Igreja de Marcos Pereira publica nota de apoio ao pastor, condenado pela Justiça

Foto: Divulgação / Igreja Assembleia de Deus dos Últimos Dias
Foto: Divulgação / Igreja Assembleia de Deus dos Últimos Dias

Publicado no Extra

Mesmo após ser condenado a 15 anos de prisão por estupro de fiéis, Marcos Pereira continua com amplo apoio dentro de sua igreja a Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD). A organização publicou, nesta sexta-feira, uma nota de solidariedade ao pastor, em que cita supostas irregularidades da decisão judicial e reitera que o pastor está sendo vítima de calúnias.

No texto, divulgado nas redes sociais, a ADUD afirma que o processo que culminou na condenação se deu de maneira irregular e que, portanto, cabe recurso e até anulação. De maneira enfática o autor da nota afirma: “Se antes nosso Pastor estava “PRESO SEM PROVAS”, agora ele foi (em primeira instância) “CONDENADO SEM PROVAS”.”

Ao final, a mensagem compara Marcos Pereira aos apóstolos e profetas que, pelos relatos bíblicos, “também foram perseguidos, experimentaram escárnios e açoites, e até cadeias e prisões. Foram apedrejados, serrados, tentados, mortos ao fio da espada, desamparados, aflitos e maltratados. Homens dos quais o mundo não era digno”.

Leia abaixo a nota na íntegra:

“Fomos surpreendidos pela sentença de condenação do nosso Pastor Marcos Pereira divulgada nesta quinta-feira pela Segunda Vara Criminal de São João de Meriti-RJ.

Ressaltamos que esta condenação se deu em primeira instância, e, portanto, não é definitiva, cabendo recursos e até a anulação da mesma, tendo em vista as contradições na condução do processo que não está na fase de Transitado e Julgado. Confiamos na verdade, que a inocência do nosso Pastor será provada.

O conteúdo da sentença diz que nosso Pastor foi condenado com base nos depoimentos de supostas vítimas, sem que nenhuma prova fosse apresentada. Se antes nosso Pastor estava “PRESO SEM PROVAS”, agora ele foi (em primeira instância) “CONDENADO SEM PROVAS”.

Esta condenação não apaga as DIVERSAS ILEGALIDADES cometidas na condução do inquérito e do processo, além do cerceamento de defesa de que nosso Pastor está sendo vítima.

Provas ilegais, tentativa de coação de testemunhas gravada, suposta vítima que revelou em juízo que foi coagida a depor contra o Pastor, mas que, na verdade, nunca foi estuprada, a exposição exagerada e imediata na mídia e a parcialidade nas investigações são fatos que põem em xeque a real situação do processo legal.

Confiamos em Deus. Ele é nosso refúgio e fortaleza nos momentos de angústia. ESTAMOS COM NOSSO PASTOR MARCOS PEREIRA, SABEMOS QUE ELE É INOCENTE. Seguimos a obra de Deus com humildade, paciência e esperança. A campanha EU AMO MEU PASTOR está de pé.

Nosso mestre Jesus foi condenado. Basta ao discípulo ser como seu mestre. Pastor Marcos Pereira, tu és homem de Deus, Ungido do Senhor. Guardadas as devidas proporções, os profetas e apóstolos também foram perseguidos, experimentaram escárnios e açoites, e até cadeias e prisões. Foram apedrejados, serrados, tentados, mortos ao fio da espada, desamparados, aflitos e maltratados. Homens dos quais o mundo não era digno.

FORÇA ADUD, FORÇA PASTOR MARCOS PEREIRA, AS SUAS OVELHAS CONHECEM O SEU PASTOR!”

ADUD2

Leia Mais

Se Deus quiser, o Brasil ainda terá um presidente ateu

129_211-faixa-presidencial

Publicado por Leonardo Sakamoto

Em resposta à Mônica Bergamo, na Folha de S.Paulo deste domingo (21), o bispo Robson Rodovalho, líder da igreja “Sara Nossa Terra”, afirma que acredita ser natural o país ter um evangélico na Presidência da República no futuro.

Se não me falha a memória, o Brasil teve seu primeiro presidente protestante na figura do presbiteriano Café Filho, que assumiu o país por pouco mais de um ano após o suicídio de Getúlio Vargas, não tendo sido eleito para a função. O ditador Ernesto Geisel era luterano, mas também não foi eleito pelo voto popular. A grande novidade seria um governante protestante que fosse evangélico neopentecostal e suas liturgias da prosperidade e da cura.

O número de católicos cai (de 63%, em 2010, para 57%, hoje, segundo o Datafolha) e o de evangélicos não apenas cresce em número (de 24% para 28%), mas também em presença na política partidária. Marina Silva, membro da Assembleia de Deus, hoje está em segundo lugar nas pesquisas de intenção de votos para a eleição presidencial no ano que vem.

E, se por um lado, há parlamentares evangélicos que vociferam contra a dignidade humana, mas outros que atuam na defesa dos direitos das minorias, mesmo nos casos em que há conflito com sua religião. Da mesma forma que ocorre com muitos católicos.

Além do mais, no fundo, isso não tem importado muito. Uma vez chegando ao poder, independentemente de sua crença, políticos atendem às demandas de grupos religiosos conservadores com vistas à chamada governabilidade ou visando às eleições. Por exemplo, o combate à homofobia através da educação avançou pouco na atual administração federal, menos por conta da pressão de deputados da bancada evangélica e mais por esse cálculo político.

A pesquisa Datafolha, deste domingo, mostra que os católicos podem ser menos conservadores que os evangélicos em alguns temas (como a adoção por casais do mesmo sexo), mas ainda assim, na resultante final, a nossa sociedade não se coloca de forma progressista com relação aos direitos individuais.

Particularmente, ficarei chocado no momento em que o Brasil eleger um presidente declaradamente ateu que não precise esconder isso de seu eleitor com medo que o seu caráter seja, estupidamente, julgado por conta disso.

(Tenho certeza que FHC e Dilma são, no máximo, agnósticos não-praticantes. Mas tiveram que ajoelhar e dizer amém. E o agnóstico Getúlio Vargas, que tomara o poder através de um golpe, instituiu o ensino religioso nas escolas públicas, em 1931, em nome da governabilidade.)

O fato é que o Brasil aceitaria mais facilmente alguém que acredita em Deus mesmo com uma fé diferente da sua do que alguém não acredita ou não tem certeza disso.

No dia em que isso ocorrer, creio que atingiremos a maturidade como democracia. Não porque ateus são melhores, longe disso. Mas pelo fato de que teremos compreendido que, se o governante zelar pela dignidade e igualdade de direitos de todas as crenças, sua fé pessoal é tão importante quanto o time de futebol pelo qual torce.

Leia Mais

Bispo Edir Macedo, agora, é banqueiro

Macedo foi classificado pelo BC como investidor estrangeiro.

edir-macedo-banqueiro

Publicado no Correio Braziliense

Sem explicações convincentes, o Banco Central pediu e a presidente Dilma Rousseff autorizou o bispo Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus, a comprar 49% do capital do Banco Renner, com sede no Rio Grande do Sul. Seria uma operação corriqueira não fossem dois pontos: Macedo foi classificado pelo BC como investidor estrangeiro, mesmo tendo nascido no Brasil, e o bispo não reúne os atributos necessários exigidos pela autoridade monetária para operar no mercado financeiro, entre eles, habilitação técnica. Nunca se soube que Macedo tenha atuado em um banco, corretora ou distribuidora de valores.

A dificuldade do BC em justificar a operação é enorme. Tanto que se limitou a responder o questionamento do Correio por meio de uma nota lacônica. “A participação no capital de instituição financeira nacional de pessoas físicas (brasileiras ou não) ou jurídicas residentes ou domiciliadas no exterior depende de reconhecimento de interesse do governo brasileiro, se ausentes acordos internacionais ou de reciprocidade”, assinalou. Para o BC, essas palavras, carregadas de tecnicismo, são suficientes para esclarecer quaisquer dúvidas.

Dica do Guilherme R. Basilio

 

Leia Mais

Após nascer com sexo trocado, casal transgênero se apaixona em terapia

Após nascer com sexo trocados, casal transgênero se apaixona em terapia
Após nascer com sexo trocados, casal transgênero se apaixona em terapia

Publicado originalmente no Virgula

Aparentemente eles são um casal comum se não fosse por um detalhe: ambos são transgêneros, ou seja, o rapaz nasceu menina e a moça nasceu menino. Katie Hill, de 19 anos, nasceu, e viveu suas 15 primeiras primaveras como Luke; já Arin Andrews, de 17 anos, veio ao mundo como Esmerald e chegou a ganhar concursos de beleza e se destacar no balé durante sua infância. Na adolescência, já como transgêneros, os dois se apaixonaram e iniciaram um relacionamento.

Ambos lutavam com sua sexualidade quando crianças e iniciaram terapia hormonal ainda muito jovens, mais tarde, quando frequentavam um grupo de apoio aos trans, em Tulsa, Oklahoma, EUA, se conheceram e se apaixonaram.

“Tudo o que vi foi um cara bonito. Nós somos perfeitos um para o outro, porque ambos tivemos os mesmos problemas na infância. Ambos vestimos o mesmo manequim e ainda podemos trocar nossas roupas velhas, que nossas mães insistiam em comprar e odiávamos”, contou Katie em entrevista ao “Daily Mail”.

Segundo ela, os dois são tão convincentes em suas novas identidades, que ninguém sequer percebe que são transgêneros. “Secretamente nos sentimos tão bem com isso, pois é a maneira como sempre quisemos ser vistos”, explica.

trans2

O casal, em sua luta diária por ter as formas que sua personalidade pede, passa ainda passa por tratamentos com hormônios: Arin ingerindo testosterona para ganhar formas mais masculinas e Katie tomando doses de estrogênio, que lhe renderam seios naturais, sem implante de silicone.

Conforme o jornal britânico, Katie é considerada uma mulher, legalmente, desde seus 15 anos, e acredita que nasceu naturalmente com altos níveis de estrogênio, já que desde o pré-primário tinha pequenos seios, mesmo tendo o corpo bem esguio. Ela, inclusive, ganhou uma cirurgia de mudança de sexo, quando fez 18 anos, depois de um doador anônimo ficar comovido com sua história.

“Desde os três anos eu sabia que, no fundo, eu queria ser uma menina. Tudo o que eu queria era brincar com bonecas. Eu odiava meu corpo de menino e nunca me senti bem nele. Mantive meus sentimentos em segredo total até crescer. Agora eu e Arin podemos compartilhar nossos problemas”, diz.

Arin se lembra de uma experiência semelhante, e diz que sabia que era um menino desde o seu primeiro dia de escola, aos cinco anos. “Os professores separaram as meninas e os meninos em filas para uma brincadeira. Eu não entendi porque me pediram para ficar com as meninas. Coisas femininas nunca me interessaram, mas eu estava preocupado com o que as pessoas pensariam se eu dissesse que queria ser um menino, então mantive isso em segredo”, confessa.

Ainda criança, a mãe de Arin, Denise, incentivou a criança a fazer balé, mas o amor secreto de Arin era pilotar motos, fazer triatlo e escalada. “Mamãe e papai argumentavam que motocross entrava em confronto com a minha agenda de dança”, lembra ele, que aos 11 anos conseguiu fazer sua mãe desistir de vê-lo como uma bailarina.

Denise Andrews hoje apoia o filho e o ajuda com as doses de testosterona, além de ter ajudado a pagar a cirurgia de remoção de mamas, depois de o garoto passar anos se apertando em faixas e cintas para esconder os seios e sofrendo bullying na escola.

“Eu parecia uma menina bonita, mas agia e andava como um menino. Todo mundo começou a me chamar de lésbica. Era muito humilhante. Eu não me sentia gay. Comecei a ter pensamentos suicidas e disse aos meus pais que me sentia confuso, mas eu nem sabia que existiam pessoas transexuais. Eles disseram ‘ok’ eu ser gay, mas me colocaram na terapia por causa da depressão”, lembra.

A história de Katie é bastante semelhante, ela também passou por momentos de depressão, pensando em acabar com a própria vida, e só descobriu o que era um transexual após uma busca na internet, tentando entender o que se passava com ela, deparou-se com a palavra na tela.

A aceitação da condição dos dois foi um processo lento para a família, mas hoje, até a avó de Katie, Judy, entende que a neta “nasceu no corpo errado”.

O casal afirma estar expondo sua história ao mundo para ajudar a aumentar a conscientização sobre as questões trans. “Mais precisa ser feito para que as pessoas saibam sobre as questões trans”, disse Katie. “Nós dois passamos anos no deserto. Me senti muito sozinha. Nossos pais não sabem como ajudar, porque nenhum de nós sabia que era trans. Ninguém deveria passar pelo que passamos”, completa.

“Minha vida mudou quando conheci Katie, percebi que não estava sozinho”, finaliza Arin, apaixonado.

Leia Mais

Preso no Rio há um mês, pastor acusado de estupro começa a ter seu futuro decidido em 17 de junho

O pastor Marcos Pereira, 56, presidente da igreja Adud (Assembleia de Deus dos Últimos Dias), foi preso sob a suspeita de estupros contra fiéis, associação para o tráfico de drogas e lavagem de dinheiro
O pastor Marcos Pereira, 56, presidente da igreja Adud (Assembleia de Deus dos Últimos Dias), foi preso sob a suspeita de estupros contra fiéis, associação para o tráfico de drogas e lavagem de dinheiro

Julia Affonso, no UOL

Preso há um mês no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, zona oeste do Rio de Janeiro, Marcos Pereira, pastor da Assembleia de Deus dos Últimos Dias, acusado de estupro, começa a ter seu futuro decidido no dia 17 de junho, a partir das 14 horas, na primeira audiência sobre o caso, em São João de Meriti, Baixada Fluminense.

A cidade é a mesma onde fica a igreja da qual Pereira é líder, e onde ele foi detido pela Polícia Civil. Na audiência, o pastor denunciado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro começará a responder a duas acusações de estupro contra duas fieis de sua igreja. Na sessão também estarão presentes as testemunhas de acusação.

Segundo as denúncias do MP, o pastor é “pessoa de alta periculosidade e ameaça direta e indiretamente as pessoas que o contrariam”. Ainda de acordo com o MP, Pereira utiliza-se de sua autoridade religiosa para amedrontar e até mesmo aterrorizar suas vítimas.

Em depoimento à DCOD (Delegacia de Combate às Drogas), uma das vítimas que deu origem à denúncia do MP contou ter sido abusada durante alguns anos, mas nunca falou nada, pois se sentia ameaçada por ele.

“Que a declarante viu o pastor Marcos deitado na cama com a Irmã A. tendo relação sexual e posteriormente, ao ser questionada, a irmã disse: nós temos que deixar o pastor fazer isso conosco para que ele não pecasse com outras mulheres do mundo exterior; que a própria declarante passou a pensar dessa forma, tendo a declarante por algumas vezes, deixado o pastor abusá-la”, disse a vítima em depoimento. “[…] que o pastor passava a ameaçar as Irmãs dizendo que estas estavam com o demônio e a declarante sempre ficava amedrontada”, afirmou.

Ainda segundo o depoimento desta mulher, Pereira tinha ligações com o tráfico de drogas, já que lavava dinheiro dos traficantes em vendas de CDs e DVDs.

“[…]Pastor Marcos recebia o dinheiro dos traficantes nos valores de R$ 15 mil e R$ 20 mil e entregava CDs e DVDs no intuito de se resguardar na lavagem de dinheiro; que o pastor dizia aos membros de sua congregação que estava vendendo os CDs para evangelização e não pegando dinheiro com o tráfico”, contou, em depoimento, a mulher que saiu da igreja há quatro anos.

Desde que chegou à cadeia pública de Bangu, em 8 de maio último, o pastor teve quatro pedidos de liberdade negados pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Em todas as oportunidades, os desembargadores destacaram necessidade de garantia da ordem pública.

“Espírito de lésbica”

A outra mulher que acusa o pastor e originou a segundo denúncia do MP contra ele afirma que o pastor dizia duvidar da sexualidade dela. Segundo a mulher, uma das primeiras vezes que Pereira se dirigiu a ela foi para dizer que ele via nela um “espírito de lésbica”. Ela contou à Polícia ter achado estranho a impressão do pastor, mas nada fez, pois ele se tratava de um ser superior a ela.

No depoimento, a mulher afirma que começou a desconfiar das atitudes do pastor, quando no meio de conversas, ele contava à ela sobre seus “desejos íntimos, que sentia muitos desejos na carne”. No encontro seguinte, ele pediu a ela que tirasse a roupa.

“[…] Que a declarante continuou a ter encontros com o pastor Marcos em seu gabinete  e ele passou a lhe dizer que sempre que ele mandasse a declarante vir sem as roupas de baixo, ou seja, apenas de roupão, ela deveria atender”, disse a mulher, em depoimento à Polícia.

Em entrevista concedia à reportagem do UOL, através de seu advogado Marcelo Patrício, o pastor negou todas as acusações e afirmou que os processos querem apenas denegrir sua imagem.

Membros da igreja de Pereira foram presos por coagir tertemunhas

Na quarta-feira (29), a Polícia Civil prendeu dois membros da Adud (Assembleia de Deus dos Últimos Dias) suspeitos de coagirem testemunhas de um dos processos contra o pastor.

Lúcio Oliveira Câmara Filho e Daniel Candeias da Silva tiveram mandado de prisão cumpridos por policiais da 64ª DP, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. Eles foram presos quando se preparavam para um culto na igreja.

Havia também um mandado de prisão contra o pastor Marcos, mas ele já está preso. Os três são acusados por coagirem testemunhas do processo que investiga uma suposta ligação dos membros da igreja com o tráfico de drogas.

Por meio de nota divulgada no Facebook do pastor Marcos, o vice-presidente da Adud, identificado como Luis Carlos, diz que os dois membros da igreja não cometeram nenhum crime e que não há prova contra eles.

“Tanto o Evangelista Daniel quanto o evangelista Lúcio são pessoas de bem e são vítimas da mesma conspiração que prendeu nosso pastor. Quem os conhece pode constatar que eles são incapazes de praticar qualquer crime”, diz a nota.

Investigação contra pastor começou após denúncia do coordenador do AfroReggae

O pastor começou a ser investigado há pouco mais de um ano, a partir de acusações que o coordenador da ONG AfroReggae, José Júnior, fez sobre o suposto envolvimento de Marcos Pereira com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

Ao longo das investigações, a polícia descobriu que o pastor teria estuprado algumas fiéis. Ele é investigado ainda por supostas participações em homicídios e por organizar orgias com menores de idade em um apartamento em Copacabana, avaliado em R$ 8 milhões e registrado em nome da igreja.

Na semana passada, Magno Malta defendeu o pastor Marcos Pereira. 

Leia Mais