Cerca de 20 mil ratos “tomam” farol no centro de São Paulo

A intervenção urbana é uma das obras do artista Eduardo Srur, que apresenta a exposição Sonhos e Pesadelo.

Foto: Fernando Borges / Terra
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Publicado originalmente no Terra

No Vale do Anhagabaú, no centro de São Paulo, 20 mil ratos “sobem” um farol de nove metros de altura. Os animais são de borracha e graxa, mas querem chamar a atenção para o submundo da capital paulista, que tem 11 milhões de pessoas e 165 milhões de ratos.

A intervenção urbana é uma das obras do artista Eduardo Srur, que apresenta a exposição Sonhos e Pesadelo. “A cidade é um lugar que pode transforma em realidade seu pior sonho ou melhor pesadelo”, explica Srur.

Outras duas intervenções chamam a atenção do público no centro da cidade. A obra Cataventos reúne esculturas gigantes que movimenta-se com a ação do vento e produzem energia eólica, criando um campo de força que desafia a paisagem da Cracolândia.

Na Estação Júlio Prestes, é possível ver a obra Bicicletas, em que 50 bicicletas estão suspensas a 7 metros de altura na frente do vitral do relógio da estação. O objetivo é chamar a atenção para a história e arquitetura do local.

A exposição começou no dia 15 de abril e pode ser vista até o dia 31 de maio.

Foto: Fernando Borges / Terra
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Disciplina severa pode ser positiva para a criança, diz estudo

Foto: Getty Images
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Publicado originalmente no Terra

Ser um pai rigoroso é bom para as crianças, desde que a disciplina seja acompanhada de amor e carinho.  Um estudo feito com adolescentes, divulgado pelo jornal Daily Mail, descobriu que os efeitos de uma disciplina severa, como broncas verbais e até palmada, não são negativos quando compensados pela sensação de ser amado. Segundo os pesquisadores, ser punido durante a infância dificilmente leva a um comportamento antissocial, desde que a criança perceba que a bronca é justa.

O uso de disciplina severa em jovens é algo controverso, pois já foi apontado que isso poderia levar a um risco maior de tendências agressivas, delinquência e hiperatividade. No entanto a nova pesquisa publicada no jornal Parenting: Science and Practice sugere que uma bronca ou um tapa podem ser moderados por um sentimento de ser amado por quem exerce a punição.

O estudo foi realizado com um grupo de adolescentes mexicanos-americanos e descobriu que a percepção de calor maternal desencorajava comportamentos antissociais, mesmo quando os pesquisados tinham sido criados sob disciplina rígida.  A médica Miguelina German, da Escola de Medicina Albert Einstein, em Nova York, explica que a “teoria do apego” prega que esse sentimento de um pai amoroso e responsável é um fator crítico para gerar felicidade e segurança nas crianças. A ideia de que os pais as amam e protegem protege as crianças contra o sentimento de rejeição, mesmo quando estão sendo disciplinadas duramente.

Segundo a especialista, o uso de disciplina rígida não leva automaticamente a um comportamento antissocial. “A relação entre os dois é condicional e está sujeita a outros fatores. Onde práticas disciplinares severas são uma norma cultural, há sempre outras influências em jogo, que pode diminuir seus danos potenciais sobre a criança”, defende.

Pesquisas anteriores já haviam sugerido que crianças criadas sob uma disciplina severa têm mais chances de se tornarem adultos ajustados. Segundo os estudos, pais que mantém um comportamento “autoritário”, mas ao mesmo tempo carinhoso, costumam criar adultos mais competentes.

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Casamento feliz engorda e divórcio emagrece, diz estudo

Falta de motivação para buscar novos parceiros influencia no ganho de peso (Foto: Getty Images)
Falta de motivação para buscar novos parceiros influencia no ganho de peso (Foto: Getty Images)

Publicado originalmente no Terra

Uma pesquisa com 320 recém-casados descobriu que quanto mais felizes eram, mais peso ganhavam. A falta da motivação para encontrar um novo parceiro também contribui para os quilos a mais, de acordo com o estudo que foi feito em quatro anos. As informações são do site Female First.

A psicóloga Andrea Meltzer, que liderou o estudo, disse: “em média, os cônjuges que estavam mais satisfeitos com o casamento ganharam mais peso ao longo do tempo”. “Em contraste, casais que estavam menos satisfeitos em suas relações tendem a ganhar menos peso ao longo do casamento”, comparou.

Aqueles que ficaram juntos tendem a engordar, enquanto o divórcio foi associado com perda de peso.

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O que acontece ao chorar no espaço?

chorar

publicado na Info

O astronauta Chris Hadfield, do Canadá, está a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS). Do espaço, ele faz vídeos e fotografa a Terra. Em sua última gravação, Hadfield mostrou o que acontece ao chorar no espaço.

Com um saco d’água, Hadfield simulou as lágrimas que se recusam a cair. Tudo isso por causa dos efeitos causados pela baixa gravidade fora do planeta.

No vídeo, Hadfield prova que, claro, é possível chorar no espaço. A gravidade zero não impacta na produção das lágrimas. A diferença entre chorar no espaço e na Terra é que a falta de gravidade não deixa as lágrimas caírem.

A água que se acumula nos olhos de tanto chorar fica lá até que uma bolha se forme. Ela pode ficar tão grande que se move para outros locais do rosto, ou pode ser removida com ajuda de uma toalha.

Confira o vídeo abaixo:

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Cães protegem corpo de andarilho e impedem resgate em Ribeirão Preto

Bombeiros foram chamados para retirar animais que rosnavam e latiam. Morador de rua morreu de mal súbito enquanto dormia, diz enfermeira.

CÃO

publicado no G1

Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) teve trabalho para recolher o corpo de um morador de rua encontrado morto na noite desta quarta-feira (28), em Ribeirão Preto (SP). Três cachorros que pertenciam ao andarilho ficaram deitados sobre a vítima por quase cinco horas, impedindo a aproximação das pessoas. A causa da morte está sendo investigada.

Os moradores do bairro que assistiram ao resgate se emocionaram ao ver a cena: sempre que alguém se aproximava, os cães latiam, rosnavam e voltavam a deitar sobre o corpo do homem, coberto por um lençol. Segundo a balconista Edilene Cunes, que mora na casa em frente ao local, o andarilho era conhecido na vizinhança pelo cuidado com os animais.

“Ele sempre andava na rua acompanhado dos cães, eram os parceiros dele. Ele era uma pessoa legal com todo mundo, não fazia mal a ninguém. Infelizmente, não conseguimos ajudá-lo a tempo”, lamentou.

A enfermeira Nean de Moura explicou que o homem aparentava ter 60 anos e pode ter sofrido um mal súbito enquanto dormia. Em uma das mãos, a vítima segurava uma sacola com roupas e ração. “Eu fico espantada ao ver essa situação porque a gente tentava afastar os cachorros para ajudar, mas eles voltavam e deitavam de novo”, afirmou.

Uma equipe do Corpo de Bombeiros foi chamada ao local e conseguiu recolher os animais. “Os cachorros chegaram a avançar, não deixavam chegar perto nem da calçada. Foi então que o Samu pediu nosso apoio porque somos treinados para esse tipo de atendimento”, explicou o sargento Aloísio Terra.

Após ser periciado pela Polícia Civil, o corpo do homem foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML), apesar de não apresentar ferimentos. Uma filha do andarilho, que mora em Jardinópolis (SP), reconheceu a vítima no início da madrugada. Os cães foram deixados na rua, mas acabaram sendo adotados por moradores da região.

Cães dormiam sobre corpo de morador de rua encontrado morto em Ribeirão Preto (Foto: César Tadeu/EPTV)Cães dormiam sobre corpo de morador de rua encontrado morto em Ribeirão (Foto: César Tadeu/EPTV)

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