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Amigo conta que Tom Cruise foi expulso de seminário após beber

Publicado originalmente no Terra

Tom Cruise e amigos beberam escondidos e foram convidados a se retirar do seminário Foto: BangShowBiz / BangShowBiz

Tom Cruise e amigos beberam escondidos e foram convidados a se retirar do seminário                       Foto: BangShowBiz / BangShowBiz

Tom Cruise, que é agora um dos seguidores mais famosos da Igreja da Cientologia, tinha desejo de se tornar um padre católico quando era adolescente, mas suas ambições foram interrompidas quando ele não retornou ao Seminário de São Francisco, em Cincinnati, após apenas dois anos.

Shane Dempler, amigo do ator, disse ao New York Daily News que Tom entrou escondido em um quarto com álcool: “pegamos cerca de seis, a maioria quebrou, mas conseguimos esconder duas garrafas nas matas próximas. Os sacerdotes nem perceberam até que alguns dos outros meninos descobriram nosso plano de escapar para a floresta para beber. Fomos pegos cambaleando pela estrada para o seminário e forçados a confessar. A escola escreveu uma carta para nossos pais dizendo que gostariam que nós dois não voltássemos”.

Shane – que estudou junto com Tom Cruise, 50 anos, entre 1976 e 1977 – diz que ele e seu colega eram ”muito interessados” no sacerdócio, mas sente que eram jovens demais para terem tomado uma decisão séria sobre suas carreiras.

”Ele tinha uma fé católica muito forte. Nós íamos à missa, passávamos um tempo na capela e gostávamos de ouvir as histórias dos sacerdotes. Achávamos que os sacerdotes tinham um grande estilo de vida e nós realmente estávamos interessados no sacerdócio. Na verdade, éramos jovens demais para tomar essa decisão”.

Casais discutem 104 vezes por ano por bagunça, diz pesquisa

Bagunça na casa pode ser motivo até de separação

Bagunça na casa pode ser motivo até de separação

Publicado originalmente no Terra

Uma pesquisa constatou que casais britânicos discutem 104 vezes por ano por causa da bagunça em suas casas. Segundo o site do jornal Daily Mail, as discussões afetam a vida sexual e ainda faz com que alguns se separem.

O estudo descobriu que 67% das mulheres se recusam a ter relações sexuais quando estão cheias de roupas para dobrar, pendurar ou passar.

Segundo a pesquisa, um em cinco casais briga uma vez por semana sobre quem fez a bagunça na casa.

As maiores reclamações das mulheres são quanto a roupas jogadas no chão pelos parceiros. Cerca de 36% se irrita com isso. E quanto aos homens, 18% dos entrevistados acreditam que é função das parceiras cuidar da organização da casa. Eles ainda disseram se irritar com a quantidade de produtos que a mulher tem espalhado pela casa.

As discussões por organização podem até resultar no fim de um relacionamento. Na pesquisa, 13% das mulheres disseram que terminariam a relação se o homem se recusar a mudar os hábitos.

Foto: Getty Images

Vereador de SC doa salário e defende política do “voluntariado”

Vereador Cezar Cim (PP) decidiu doar salários por acreditar que atuação política deve ser gesto voluntário não remunerado

Vereador Cezar Cim (PP) decidiu doar salários por acreditar que atuação política deve ser gesto voluntário não remunerado

Jaime Batista da Silva, no Terra

Vereador eleito em Blumenau, Santa Catarina, nas últimas eleições, o advogado Cezar Cim (PP) resolveu servir de exemplo ao projeto que defende, e doou seu salário a entidades filantrópicas. Ele pretende continuar com a prática por tempo indeterminado.

Procurador da Justiça aposentado, Cim tem como fonte de renda um escritório de advocacia, e as aulas de direito do consumidor e processo penal que leciona na Furb, além da aposentadoria. O vereador defende que a atuação política deve ser voluntária e, por isso, não remunerada.

”Ninguém é obrigado a se candidatar a um cargo político, você é candidato porque quer. Acredito que esse trabalho tenha que ser voluntário”, defende ele, que teve o voluntariado como uma das plataformas que o elegeu pela primeira vez vereador em 2012, com 2.736 votos.

Em janeiro, todo o salário – no valor líquido de R$ 6.180,00 – foi dividido entre sete instituições filantrópicas e ao partido a que está filiado. A ideia é que a cada mês novas entidades sejam ajudadas. “Quero ampliar a lista de instituições, mesmo que com valores menores. Temos que buscar as mais humildes, as do morro, para as quais qualquer R$ 200 fazem diferença”, afirma. “Não quero elitizar as doações, dando dinheiro às entidades maiores, que já são conhecidas. Quero ajudar aquelas de quem ninguém se lembra”.

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Após a primeira doação, o vereador discursou no plenário, anunciando a medida, e publicou as doações em seu perfil no Facebook. Para as próximas, Cim estuda uma forma de evitar que a divulgação da ação ganhe um tom populista. “O anúncio das doações dá um cunho populista à ideia, e não é essa a proposta. A relação das instituições beneficiadas pelas doações ficará disponível a quem tiver interesse, e talvez eu poste no Facebook. Mas não pretendo fazer anúncios das doações no plenário. Diz o ditado que o que a mão direita dá, a mão esquerda não precisa ficar sabendo”.

A doação do salário já era uma ideia anterior à campanha. “Já tinha isso em mente antes de me eleger, mas só verbalizei depois de eleito, senão seria demagogia”, afirma. “Com essas doações, eu abro duas frentes: uma é aumentar a credibilidade do vereador. É impressionante como os vereadores são mal vistos pela população. São verdadeiros sacos de pancada. Temos que separar o joio do trigo. Nem todos são maus políticos”, defende.

O segundo objetivo é dar força ao projeto. “Quero tentar mobilizar a sociedade para que se faça um abaixo-assinado. A sociedade reclama de seus políticos, mas não participa”. Um dos grandes entraves da ideia defendida por Cezar Cim é a sua inconstitucionalidade, já que a remuneração a vereadores está prevista pela Constituição Federal. ​

Apesar do interesse em fazer das doações um ato frequente em sua gestão, o vereador preferiu não se comprometer a doar todos os salários. “Prefiro dizer que o prazo é indeterminado. Pode surgir algum problema no meio do caminho que me faça rever”.

O vereador afirma ter encontrado nos dois filhos e nos sócios do escritório o apoio para a tomada de decisão. “É muito gostoso ter um filho te ensinando, servindo de conselheiro. Eles trabalham comigo, e me apoiaram na decisão”. A recepção, na opinião dele, foi muito positiva. “O conceito que a população tem do político é sofrível, e com razão. Mas eles vão começar a perceber que nem todo político é joio. Tem trigo também”, filosofa.

Para ele, a atitude também é uma forma de retribuição à sociedade. “É uma forma de agradecer por tudo o que tive. Sou de São João Batista, e fui o único da região, na minha geração, que teve oportunidade de estudar. É uma maneira de retribuir à sociedade por tudo que ela me deu”, conclui.

Mapa reúne milhares de prostitutas flagradas no Street View

Serviço permite que qualquer usuário poste registro encontrado na ferramenta de mapas do Google

Além das profissionais do sexo, mapa reúne informações como praias de nudismo e clubes (Foto: Reprodução)

Além das profissionais do sexo, mapa reúne informações como praias de nudismo e clubes (Foto: Reprodução)

publicado no Terra

Um mapa colaborativo na internet reúne mais de 5 mil imagens de prostitutas registradas pelas câmeras do Google Street View pelo mundo. Somente no Brasil, o Doxy Spotting tem mais de 600 registros, que podem ser feitos por qualquer usuário que flagrar alguma profissional do sexo em uma navegação pelo serviço de mapas.

Além de prostitutas, o serviço permite também registrar no mapa a localização de bordeis, clubes se strip-tease ou de swing, praias de nudismo ou saunas. A maior parte dos registros estão na Itália, com mais de 1,8 mil. O Brasil vem em segundo, com mais de 630, seguido da Bélgica com mais de 200.

Pontos mostram onde há mais registros Foto: Reprodução
Pontos mostram onde há mais registros

Foto: Reprodução

​O criador do site, que não se identifica, afirmou ao Daily Mailque a ideia para criar a ferramenta surgiu depois que começou a explorar lugares exóticos no Street View “para matar tempo. “Tornou-se claro que o Street View estava cheio de prostitutas – mais do que eu esperava. Eu rapidamente criei o site para registrar e compartilhar minhas desobertas”, disse.

Tomar três xícaras de café por dia pode aumentar anos de vida

A pesquisa realizada com 500 mil pessoas mostrou que o consumo de café pode ajudar a prevenir mortes por diversas doenças

A pesquisa realizada com 500 mil pessoas mostrou que o consumo de café pode ajudar a prevenir mortes por diversas doenças

Publicado originalmente no Terra

Beber café pode adicionar anos à sua vida. É isso que afirma uma pesquisa realizada pelo Instituto Nacional do Câncer, nos Estados Unidos, divulgada pelo jornal Daily Mail. O estudo, realizado com cerca de 500 mil pessoas mostrou que o risco de morte para pessoas mais velhas diminui de acordo com o consumo de café. O excesso de cafeína costuma ser considerado insalubre, porém a pesquisa descobriu que o café pode ajudar a diminuir as mortes por doenças cardíacas e respiratórias, acidente vascular cerebral, lesões, acidentes, diabetes e até infecções.

De acordo com o médico Neal Freedman, um dos pesquisadores envolvidos no estudo, beber de duas a três xícaras de café por dia reduz o risco de morte prematura de 10% a 15%. No entanto, o médico alerta que doses maiores, especialmente acima de seis xícaras, não trazem mais benefícios.

Os participantes da pesquisa possuíam idades entre 50 a 71 anos e foram acompanhados por 12 anos. O maior obstáculo encontrado para a longevidade por meio da ajuda do café dentro do grupo, segundo o médico, foi a ligação estabelecida com o cigarro. “Em nosso estudo, as pessoas que bebiam café eram muito mais propensas a fumar, que é um fator de risco muito forte para a morte”, disse Neal.

De acordo com o pesquisador, o consumo de café também está aliado a outros comportamentos ligados a problemas de saúde, tais como beber muito álcool, o consumir carne vermelha em excesso e manter uma vida sedentária. “Todos esses fatores de risco são normalmente associados com aumento do risco de morte, o que fez parte de nossa pesquisa também”, acrescentou.

O estudo não descobriu como o café reduz a taxa de mortalidade, por isso, o grupo encomendou novas pesquisas para identificar as substâncias químicas da cafeína que podem contribuir com esse efeito. “O café pode ter esse efeito por alterar a pressão arterial, mas é possível que outros compostos também sejam importantes para o aumento de longevidade”, explicou.

O estudo, publicado no Journal of Caffeine Research, também não precisou se o café normal é mais benéfico à saúde do que a versão descafeinada.

foto: Getty Images