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Com alimentos, vídeo mostra diferenças entre sexo real e filmes pornô; assista

panqueca

publicado no F5

Um vídeo com alimentos, mas que nada tem a ver com as receitas da Palmirinha, tem feito sucesso na internet.

Trata-se do “Porn Sex vs Real Sex: The Differences Explained With Food” (algo como sexo pornô versus sexo real, as diferenças explicadas com comida).

Publicado no YouTube ontem pelo “estúdio-boutique” americano Kornhaber Brown, que faz trabalhos para o canal PBS, entre outros, ele já teve mais de 85 mil visualizações.

“Se você já assistiu a um pornô e já fez sexo, você sabe que as duas coisas são bem diferentes”, apresentam os criadores. “Mas quais são especificamente as diferenças? Estimule seu apetite e assista ao vídeo”.

As imagens mostram de forma didática, com um pepino, por exemplo que os pênis dos atores pornô têm entre 15 cm e 22 cm, enquanto a média das pessoas reais fica entre 12 cm e 17 cm.

Entre os temas abordados estão ainda a quantidade de pelos púbicos, o formato da vagina, o tempo que os homens levam para se excitar e o tempo que demoram até ejacular.

Assista abaixo ao vídeo (em inglês). Para ativar as legendas em português, clique no botão “CC” (closed caption) após dar início ao vídeo.

HappyMaiko e suas miniaturas baseadas na cultura japonesa

publicado no Criatives

No post de hoje, vamos conhecer um pouco do trabalho de HappyMaiko, uma artista apaixonada pela cultura “kawaii” japonesa e que através de suas criações mini e únicas (sim, cada peça é feita sob encomenda, e possui apenas um exemplar),  feitas de argila e de polímero resinado, tais como anéis, pulseiras, colares e muitos outros meios de artesanato, espalha sua delicadeza por onde passa. Vale a pena acessar o site da artista em http://happymaiko.etsy.com e ver como ela faz seus trabalhos:

Man, a animação

Publicado originalmente no Brasil Acadêmico

Animação mostra a relação do homem com o meio ambiente. A dança do consumo predatório ao som de In the Hall of the Mountain King, de Edvard Grieg.

Steve Cutts é um artista freelancer radicado em Londres especializado em animação.

Estudou Belas Artes na Farnham University e já fez trabalhos para clientes de peso como Coca-Cola, Toyota, Reebok, Sony PSP, The Guardian, Kelloggs e Philips, entre outros.

dica da Rudgy Figueiredo e do Israel Herison

Doenças mentais são mais comuns em pessoas com trabalhos ligados à arte e criatividade

imagem2Ana Carolina Prado, na Super Interessante

A discussão é antiga: será que em pessoas criativas e com dons artísticos há maior incidência de doenças mentais como bipolaridade, depressão e abuso de drogas? Logo de cara já dá para pensar em vários exemplos: Amy Winehouse, Sylvia Plath (foto), Kurt Cobain …

Pois pesquisadores do Karolinska Institutet, na Suécia, analisaram o histórico de quase 1,2 milhão de pacientes e seus familiares e confirmaram essa hipótese.  No ano passado, a equipe já havia mostrado que há uma porcentagem maior de artistas e cientistas em famílias onde o transtorno bipolar e a esquizofrenia estão presentes do que na população em geral.

Agora, eles expandiram o estudo para abranger outros diagnósticos psiquiátricos, como depressão, ansiedade, abuso de álcool, uso de drogas, autismo, TDAH, anorexia nervosa e suicídio, e incluíram pessoas em atendimento ambulatorial em vez de pacientes exclusivamente hospitalares.

Os resultados confirmaram os do estudo anterior: o transtorno bipolar novamente se mostrou mais comum entre pessoas com profissões artísticas ou científicas, como bailarinos, pesquisadores, fotógrafos e escritores, do que na população geral. Mas, tirando o transtorno bipolar, os indivíduos com profissões criativas não mostraram maior propensão a sofrer de transtornos psiquiátricos em relação aos outros.

“No entanto, ser um escritor está especificamente associado com maior probabilidade de se ter esquizofrenia, transtorno bipolar, depressão, transtornos de ansiedade e abuso de drogas”, diz o estudo. E tem mais: eles foram quase 50% mais propensos a cometer suicídio do que as outras pessoas. Estão aí Sylvia Plath, Virginia Woolf e Ernest Hemingway como exemplo.

Será que são as doenças que levam a pessoa para essas profissões ou o contrário?  Em todo caso, de acordo com Simon Kyaga, um dos autores do estudo, tal associação entre a criatividade e a doença mental dá motivos para se reconsiderar a forma como ela é tratada. “Na psiquiatria e medicina em geral, tem havido uma tradição de se ver o problema como algo em preto-e-branco e há o esforço para tratar o paciente removendo tudo o que for considerado mórbido”, diz ele no Medical Xpress. “Mas, se alguém acredita que certos fenômenos associados a ele são benéficos para o paciente, isso abre o caminho para uma nova abordagem no tratamento. Nesse caso, médico e paciente devem chegar a um acordo sobre o que deve ser tratado, e a que custo”, completa.