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Ap. Rina: “Ao orarmos, me lembro do Chorão em pé convidando Jesus para habitar em seu coração”

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Ap. Rina, no Facebook

Em 2005, entrei na Igreja de Boissucanga para pregar, quando na porta me apresentaram um visitante ilustre, parecia muito à vontade por conhecer já algumas pessoas ali, e disse: “vim à convite de um amigo de muitos anos”, depois do seja bem vindo, começamos o culto. Naquele dia, enrolei na bateria, Catalau, Denise e Leandro completaram a banda no louvor.

Em Igrejas menores quem vai pela primeira vez, se apresenta, ele disse: “sou o Alexandre”. Durante as músicas, ele cantou, bateu palma, com um sorriso inocente e uma alegria de criança, ele acompanhou a letra no projetor: “a alegria está no coração de quem já conhece a Jesus, a verdadeira paz só tem aquele já conhece a Jesus; o sentimento mais precioso, que vem do nosso Senhor, é o amor que só tem quem já conhece a Jesus”.

Depois do louvor, ele inquieto, veio se despedir: “valeu, Pastor, gostei, mas vou indo nessa”… Me lembro de ter dito: “vai não, veio para o culto e vai embora na hora da palavra? fica aí mais meia horinha, senta aí…” Ele disse: é mesmo!” E eu: “lógico”… Ele sentou e ouviu uma pregação sobre a fé de Tomé, sobre como Tomé teve que lidar com o fato de não ter crido, enquanto todos os outros creram na ressurreição de Jesus; sobre como termos de lidar com o sentimento de frustação por termos falhado com Deus, conosco e decepcionado aqueles que nos amam, pois, todos esperavam que Tomé tivesse a resposta certa nos lábios.

Um sermão que lembrou que a fé de Tomé foi restaurada num encontro com um Jesus pessoal, que não o julgou, que sabia que sua natureza o levava a ser desconfiado; um Jesus que se revelou como vivo, tirando as dúvidas de Tomé, o permitindo tocar as feridas em suas mãos atravessadas por cravos, por amor a nós. Que amor paciente; Jesus sabia que Tomé precisava ver para crer.
No fim da pregação ele levantou, saiu e disse para o Igor: “ainda não estou pronto, mas vou chegar lá…”

Dois anos depois, citibankhall lotado, era a gravação do primeiro DVD da Igreja, e na mesma noite um cd ao vivo do Rodolfo. Glauco e Tarobinha, amigos do Alexandre, o conduziram a mais uma reunião em que o nome de Jesus estaria envolvido. Entre uma banda e outra, agradeci a presença dele, foi quando ele percebeu que era amado ali também, entre pessoas que priorizavam sua espiritualidade. Falei um pouco sobre a importância da adoração e de usarmos nossos dons e talentos para glória dele.

Ao orarmos, me lembro dele de pé, com a mão direita levantada, entre muitas pessoas, convidando Jesus para habitar em seu coração. Quando voltei à galeria, o encontrei quebrantado e o escutei dizer: “pastor, da primeira vez, no litoral, estava com os dois pés atrás, hoje com os dois na frente… Estava me sentindo uma formiga, depois de receber o carinho do povo, estou me sentindo um elefante.” Me lembro de ter dito:”você é amado”, ele continuou:”dá parabéns para sua esposa, lembro dela de Santos, as músicas dela me tocaram”… E ainda: “tô chegando pastor, minha fé hoje é viva…” Depois de um tempo, ele nos avisou que havia feito uma música com base no que viveu naquela noite, era o lançamento de “Só os loucos sabem”.

Ele não encontrou forças para iniciar um processo de regeneração, não desenvolveu essa fé naquela noite explícita, não houve tempo para que ela provocasse a mudança que talvez o tivesse feito viver experiências diferentes das que viveu, mas conheci um cara de bom coração , autêntico, verdadeiro, sincero, que simplesmente creu. E não é a fé que nos justifica?

O que nos afasta de Deus é nossa natureza, a fé nos aproxima. Por mais justos que sejamos, Deus só nos recebe por aquilo que Jesus fez, isso é graça… Me lembrei de uma história bonita, de um ladrão, condenado a morte de cruz, que na última hora clamou por Jesus e ouviu: “ainda hoje estarás comigo no paraíso”.

Oro pela Graziela, que não tive ainda oportunidade de conhecer, por seu filho, sua mãe e seus irmãos e familiares. Perdi meu pai há 10 meses e sei o que é um luto, oro para que Deus os console da mesma forma que têm me consolado.

dica do Raphael De Paula Garcia

‘Chorão sabia que precisava de Deus’, diz Rodolfo, ex-Raimundos

Roqueiro evangélico lembra amizade e conversa sobre religião com Chorão.
Para ele, cantor expressou ‘busca por algo mais do jeito dele’; veja letras.

Rodolfo e Chorão conversam no camarim de um show em Belo Horizonte, em 2003. Rodolfo diz que recebeu esta foto de um amigo na quarta (6), dia que o cantor foi achado morto, e lembra: 'Contei minha experiência com Deus (...) Ele estava ouvindo, não me julgou' (Foto: Arquivo pessoal)

Rodolfo e Chorão conversam no camarim de um show em Belo Horizonte, em 2003. Rodolfo diz que recebeu esta foto de um amigo na quarta (6), dia que o cantor foi achado morto, e lembra: ‘Contei minha experiência com Deus (…) Ele estava ouvindo, não me julgou’ (Foto: Arquivo pessoal)

Braulio Lorentz e Rodrigo Ortega, no G1

“Eu gostaria de olhar nos olhos do Chorão e falar alguma coisa que tocasse o coração dele. Infelizmente eu não posso mais”, diz Rodolfo Abrantes, ex-vocalista dos Raimundos, hoje músico evangélico, sobre o cantor do Charlie Brown Jr encontrado morto na quarta-feira (6).

Rodolfo falou ao G1 por telefone sobre a época em que Chorão era “um dos poucos que podia dizer que era amigo” entre a geração de bandas dos anos 90, na qual Raimundos e Charlie Brown Jr se destacaram. Ele também destacou o interesse de Chorão pela conversão religiosa do roqueiro evangélico, no início da década passada.

“Chorão estava ouvindo, absorvendo, não me julgou”, diz sobre a conversa de 2003, registrada em foto que ele recebeu no celular no dia da morte do cantor.

G1 – Qual era sua relação com o Chorão?
Rodolfo Abrantes – O Chorão era um dos poucos caras que eu podia dizer que era meu amigo das bandas daquela época da década de 90. Ia na minha casa, eu ia na dele. Chegou até a me dar um skate, saíamos juntos. E tocávamos juntos, fazíamos shows. Gostava muito dele porque era uma pessoa real. Não era um personagem, ele era aquela figura. Ainda que você não concorde muito com coisas que pessoas fazem, tem que admirar quando elas são verdadeiras, esse é um terreno sagrado.

G1 – Você já falou que o Chorão pediu para que você pregasse para ele. Como aconteceu isso?
Rodolfo Abrantes - Quando comecei a ter minhas experiências com Deus, saí do Raimundos e minha vida mudou. Reencontrei o Chorão em show em Belo Horizonte, com Charlie Brown e Rodox, em 2003. No camarim ele chegou para mim, puxou numa cadeira, distante de outras pessoas, e falou: “Conta como foi a parada”. É interessante, porque ontem mesmo eu recebi uma foto dessa conversa. Eu contei como foi a minha experiência com Deus. Achava fantástico isso no Chorão: ele estava ouvindo, absorvendo, não me julgou. Dava pra ver que percebeu a diferença na minha vida e queria saber o que estava acontecendo.

Rodolfo também falou com o G1 sobre as letras de Chorão e sobre a o seu potencial para “levar multidões para Cristo”. Na discografia do Charlie Brown Jr, há doze músicas em que Deus é citado diretamente (veja as principais ao lado). Chorão gostava de “trocar uma ideia com Deus”, frase usada por ele para batizar a faixa bônus que fecha o disco “Preço curto, prazo longo”, de 1999.

Quando se pensa nas letras de Chorão, a primeira imagem talvez seja do rapaz sem dinheiro e desbocado que corteja uma “princesa”. Esse é o caso dos hits “Proibida pra mim”, “Vícios e virtudes”, “Tudo o que ela gosta de escutar” e “Champanhe e Água Benta” (do verso “Toda patricinha adora um vagabundo”). Na mesma música, dizia que sua vida era “tipo um filme de Spike Lee: verdadeiro, complicado, mal-humorado e violento”, em alusão ao diretor norte-americano.

Há no cancioneiro do grupo, porém, temas que remetem a questões menos materiais. Chorão volta e meia menciona “o dom natural” que ele tem para se comunicar (expressão citada em “Uma criança com o seu olhar”). O letrista também falava bastante sobre os problemas que enfrentou antes do sucesso. Em “Não viva em vão”, cantava sobre estar só. “A vida já me derrubou, a vida já me deu abrigo / Mas a vida já me situou, que a solidão não faz sentido”, dizia Chorão na música.

A morte do pai, em 2001, inspirou versos sempre emotivos, como os de “Lugar ao Sol”. Na canção, cantava que “azul a cor da parede da casa de Deus”. Em “Pontes indestrutíveis”, afirmava: “Tomo cuidado pra que os desequilibrados não abalem minha fé pra eu enfrentar com otimismo essa loucura”. E completava: “Os homens podem falar, mas os anjos podem voar”.

G1 – O Chorão fez várias músicas que citam Deus. Isso já te chamou atenção?
Rodolfo Abrantes -
O Chorão não tinha nenhuma rejeição à coisa de Deus. Só não se sentia confortável com religião. Eu lembro nessa conversa, em Belo Horizonte, que ele me mostrou a música em que canta “azul é a cor da parede da casa de Deus” ["Lugar ao sol", de 2001]. E cantou inteira. É uma musica muito bonita. Não bíblica, mas sobre a impressao dele de Deus. Existia uma sede dele de algo mais, existia uma consciência de que o que ele precisava era Deus, e do jeito dele, fez muito bem.

Fiquei muito triste ao saber da morte dele, porque eu tinha certeza que um dia ele ia fazer uma coisa que o tirasse da depressão. Infelizmente agora não pode fazer mais nada. Os fãs do Charlie Brown têm uma maneira muito sadia e muito nobre de honrarem a história do Chorão: fazendo escolhas que os levem para perto de Deus, para a parte da luz. As pessoas podem honrar a morte dele, em memórias, se fizerem escolhas boas, que edifiquem. E vivam.

G1 – Você também já falou em uma entrevista que “se esse cara [Chorão] começar a falar de Jesus, você vai ver multidões vindo para Cristo”. Por quê?

Rodolfo Abrantes – Deus deu dons para as pessoas. Ele tinha o dom da palavra. O que o Chorão falava a galera seguia. As pessoas estavam muito perto dele. Todo mundo vibrava, as músicas eram cantadas em coro. Se tivesse experiências com Deus ele levaria muita gente para Cristo.

G1 – Qual foi a última vez que viu o Chorão?
Rodolfo Abrantes –
A última vez foi em 2007. Eu fui gravar um CD ao vivo em São Paulo. A gente tinha muitos amigos em comum, um dele é o Tarobinha, skatista profissional, e hoje faz parte da mesma igreja que eu. Ele convidou o Chorão, ele estava em Santos. Ele pegou o carro dele, foi lá ao show, a gente conversou bastante e eu fiquei muito feliz de vê-lo ali.

G1 – O Digão e o Canisso [ex-companheiros de Rodolfo no Raimundos] foram ao velório. Você gostaria de ter ido também?

Rodolfo Abrantes - Eu estou [em João Pessoa] pregando todos os dias desde sexta. só vou voltar no domingo. Realmente, não tinha condições de ir. Mas, sinceramente, velório é para dar abraço nos familiares e amigos. Na minha despedida dele, eu gostaria de olhar nos olhos do Chorão e falar alguma coisa que tocasse o coração dele. Infelizmente eu não posso mais.

G1 – O Renato Pelado [ex-baterista do Charlie Brown, hoje também músico evangélico] ainda faz parte da mesma igreja que você?
Rodolfo Abrantes -
Ele está na Bola de Neve. Mas há um ano estou congregando em outro ministério. Mas o Pelado está firme lá. Tenho muitos amigos e ele está muito firme, muito feliz. É alguém que deve estar sofrendo muito pela morte do Chorão.

Valeria Valenssa, ex-globeleza, quer distância do carnaval e prega em culto evangélico: ‘Realizei e o ciclo fechou’

Valeria Donner no culto Foto: / Arquivo pessoal

Valeria Donner no culto Foto: / Arquivo pessoal

Publicado originalmente no Extra

Às vésperas do carnaval não tem como esquecer a eterna Globeleza Valeria Valenssa. Mas a realidade é outra. Atualmente, a mulher de Hans Donner assina o sobrenome do marido, virou evangélica e este ano vai curtir o feriado em Búzios. A mudança de comportamento é visível quando ela é questionada se não sente saudades da folia.

“É uma festa linda, mas hoje tenho esta alegria durante todo o ano no meu coração. Era um preparo muito puxado e durante os 15 anos de Globeleza, realizei e o ciclo fechou. Hoje, me dedico a minha família”, diz a mulata, que chegou a recorrer a cirurgia plástica para afinar a silhueta quando foi dispensada da Globo em 2004.

Na época, a Globo decidiu buscar uma nova Globeleza depois que Valeria teve seu segundo filho e estava 10 kg acima do peso. Com a cirurgia, ela perdeu 12 num período de dois meses, mas não teve jeito. Foi aí que resolver recorrer à Igreja Evangélica. Valeria é mãe de João Henrique e José Gabriel.

Valeria Donner virou evangélica depois de perder o posto de Globeleza Foto: Arquivo pessoal

Valeria Donner virou evangélica depois de perder o posto de Globeleza Foto: Arquivo pessoal

Em programa sobre prostituição, ex-Ronaldinha conta como virou missionária

A ex-modelo Viviane Brunieri, conhecida como Vivi Ronaldinha, posa para foto no treino do Corinthians, em 2002
A ex-modelo Viviane Brunieri, conhecida como Vivi Ronaldinha, posa para foto no treino do Corinthians, em 2002

Publicado originalmente no F5

A ex-modelo Viviane Brunieri, 36, resolveu abrir o jogo em entrevista ao “SBT Repórter”.

Em um programa dedicado ao “universo da prostituição”, a moça vai contar por que resolveu largar tudo e se tornar missionária.

Ao programa, que será exibido na próxima segunda-feira (28), ela afirma que hoje prega a palavra de Deus.

Viviane ficou conhecida como Vivi Ronaldinha, por causa do namoro com o ex-jogador Ronaldo Nazário, 36, em 1996.

Após o rompimento, ela participou do grupo musical Ronaldinhas ao lado de Nádia França, também ex-namorada do Fenômeno.

Viviane também foi capa da “Playboy” ao lado da colega e, depois do fim do grupo, protagonizou filmes eróticos.

O “SBT Repórter” também promete mostrar, com uma câmera escondida, como funciona uma casa do prazer.

dica do Thiago Ferreira de Morais

Após lipo e UTI, candidata a Miss AM 2013 deixa concurso para evangelizar

Luciana Souza deixou o concurso e agora evangeliza em igrejas de Manaus (Foto: Arquivo pessoal)
Luciana Souza deixou o concurso e agora evangeliza em igrejas de Manaus (Foto: Arquivo pessoal)

Marina Souza, no G1

A candidata a Miss Amazonas, Luciana Souza, de 21 anos, que foi parar na UTI após fazer uma lipoaspiração, abandonou o concurso de beleza. A jovem diz acreditar que passou por um milagre divino e agora cumpre agenda contando o seu depoimento em igrejas evangélicas de Manaus. Em entrevista ao G1, Luciana falou sobre os dias que passou no hospital, o medo que sentia de morrer e como foi deixar o concurso.

Em dezembro, a jovem foi internada na UTI por insuficiência respiratória após passar por uma cirurgia de lipoaspiração. Ela ficou hospitalizada por 11 dias. “Foram os dias mais difíceis que já passei em toda a minha vida, mas minha mãe sempre foi muito ligada a Deus e estava me dando toda a força”, contou.

Segundo Luciana, nos dias na UTI, a fé foi essencial para sua cura. “Minha mãe chegou na UTI e eu disse ‘mãe, eu vou morrer’. Na mesma hora, ela falou que eu não ia partir porque Deus tinha um propósito para a minha vida. A partir desse momento, passei a orar todos os dias e o medo de morrer foi embora”, relatou.

Após sair do hospital, veio a decisão: a candidata, que já havia participado do concurso e ficou em 4º lugar em 2012, escolheu abandonar o Miss Amazonas 2013. “Eu acredito que Deus tenha outros planos para mim. Nada do que aconteceu foi simples, mas acho que teve seu propósito. Entendi como um recado de Deus. Era como se ele me falasse que tudo tem uma hora de parar, e que tem planos maiores para a minha vida”, disse.

Para o futuro, a jovem destacou que é preciso “seguir os traços que Deus fez para sua vida”. “Quando a gente recebe um milagre desses é preciso compartilhar a história. Muitos pensam que Deus não escuta nossas orações, mas ele escuta sim. Acho que posso mudar outras vidas com minha história”, falou Luciana.

Luciana já participou de três cultos, e está com a agenda lotada para evangelizar em igrejas nas próximas semanas. “Me perguntaram se fiquei triste por sair do concurso. Não estou triste, estou mais alegre porque ganhei uma nova vida”, contou.

Apesar das complicações, Luciana disse que não se arrependeu de ter feito a lipoaspiração. “Todo mundo pensa que fiz a cirurgia para o concurso, mas, na verdade, era um sonho meu que  alimentava desde os meus 15 anos. Como eu estava no concurso, foi uma ‘forcinha’ a mais para fazer”, confessou. E ela completou: “tinha que ter acontecido isso. Deus tem um plano para tudo. Se essa foi a forma que ele encontrou para me avisar e mostrar o plano maior que tem pra mim, eu aceitei”. No entanto, cirurgias plásticas não estão mais nos planos da jovem. “A mulher nunca está satisfeita. Eu queria ter a tal da cinturinha, ela já está aqui, então estou satisfeita. Não preciso mais passar por isso”.

Questionada sobre o papel do concurso em sua vida, a acadêmica de Direito e Letras elogiou o Miss Amazonas. “A jornada de candidata exige muito, mas amadureci bastante com todo o processo. No dia 22, vou estar lá acompanhando a escolha da nossa representante. Não tenho uma favorita, vou torcer para quem brilhar mais”.

Luciana Souza mandou ainda um recado para as jovens de todo o país. “Eu queria dizer para todo mundo que é muito importante ter um sonho. Apoio as meninas que sonham em ser miss. É bom ter um objetivo, mas sempre devemos colocá-los perante a Deus para ver se são os mesmos dele para nós”, finalizou.

O concurso Miss Amazonas 2013 elege na terça-feira (22), em Manaus, a beldade que representá o estado nacionalmente. A Miss Brasil 2012, Gabriela Markus, tem presença confirmada no evento.

Luciana já participou de três cultos e deverá continuar indo a igrejas (Foto: Arquivo Pessoal)Luciana já participou de três cultos e deverá continuar indo a igrejas (Foto: Arquivo Pessoal)

dica do João Marcos