Acabe com o estresse no fim de ano: veja 9 dicas

Pode parecer estranho, mas o otimismo não funciona para todo mundo Foto: Getty Images
Pode parecer estranho, mas o otimismo não funciona para todo mundo

Publicado originalmente no Terra

A época é para ser de tranquilidade, mas final de ano pode acabar virando motivo de estresse. As festas estão se aproximando, junto com a obrigação das compras de Natal, reuniões familiares e metas a serem atingidas no trabalho. É natural, todo mundo fica pressionado a corresponder as expectativas que envolvem o fim do ano. Por isso, o site Huffington Post listou nove maneiras cientificamente comprovadas para acabar com o estresse. Confira a seguir.

Sem cobrança: não se cobre tanto e aprenda a olhar para os seus erros com compreensão. Estudos mostram que pessoas menos críticas são mais felizes, otimistas, menos deprimidas e mais bem sucedidas. A maioria das pessoas acredita que as cobranças e o perfeccionismo são formas de aprender com os erros, mas reduzir o estresse melhora o desempenho. Dê uma pausa!

Veja por outros ângulos: tudo o que você precisa fazer pode ser visto e pensado de outra maneira. Por exemplo, praticar exercícios pode ser descrito como “ficar saudável” ou “atingir 10 km/h”, depende de como você vê.  Pensando no geral, o trabalho que você faz pode ser energizante e produtivo em vez de estressante. Assim, quando ficar aquela hora extra em um dia de trabalho cansativo, pense como isso vai contribuir para sua carreira e não em frases como “preciso responder e-mail por mais uma hora”.  Isso ajuda a dar pique para continuar.

Acredite em rotina: se alguém pedir para você listar as principais causas de estresse, sem dúvida, os prazos, carga de trabalho e burocracia estarão nesta lista. Isso porque, toda vez em que é preciso tomar uma decisão – seja em uma reunião, contratação de um novo funcionário ou cereais no café da manhã – é criado um estado de tensão mental. A solução é escolher uma hora do dia para tomar todas as decisões possíveis. Programe seu dia. Rotinas simples podem reduzir ansiedade.

Dez minutos livres: não importa o que você vai escolher, tire cinco ou dez minutos diários para fazer o que gosta. Uma pesquisa recente mostrou que o tempo livre, mesmo que em curto período, reabastece a energia para continuar a fazer suas obrigações.

Lista de afazeres: não basta ter apenas uma lista de obrigações, é preciso programar onde e quando realizá-las. Isso evita pendências no final do dia e, consequentemente, deixa o estresse de lado. Planejar é a melhor maneira para ajudá-lo a atingir qualquer objetivo. De acordo com estudos, tudo o que fizer na vida – desde dietas a planilha de trabalho – têm duas vezes mais chances de dar certo se tiver planejamento.

Trabalho é progresso, não perfeição: durante o trabalho, é comum que as pessoas queiram realizar tudo com perfeição e (mesmo que inconscientemente) se comparam a outros funcionários da empresa. Assim, começam a duvidar da própria capacidade quando alguma coisa não sai como planejado, o que cria estresse e ansiedade. Ironicamente, o excesso de preocupação com suas habilidades podem levar ao fracasso. Em vez de querer atingir a perfeição e ser melhor que os outros, foque em fazer progressos.

“Se”: uma forma de combater o estresse é imaginar situações. Estudos recentes mostram que toda vez em que alguém questiona “e se…?” para alguma situação, ajuda a controlar respostas emocionais para sentimentos de medo, tristeza, cansaço e insegurança.  Basta pensar em um tipo de resposta que você deseja para determinada situação, por exemplo: “se eu tiver muitos e-mails na minha caixa de entrada, vou ficar calmo e relaxado”. Tudo bem, pode parecer estranho, mas funciona.

Relembre suas conquistas: qualquer pequena vitória vai ajudá-lo a ter energia e vontade de continuar. Refletir sobre o que já foi realizado até agora é uma forma de enfrentar os desafios futuros.

Otimismo ou pessimismo: pode parecer estranho, mas o otimismo não funciona para todo mundo. Para algumas pessoas, trabalho se resume a oportunidades de realização, com foco de maximizar ganhos. Por outro lado, outras envolvem o trabalho com segurança e o fato de minimizar perdas, tentando se agarrar o que já foi conquistado. Cada um age de uma forma para alcançar o mesmo objetivo. Você passa a vida atrás de elogios ou cumprindo responsabilidades? É preciso descobrir o que mais funciona com você.

Foto: Getty Images

Leia Mais

‘Documentário’ que liga Gangnam Style ao fim do mundo faz sucesso na internet

Publicado por Zero Hora

Vídeo sugere que música do coreano Psy faria parte de profecia de Nostradamus

Psy Foto: John Shearer / AP
Psy
Foto: John Shearer / AP

Se os Quatro Cavaleiros do Apocalipse estão prestes a descer na Terra, parece que um deles virá da Coreia do Sul, montado em um corcel invisível ao som do sucesso Gangnam Style. Redes sociais e sites da Coreia do Sul estão em polvorosa nos últimos dias por causa de uma previsão atribuída ao vidente francês do século 16 Nostradamus, sugerindo que o cantor Psy não é o gentil e sorridente cantor de 34 anos que ele parece ser.

– Na calma manhã, o fim virá quando o número de círculos do cavalo dançante chegar a nove – diz a profecia que circula em sites, Facebook e Twitter.

Claramente falsa, a citação tem origem num “documentário” enganoso de cinco minutos do Youtube que já foi visto por 1,5 milhão de pessoas e que liga Nostradamus e Psy à profecia de 21 de dezembro dos Maias, que prevê o fim do mundo.

Veja o documentário:

A Coreia do Sul é conhecida como a “terra da manhã calma”, o “cavalo dançante” é a dança que Psy criou para suas apresentações e os nove círculos são os nove zeros que o seu clipe Gangnam Style terá quando for visto por um bilhão de pessoas no Youtube. No momento, o vídeo foi visto 972 milhões de vezes, e poderia chegar a um bilhão por volta do dia 21 de dezembro.

O “documentário” é narrado por uma voz sinistra que nota a “dominação cultural de Psy sobre a civilização ocidental” com imagens do cantor dançando com Britney Spears e o líder das Nações Unidas Ban Ki-moon.

– O mal tão sedutor, que parece ‘cool’, vai entortar a mente das pessoas com um comportamento contagiante – diz a voz, com imagens de grupos de pessoas executando o “cavalo dançante” em “flash mobs” por todo o mundo.

A paródia fez muito sucesso na Coreia do Sul, talvez como distração para o povo que busca alívio após o lançamento de um foguete, na semana passada, pela Coreia do Norte e das eleições presidenciais de quarta-feira.

“É hilário… pelo visto, circular um boato bobo na internet é algo que acontece no mundo todo”, escreveu uma pessoa no twitter.

“Agora Psy está sendo comparado a Nostradamus? Isso mostra como ele ficou popular!” afirmou outra pessoa no Twitter.

Leia Mais

Após cristãos e mulçumanos, sem-religião são 3º maior grupo no mundo

ateusPublicado no BBC Brasil [via Terra]

O grupo dos que se declaram ateus, agnósticos ou sem religião em todo o mundo só fica atrás daqueles que se dizem cristãos e muçulmanos. Na média, 8 em cada 10 habitantes do planeta se declaram religiosos.

Os dados são do primeiro relatório Global Religious Landcaspe (Panorama Global da Religião), feito com dados de quase todo o planeta e organizado pelo Fórum Pew sobre Religião e Vida Pública, parte da organização independente Centro de Pesquisas Pew, em Washington.

No total, 31,5% da população mundial se considera cristã (incluindo católicos romanos, ortodoxos e protestantes). Em seguida vêm os muçulmanos (sunitas e xiitas), com 23,2% do total.

Os que se declaram ateus, agnósticos ou não-filiados a alguma religião formam 16,3% da população mundial, percentual superior ao de hindus, 15%, budistas (7,1%), seguidores de religiões étnicas ou folclóricas (5,9%) e judeus (0,2%).

No Brasil, 7,9% dizem não ter religião ou não acreditar em divindade, sendo que 88,9% se declaram cristãos.

As conclusões do estudo não diferenciam as diversas divisões dentro de cada grupo – católicos e protestantes, por exemplo, estão agrupados como cristãos.

Cerca de 2,8% dos brasileiros dizem pertencer a religiões étnicas, como o candomblé. Outros grupos, como judeus e muçulmanos, são menos de 1%.

Por se tratar da primeira base de dados do gênero, não é possível, ainda, traçar tendências de crescimento ou declínio.

Distribuição

A maior parte dos que se declaram ateus, agnósticos ou sem religião estão em países comunistas ou ex-comunistas, onde tradicionalmente a religião não foi vista com bons olhos. Na China, 52,2% estão nesse grupo. Em Cuba, 23%.

Na América Latina, o país menos religioso é o Uruguai, com 40,7% da população dizendo não pertencer a nenhuma denominação – entre elas está o presidente do país, José Mujica, que se diz agnóstico.

As Américas, assim como a Europa e a África subsahariana, são o lar da maioria dos cristãos do planeta. O cristianismo também é a religião com maior capilaridade no mundo, segundo o estudo.

Os muçulmanos estão em sua maioria concentrados na Ásia, no Oriente Médio e na África. Chama a atenção, no entanto, o grande percentual de muçulmanos na Europa. Os seguidores do Islã já são 43,5 milhões, equivalente quase à população da Espanha (de 47 milhões). No Brasil são 40 mil.

Os hindus estão quase todos concentrados na Índia.

Já os judeus são majoritários apenas em Israel, onde formam 75,6% da população e somam 5.610 milhões de pessoas. O número é menor que o da população judaica americana, de 5,690 milhões. No Brasil são 110 mil judeus.

charge: Internet

Leia Mais

Estudo: vício em pornografia online pode causar perda de memória

Publicado originalmente no Terra

Pessoas viciadas em assistir a pornografia na internet correm o risco de sofrer perda de memória a curto prazo, indica uma pesquisa feita por cientistas alemães. O estudo da Universidade de Duisburg-Essen investigou a parte do cérebro responsável por manter uma informação na mente enquanto executa uma tarefa, área fundamental para a compreensão, raciocínio, resolução de problemas e tomadas de decisões. As informações são do jornal inglês Daily Mail

O estudo teve 28 homens heterossexuais com idade média de 26 anos, que olharam para uma sequência de imagens em um computador, algumas pornográficas. A cada imagem, eles tinham que responder se aquela foto havia sido mostrada quatro slides antes ou não. A média de acerto quando uma imagem pornográfica era mostrada foi de 67%, número que subiu para 80% com imagens sem conteúdo sexual.

De acordo com os pesquisadores, as descobertas podem ajudar psicólogos a entenderem por que alguns pacientes viciados em pornografia online se esquecem de dormir, perdem compromissos, se esquivam de responsabilidades profissionais ou negligenciam relacionamentos. “A excitação sexual e seus impactos sobre os processos cognitivos podem explicar parte destes efeitos negativos”, escreveram os pesquisadores.

O estudo ainda está na primeira fase, segundo os cientistas, e precisam ser testados com relação ao gênero e à orientação sexual.

Leia Mais

No Reino Unido, “o que é o amor” é frase mais buscada no Google

Diversos especialitas comentam sobre a definição \"do que é o amor\", frase mais buscada no Google em 2012 Foto: Getty Images
Diversos especialitas comentam sobre a definição “do que é o amor”, frase mais buscada no Google em 2012

Publicado originalmente no Terra

“O que é o amor” foi a frase mais pesquisada no Google em 2012, de acordo com uma categoria criada pela empresa que reuniu as dez perguntas mais buscadas com o termo “o que é…” no Reino Unido. Na tentativa de se aprofundar na questão, o jornal britânico The Guardian reuniu escritores dos campos da ciência, psicoterapia, literatura, religião e filosofia para que cada um desse a sua própria definição.

Para o físico Jim Al-Khalili, o “amor é química”. “Biologicamente, o amor é uma condição neurológica poderosa como a fome ou a sede, só que mais poderosa”, explica. Ele acrescenta que o fato de o amor ser tratado como algo incondicional se deve ao fato de ser incontrolável. “Enquanto a luxúria é um desejo sexual passional temporário envolvendo a liberação de químicas como testosterona e estrogênio, no amor verdadeiro, o cérebro pode liberar todo um conjunto de produtos químicos: os feromônios, a dopamina, noradrenalina, serotonina, oxitocina e vasopressina”, pontuou.

Ele disse, ainda, que, partindo-se de uma perspectiava evolucionária, o amor pode ser visto como uma ferramenta de sobrevivência, “um mecanismo que envolve promover longas relações, defesa múta e apoio familar”.

Já a psicoterapeuta Philippa Perry acredida que “o amor tem muitos disfarces”, partindo do princípio que os nossos ancenstrais não rotulavam uma série de emoções como “amor”, em uma única palavra. “Philia é o que eles viam como uma intimidade profunda mas nao sexual entre amigos próximos e membros da família. Ludus descreve uma afeição mais lúdica. Pragma é amor maduro que se desenvolve depois de um longo período”, observa.

Ela também cita o termo “agape”, como um amor mais generalista, sem exclusividade; e “philautia”, como amor próprio, sem ter um peso egoísta. Ela ressalta que Aristóteles descobriu que antes de tomar conta dos outros, é preciso cuidar de si próprio. “O amor está acima de tudo. Mas é surreal imaginar que todos os tipos sejam vividos com uma só pessoa. É por isso que a família e a comunidade são importantes”.

O filósofo Julian Baggini define o amor como um “compromisso passional”, explicando que o amor pelos pais, parceiros, filhos, vizinhos e por Deus têm qualidades diferentes. “Cada um tem suas variáveis: cego, unilateral, trágico, recíproco, incondicional. Todo amor é um tipo de compromisso passional que nutrimos e desenvolvemos, ainda que cheguem em nossas vidas espontaneamente”, destacou, acrescentando que, sem comprometimento, o que resta é somente paixão.

A romancista Jojo Moyes acredita que o amor “move todas as grandes histórias”. Para ela, o amor depende de onde se está em relação a ele. “Seguro nele, pode ser mundano e necessário como o ar – você existe por ele, quase que sem notar. Privado dele, pode se tornar uma obesessão, uma dor física”. Ela acrescenta que o amor conduz não só as histórias romanticas, mas também as que envolvem laços entre pais e filhos, familía e até pelo próprio país. “Este é o ponto por trás da fascinação: o que separa você do amor, quais obstáculos que aparecem pelo caminho”, conclui.

A freira Catherine Wybourn acredita que “o amor é livre mas ainda nos une”. Segundo a religiosa, o amor é mais facilmente experienciado do que definido. Sob o ponto de vista cristão, o amor a Deus sob todas as coisas, e ao próximo como a si próprio podem ser teorias aplicadas na generosidade, gentileza e autossacrifício. “O amor é a única coisa que nunca poderá ferir ninguém, embora possa custar caro. O paradoxo do amor é que ele é extremamente livre, mas nos une com vínculos mais fortes do que a morte. “Ele não pode ser comprado ou vendido, não há nada que não possa enfrentar, o amor é a maior bênção da vida”, finalizou.

Foto: Getty Images

Leia Mais