Casais que postam unidos permanecem unidos

Adeptos do oversharing nas redes sociais estão mesmo mais felizes com parceiros

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Publicado na Galileu

Se você faz parte do time de cínicos que tem certeza que aquele sujeito que não para de se declarar para a namorada no Facebook está pulando a cerca, este é um bom momento para voltar a acreditar no amor.

Pesquisadores do Allbright College, na Pensilvânia, analisaram as personalidades e os hábitos nas redes sociais (que incluíam posts sobre o relacionamento e interações com os parceiros) de um grupo de voluntários. E descobriram que os casais que inundam a timeline de fato estão mais satisfeitos com seus relacionamentos do que os mais discretos, independente dos traços de personalidade.

Dica: talvez seja hora de finalmente assumir seu status de relacionamento no Facebook.

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Discussões políticas acabam com amizades nas redes sociais

Discussões políticas nas redes sociais elevam ânimos, mas são vistas de forma positiva (arte: Stefan Pastorek/UOL)
Discussões políticas nas redes sociais elevam ânimos, mas são vistas de forma positiva (arte: Stefan Pastorek/UOL)

James Cimino, no UOL

Em época de eleição, não é só no horário político e nos debates da TV que as divergências políticas ficam mais expostas. Na internet, as redes sociais acabam se tornando espaços antissociais, onde amigos se exaltam, se ofendem e, por fim se bloqueiam.

Que o diga a diretora de mídia mobile, Dede Sendyk, 46, que volta e meia recebe avisos de que será bloqueada.

“Uma vez foi por causa dos protestos do ano passado. uma colega de escola que eu não via havia anos me mandou uma mensagem explicando por que ia me bloquear. Aliás, isso é típico, sempre sou avisada, deve ser um padrão. Recentemente eu declarei meu voto. Fui avisada por um conhecido que odeia o PT que vai me adicionar de novo no futuro porque adora meus posts. Não deu tempo de explicar que ele podia apenas me seguir, nem que eu mudei meu voto uns dias depois. O povo adora meus posts fúteis, mas se incomoda com os engajados. Não é à toa que o Tiririca ganha sempre viu?”, afirmou.

Quem também sofre muito bullying nas redes sociais por suas opiniões é Rui Barbosa, um designer de 33 anos da cidade de Araraquara (SP). Segundo ele, os tópicos mais polêmicos das redes sociais hoje em dia, tanto quanto a campanha eleitoral, são a criminalização da homofobia, legalização da maconha e discussões sobre feminismo.

“Alguns amigos eu simplesmente escondi da minha timeline, mas um em especial eu tive que bloquear mesmo. Posição política de extrema direita realmente me incomodava. É aquele padrão: tudo culpa da Dilma, tudo culpa do PT… Do tipo que acha que bolsa-família é esmola, reclama de manifestação porque não consegue andar de carro… E ainda havia o ‘agravante’ de ele ser empresário. Na visão dele isso elevava ainda mais sua opinião. Agora, o mais engraçado foi ver gente me questionando por eu me chamar Rui Barbosa e ter opiniões de esquerda. Se eu me chamasse Roberto Carlos, eu teria de ser cantor…”, brinca.

Já o diretor de criação Eduardo Viola, 32, acha que os meses de agosto e setembro são um verdadeiro inferno. “O Facebook se transforma em um palanque! É de dar nos nervos!” No entanto, diz que por posições políticas nunca bloqueou ninguém, mas que já tomou um puxão de orelha válido.

“Uma vez fiz um post malcriado, ofensivo e generalizado sobre os crentes, e um colega de profissão, no mais alto da sua elegância e educação me escreveu umas mensagem privada para que eu refletisse sobre as palavras que havia dito. Se eu realmente pensava aquilo tudo etc. E acho que as redes sociais e seus debates políticos servem um pouco pra você trazer alguns assuntos a tona, colocar na mesa, inflamar e, às vezes, refletir ou repensar algumas coisas. É óbvio que sei que isso não é um padrão, mas enxergo que assim seria o melhor uso da ferramenta. É a mesa de bar on line! Infelizmente, sem cerveja!”

O peso da escrita

Um ponto levantado pelo produtor cultural Zeca Bral, 30, é o quanto as palavras escritas parecem mais agressivas do que seriam em uma conversa real. Ele, no entanto, procura não bloquear as pessoas. Apenas para de seguir.

“Acredito na possibilidade de ser mal interpretado nas redes, o que poderia ser evitado numa conversa tête-à-tête que dispõe de mais recursos dialógicos, além do infalível olho-no-olho. O tom de voz, a postura com que se estabelece a comunicação fora da rede muda toda a percepção. Por isso há que se ponderar algumas interpretações, praticar tolerância.”

Mesmo com tantas discussões, bloqueios, demonstrações de intolerância e preconceitos revelados, os entrevistados pela reportagem do UOL ainda acham que as redes sociais trouxeram um aspecto positivo para as relações.

Na opinião do roteirista Leonardo Luz, 34, as redes sociais incutiram nas pessoas uma vontade de emitir opiniões. “Isso obriga as pessoas a pensarem nessas opiniões, coisa que muita gente nao fazia. O problema é ter uma opinião baseada em manchetes ou em ‘o fulano me falou’, sem tentar se aprofundar mais.”

Luz conta que já recebeu diversas reclamações de suas postagens. “Dizem que sou radical demais, que eu sou muito ‘anti-PT’. Me chamam de tucano o tempo todo. Reaça, porque sou totalmente contra as drogas. Mas acho que se perdeu a amizade por causa de política, não devia ser amigo antes.”

O ator curitibano Diego Fortes, 32, também acha que de um modo geral a troca intensa de informações é benéfica.

“Pra quem tem cérebro, acho um instrumento bastante poderoso. Pra quem não tem… Bom, aí, só serve pra desfilar frustrações mesmo. Por isso que eu tiro uns e outros. Mas eu vejo um movimento interessante que é o de alguém comentar algo bem raso e preconceituoso, aí você rebate com argumentos, a pessoa fica naquela por algum tempo e depois termina dizendo que esse não é o lugar praquele tipo de discussão. Discussão que ela começou! (risos)”

Opinião semelhante tem a jornalista Carol Almeida, 36, que consideraria um elogio se a chamassem de partidária. “Nunca fui chamada de ‘partidária’, mas se fosse isso soaria pra mim como elogio. Mesmo porque um país sem partidos, até onde eu conheço da história, é um país em ditadura. Naturalmente, graças aos meus posts, acho que fica muito claro que posição eu tomo politicamente. Ainda sobre o partidarismo, gosto da ideia das pessoas se posicionarem claramente sobre que partido ou partidos elas se identificam.”

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Facebook testa posts que se autodestroem depois de poucas horas

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Publicado no Gizmodo

O Facebook está testando um novo recurso que permite a você definir quanto tempo um post seu vai durar na rede social: ele seria deletado automaticamente depois de algumas horas. A opção “Escolher expiração” permite que você escolha um período entre uma hora e 7 dias.

O Facebook diz ao The Next Web que está testando o recurso no iOS em um “pequeno projeto piloto”, então só alguns iPhones estarão inicialmente entre as cobaias.

BxAJGGsCYAE56MLExperimentar novos recursos é algo comum nas redes sociais, e traria um aspecto efêmero que o Facebook vem tentando capturar de outras formas. A empresa criou o app Slingshot, concorrente do popular Snapchat, para enviar mensagens e fotos que se autodestroem.

No entanto, o Snapchat é sem dúvida mais popular: de acordo com o App Annie, ele está no top 15 mais baixados nas versões americanas da App Store e Google Play; o Slingshot não está nem entre os top 1.500.

Talvez por isso eles estejam testando o recurso de autodestruição no feed de notícias. E isto poderia ser algo bacana: por exemplo, você poderia comentar assuntos do momento sem que os posts se acumulem e poluam seu perfil. Isso poderia ser útil para você?

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Agora é possível inserir GIFs animados no Facebook

Novidade é um recurso da ferramenta Giphy e tem potencial para transformar a sua timeline.

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Publicado no Tecmundo

Se você achava que a possibilidade de inserir GIFs na Timeline do Facebook era a única coisa que faltava, então já pode comemorar. A partir de hoje, uma novidade trazida pelo site Giphy permite a inserção desse tipo de conteúdo como se ele fosse uma espécie de vídeo.

Basicamente, tudo o que você precisa fazer é acessar o site, enviar a sua imagem e copiar a URL relativa ao GIF. Ao postar no Facebook, a imagem deve aparecer como se fosse um vídeo e, para que ela seja executada, basta clicar em “play”.

Por conta da novidade, o site Giphy tem se demonstrado instável na tarde de hoje em razão da grande quantidade de acessos. Apesar de o recurso trazer os GIFs para o Facebook, um porta-voz da rede social afirmou que o site não suporta o formato. Contudo, o pequeno truque do Giphy acaba quebrando um galho.

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Infográfico traça timeline do Super-Homem

Da criação do super-herói até o novo Homem de Aço, lá se vão 8 décadas

Amanda de Almeida, no Brainstorm9

Falta pouco para o lançamento de O Homem de Aço. Enquanto todos aguardam o lançamento do filme dirigido por Zack Snyder, o 8Ball criou uma timeline para contar os 80 anos de história do Super-Homem, desde os anos 1930, quando o personagem foi criado por Jerry Siegel e Joe Shuster. Acredite ou não, a história foi rejeitada 17 vezes antes que a dupla conseguisse publicá-la.

Lex Luthor só foi apresentado para os leitores na década de 1940, enquantoBizarro só surgiu em 1958. Vinte anos depois, em 1978, Richard Donnerdirigiu Christopher Reeve no primeiro de quatro filmes da franquia.

Na década de 1990, a DC Comics anunciou a morte do super-herói, que obviamente teve de ser ressuscitado mais adiante. As séries Lois & Clark eSmallville também não ficaram de fora, assim como os filmes Superman – O Retorno, de 2006, e O Homem de Aço, de 2013.

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