3 estudos científicos para fazer você gostar de ser pobre

foto: tmazzo – flickr.com/photos/12449730@N04/4330350377
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Carol Castro, no Ciência Maluca

Fim de mês. É provável que todo seu dinheiro já tenha se esgotado e você esteja contando os dias para receber o próximo pagamento. Dureza. Ah, se a vida fosse diferente, com dinheiro para torrar onde você bem entendesse – em viagens, restaurantes, festas… Parece bom? Nem tanto. Deixe essa ganância de lado e confira três estudos científicos que comprovam: ter dinheiro é coisa de gente chata e malvada.

POBRES SÃO MAIS BONZINHOS
Eles são mais capazes de sentir empatia e “ler” as emoções alheias do que os ricos. Foi o que demonstrou um estudo das universidades da Califórnia e de Toronto. Os voluntários mais pobres tendiam a ser mais legais com o próximo. Essa generosidade toda tem a ver com as dificuldades financeiras que eles enfrentam – e a forma como se ajudam para sair dessa. Como passam longos períodos sem dinheiro ou emprego, precisam sempre recorrer à força das relações interpessoais para sobreviver. Não é à toa que…

PESSOAS LEGAIS GANHAM MENOS DINHEIRO
Em outro estudo, pesquisadores analisaram dados sobre profissão, salário e personalidade de 10 mil trabalhadores ao longo de 20 anos. Eles vasculharam a vida alheia para descobrir se havia uma relação entre vida financeira e caráter. E existe: os homens legais (gentis, cordiais e prestativos) ganham 20% menos por ano que os chatos (em média, 10 mil dólares a menos). As mulheres chatas também levam a melhor: ganham 2 mil dólares a mais por ano. A suspeita dos pesquisadores é que as pessoas mais bacanas não costumam insistir tanto na hora de negociar salários mais altos – já os chatos ficam lá argumentando e argumentando… Mas tudo bem, gente do bem, existe ainda outro lado bom em ter pouco dinheiro:

DÍVIDAS AUMENTAM A AUTOESTIMA
Pelo menos até os 30 anos isso dá certo. Pesquisadores americanos cruzaram dados financeiros e psicológicos de mais de 3 mil jovens e identificaram um padrão: quanto mais dívidas, maior a autoestima. É que comprar o que deseja na hora que bem entende faz você se sentir bem. E aos 20 e poucos anos você pensa que ainda tem a vida inteeeeira para pagar essas dívidas e que, em poucos anos terá mais dinheiro para quitar isso tudo. Só que, lá pelos 30, você percebe que não tem tanta grana quanto imaginava que teria… aí chega a fase deprê das dívidas.

Tá vendo, ser duro de grana é bom também.

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Homem come macarrão diretamente do chão de estação de metrô

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publicado no Page not found

Para provar a eficácia de um aspirador de pó, um homem comeu macarrão diretamente do chão de uma estação do metrô de Toronto (Canadá). Depois de usar o aparelho no chão da estação, o homem engravatado jogou macarrão no piso e comeu a massa com molho de tomate. Para mostrar que confia mesmo no aspirador, ao fim ele ainda esfrega pão no molho que ficou no chão e degusta com todo o apetite… Naturalmente, diante de passageiros boquiabertos.

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Estátua de Jesus sem-teto é exibida no Canadá

Publicado no Page Not Foud

Uma estátua em tamanho natural retratando Jesus como um sem-teto está sendo exibida em Toronto (Canadá). Timothy Schmalz criou uma figura humana deitada em um banco de praça com um cobertor e revelando nos pés as feridas da cruficiação. Recentemente, de acordo com a Barcroft Media, a obra recebeu a bênção do Papa Francisco. O artista prepara uma réplica para ser enviada ao Vaticano.

Inicialmente, Schmalz tentou deixar a estátua na Catedral de São Miguel, em Toronto, e na Catedral de São Patrício, em Nova York, mas a peça foi recusada.

Fotos: Barcroft Media/Other Images

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Pessoas acima do peso podem viver mais do que as magras, diz estudo

Ao contrário da imagem que costuma ser divulgada, os pesquisadores afirmam que pessoas acima do peso não são mais propensas a morrer de repente.

Homem-na-balança

 

Publicado originalmente no Sou Gordinha Sim

A preocupação com a saúde costuma passar pela balança, mas pesquisadores afirmam que magreza nem sempre é sinônimo de uma vida longa. De acordo com a revisão de mais de cem estudos da área, publicada no Journal of the American Medical Association, quem está acima do peso pode apresentar expectativa de vida acima do esperado, quando comparado a pessoas magras.

Sobrepeso não diminui expectativa de vida.

Através do cálculo do IMC (Índice de Massa Corporal), os cientistas determinaram em que patamar os voluntários se encontravam em relação ao peso. Este índice avalia o percentual de gordura no corpo do indivíduo. Os resultados apontaram que os mais gordinhos apresentam 6% menos chances de morrer até o final do estudo, em comparação aos voluntários de peso normal.

Este não é o primeiro estudo a sugerir que o sobrepeso pode significar uma vida mais longe. Uma pesquisa da Toronto’s York University sugere que permanecer acima do peso pode ser melhor do que estar constantemente em dieta. Os cientistas analisaram milhares de voluntários e concluíram que uma em cada três pessoas gordinhas era perfeitamente saudável, apresentando apenas ligeiros problemas de saúde.

Pessoas acima do peso podem ser menos propensas a problemas cardíacos
Ao contrário da imagem que costuma ser divulgada, os pesquisadores afirmam que pessoas acima do peso não são mais propensas a morrer de repente. Na verdade, os pesquisadores acreditam que eles apresentem menos risco cardíaco quando comparado a voluntários com peso norma

Dica do Francisco Thiago Almeida

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Postar foto de comida pode indicar distúrbio alimentar, diz psiquiatra

Para Valerie, a comida está adquirindo um papel importante demais na vida das pessoas. “Já não se trata mais de simples combustível”, diz.

foodstagram

 

Por Ana Ikeda, no Gigablog

Se você acha que postar um monte de fotos de comida no Instagram não é lá tão normal assim, digamos que há motivo para preocupação. Publicar compulsivamente fotos de comida em redes sociais pode indicar que a pessoa sofre de algum distúrbio alimentar. A afirmação é da chefe de psiquiatria do Hospital da Mulher da Universidade de Toronto, Valerie Taylor.

A psiquiatra diz ter pacientes em tratamento de problemas alimentares que tentam lutar contra esse hábito da comida virar o centro das interações sociais na internet – o que comem, quando comem e quando vão comer de novo.

Ao “Huffington Post”, Valerie disse que embora a prática de compartilhar fotos de comida nas redes sociais seja comum, em alguns casos ela pode demonstrar a exclusão de outras coisas importantes da vida.

“A preocupação começa quando tudo o que eles fazem é enviar fotos de comida. Tiramos fotos de coisas que são importantes para nós e, para algumas pessoas, a comida em si se tornou central; o local, a empresa e outros elementos são só pano de fundo”, diz.

Para Valerie, a comida está adquirindo um papel importante demais na vida das pessoas. “Já não se trata mais de simples combustível”, diz. Outro exemplo semelhante ao da publicação de fotos de comida são as tatuagens com o tema. “Como as tatuagens de ‘Eu amo o McDonald’s’ substituindo as de ‘Eu amo minha mãe’.”

Tirar foto de comida também é assunto polêmico quando se trata de etiqueta. Alguns críticos dizem que embora a prática seja prazerosa para quem tira a foto, pode incomodar quem está em volta naquele momento. Há ainda quem aproveite as fotos de comida para criar grupos de apoio à la Vigilantes do Peso virtual.

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