Ama e faz o que quiseres

Bíblia 10

Por Ed René Kivitz, no Facebook

Os debates morais têm em suas entrelinhas a discussão a respeito das fontes de autoridade para a normatização do que é aceitável e permitido, o que deve ser coibido e proibido. Existem várias fontes normativas: as escolas filosóficas, a ciência, a racionalidade (modernidade) e a subjetividade (pós modernidade) humanas, a antropologia e as construções culturais, são exemplos de critérios que ao longo do tempo vêm sendo usados para a definição do certo e errado. Mas não há dúvidas de que os textos sagrados são a fonte por excelência para um grande contingente de pessoas, notadamente as inseridas nas tradições religiosas: a Torah para os judeus, a Bíblia para os cristãos, o Corão para os islâmicos.

A Bíblia não pode ser lida de maneira literal e estática. Suas orientações éticas devem ser atualizadas. É necessário identificar o momento histórico e os contextos social e cultural em que foram pronunciados, buscar a inteligência das orientações, e verificar como se aplicam em diferentes períodos e circunstâncias.

Os conflitos entre as normatizações bíblicas e os dilemas éticos do mundo contemporâneo são cada vez mais complexos. O herói bíblico Josué, sucessor de Moisés e comandante responsável por conduzir o exército de Israel na posse da terra prometida, seria hoje condenado como criminoso de guerra acusado de crime contra a humanidade e genocídio, nos termos dos acordos internacionais, como a Convenção de Genebra e o Estatuto de Roma, que regem a Corte Penal Internacional, o Tribunal de Haya.

Caso o encontro entre o apóstolo Paulo e Onésimo ocorresse hoje, Filemon seria denunciado no Ministério Público e acusado do crime de exploração de trabalho escravo. Também seria impensável hoje em dia a condição da mulher nos tempos bíblicos, como por exemplo a situação em que Ló oferece suas duas filhas virgens para que sejam violentadas pela multidão e assim evitar evitar o assassinato xenófobo de hóspedes estrangeiros.

As leis reguladoras do divórcio também sofreram consideráveis ajustes ao longo dos tempos. Previsto na Torah, a Lei de Moisés, o divórcio era compreendido pela comunidade de Israel como um direito da mulher repudiada. O repúdio era o ato de rompimento do vínculo conjugal feito pelo homem insatisfeito com sua mulher. Ao oferecer carta de divórcio, o homem abria mão da posse da mulher com quem esteve casado – na sociedade patriarcal judaica a mulher era propriedade econômica do pai e depois do marido. A mulher repudiada sem carta de divórcio permanecia vinculada ao ex-marido (que sem a carta de divórcio não era considerado ex), e impedida de casar-se novamente. A carta de divórcio, portanto, foi uma orientação reparadora de uma injustiça e um ato de proteção da mulher vitimada pelos caprichos masculinos. Hoje, entretanto, na maioria das igrejas evangélicas ainda existe a crença de que “Deus odeia o divórcio”, quando na verdade “Deus odeio o repúdio que não se faz acompanhar da carta de divórcio”. Jesus era a favor do divórcio, uma vez que constava da Lei de Moisés. Apenas não era favorável ao divórcio “em qualquer situação”, e nesse caso se alinhava à visão conservadora do rabino Shammai, em detrimento da postura mais flexível do rabino Hilel. A sociedade contemporânea, chamada secular, por sua vez, sequer compreende o fato de que divórcio e novo casamento sejam tratados como tabús nas comunidades religiosas.

Estes poucos exemplos servem para demonstrar as razões da suspeita de que a Bíblia seja um livro desatualizado em termos de normatizações para a vida em sociedade. É necessário compreender, entretanto, que Jesus ressignifica a Lei de Moisés e eleva a régua do debate a respeito do certo e errado. Manter o debate nas categorias da Lei implica necessariamente a armadilha do farisaísmo do primeiro século: julgar a qualidade dos homens com base em comportamentos morais.

Sendo verdadeiro que a moral é o conjunto de práticas aceitas e incentivadas e reprovadas e coibidas de uma sociedade, a ética pode ser entendida como os critérios através dos quais são feitos os julgamentos morais. Por exemplo, a escravidão é inadmissível (costume/moral) pois todos os homens são iguais porque criados à imago Dei (princípio ético). A lei, por sua vez, é a regulamentação objetiva e formal da moral. Nesse caso, a escravidão não é apenas um costume (moral) inaceitável, justificado por um princípio (ética), como também crime (lei).

Jesus, entretanto, vai além da lógica ética-moral-lei. Sua proposta para o discernimento do certo e errado extrapola os princípios da tradicão, da filosofia e da teologia, confronta todas as práticas aceitas socialmente e exige a completa reinterpretação e ressignificação da senso comum social. Por essa razão cura no sábado, deixa de lavar as mãos antes das refeições, toca os impuros e se deixa tocar por eles, vive rodeado de pessoas de reputação duvidosa, impede a adúltera de ser apedrejada, e estabelece comunhão com estrangeiros, dentre outras atitudes escandalosas para sua sociedade e sua época, mas elogiadas nos dias de hoje como superação de fundamentalismos, preconceitos e intolerâncias.

Para encontrar o caminho a seguir nas encruzilhadas dos dilemas éticos, morais e legais, Jesus propõe o amor. A vida humana é complexa demais para que todas as questões sejam resolvidas através de regras e leis. O ser humano é valioso demais para que seja tratado de acordo com a letra fria das leis e da impessoalidade das regras. A ética, a moral, e a lei devem servir de referência para as decisões e relações. Mas toda vez que tiverem a última palavra, a lógica de Jesus estará invertida, como se “o homem tivesse sido criado para o sábado”. Diante de um ser humano em conflito a respeito do certo e do errado, vale o amor. Eis o desafio aos cristãos contemporâneos: viver a proposta de Jesus, interpretada por Santo Agostinho: “ama e faz o que quiseres”.

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‘Mentira deslavada’, dizem militares sobre mudança de postura de O Globo

O Clube Militar publicou o comunicado em seu site Foto: Reprodução
O Clube Militar publicou o comunicado em seu site
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O Clube Militar divulgou uma nota na qual faz uma análise sobre uma recente declaração emitida pelas Organizações Globo sobre o Golpe Militar de 1964. No último sábado, o jornal O Globo divulgou um texto no qual admite que errou ao apoiar a tomada do poder por parte dos militares. “Não há por que não reconhecer, hoje, explicitamente, que o apoio (ao golpe) foi um erro, assim como equivocadas foram outras decisões editoriais do período que decorreram desse desacerto original”, diz o texto, que pode ser  lido na íntegra no site Memória, que reúne a história de O Globo.

Porém, para o grupo de militares, tal justificativa é infundada e não passa de uma “mentira deslavada” por parte do grupo da família Marinho. De acordo com a opinião emitida pelo Clube Militar, a mudança de posição do grupo ocorre por causa da facilidade em se pesquisar o conteúdo publicado em jornais da época.

“Pouca gente tinha paciência e tempo para buscar nas coleções das bibliotecas, muitas vezes incompletas, os artigos do passado. Agora, porém, com a facilidade de poder pesquisar em casa ou no trabalho, por meio do portal eletrônico, muitos puderam ler o que foi publicado na década de 60 pelo jornalão, e por certo ficaram surpresos pelo apoio irrestrito e entusiasta que o mesmo prestou à derrubada do governo Goulart e aos governos dos militares. Nisso, aliás, era acompanhado pela grande maioria da população e dos órgãos de imprensa”, diz a nota.

A principal crítica do clube foi em relação à colocação do comunicado divulgado pelo O Globo, que classificou o apoio aos militares como um “equívoco redacional”. “O apoio ao Movimento de 64 ocorreu antes, durante e por muito tempo depois da deposição de Jango; em segundo lugar, não se trata de posição equivocada “da redação”, mas de posicionamento político firmemente defendido por seu proprietário, diretor e redator chefe, Roberto Marinho, como comprovam as edições da época”, afirmou o clube.

Para os militares, a única justificativa para a revisão de posição das Organizações Globo seria o medo de censura por parte do governo federal. “Pressionado pelo poder político e econômico do governo, sob a constante ameaça do “controle social da mídia” – no jargão politicamente correto que encobre as diversas tentativas petistas de censurar a imprensa – o periódico sucumbiu e renega, hoje, o que defendeu ardorosamente ontem”.

Veja na íntegra a nota divulgada pelo Clube Militar:

Numa mudança de posição drástica, o jornal O Globo acaba de denunciar seu apoio histórico à Revolução de 1964. Alega, como justificativa para renegar sua posição de décadas, que se tratou de um “equívoco redacional”.

Dos grandes jornais existentes à época, o único sobrevivente carioca como mídia diária impressa é O Globo. Depositário de artigos que relatam a história da cidade, do país e do mundo por mais de oitenta anos, acaba de lançar um portal na Internet com todas as edições digitalizadas, o que facilita sobremaneira a pesquisa de sua visão da história.

Pouca gente tinha paciência e tempo para buscar nas coleções das bibliotecas, muitas vezes incompletas, os artigos do passado. Agora, porém, com a facilidade de poder pesquisar em casa ou no trabalho, por meio do portal eletrônico, muitos puderam ler o que foi publicado na década de 60 pelo jornalão, e por certo ficaram surpresos pelo apoio irrestrito e entusiasta que o mesmo prestou à derrubada do governo Goulart e aos governos dos militares. Nisso, aliás, era acompanhado pela grande maioria da população e dos órgãos de imprensa.

Pressionado pelo poder político e econômico do governo, sob a constante ameaça do “controle social da mídia” – no jargão politicamente correto que encobre as diversas tentativas petistas de censurar a imprensa – o periódico sucumbiu e renega, hoje, o que defendeu ardorosamente ontem.

Alega, assim, que sua posição naqueles dias difíceis foi resultado de um equívoco da redação, talvez desorientada pela rapidez dos acontecimentos e pela variedade de versões que corriam sobre a situação do país.

Dupla mentira: em primeiro lugar, o apoio ao Movimento de 64 ocorreu antes, durante e por muito tempo depois da deposição de Jango; em segundo lugar, não se trata de posição equivocada “da redação”, mas de posicionamento político firmemente defendido por seu proprietário, diretor e redator chefe, Roberto Marinho, como comprovam as edições da época; em segundo lugar, não foi, também, como fica insinuado, uma posição passageira revista depois de curto período de engano, pois dez anos depois da revolução, na edição de 31 de março de 1974, em editorial de primeira página, o jornal publica derramados elogios ao Movimento; e em 7 de abril de 1984, vinte anos passados, Roberto Marinho publicou editorial assinado, na primeira página, intitulado “Julgamento da Revolução”, cuja leitura não deixa dúvida sobre a adesão e firme participação do jornal nos acontecimentos de 1964 e nas décadas seguintes.

Declarar agora que se tratou de um “equívoco da redação” é mentira deslavada.

Equívoco, uma ova! Trata-se de revisionismo, adesismo e covardia do último grande jornal carioca.

Nossos pêsames aos leitores.”

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Gênesis, revisto e ampliado

Visto que se aproximava o sétimo dia, Deus disse: ‘Que a meia fure, que a privada entupa, que a internet caia…’

Antonio Prata, na Folha de S.Paulogenesis

Então o Senhor Deus disse a Adão: porquanto deste ouvidos à tua mulher, e comeste da árvore que eu te ordenara não comesses: maldita é a terra por tua causa; com o suor do rosto comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste tomado; porque tu és pó e ao pó tornarás.

E, vendo o Senhor Deus que Adão fazia-se de desentendido, disse: espera, que tem mais; não só custará o pão o suor de teu rosto, como aumentará a circunferência de tua barriga, e a circunferência de tua barriga desagradará à Eva, e Eva te dará chuchu, e quiabo, e linhaça, e couve, e outras ervas que dão semente e leguminosas que dão asco, e delas usarás como alimento, em teus dias de tribulação.

E disse também o Senhor: porquanto comeste da árvore, porei em teu encalço insetos peçonhentos, e serão pernilongos nas cidades, e nas praias borrachudos serão; e ordenarei que te piquem bem na pelinha entre os dedos dos pés, e que zunam em teus ouvidos, e nas noites sem fim recordar-te-ás de teu criador.

Não satisfeito com os castigos, continuou o Senhor Deus: que destas ventas por onde soprei a vida escorra muco, e que seja frio e pegajoso como as escamas da serpente, e caudaloso como as águas do Jordão, e que brote numa sessão de cinema, ou na Sala São Paulo, e que tenhas à mão somente uma folha de Kleenex, e que com ela te enxugues e te assoes, até que se esfacele a última fibra de celulose, marcando teu rosto com inumeráveis pontinhos brancos, como marcarei a face pecadora de Caim.

E assim vagarás pela terra, disse o Senhor Deus, pois grande é teu pecado. E disse mais: cansado de perambular pela terra, inventarás o automóvel, mas o automóvel só fará multiplicar o teu cansaço; e gastarás metade de teus dias na Rebouças, e roubarão teu estepe, e te esquecerás do rodízio, e os pontos de tua carteira excederão o máximo permitido pelo Detran, que será 21, e andarás de táxi, e ouvirás elogios ao massacre do Carandiru, e diatribes contra médicos estrangeiros, e sentirás na carne a miséria de tua descendência.

Em vão, buscarás refrigério em viagens, mas quando no aeroporto estiveres, e chegares ao portão 4, alto-falantes te mandarão para o 78C; e quando o 78C alcançares, serás mandado de volta ao portão 4, e faminto pagarás R$ 16 num pão de queijo e numa Coca, e a Coca será de máquina, e o pão de queijo estará frio.

Então, visto que se aproximava a viração do sétimo dia, Deus se apressou, e disse: que o sal umedeça, que o bolo seque, que a meia fure, que a privada entupa, que o dinheiro escasseie, que o cupim abunde, que a unha encrave, que a internet caia, que o time perca, que a criança chore, que o churrasco do teu cunhado seja melhor que o teu, e que todos assim concordem, inclusive Eva, e que, largado num canto da varanda, com tua Kaiser quente na mão, te lembres que eu sou El Shaddai, e que estou acima de todas as coisas, inclusive de tua careca, que não temerá a finasterida, não aceitará o minoxidil nem reagirá às preces que, em vão, me enviarás.

E, dizendo isso tudo, o Senhor Deus lançou Adão para fora do jardim do Éden, e lançou Eva para fora do jardim do Éden, varão e fêmea, os lançou.

dica do Samuel Moreira

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“Brasil pode ser pequeno demais para Anitta”, diz artigo da ‘Forbes’

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“Até agora, sua carreira meteórica indicou que o Brasil pode ser pequeno demais para ela”. Assim termina um artigo publicado na Forbes, nesta sexta-feira (30), sobre a cantora Anitta. Escrito pelo brasileiro Anderson Antunes, colunista fixo da versão digital da revista, o texto indica motivos que levariam a uma carreira internacional de sucesso da funkeira.

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No início do artigo, Ivete Sangalo é citada como a principal artista brasileira da atualidade com reconhecimento fora do Brasil. “Apenas há duas semanas, foi a cantora brasileira Ivete Sangalo que esteve nas manchetes dos Estados Unidos, onde ela começou a tão esperada turnê por cinco cidades. Comparada a Tina Turner pelo The New York Times, Sangalo é, sem dúvida, uma megastar no Brasil, onde já vendeu 15 milhões de discos e onde ganha até US$ 500 mil por show”.

O jornalista, no entanto, opina que o sucesso de Ivete no Brasil é grande demais para que a cantora se arrisque na carreira internacional. “Na verdade, ela é tão grande no país sul-americano que, neste momento de sua carreira, seria um risco enorme se deslocar até o estrelato internacional, que é o tipo de compromisso que exige tempo e atenção. No seu caso, pode simplesmente não valer a pena”, continua.

Depois de falar sobre o sucesso da baiana, o artigo aponta argumentos para a impossibilidade de sucesso de Ivete fora do País. “Além disso, o problema de Sangalo, que tem 41 anos e quase não fala inglês, é que ela é muito brasileira. E, salvo exceções, a música brasileira ainda não teve um grande impacto fora do Brasil, principalmente por causa da barreira linguística – muito do encanto da língua é devido à característica bonita e sexy do idioma português, tornando-se algo para aqueles que apreciam a linguagem, e não para o público em geral”.

Como contraponto, Antunes cita Anitta como uma jovem de 20 anos que fala inglês fluentemente e que tem o estilo musical influenciado por elementos internacionais. “Natural do Rio de Janeiro e ex-funcionária da (multinacional) Vale, Anitta começou cantando funk carioca, mais conhecido no exterior como baile funk, um gênero musical criado nas favelas do Rio de Janeiro que combina elementos do hip hop moderno com o Miami bass. Hoje, ela evoluiu para o mais aceito internacionalmente pop com R&B, que é semelhante ao feito por músicos norte-americanos como Rihanna e Kei$ha”.

O artigo ainda descreve os sucessos de Anitta e a importância do Youtube para que a carreira da funkeira deslanchasse. Antunes também não deixa de comentar sobre o estilo desenvolvido pela cantora, que foca na “mulher poderosa”. “Anitta parece ter aprendido bem como promover-se no Youtube, indiscutivelmente a plataforma mais poderosa de mídia atualmente. Ela tem uma imagem forte e suas letras indicam que ela quer que as pessoas a vejam como uma mulher poderosa, o tipo de mensagem que agrada a maioria das mulheres”.

Para finalizar o artigo, o jornalista afirma que o apelo sexual de Anitta condiz ao utilizado por estrelas internacionais que figuram como as mais poderosas atualmente. “Além disso, o frescor e beleza de Anitta podem ser um trunfo em um momento em que a indústria aprendeu a priorizar a atratividade sexual tanto quanto o talento musical”, afirma. “A mais recente lista daForbes das 100 maiores celebridades só prova que, em três de suas 10 principais artistas, estão cantoras do sexo feminino que se encaixam nessa categoria (Lady Gaga, Beyoncé e Taylor Swift)”.

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Pesquisa mostra que pessoas se apaixonam apenas 2 vezes na vida

Nada impede que as pessoas sigam comprometidas mesmo sem acreditar que não estão no relacionamento mais feliz de suas vidas (foto: Getty Images)
Nada impede que as pessoas sigam comprometidas mesmo sem acreditar que não estão no relacionamento mais feliz de suas vidas (foto: Getty Images)

Publicado originalmente no Terra

Quantas vezes você já se apaixonou? De acordo com um estudo realizado pela Siemens Festival Nights com 2 mil participantes, as pessoas costumam se apaixonar apenas duas vezes na vida – e a maioria acredita que seu parceiro atual é a sua alma gêmea. As informações são do Huffington Post.

Apesar disso, há uma pequena parte dos entrevistados que decidiu encarar o relacionamento mesmo sem estar completamente envolvido. Uma em cada sete pessoas acredita que o(a) atual namorado(a) não é o “grande amor de sua vida”, mas nem por isso abre mão da relação. Dessas, 73% contaram que começaram o relacionamento depois de ter deixado um verdadeiro amor “escapar pelas mãos”.

O estudo mostra ainda que nada impede que as pessoas sigam comprometidas mesmo sem acreditar que não estão no relacionamento mais intenso e feliz de suas vidas.

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