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BBB14:Ex-evangélica, Bella diz ter perdido a virgindade aos 23 anos

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Publicado no F5

Mais de quatro horas após o início da prova do líder na 14ª edição do “Big Brother Brasil” (Globo), Bella, 27, contou ter iniciado sua vida sexual tardiamente.

A pernambucana disse aos colegas que teve sua primeira relação sexual apenas aos 23 anos por acreditar que deveria esperar para se envolver intimamente com um homem.

“Perdi minha virgindade com 23 anos, casei aos 24″, comentou.

Ela justificou a demora à sua antiga crença religiosa. “Frequentei a igreja evangélica por muitos anos. Tinha muitos dogmas da religião”, lembrou.

Bella afirmou ter mudado de opinião sobre sexualidade ao ir para o Rio e disse desaprovar, atualmente, os preceitos que seguia.

“Quando vim para o Rio abri meus olhos. Essas regras todas não são legais”, concluiu.

A confissão foi feita durante a primeira prova de resistência do “BBB14″, realizada logo após a eliminação de Princy, que estava na berlinda com Marcelo e Vanessa.

Nenhum participante da atração desistiu da disputa pela liderança mais de quatro horas após o início da prova.

O prêmio para quem vencer é um carro modelo Fiat Strada e imunidade por duas semanas na casa, além da possibilidade de disputar a prova do líder na semana seguinte.

Apesar de ter sido superado, Orkut ainda atrai público cativo

Alexandre Orrico na Folha de S.Paulo

Abandonado pelo próprio criador, infestado por vírus e deixado de lado pela maioria dos visitantes.

Assim está o Orkut hoje, rede social do Google, que já foi a maior do Brasil e hoje amarga um quinto lugar e queda livre no número de visitantes, mês a mês, desde 2011.

Mas se engana quem acha que no Orkut só existem perfis fantasmas, robôs de spam e comunidades às moscas.

Segundo a comScore, mais de 6 milhões de pessoas entraram no Orkut em dezembro do ano passado.

Embora pareça pouco se comparado aos tempos áureos da plataforma, que chegou a ter como membros quase metade da população brasileira com internet (mais de 40 milhões de cadastrados), ainda é um número que não pode ser desprezado.

Sob as ruínas da casa azul e rosa ainda há intensa atividade em comunidades de assuntos específicos, como futebol e séries de TV.

“O Orkut ficou mais legal ainda depois do Facebook. Morreram comunidades inúteis, como ‘Eu odeio a segunda-feira’, mas fóruns sobre discussões temáticas permaneceram, com a vantagem de não estarem mais lotados”, observa o jornalista Aluizio Hamann, 28, frequentador das comunidades “Futebol Alternativo” (7.339 membros) e “São Paulo FC Tricolor” (1.140.772 membros), ambas com dezenas de tópicos com novas postagens diárias.

“Não tem mudanças de design nem anúncios de novas funções. Ficou o ano passado inteiro do mesmo jeito, dá uma tranquilidade, afinal o foco são mesmo as comunidades”, diz Carlos Stecher, 25, publicitário, que gosta das comunidades de séries de TV.

Hoje, o usuário que faz login no Orkut recebe uma mensagem do próprio Google oferecendo um “upgrade de perfil”. Quem aceita tem todas as fotos e as informações sequestradas para o Google+.

Questionado sobre algum possível plano de desativar o serviço, o Google respondeu à Folha que “o Orkut foi a porta de entrada à internet para milhões de usuários. A rede ainda é uma plataforma social para muitas pessoas”.

Além do Orkut, o Second Life é outra rede que saiu dos holofotes da mídia, mas que continua com usuários fiéis que curtem uma praia virtual, paquerar outros avatares, dançar e andar de bicicleta.

Até o jurássico IRC, serviço de comunicação muito popular na década de 1990, ainda é utilizado para troca de arquivos por ser muito leve e prático.

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Expert em tecnologia dá dicas de como ter uma vida digital saudável

O jornalista Pedro Brugos e sua criação: o livro 'Conecte-se ao que importa' Fotos de divulgação

O jornalista Pedro Brugos e sua criação: o livro ‘Conecte-se ao que importa’ Fotos de divulgação

‘O que configura o vício não é o que você faz por ele, mas o que você deixa de fazer para mantê-lo’, explica

RIO – Que atire a primeira pedra quem nunca sentiu que passa tempo demais online. Em tempos de smartphones e tablets, não há uma horinha sequer que os internautas não sejam perseguidos por e-mails de trabalho ou mensagens de amigos que chegam pelo Facebook, pelo WhatsApp ou pelo Snapchat. Mas será que a única solução é se desconectar totalmente? No livro “Conecte-se ao que importa: Um manual para a vida digital saudável” (Editora LeYa), o jornalista de tecnologia Pedro Burgos, de 32 anos, propõe algumas formas de controlar o vício em gadgets sem a nessecidade de recorrer a uma medida radical, como deletar seu perfil do Twitter, por exemplo.

Em um bate-papo por telefone (nada de e-mail!), Pedro, que escreve sobre o mundo virtual em revistas como “Superinteressante”, “Galileu” e “Vip” e também foi editor-chefe do Gizmodo Brasil, maior blog de tecnologia do Brasil, deu algumas dicas de como ter uma vida online saudável. Longe de ser um recluso digital, o jornalista também contou um pouco de sua própria experiência como um “viciado” no universo virtual.

Você é um ex-viciado em tecnologia?

PEDRO BURGOS: O termo vicio é um pouco forte (risos), mas posso dizer que tinha problemas por conta da maneira como usava a internet.

Em que momento você notou que tinha um problema?

Duas viagens foram decisivas. Em uma delas, fiz um passeio muito bacana pelo Japão e contei tudo, em tempo real, nas minhas redes sociais: Facebook, blog, Instagram etc. Quando voltei, não tinha nada para contar, porque todo mundo já sabia o que tinha acontecido! A outra viagem importante foi pelo Deserto do Atacama e pela Patagônia. Nos dois lugares eu fiquei um tempo sem ter contato com tecnologia. De repente, me vi em meio ao silêncio e notei que raramente você tem um tempo sozinho no dia a dia, porque está sempre conectado, falando com alguém. E, sem isso, você perde o momento da reflexão. Sabe por que a gente tem grandes ideias durante o banho? Porque não temos contato com a tecnologia, é um momento para pensar.

Em como você se desintoxicou?

Algumas regrinhas simples já ajudam. Não me desfiz dos gadgets, mas limitei o número de redes sociais. Não tenho WhatsApp, por exemplo, por não ver necessidade. Se já tenho o Messenger do Facebook e SMS, para que mais uma ferramenta de bate-papo? Também não tenho o app do Facebook no celular, e o ícone para acessar o Twitter fica guardado dentro de uma pasta, lá na terceira tela de exibição. Essas são formas de eliminar as iscas. Parece bobo, mas tornar o acesso às redes sociais mais complicado já te afasta um pouco delas. É que nem quando você está fazendo dieta: o primeiro passo é não ter mais biscoitos em casa, ou seja, eliminar a tentação.

Como saber se alguém é um viciado?

O que configura o vício não é o que você faz por ele, mas o que você deixa de fazer para mantê-lo. Se você está deixando de fazer coisas que gosta e ver pessoas que gosta por gastar muito tempo online, aí existe um problema. É preciso refletir: o que você está deixando de fazer por ficar conectado?

Mas existem indicativos que podem funcionar como um termômetro?

Se, toda vez que você pega o celular, há mais de cinco notificações, isso pode significar duas coisas: ou você está ativando notificações demais no telefone ou você está falando demais com os outros. Se você também tem aquela mania de zerar a caixa de e-mails, ou sente a necessidade de olhar todas as notificações do celular assim que elas chegam, pode ser um problema. Há ainda alguns indicativos de saúde. Eu mesmo tive uma hérnia cervical de tanto tempo que passava olhando para baixo, mexendo no smartphone. Problemas na coluna podem ter a ver com muito tempo online.

Há uma forma de se preservar a privacidade sem precisar deletar sua conta no Facebook?

É possível, mas não é mole. O Facebook pode ser usado de maneira razoavelmente privada, pois há a possibilidade de limitar que tipo de informação é visível para cada pessoa. Mas se você usa o Facebook para se exibir ou para exibir o seu trabalho e sua intenção é atingir o maior número possível de pessoas, você tem que ter a consciência de que vai ficar mais vulnerável. Minha dica é: da mesma forma que você tira o fim de semana para fazer uma faxina em casa, tire outro para entender os controles de privacidade do Facebook, limpar aquelas fotos que relevam demais do Picasa e avaliar se você precisa mesmo participar de todos aqueles grupos do WhatsApp.

Como evitar as distrações da web enquanto se trabalha no computador?

Ao baixar o app “Freedom”, você pode “desligar” sua internet por 2, 3 horas ou pelo tempo que você determinar. Já o “Rescue time” funciona como um chefe chato: ele te dá um relatório de quanto tempo você gastou nas redes sociais na última semana. Tem também o “Stay focused”, no qual você determina o tempo máximo que pode ficar conectado à internet naquele dia. Há ainda outra medida simples: diminuir a quantidade de informações recebidas. Se você segue 450 amigos no Twitter, haverá sempre algo novo do seu feed. Mas, se seguir menos gente, vai acontecer de você acessar a página e não encontrar nada novo. É um incentivo a menos para entrar na rede o tempo todo.

Belga celebra própria morte por eutanásia com taça de champanhe

Publicado por AFP [via Terra]

Emiel Pauwels, durante corrida em 2012: "nenhum arrependimento, e nenhum medo da morte", disse ele na despedida antes da eutanásia (foto: AFP)

Emiel Pauwels, durante corrida em 2012: “nenhum arrependimento, e nenhum medo da morte”, disse ele na despedida antes da eutanásia (foto: AFP)

Um belga de 95 anos considerado “o atleta mais velho” do país morreu nesta terça-feira por eutanásia depois de ter “celebrado” sua morte com dezenas de amigos e parentes, e uma taça de champanhe na mão.

A imprensa local deu grande destaque à decisão de Emiel Pauwels, que faz parte de uma nova tendência de “celebração” da própria morte. O nonagenário havia dito na segunda-feira que “não tinha medo da morte”.

Nas fotos divulgadas nesta terça, ele aparece sorridente, prestes a brindar com os parentes, amigos e integrantes de seu clube de atletismo, todos reunidos em sua casa. “Foi a mais bela festa da minha vida”, declarou.

“Quem não gostaria de morrer com champanhe na companhia de todos?”, perguntou. “Quando o doutor chegar com sua injeção, deixarei este mundo com a sensação de ter vivido bem”, acrescentou, segundo a revista Het Laatste Nieuws. “Porque eu choraria, já que vou encontrar vários amigos e parentes no paraíso, incluindo a minha esposa?”.

Emiel Pauwels recebeu a injeção letal em sua residência em Bruges, com o filho Eddy ao seu lado. Morrer assim “era a vontade do meu pai, mas é difícil pensar que é a última vez que estamos juntos”, disse ele na segunda-feira.

Emiel Pauwels estava de cama havia meses por causa de um câncer de estômago fase terminal. O estado de saúde do atleta tinha piorado depois de sua “última conquista”: o título europeu veterano da prova de 60 metros no campeonato de atletismo indoor organizado em março de 2013.

Sua morte lembra a do químico belga Christian de Duve, Prêmio Nobel de Medicina em 1974, que escolheu a eutanásia em maio de 2013, aos 95 anos. Ele explicou sua decisão ao jornal Le Soir: “Seria muito dizer que não tenho medo da morte, mas não tenho medo do que vem depois porque não acredito” na vida depois da morte.

Em outubro, Nathan, um belga de 44 anos, também optou por compartilhar com os amigos uma última refeição, algumas horas antes de morrer por eutanásia. Uma equipe de televisão estava presente.

A Bélgica é um dos poucos países a ter legalizado a eutanásia, sob certas condições, desde 2002. O Senado decidiu recentemente estender essa opção aos menores de idade com doenças incuráveis, mas o texto ainda não foi aprovado pelos deputados.

Mistério da gravidez de virgens americanas

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Publicado no Yahoo Notícias

Uma jovem americana em cada 200 declara ter ficado grávida apesar de ainda ser virgem, segundo um estudo publicado nesta terça-feira no British Medical Journal (BMJ).

De um total de 7.870 mulheres que participaram de um estudo em nível nacional de longa duração (1995-2009) e confidencial, 45 delas, ou seja, 0,5%, afirmam ter concebido sem o menor contato sexual com penetração vaginal.

Nenhuma delas declarou ter recorrido a algum tipo de assistência médica para a procriação (inseminação artificial ou fecundação ‘in vitro’).

Quase um terço destas mulheres que afirmam ter ficado grávidas antes de sua estreia sexual fizeram voto de castidade antes do casamento (31%), algo muito comum entre os cristãos conservadores.

Os resultados se apoiam nas respostas a uma série de perguntas sobre o histórico de sua gravidez e o início de suas relações sexuais, embora as mulheres não tenham sido perguntadas diretamente se eram virgens no momento em que ficaram grávidas.

Apesar de todas as precauções tomadas pelos pesquisadores, não se descarta uma possível falta de compreensão das perguntas em alguns casos, admitem os autores do estudo.

Quase um terço destas mulheres que afirmam ter ficado grávidas antes de sua estreia sexual fizeram voto de castidade antes do casamento (31%), algo muito comum entre os cristãos conservadores.

Os resultados se apoiam nas respostas a uma série de perguntas sobre o histórico de sua gravidez e o início de suas relações sexuais, embora as mulheres não tenham sido perguntadas diretamente se eram virgens no momento em que ficaram grávidas.

Apesar de todas as precauções tomadas pelos pesquisadores, não se descarta uma possível falta de compreensão das perguntas em alguns casos, admitem os autores do estudo.

dica do Fábio Martelozzo