12 paisagens da Terra que parecem ter saído de um sonho

Publicado no Hype Science

Selecionamos imagens de lugares que parecem ter saído de outro planeta, ou de um sonho. Por incrível que pareça, é tudo real. Alguns lugares podem estar até pertinho de você, no Brasil.

1. Cânion Antelope (EUA)

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Entre os diversos cânions dos EUA, o Cânion Antelope se destaca por ser muito estreito. A entrada de luz pela parte superior do cânion cria cenas incríveis lá dentro.

2. Lençóis Maranhenses (Brasil)

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O parque dos Lençóis Maranhenses é um dos lugares mais lindos do Brasil, e sem dúvidas do mundo. As dunas de areia lembram o deserto do Saara. A diferença é que o local é cheio de encantadoras piscinas naturais.

3. Travertinos de Pamukkale (Turquia)

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Os Travertinos de Pamukkale formam uma paisagem tão bela e surreal que o local é usado de “spa” desde os romanos antigos. Eles consideravam as piscinas sagradas, e o local ainda está cheio de ruínas de colunas de mármore de templos romanos.

Atualmente, Pamukkale é o local preferido de banhistas que querem relaxar na Turquia. A água quente, cheia de cálcio, forma pequenas cascatas sobre falésias. Quando essa região esfria, o cálcio branco e brilhante se aglomera e forma as piscinas naturais.

4. Praia Vermelha (China)

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A Praia Vermelha está localizada no rio Liaohe, na China. Recebe esse nome por causa de uma alga marinha vermelha que cresce no solo salino-alcalino. A planta começa a crescer no mês de abril e permanece verde durante o verão.

No outono, acontece o fenômeno que originou o nome da área, quando a cor da alga vira um vermelho vivo. Parece até que alguém resolve cobri-la com um tapete vermelho gigante. Apenas uma pequena parte da Praia Vermelha é aberta aos turistas, pois a área é uma reserva natural.

5. Dragoeiros (Iêmen)

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O dragoeiro é uma árvore incomum, nativa dos arquipélagos das Canárias, Madeira e Açores. No pequeno arquipélago de Socotra, no Iêmen, as árvores formam uma paisagem exótica. Os dragoeiros crescem lentamente, precisando de uma década para atingir apenas um metro de altura.

6. Sossusvlei (Namíbia)

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Se algum dia você visitar a Namíbia, lembre-se de ir até o remoto deserto Sossusvlei. No Namib-Naukluft Park, as dunas de areia de até 300 metros criam uma beleza inspiradora. As dunas desse deserto estão entre as mais altas do mundo, e diz-se que subir no topo de uma delas é uma experiência inesquecível.

7. Terraços de arroz (Indonésia)

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Os campos de arroz em Bali, na Indonésia, parecem intermináveis sobre os montes e vales.

8. Porta do Inferno (Turcomenistão)

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A Porta do Inferno, no Turcomenistão, é um buraco de 100 metros de largura cheio de fogo. Geólogos resolveram perfurar o local em 1971, mas criaram acidentalmente uma cratera enorme, que libera gases tóxicos. Cientistas atearam fogo no local tentando dissipar os gases, e desde lá as chamas nunca se extinguiram.

9. Calçada dos Gigantes (Irlanda do Norte)

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A Calçada dos Gigantes reúne cerca de 40 mil colunas de basalto, encaixadas como se formassem uma enorme calçada de pedras gigantescas. A formação natural ficou conhecida graças à capa do álbum Houses of the Holy, da banda britânica de rock Led Zeppelin, que mostra uma imagem do local.

10. Túnel do Amor (Ucrânia)

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O Túnel do Amor é um lugar escondido na Ucrânia que lembra um sonho ou um filme de fantasia. Trens passam por esse túnel, que atrai fotógrafos e casais apaixonados.

11. The Wave (Estados Unidos)

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The Wave (A Onda) revela uma das mais belas paisagens do sudoeste dos EUA. A formação rochosa está situada no Arizona.

12. Capadócia (Turquia)

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A Capadócia é uma região histórica e turística da Anatólia central, na Turquia. É o local mais visualmente impressionante do país, especialmente pela “paisagem lunar”, provocada pela erosão que formou cavernas, fendas e dobras na rocha vulcânica macia.

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A religião dos outros

gregorioGregorio Duvivier, na Folha de S.Paulo

Sério, gente, vocês têm que parar de rir da religião dos outros. A fé das pessoas é uma coisa sagrada. Não, macumba é diferente. Vocês têm que fazer um vídeo sobre macumba.

Macumba não é religião, macumba é magia negra. Macumba, umbanda, candomblé, vudu, tudo a mesma coisa de preto velho. Misifi põe uma galinha preta na encruzilhada que eu trago a pessoa amada em três dias.

Por favor, faz um vídeo sobre isso. Desculpa, gente, mas é que macumba é muito engraçado. Espiritismo também é uma piada pronta. Sabe o que vocês podem dizer? Que quem conversa com gente morta é esquizofrênico e tem que ser internado.

Budismo não é religião, é moda. Tem seis gatos pingados no Tibet e o resto é tudo socialite e ator em início de carreira. Fora que aqueles monges são muito gordos pra quem é vegetariano. Ninguém me convence que quando ninguém tá olhando eles comem uma picanha.

Mas pelo menos eles não pintam a cara igual hare krishna. Aquilo não é religião, aquilo é pretexto pra não tomar banho. Vocês não entenderam: quando eu digo religião, eu tô falando das religiões sérias.

Não, islamismo já é sério demais. Aí tem que zoar. Aquelas mulheres de burca parecem um apicultor. E os terroristas que acham que vão se encontrar com 30 virgens? Isso dava um vídeo. Quando eu digo religião, eu tô falando das religiões da Bíblia.

Não, judeu pode zuar também, claro. Judeu por acaso lê Bíblia? Estranho, foram eles que mataram Jesus.

Vocês têm que rir daquele bando de mão-de-vaca. Por que é que não fizeram nenhum vídeo de judeu? Tem que fazer.

Eu tô falando da Bíblia de verdade, completa, sem cortes. A escritura sagrada, que fala da vinda do Deus vivo à Terra.

Acho que é isso: quando eu digo religião, eu tô falando das religiões que envolvem Jesus. Não, não tô falando do Inri Cristo. Gente, eu tô falando sério. Quando eu digo religião, eu tô falando das religiões que envolvem Jesus, Maria, José, as que têm multidões de fiéis.

Tem que rir das religiões menores, as religiões de preto, de judeu. Não tem graça rir da fé da maioria do povo brasileiro. Acho que é isso: quando eu digo religião, eu tô falando a religião da maioria. Aí é que perde a graça.

Sim, por acaso essa é a minha religião. Tá bom. Quando eu digo que não pode brincar com religião, eu tô falando da minha religião. A minha religião não tem a menor graça.

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“Não se pode demonizar igrejas evangélicas dizendo que só elas apoiaram ditadura”

“As igrejas evangélicas hoje no Brasil passam por um período de trevas. É preciso que haja a percepção que nem todo evangélico é igual a Marco Feliciano, que há evangélicos com posições em defesa da justiça, da liberdade, da solidariedade e da verdade”

pauloayresPublicado por Agência Brasil [via Terra]

O bispo emérito da Igreja Metodista e teólogo Paulo Ayres disse durante depoimento às comissões Nacional e Estadual da Verdade no auditório da Caixa de Assistência dos Advogados do Estado do Rio de Janeiro (Caarj), no centro do Rio, que não se pode demonizar a atuação de igrejas com a definição somente de que elas apoiaram o Golpe de 64 e a ditadura. Muitos integrantes, como ele, defendiam posições contrárias.

‘Tanto no caso da Igreja Metodista, como na Presbiteriana e na Batista, foram nossos próprios irmãos que agiram em nome da repressão contra nós, muitas vezes forçados até pela repressão do governo militar, mas havia gente que, por assumir posições contrárias ao que estava dominando no país, tiveram que pagar um preço. As igrejas não são corpos estranhos na sociedade’, esclareceu.

No depoimento, Paulo Ayres fez um relato sobre a participação das igrejas evangélicas no período e mostrou que o trabalho teve ligações com igrejas católicas e com pessoas que não tinham religião. Na avaliação do teólogo, as informações que apresentou na audiência agregaram ao trabalho da comissão um resgate relevante porque, atualmente, as igrejas evangélicas passam por um período difícil. ‘As igrejas evangélicas hoje no Brasil passam por um período de trevas. É preciso que haja a percepção que nem todo evangélico é igual a Marcos Feliciano, que há evangélicos com posições em defesa da justiça, da liberdade, da solidariedade e da verdade’, disse.

Ayres defendeu que os torturadores do período da ditadura no Brasil sejam punidos. Ele contou que no período foi denunciado aos órgãos de repressão por um bispo da própria igreja que frequentava. ‘Alguns anos depois nos tornamos amigos e ele [o bispo que o denunciou] sabia que eu tinha conhecimento que havia me denunciado, mas, mesmo assim, acho que ele tem que ser punido’, disse Ayres.

Na avaliação dele, não haverá uma democracia plena no Brasil se os torturadores não forem levados à Justiça. ‘Se não vamos continuar tendo situações como, ‘cadê o Amarildo?’ O que nos anos 70 foi em relação aos presos políticos, hoje é em relação a qualquer cidadão, inclusive o Amarildo’, diss

Para o coordenador do grupo de trabalho Papel das Igrejas durante a ditadura da CNV, Anivaldo Padilha, o depoimento do bispo Paulo Ayres apresentou elementos novos sobre a própria situação de perseguições e delações e mostrou a necessidade de reflexão sobre a complexidade das instituições religiosas, no caso a composição das igrejas.

‘Não se pode olhá-las como se fossem homogêneas. Elas têm dentro de si seus conflitos e suas diversidades e posições políticas e as vezes teológicas divergentes. Posições em conflito que se manifestaram na época da ditadura que extrapolaram as fronteiras da convivência democrática com posições diferentes. Foram setores da igreja que denunciaram seus irmãos e irmãs, setores que apoiaram a ditadura e setores que se opuseram’, disse.

Antes do depoimento de Ayres, a comissão exibiu o depoimento de dom Waldyr Calheiros, bispo emérito de Volta Redonda, região do Vale do Paraíba, que atuou na defesa dos direitos de trabalhadores e de agentes de pastoral presos durante a ditadura. Aos 90 anos e com problemas de saúde, o depoimento foi feito por meio de vídeo que teve a captação de áudio e de imagens da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

O bispo disse que quem tomava posição dos problemas sociais era mau visto. ‘Quando não queriam mostrar as suas tendências, procuravam se esconder’, disse. Dom Waldyr contou episódios como o do ex-deputado Márcio Moreira Alves, que pertencia à pastoral universitária. Segundo o religioso, Márcio tinha posições claras e por isso foi perseguido e se complicou com o governo na ditadura e, por isso, foi morar na França.

‘Márcio tinha a sua mãezinha que por um acidente estava quase morrendo em situação dolorosa. Ele pediu para eu o acompanhar e conseguiram licença para o Márcio vir ao Brasil assistir o enterro da mãe. Era uma concessão só para o enterro. Márcio não aceitou e manteve a sua liberdade de posição’, revelou.

dica do Ailsom Heringer

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Cerveja com formiga saúva é produzida no Brasil

A formiga traz características cítricas ao sabor da bebida, similar ao capim cidreira

A bebida tem sabor cítrico e frutado (Foto: Divulgação)
A bebida tem sabor cítrico e frutado (Foto: Divulgação)

Publicado originalmente no Terra

Durante a última edição do encontro gastronômico ‘O Mercado’, em Sâo Paulo,  a Lamas Bier, em parceria com o proprietário do Empório Sagarana, Paulo Leite, e o jornalista Marcelo Cury, criaram a Saison Saúva, uma cerveja feita com figos, tucupi negro e formigas saúvas.

A ideia de colocar os insetos na receita veio de Leite, depois de comer as formigas e ter notado características cítricas no sabor, parecido com capim cidreira. A receita deu origem à uma cerveja picante, cítrica e frutada.

A Saison Saúva foi degustada há três semanas no evento de aniversário do Empório Sagarana e teve aprovação entre os idealizadores. Eles já pensam em uma nova receita de cerveja para a próxima edição do “O Mercado”, que deve acontecer ainda em setembro.

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