, esterilizados, não nos favorece muito”, diz Napper.

E aí, curtiu ou achou a ideia nojenta demais?

Alugue um ‘amigo local’ para conhecer uma nova cidade

Vai viajar e não quer conhecer os pontos turísticos clichês apresentados por guias? Conheça o projeto Rent a local friend

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publicado na Galileu

Ao planejar o roteiro de suas férias você já deve ter se deparado com o seguinte problema: todos os sites, agências e amigos que visitaram o destino só têm dicas de pontos turísticos clichê. E você sabe que aquela praça ou aquele museu terá mais turistas do que moradores da cidade. Ao mesmo tempo em que você quer viver a verdadeira cultura do local que vai visitar, não se sente confiante em explorar a cidade sozinho. Como garantir que você não vai parar em uma furada? O serviço Rent a local friend pode ser uma solução.

A ideia é que você ‘alugue’ um habitante da região que vai visitar e que ele te leve para os melhores pontos alternativos de seu destino. Para participar, você se cadastra no site, indicando o seu destino e o período da viagem (por enquanto há ‘amigos’ disponíveis em 45 cidades). O sistema irá mostrar uma lista de ‘guias’ em potencial. Então você pode selecionar um através do idioma e de seus interesses em comum.

O preço varia de acordo com a cidade escolhida. Em São Paulo, por exemplo, o dia com um ‘amigo alugado’ custa 260 reais. Há a opção de marcar um dia inteiro de passeio, com 8 horas, ou meio dia, com 4 horas.

Confira o vídeo que explica o serviço: