‘Documentário’ que liga Gangnam Style ao fim do mundo faz sucesso na internet

Publicado por Zero Hora

Vídeo sugere que música do coreano Psy faria parte de profecia de Nostradamus

Psy Foto: John Shearer / AP
Psy
Foto: John Shearer / AP

Se os Quatro Cavaleiros do Apocalipse estão prestes a descer na Terra, parece que um deles virá da Coreia do Sul, montado em um corcel invisível ao som do sucesso Gangnam Style. Redes sociais e sites da Coreia do Sul estão em polvorosa nos últimos dias por causa de uma previsão atribuída ao vidente francês do século 16 Nostradamus, sugerindo que o cantor Psy não é o gentil e sorridente cantor de 34 anos que ele parece ser.

– Na calma manhã, o fim virá quando o número de círculos do cavalo dançante chegar a nove – diz a profecia que circula em sites, Facebook e Twitter.

Claramente falsa, a citação tem origem num “documentário” enganoso de cinco minutos do Youtube que já foi visto por 1,5 milhão de pessoas e que liga Nostradamus e Psy à profecia de 21 de dezembro dos Maias, que prevê o fim do mundo.

Veja o documentário:

A Coreia do Sul é conhecida como a “terra da manhã calma”, o “cavalo dançante” é a dança que Psy criou para suas apresentações e os nove círculos são os nove zeros que o seu clipe Gangnam Style terá quando for visto por um bilhão de pessoas no Youtube. No momento, o vídeo foi visto 972 milhões de vezes, e poderia chegar a um bilhão por volta do dia 21 de dezembro.

O “documentário” é narrado por uma voz sinistra que nota a “dominação cultural de Psy sobre a civilização ocidental” com imagens do cantor dançando com Britney Spears e o líder das Nações Unidas Ban Ki-moon.

– O mal tão sedutor, que parece ‘cool’, vai entortar a mente das pessoas com um comportamento contagiante – diz a voz, com imagens de grupos de pessoas executando o “cavalo dançante” em “flash mobs” por todo o mundo.

A paródia fez muito sucesso na Coreia do Sul, talvez como distração para o povo que busca alívio após o lançamento de um foguete, na semana passada, pela Coreia do Norte e das eleições presidenciais de quarta-feira.

“É hilário… pelo visto, circular um boato bobo na internet é algo que acontece no mundo todo”, escreveu uma pessoa no twitter.

“Agora Psy está sendo comparado a Nostradamus? Isso mostra como ele ficou popular!” afirmou outra pessoa no Twitter.

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Após cristãos e mulçumanos, sem-religião são 3º maior grupo no mundo

ateusPublicado no BBC Brasil [via Terra]

O grupo dos que se declaram ateus, agnósticos ou sem religião em todo o mundo só fica atrás daqueles que se dizem cristãos e muçulmanos. Na média, 8 em cada 10 habitantes do planeta se declaram religiosos.

Os dados são do primeiro relatório Global Religious Landcaspe (Panorama Global da Religião), feito com dados de quase todo o planeta e organizado pelo Fórum Pew sobre Religião e Vida Pública, parte da organização independente Centro de Pesquisas Pew, em Washington.

No total, 31,5% da população mundial se considera cristã (incluindo católicos romanos, ortodoxos e protestantes). Em seguida vêm os muçulmanos (sunitas e xiitas), com 23,2% do total.

Os que se declaram ateus, agnósticos ou não-filiados a alguma religião formam 16,3% da população mundial, percentual superior ao de hindus, 15%, budistas (7,1%), seguidores de religiões étnicas ou folclóricas (5,9%) e judeus (0,2%).

No Brasil, 7,9% dizem não ter religião ou não acreditar em divindade, sendo que 88,9% se declaram cristãos.

As conclusões do estudo não diferenciam as diversas divisões dentro de cada grupo – católicos e protestantes, por exemplo, estão agrupados como cristãos.

Cerca de 2,8% dos brasileiros dizem pertencer a religiões étnicas, como o candomblé. Outros grupos, como judeus e muçulmanos, são menos de 1%.

Por se tratar da primeira base de dados do gênero, não é possível, ainda, traçar tendências de crescimento ou declínio.

Distribuição

A maior parte dos que se declaram ateus, agnósticos ou sem religião estão em países comunistas ou ex-comunistas, onde tradicionalmente a religião não foi vista com bons olhos. Na China, 52,2% estão nesse grupo. Em Cuba, 23%.

Na América Latina, o país menos religioso é o Uruguai, com 40,7% da população dizendo não pertencer a nenhuma denominação – entre elas está o presidente do país, José Mujica, que se diz agnóstico.

As Américas, assim como a Europa e a África subsahariana, são o lar da maioria dos cristãos do planeta. O cristianismo também é a religião com maior capilaridade no mundo, segundo o estudo.

Os muçulmanos estão em sua maioria concentrados na Ásia, no Oriente Médio e na África. Chama a atenção, no entanto, o grande percentual de muçulmanos na Europa. Os seguidores do Islã já são 43,5 milhões, equivalente quase à população da Espanha (de 47 milhões). No Brasil são 40 mil.

Os hindus estão quase todos concentrados na Índia.

Já os judeus são majoritários apenas em Israel, onde formam 75,6% da população e somam 5.610 milhões de pessoas. O número é menor que o da população judaica americana, de 5,690 milhões. No Brasil são 110 mil judeus.

charge: Internet

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Estudo: vício em pornografia online pode causar perda de memória

Publicado originalmente no Terra

Pessoas viciadas em assistir a pornografia na internet correm o risco de sofrer perda de memória a curto prazo, indica uma pesquisa feita por cientistas alemães. O estudo da Universidade de Duisburg-Essen investigou a parte do cérebro responsável por manter uma informação na mente enquanto executa uma tarefa, área fundamental para a compreensão, raciocínio, resolução de problemas e tomadas de decisões. As informações são do jornal inglês Daily Mail

O estudo teve 28 homens heterossexuais com idade média de 26 anos, que olharam para uma sequência de imagens em um computador, algumas pornográficas. A cada imagem, eles tinham que responder se aquela foto havia sido mostrada quatro slides antes ou não. A média de acerto quando uma imagem pornográfica era mostrada foi de 67%, número que subiu para 80% com imagens sem conteúdo sexual.

De acordo com os pesquisadores, as descobertas podem ajudar psicólogos a entenderem por que alguns pacientes viciados em pornografia online se esquecem de dormir, perdem compromissos, se esquivam de responsabilidades profissionais ou negligenciam relacionamentos. “A excitação sexual e seus impactos sobre os processos cognitivos podem explicar parte destes efeitos negativos”, escreveram os pesquisadores.

O estudo ainda está na primeira fase, segundo os cientistas, e precisam ser testados com relação ao gênero e à orientação sexual.

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No Reino Unido, “o que é o amor” é frase mais buscada no Google

Diversos especialitas comentam sobre a definição \"do que é o amor\", frase mais buscada no Google em 2012 Foto: Getty Images
Diversos especialitas comentam sobre a definição “do que é o amor”, frase mais buscada no Google em 2012

Publicado originalmente no Terra

“O que é o amor” foi a frase mais pesquisada no Google em 2012, de acordo com uma categoria criada pela empresa que reuniu as dez perguntas mais buscadas com o termo “o que é…” no Reino Unido. Na tentativa de se aprofundar na questão, o jornal britânico The Guardian reuniu escritores dos campos da ciência, psicoterapia, literatura, religião e filosofia para que cada um desse a sua própria definição.

Para o físico Jim Al-Khalili, o “amor é química”. “Biologicamente, o amor é uma condição neurológica poderosa como a fome ou a sede, só que mais poderosa”, explica. Ele acrescenta que o fato de o amor ser tratado como algo incondicional se deve ao fato de ser incontrolável. “Enquanto a luxúria é um desejo sexual passional temporário envolvendo a liberação de químicas como testosterona e estrogênio, no amor verdadeiro, o cérebro pode liberar todo um conjunto de produtos químicos: os feromônios, a dopamina, noradrenalina, serotonina, oxitocina e vasopressina”, pontuou.

Ele disse, ainda, que, partindo-se de uma perspectiava evolucionária, o amor pode ser visto como uma ferramenta de sobrevivência, “um mecanismo que envolve promover longas relações, defesa múta e apoio familar”.

Já a psicoterapeuta Philippa Perry acredida que “o amor tem muitos disfarces”, partindo do princípio que os nossos ancenstrais não rotulavam uma série de emoções como “amor”, em uma única palavra. “Philia é o que eles viam como uma intimidade profunda mas nao sexual entre amigos próximos e membros da família. Ludus descreve uma afeição mais lúdica. Pragma é amor maduro que se desenvolve depois de um longo período”, observa.

Ela também cita o termo “agape”, como um amor mais generalista, sem exclusividade; e “philautia”, como amor próprio, sem ter um peso egoísta. Ela ressalta que Aristóteles descobriu que antes de tomar conta dos outros, é preciso cuidar de si próprio. “O amor está acima de tudo. Mas é surreal imaginar que todos os tipos sejam vividos com uma só pessoa. É por isso que a família e a comunidade são importantes”.

O filósofo Julian Baggini define o amor como um “compromisso passional”, explicando que o amor pelos pais, parceiros, filhos, vizinhos e por Deus têm qualidades diferentes. “Cada um tem suas variáveis: cego, unilateral, trágico, recíproco, incondicional. Todo amor é um tipo de compromisso passional que nutrimos e desenvolvemos, ainda que cheguem em nossas vidas espontaneamente”, destacou, acrescentando que, sem comprometimento, o que resta é somente paixão.

A romancista Jojo Moyes acredita que o amor “move todas as grandes histórias”. Para ela, o amor depende de onde se está em relação a ele. “Seguro nele, pode ser mundano e necessário como o ar – você existe por ele, quase que sem notar. Privado dele, pode se tornar uma obesessão, uma dor física”. Ela acrescenta que o amor conduz não só as histórias romanticas, mas também as que envolvem laços entre pais e filhos, familía e até pelo próprio país. “Este é o ponto por trás da fascinação: o que separa você do amor, quais obstáculos que aparecem pelo caminho”, conclui.

A freira Catherine Wybourn acredita que “o amor é livre mas ainda nos une”. Segundo a religiosa, o amor é mais facilmente experienciado do que definido. Sob o ponto de vista cristão, o amor a Deus sob todas as coisas, e ao próximo como a si próprio podem ser teorias aplicadas na generosidade, gentileza e autossacrifício. “O amor é a única coisa que nunca poderá ferir ninguém, embora possa custar caro. O paradoxo do amor é que ele é extremamente livre, mas nos une com vínculos mais fortes do que a morte. “Ele não pode ser comprado ou vendido, não há nada que não possa enfrentar, o amor é a maior bênção da vida”, finalizou.

Foto: Getty Images

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Profecia de Nostradamus ligaria fim do mundo a Psy, de Gangnam Style

Publicado originalmente na Revista Monet

Como se não bastasse ter que enfrentar a repercussão da revelação de uma música sua que pregava “morte aos ianques”, agora Psy precisa enfrentar um peso ainda maior. De acordo com um post na comunidade apocalíptica The Project Avalon Forum, o sucesso de Gangnam Style seria um sinal do fim dos tempos, de acordo com uma previsão de Nostradamus (1503-1566). Por consequência, teria ligação com o apocalipse maia marcado para o dia 21 de dezembro.

O texto do bom e velho Nostradamus diz o seguinte: “From the calm morning, the end will come When of the dancing horse the number of circles will be 9″ (algo como “Na calma manhã, o fim virá quando o número de círculos do cavalo dançante chegar a 9”). A alusão é impressionantemente simples – isso se Gangnam Style chegar a 1 bilhão de views no You Tube no dia 21 de dezembro. São 9 zeros, não? E mais: o nome do país de onde vem Psy (a Coreia do Sul) significa “terra da calma manhã”.

Agora, vem cá, o que tem a ver os maias e Nostradamus?

De qualquer forma, é bom checar quantas visulaizações Gangnam Style tem no YouTube (enquanto publicávamos este texto, o vídeo havia sido visto 936 milhões, 108 mil e 559 vezes; ufa) e fazer de tudo para que o número 1 bilhão chegue antes (ou depois) do dia 21, ok? Só para prevenir.

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