Acreditar que se teve uma boa noite de sono pode fazer seu dia render mais

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Publicado no Hype Science

Pesquisadores demonstraram que as pessoas que acreditam que dormiram bem ou “profundamente”, mesmo quando isso não é verdade, têm melhor desempenho em testes do que aqueles que acreditam que dormiram mal.
Sendo assim, simplesmente acreditar que você teve uma boa noite de sono pode melhorar seu desempenho.

No teste, os cientistas disseram aos participantes que 25% do sono é REM, o tipo que nos faz de fato descansar, e que quem gasta menos de 20% do seu tempo no sono REM tende a ter um desempenho pior em testes de aprendizagem e memória, enquanto os que gastam mais de 25% tendem a ter um melhor desempenho – tudo mentira. Depois, disseram a algumas dessas pessoas que eles passaram apenas 16% de suas horas de sono no período REM, e para outras, que tiveram um sono REM de 29% – também mentira.

Quando seus níveis de atenção e velocidade de processamento de informações foram testados, aqueles que acharam que tiveram uma noite melhor de sono se saíram melhor. Os pesquisadores chamaram isso de “sono placebo”, pois os resultados mostram semelhanças com o efeito placebo, aquele que ocorre quando pacientes recebem remédios falsos sem saber e desenvolvem melhora em suas condições de saúde.

Mas como se convencer de que você dormiu bem quando, na verdade, você quase não pregou os olhos?
Para começar, uma boa dica talvez seja parar de pensar ou dizer o quanto você está cansado. Se você não pode tirar sonecas restauradoras durante o dia por causa de coisas chatas que ficam no seu caminho como o trabalho ou a faculdade, outra solução pode ser o que especialistas chamam de descanso ativo, ou relaxamento progressivo dos músculos, no qual você foca em uma área muscular específica do seu corpo, como as suas mãos, deixa elas bastante tensas por 15 segundos e depois relaxa. Ao fazer isso ao longo de todo o seu corpo, você deve se sentir “recarregado”. Assim como uma soneca, o descanso ativo melhora o humor e diminui a fadiga e os níveis de estresse.

Ou talvez você possa se dizer todas as manhãs que a noite foi linda e maravilhosa, e que você nunca tinha dormido tão bem. [Science Alert]

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Pesquisa: ter televisão no quarto melhora a vida sexual

Cena de 'Sex and the City' / Divulgação
Cena de ‘Sex and the City’ / Divulgação

Fernando Moreira, no Page not Found

Uma recente pesquisa revelou que casais que têm uma televisão no quarto tem vida sexual mais intensa que aqueles que não possuem. Pelo menos, no Reino Unido.

A pesquisa com 2.431 britânicos feita pela Voucher Codes Pro, empresa de ofertas on-line, apontou que 2/3 dos entrevistados acreditam ter uma vida sexual mais movimentada e saudável porque têm o aparelho de TV no quarto. Destes, 50% afirmaram que o motivo é simples: eles podem fazer sexo e assistir aos programas preferidos ao mesmo tempo. Mais: 37% usam a tevê para se estimular assistindo a filmes eróticos.

Por outro lado, 26% dos entrevistados disseram não ter uma televisão na alcova porque ela arruinaria o sexo.

A pesquisa não revelou se o número de polegadas do aparelho tem algum peso sobre a intensidade sexual.

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Decisão judicial obriga pais que optavam por homeopatia a vacinarem seus filhos

vacinasPublicado no Última Instância

Na última terça-feira (24\9), o MP-SP (Ministério Público de São Paulo), por meio da Promotoria da Infância e Juventude de Jacareí, obteve liminar da Justiça obrigando os pais de duas crianças a a encaminhá-los para vacinação gratuita. Os pais tratavam os filhos apenas com homeopatia e não permitiam que as crianças recebessem as vacinas disponibilizadas pelo poder público, alegando não acreditar na eficácia da imunização.

Segundo a sentença, os pais têm cinco dias para providenciar a vacinação obrigatória dos filhos. Em caso de descumprimento, foi fixada multa diária de um salário mínimo revertida para o fundo gerido pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente. Se decorridos 10 dias sem que a sentença judicial seja cumprida, a Justiça determinou ainda a expedição de mandado de busca e apreensão das crianças, como medida protetiva, para encaminhamento dos meninos à Secretaria de Saúde para o recebimento das vacinas.

O procedimento teve início a partir de uma denúncia encaminhada ao MP pelo Conselho Tutelar de Jacareí. O órgão foi acionado pela diretora da escola municipal em que um dos filhos do casal estuda, ao constatar que o garoto não possuía carteira de vacinação.

Convocada ao Conselho e à Promotoria de Justiça para receber orientação sobre a obrigatoriedade e importância sobre a vacinação, a mãe das crianças afirmou não acreditar na eficácia das vacinas, alegando que o tratamento homeopático ministrado aos filhos é suficiente para a imunização, sem colocar a vida dos filhos em risco, no que teve a anuência do marido.

Ela ainda tentou argumentar que teria, supostamente, o respaldo médico para tal, de um homeopata e de um pneumologista. Mas os especialistas pediatras, por escrito, negaram veementemente terem contra-indicado a vacinação para os infantes.

Os argumentos da inicial, integralmente acolhidos, baseiam-se no direito individual de proteção integral da saúde da criança e também na repercussão da não vacinação na rede de saúde pública.

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Marchinha INCRÍVEL de Ohio faz apresentação de jogos!

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Publicado no Garotas Geeks

Universidade Estadual de Ohio (EUA) faz apresentações INCRÍVEIS com sua marching band (marchinha) antes dos jogos! Em um jogo contra Nebraska, a banda teve o tema Video Games, aí já viu né? OBVIAMENTE vou compartilhar com vocês, entre as imagens que elas formam estão jogos como Mario, Zelda, Halo, Pac Man, Pokémon, Tetris e outros.

Aposto que a pessoa que fez as coreografias era mais Nintendista :x ! Hahaha! Ficou demais né?

Algumas das imagens:

zelda tetris pokebola pikachu1 pac_man mario halo gameover estrela castelo_mario box_mario

Dica do Tiago Turcatel

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De 594 parlamentares em exercício, 190 foram condenados

Mapeamento da ONG Transparência Brasil mostra que praticamente um terço dos deputados e senadores em exercício recebeu sentenças condenatórias da Justiça ou de tribunais de contas

"Condenações confirmam uma avaliação muito negativa da composição do Congresso", diz o diretor executivo da ONG Transparência Brasil, Claudio Weber Abramo (foto: Dida Sampaio/Agência Estado)
“Condenações confirmam uma avaliação muito negativa da composição do Congresso”, diz o diretor executivo da ONG Transparência Brasil, Claudio Weber Abramo (foto: Dida Sampaio/Agência Estado)

Daniel Jelin, na Veja on-line

Levantamento inédito feito pela ONG Transparência Brasil aponta que 190 dos 594 deputados e senadores em exercício já foram condenados pela Justiça ou tribunais de conta. São 36 parlamentares do PMDB (35% da bancada), 28 do PT (28%), 22 do PSDB (37%), 16 do PR (37%), 14 do PP (32%), 14 do DEM (44%), 12 do PSB (41%), 10 do PDT (32%), 9 do PTB (36%) e 29 das demais siglas.

Sentenças dos tribunais de contas por irregularidades em convênios, contratos e licitações são as mais recorrentes, atingindo 66 parlamentares (11% do Congresso). Em segundo lugar aparecem as condenações da Justiça Eleitoral por irregularidades em contas de campanha, com 57 deputados e senadores encrencados (9,6% do Congresso). Em terceiro estão os atos de improbidade administrativa (como enriquecimento ilícito e dano ao erário), que levaram à condenação de 41 congressistas (7,1% do Congresso), de acordo com dados extraídos do projeto Excelências (http://www.excelencias.org.br/), recém relançado pela ONG, com apoio de VEJA.

Prisões – Para catorze parlamentares em exercício foram emitidas sentenças de prisão. É o caso, no Senado, de Ivo Cassol (PP-RO). Por unanimidade, ele foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a quatro anos, oito meses e 26 dias de prisão, em regime semiaberto, por fraude em licitações. O caso foi julgado em agosto de 2013 mas ainda não teve decretado o trânsito em julgado, a partir do que se dá o cumprimento da pena.

Na Câmara, são treze os deputados federais que receberam penas de reclusão, em alguns casos convertida em prestação de serviços e pagamento de multas, conforme o mapeamento da ONG. Anthony Garotinho (PR-RJ), condenado em 2010 a dois anos e meio por formação de quadrilha, teve a pena de prisão substituída por prestação de serviços e suspensão de direitos políticos, recorreu e aguarda tramitação do caso no STF; o deputado Asdrúbal Bentes (PMDB-PA), por prática irregular de cirurgias de esterilização em troca de votos, foi sentenciado em 2011 a três anos em regime aberto e também recorreu (por meio do famigerado embargo infringente); Carlos Roberto (PSDB-SP) foi punido com três anos de prisão e multa, por apropriação indébita e crimes contra o patrimônio, mas, passando de suplente a titular, a decisão foi anulada em 2013, e o caso, remetido ao STF; Celso Jacob (PMDB-RJ), por falsificar documento público e infringir a Lei de Licitações, foi condenado em primeira instância e também recorreu; João Arruda (PMDB-PR), sentenciado por homicídio culposo em acidente de trânsito, teve a pena convertida em indenização e serviço comunitário; Abelardo Camarinha (PSB-SP), por crime de responsabilidade, foi condenado em 2012 a quatro meses de detenção, pena que foi convertida em multa e prescreveu; Dr. Luiz Fernando (PSD-AM) teve a pena de três anos de prisão por estelionato convertida em prestação de serviços e aguarda recurso; Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) foi sentenciado em 2010 pela Justiça Federal a três anos e quatro meses de prisão por violação de sigilo funcional e fraude processual, pena substituída por prestação de serviços comunitários e restrições de direitos, e também entrou com recurso; Marco Tebaldi (PSDB-SC) foi condenado em primeira instância a pagamento de multa e prisão, teve a pena substituída por prestação de serviços, recorreu e aguarda a tramitação do caso no STF.

Mensalão – Há ainda o caso dos quatro deputados condenados em 2012 no processo do mensalão: João Paulo Cunha (PT-SP), Valdemar Costa Neto (PR-SP), Pedro Henry (PP-MT) e José Genoino (PT-SP). Os quatro foram condenados, respectivamente, a nove anos e quatro meses, sete anos e onze meses, sete anos e dois meses e seis anos e onze meses de prisão, mas todos aguardam em liberdade o desfecho do processo, adiado indefinidamente desde a admissão dos embargos infringentes. Ao contrário de Cassol, para os mensaleiros foi decidida, além da reclusão, a perda de mandato. Outros oito parlamentares atualmente em exercício também já tiveram sua cassação determinada pela Justiça para algum cargo anteriormente ocupado (prefeito, deputado estadual ou vereador).

Negativo – “Essas condenações confirmam uma avaliação muito negativa da composição do Congresso. É mais um elemento de decepção”, diz o diretor executivo da Transparência Brasil, Claudio Weber Abramo. “Mas não surpreendem: mais da metade dos parlamentares tem algum problema na Justiça ou nos tribunais de contas.” Conforme o Excelências, citações nas cortes do país alcançam 54,2% dos deputados e 54,3% dos senadores.

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