Integrantes do Femen mostraram os seios a pastores durante protesto hoje em SP

Tropa de Choque da Polícia Militar entra em confronto com manifestantes na rua do Carmo, na Sé, durante protesto contra o aumento das tarifas do transporte público em São Paulo (foto: Juca Varella/Folhapress)
Tropa de Choque da Polícia Militar entra em confronto com manifestantes na rua do Carmo, na Sé, durante protesto contra o aumento das tarifas do transporte público em São Paulo (foto: Juca Varella/Folhapress)

título original: Manifestantes entram em confronto com a PM no 3º protesto contra a alta na tarifa de ônibus em SP

Publicado no Estadão Urgente

20h23 -Integrantes do movimento feminista Femen mostraram os seios a pastores ao passar pela Rua Conde de Sarzedas, conhecida por reunir diversas igrejas evangélicas. Os religiosos  pararam o culto para ver  a manifestação e foram surpreendidos pelas ativistas. A segunda parte dos manifestantes segue para a Avenida Paulista pela Avenida Brigadeiro Luís Antônio. A Paulista foi palco de diversos conflitos e atos de vandalismo nos demais protestos.

20h08 – Depois de sentarem-se na Praça da Sé, uma das frentes da marcha decidiu retornar para a Avenida Paulista. O grupo está bastante reduzido em relação ao bloco inicial.  A Tropa de Choque  investiu novamente contra os manifestantes para dispersar os participantes. A situação é bastante tensa. Na Rua Senador Feijó, manisfestantes fazem barricadas ateando fogo em lixo. Uma agência do Bradesco foi depredada. O comércio local fechou as portas.

Agência do banco Bradesco na rua Tabatinguera, no centro da capital paulista, destruída durante protesto contra o aumento da tarifa de ônibus para R$3,20 (foto: Nelson Antoine/Fotoarena/Estadão Conteúdo)
Agência do banco Bradesco na rua Tabatinguera, no centro da capital paulista, destruída durante protesto contra o aumento da tarifa de ônibus para R$3,20 (foto: Nelson Antoine/Fotoarena/Estadão Conteúdo)

dica do Fabio Martelozzo Mendes

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Suplicy defende inclusão da palavra “amor” na bandeira nacional

Publicado originalmente no site da Época

Durante a tensa sessão desta quarta-feira (19) no Congresso, com senadores se mobilizando para tentar votar o veto à lei dos royalties do petróleo, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) subiu à tribuna do Senado para defender mais amor – ou melhor, a adesão dos senadores ao movimento que pede a inclusão da palavra “amor” no lema da bandeira nacional.

Recitando Noel Rosa, Suplicy defendeu o projeto de lei apresentado pelo deputado Chico Alencar (PSOL-RJ), que substitui a expressão “Ordem e Progresso” por “Amor, Ordem e Progresso” na bandeira do Brasil. O projeto de lei foi apresentado após movimento na internet sugerir a mudança.

No entanto, a sugestão de Suplicy não entusiasmou o plenário, como conta o jornal O Globo.

O discurso de Suplicy não entusiasmou o plenário. O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) disse que se era para mudar os dizeres da bandeira, era melhor incluir a palavra “educação”, que é mais includente. “Teríamos ainda um problema geométrico, porque não cabe mais uma palavra na bandeira”, disse Cristovam. Suplicy saiu decepcionado com a pouca receptividade à proposta. “Quando houver mais amor de todos nós ao povo, senador Cristovam, talvez não falte mais atenção à Educação”.

O abaixo-assinado para incluir a palavra “amor” na bandeira está disponível aqui.

Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

dica do Rogério Moreira

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