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Quando a aterrissagem é o show

Ao pousar, as aeronaves devem se aproximar o máximo possível do início da pista 10, devido à curta extensão da pista, o que resulta em aviões sobrevoando a praia em altitude mínima.

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Publicado no Fala Fil

Localizado no lado Holandês da ilha caribenha de Saint Martin fica a famosa praia de Maho. Mesmo com a areia branca e água azul-turquesa característica de um paraíso caribenho, isso não é o que faz Maho Beach como um destino turístico.

Pelo contrário, tem muito a ver com o “Princess Juliana International Airport”.

Ao pousar, as aeronaves devem se aproximar o máximo possível do início da pista 10, devido à curta extensão da pista, o que resulta em aviões sobrevoando a praia em altitude mínima.

Assistir aos aviões passando sobre a praia é uma atividade tão popular que as chegadas e partidas diárias são exibidas em uma placa na maioria dos bares e restaurantes na praia, um dos bares possui um alto-falante que transmite as transmissões de rádio entre os pilotos e torre de controle do aeroporto.

É importante notar que há um perigo das pessoas em pé na praia serem jogadas para dentro da água por causa da força do jato dos aviões decolando da pista.

O governo local adverte que se aproximar  do local pode “resultar em ferimentos graves e / ou morte.” Uma cerca adicional foi acrescentada recentemente por trás pista  para impedir que as pessoas subissem o muro principal da pista.

Já publicamos o que acontece quando alguém se arrisca demais para assistir ao show.

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Favelas desaparecem de busca no Google Maps

As modificações atenderam a um pedido da própria Prefeitura do Rio, feito há cerca de quatro anos por meio da Riotur (Empresa de Turismo do Município).

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Por Heloisa Aruth Sturm, no Estadão

A Favela Sumaré e a Favela Morro do Chacrinha, em Rio Comprido, zona norte do Rio de Janeiro, não existem mais. Mas só no Google Maps. Na mais recente atualização do aplicativo, o termo “favela” foi suprimido na localização de diversas comunidades da capital carioca. As modificações atenderam a um pedido da própria Prefeitura do Rio, feito há cerca de quatro anos por meio da Riotur (Empresa de Turismo do Município). Duas imagens comparando os mapas do Google de 2011 e de 2013 foram publicadas no blog Cidades Possíveis, no dia 6 de abril, e rapidamente se difundiram em outros blogs e nas redes sociais.

As alterações dividiram opiniões entre os internautas. “Eu concordo com o que a prefeitura está fazendo. Essa atitude evita certos preconceitos contra moradores de locais estigmatizados como favela”, escreveu Fabio Nobre. “Concordo com a retirada. Áreas enormes denominadas favelas, levei um susto quando vi o mapa de onde moro, assim como de outros bairros que conheço bem”, disse Margarida Avelar, moradora de Cascadura, zona norte.

Os internautas que se manifestaram contra as alterações disseram temer pela segurança caso se perdessem na cidade. “Querendo mascarar a realidade, e expondo a vida de turistas em risco!”, disse Ricardo Novaes. “E eu que confio no Google Maps para programar meus itinerários, vou acabar passando por um local perigoso porque a prefeitura achou legal esconder a informação de que é um lugar perigoso. Se eles querem que não apareça a palavra favela. Que detonem a favela e construam um bairro de verdade no lugar”, escreveu Paulo Pontes.

A polêmica remonta ao ano de 2009, quando foi solicitada oficialmente ao Google a inclusão de pontos turísticos e a diferenciação de favelas e bairros. A alegação era de que o aplicativo omitia bairros e pontos turísticos, ao mesmo tempo em que dava destaque a favelas com pequeno número de habitantes. Dois anos depois, a empresa norte-americana afirmou que iria aumentar a qualificação das informações nos mapas do Rio, em um prazo de seis a 12 meses.

A atual supressão do termo ”favela” não atinge todas as comunidades. Na Maré (zona norte) e no Vidigal (zona sul), por exemplo, ele permanece. Mas na Rocinha e no Cantagalo, também na zona sul, não. Em algumas regiões, o termo ”favela” foi substituído por ”morro” – mas a supressão não foi total, como pode ser visto na “Favela do Morro dos Cabritos”, localizada pelo Google próxima ao morro homônimo, na região da Lagoa Rodrigo de Freitas (zona sul). Em outras comunidades, localizadas em áreas planas, o termo simplesmente foi suprimido.

O Google foi procurado pela reportagem para explicar a forma de hierarquização dos dados no mapa e quais são as fontes de fornecimento para o Google das nomenclaturas da cidade. Por meio de nota, a empresa afirmou que “não divulga as particularidades das negociações com os parceiros”.

Artistas do giz ’3D’ pintam ilusões nas calçadas de Bangcoc

Artistas da Ásia também participam do evento, embora a maioria dos pintores seja de europeus. O único latino é o mexicano Juandrés Vera. fotos: Ashkan Sharifi.

Artistas da Ásia também participam do evento, embora a maioria dos pintores seja de europeus. O único latino é o mexicano Juandrés Vera. fotos: Ashkan Sharifi.

Marina Wentzel, no BBC Brasil

Pintores de imagens tridimensionais se reúnem pela primeira vez em Bangcoc, capital tailandesa, para um festival de arte de rua.

O grupo de 20 artistas estrangeiros e locais explora a interação com o público em imagens surreais e intervenções bem humoradas sob o tema “Rua das artes, rua da diversão”.

A exibição está espalhada por 106 mil metros quadrados e dividida em 11 áreas na região de Rachaprasong.

Esta parte da cidade é conhecida também por abrigar manifestações.

Foi ali que oposicionistas entraram em choque com o governo em 2010, num confronto que resultou em dezenas de mortos.

A intenção é também superar as lembranças negativas e “criar uma nova dimensão de turismo em Bangcoc com cores e exposições”, disse Pensuda Prai-aram, chefe da Secretaria de Turismo.

Segundo os artistas, o público formado por turistas e tailandeses tem demonstrado interesse.

“Nossa arte é de graça e desperta a curiosidade das pessoas. É uma arte democrática, que todos entendem e por isso transcende diferenças culturais”, disse à BBC Brasil o pintor holandês Ruben Poncia.

“O uso de 3D e 4D permite às pessoas posar para fotos junto da obra e torná-la interativa. É um tema universal e por isso apreciado por muita gente”, conclui o muralista mexicano Juandres Vera.

Um festival de arte de rua leva a arte 3D para as calçadas de Bangcoc. Alguns dos artistas que participam do evento fazem parte de uma trupe itinerante chamada 'We Talk Chalk' ('Nós falamos giz', em tradução livre).

Um festival de arte de rua leva a arte 3D para as calçadas de Bangcoc. Alguns dos artistas que participam do evento fazem parte de uma trupe itinerante chamada ‘We Talk Chalk’ (‘Nós falamos giz’, em tradução livre).

'Nossa arte é de graça e desperta a curiosidade das pessoas. É uma arte democrática, que todos entendem e por isso transcende diferenças culturais', disse à BBC Brasil o pintor holandês Ruben Poncia.

‘Nossa arte é de graça e desperta a curiosidade das pessoas. É uma arte democrática, que todos entendem e por isso transcende diferenças culturais’, disse à BBC Brasil o pintor holandês Ruben Poncia.

 

Depois de Bangcoc os artistas seguem para um outro festival similar organizado na cidade de Chiang Mai, que fica no norte da Tailândia e é conhecido destino turístico.

Depois de Bangcoc os artistas seguem para um outro festival similar organizado na cidade de Chiang Mai, que fica no norte da Tailândia e é conhecido destino turístico.

Turcos apostam no implante de barba e bigode para transmitir masculinidade

 (Thinkstock

Vivian Reis, no Virgula

Agora não são apenas as mulheres que desejam evidenciar sua feminilidade com cirurgia para colocar silicone nos seios. O implante de barba e bigode está em alta na Turquia entre os homens que buscam evidenciar sua masculinidade.

Em entrevista para o jornal The Guardian, o cirurgião Ali Mezdegi afirmou que 75% dos seus clientes são árabes do Oriente Médio, provavelmente devido ao fato de que a barba e o bigode são vistos como sinônimo de maturidade e sabedoria na região.

Acredita-se que a falta de pêlos no rosto pode inclusive causar barreiras sociais. Muitos homens de negócios buscam a intervenção para transmitir credibilidade, e, segundo Mezdegi, seus pacientes querem se submeter à cirurgia antes de procurarem uma esposa. “Barba é um símbolo de status, sinal de força e virilidade”, explicou.

Além disso, a Turquia tem atraído muitos turistas por causa desta tendência. Irfan Atik trabalha em uma agência de turismo especializada em pacotes para transplantes capilares. De acordo com ele, ao menos 50 turistas vão para Istambul diariamente para o procedimento, que custa cerca de cinco mil euros, aproximadamente R$ 13.500.

Natal mágico da China

Quem visita o Harbin Ice and Snow Festival’s não só se vislumbra as esculturas, como pode subir as escadas de gelo, deslizar em escorregadores e rodar a cidade à bordo de carruagens

publicado no BlogCriativo

Há um lugarzinho no nordeste da China, quase na Rússia, que tem o poder de transformar o gélido inverno do hemisfério norte em uma época mágica! Pra quem já esteve em temperaturas abaixo de zero sabe que o estímulo tem que ser bem grande para colocar os pezinhos para fora de casa! Mas na cidade de Harbin essa tarefa não é nada difícil! Isso porque todo ano, na noite de Natal, surge por lá uma cidade mágica, inteiramente de gelo! São diversas esculturas em tamanho real iluminadas por luzes impressionantes. Vê só!

Não precisa nem dizer que, apesar do inverno extremo, o lugar atrai milhares de turistas de todo o mundo, todos os anos. Quem visita o Harbin Ice and Snow Festival’s não só se vislumbra as esculturas, como pode subir as escadas de gelo, deslizar em escorregadores, e rodar a cidade à bordo de carruagens, no maior estilo de conto de fadas!

O Natal em Harbin é um gelo sim! Mas a gente duvida que o coração não esquente por lá! :)