Menina de 9 anos cria rede social e impressiona hackers

Alex Jordan é a criadora da Super Fun Kid Time, rede social que quer ajudar as crianças a encontrarem amigos para brincar

Alex Jordan, a pequena hacker de apenas 9 anos: durante conferência de tecnologia, menina desenvolveu, e programou, sua própria rede social
Alex Jordan, a pequena hacker de apenas 9 anos: durante conferência de tecnologia, menina desenvolveu, e programou, sua própria rede social

Gabriela Ruic, na Exame

São Paulo – As melhores invenções surgem de tentativas de se solucionar um problema. Pois Alexandra Jordan, de apenas 9 anos, parece ter levado esta máxima a sério. Entediada durante suas longas férias de verão, a menina resolveu desenvolver uma rede social na qual outras crianças podem combinar encontros para brincar, a Super Fun Kid Time.

Apresentada pela própria neste final de semana durante a TechCrunch Disrupt 2013, conferência anual de tecnologia organizada pelo site TechCrunch em São Francisco, a rede social foi completamente elaborada, e programada, por Alex. De acordo com ela, a ideia foi concebida junto com seu pai, Richard Jordan.

Depois de registrados no site, os pequenos usuários podem procurar por outros amigos, filtrando os resultados de acordo com o nome da sua escola, a etapa na qual está matriculado e até o nome do seu professor. Em seguida, é possível então escolher a criança com quem se quer brincar e agendar a data e horário do encontro.

Ao contrário dos outros participantes da conferência, que participam de maratonas intensas de programação, Alex não ficou acordada a noite inteira programando e foi dormir às 23h45. Segundo seu pai, a única ajuda externa recebida pela menina, que está aprendendo a programar em linguagens como Ruby e HTML, foi para o desenvolvimento do design do site, para o qual contou com o auxílio de um designer profissional.

Segundo Alex, sua paixão por tecnologia foi herdada do pai, que se apresenta no Twitter como físico, hacker e empreendedor. Em entrevista ao TechCrunch, ela descreveu como “divertida” a experiência de estar em contato com “outros hackers” e disse que a parte mais legal de programar é o fato de ser uma atividade que a acalma, “além de ser uma ótima forma de desenvolver raciocínios”.

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Marco Feliciano faz campanha para retirar vídeo do Porta dos Fundos do ar

Publicado originalmente no UOL

O deputado federal Marco Feliciano usou sua conta no Twitter para iniciar uma campanha contra um vídeo do coletivo de humor Porta dos Fundos.

Publicado nesta segunda (19), o vídeo “Oh, Meu Deus!” mostra a atriz e cantora Clarice Falcão interpretando uma mulher que vai ao ginecologista e lá descobrem uma imagem de Jesus Cristo em sua vagina.

Incomodado com o conteúdo do vídeo, o pastor evangélico escreveu no microblog “Assim caminha a humanidade… Video podre! Ajudem a denunciar para retira-lo do ar —>” e reproduziu o link do vídeo.

Até o momento da publicação deste texto, o post de Feliciano já havia sido retuitado 249 vezes. O vídeo do Porta dos Fundos já foi visto por mais de 283 mil pessoas.

Conhecido pelo humor politicamente incorreto, o Porta dos Fundos já havia abordado religião em vídeos como “Demônio“, “Deus” e “Confessionário“.

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“Não somos gays e essa não é uma briga de minoria”, diz jovem que dançou hit para Feliciano

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Publicado no Bahz

Os dois passageiros que dançaram o hit Robocop Gay para o deputado federal Marco Feliciano (PSC) e viraram notícia nos principais portais do país neste sábado (10) são heterossexuais, ao contrário do que afirmou o pastor em seu perfil no Twitter. A reportagem do Bhaz conversou em primeira mão com os editores de vídeo Eric Corazza e Conrado Ribeiro, que têm 26 anos. Eles contaram que decidiram fazer o protesto após perceberem que muitas pessoas que estavam no voo criticavam, ainda que de maneira contida, o político.

A postagem original do vídeo, feita no perfil de Conrado, alcançou mais de 50 mil compartilhamentos em menos de 24 horas. Na gravação, ele aparece com o amigo, que já conhece há mais de 15 anos, dançando o hit dos Mamonas Assassinas no corredor do avião. Eles chegam a cantar: “Abra sua mente, gay também é gente”. Feliciano permanece em sua cadeira lendo um livro.

O deputado afirmou, por meio de seu perfil no Twitter, que foi atacado durante o voo na manhã de sexta-feira (9). Ele postou várias mensagens logo após desembarcar às 11h50 no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. “Ao decolarmos em Brasília cerca de 10 gays me constrangeram, 2 vieram a minha poltrona gritando, cantando música bizarra”, escreveu.

Eric rebate as acusações do deputado. Durante a entrevista, ele fez questão de ressaltar que não houve excessos no protesto. “Ninguém usou palavras de baixo calão ou o xingou em nenhum momento. Não somos gays e essa não é uma briga de minoria. Queríamos demonstrar que o preconceito se encontra na cabeça do Feliciano”, disse.

Os dois jovens tiveram a ideia de cantar o sucesso dos Mamonas Assassinas após vários passageiros do voo gritarem: “Fora Feliciano!”. Para Conrado, o voo foi uma oportunidade de ter certeza que o deputado ouviria que muitos discordam de suas “ideologias fundamentalistas”. ”A nossa atitude foi respaldada por muitos recém-amigos gays que estavam no avião, mas, infelizmente, não tiveram a coragem de levantar e se manifestar criativamente. Inclusive a única violência que ocorreu no ato veio por parte de um defensor do político que tentou me agredir e tomar a minha câmera”, completou Conrado.

Os amigos ainda negaram que agentes da Polícia Federal (PF) tenham feito alguma intervenção no desembarque. O pastor Roberto Marinho, que estava ao lado de Feliciano no voo, disse, por meio de seu perfil no Twitter, que as autoridades foram acionadas quando o avião pousou e os jovens só não acabaram presos porque o deputado não quis prestar queixa. A reportagem não conseguiu contato com a assessoria de imprensa do órgão durante o fim de semana para confirmar a versão.

O presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias ainda não esclareceu o suposto motivo que o levou a não registrar o fato, apesar de se dizer vítima de um ataque. Uma empresa de comunicação que trabalha para o deputado postou no YouTube uma versão editada do vídeo com o seguinte título: “Marco Feliciano | Agredido em Voo por Ativistas Gays”. O link foi compartilhado pelo pastor em seu perfil no Twitter.

Para Eric, o deputado está distorcendo os fatos ao se posicionar como vítima de uma agressão. Os amigos garantem que apenas manifestaram o anseio de muitos diante dos embates criados pelas declarações polêmicas dadas por Feliciano nos últimos anos. “Acredito que o mundo está carente de amor e compaixão, devemos esquecer diferenças, pois são com elas que aprendemos e evoluímos”, concluiu Eric.

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Facebook começa a testar Trending Topics

O AllThingD noticiou a novidade ontem, contudo, foi só nesta quinta (7) que um porta-voz do Facebook confirmou a informação

Smartphone conectado ao Facebook: rede social informou ao site Mashable que está testando o recurso de Trending Topics
Smartphone conectado ao Facebook: rede social informou ao site Mashable que está testando o recurso de Trending Topics

Publicado originalmente no site da Exame

São Paulo – Quase dois meses após a chegada de hashtags ao Facebook, a rede social informou ao site Mashable que está testando o recurso de Trending Topics.

O AllThingD noticiou a novidade ontem, contudo, foi só nesta quinta (7) que um porta-voz do Facebook confirmou a informação.

Segundo comunicado emitido ao site, os testes estão sendo feitos na versão mobile, com uma pequena parcela dos usuários dos Estados Unidos.

Surgido no Twitter, o Trending Topics mostra os assuntos mais comentados de acordo com uma região do globo ou ainda, mundialmente.

No Facebook, uma pequena lista com três ou mais palavras-chaves é mostrada no feed do usuário.

Vale lembrar que essas não são as primeiras funcionalidades “emprestadas” do Twitter.

O Facebook também já utilizou a função “@” para menções, contas oficiais para personalidades e a opção de seguir pessoas.

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Aumenta a população de adultos acima de 65 anos nas redes sociais

Segundo pesquisa do Pew Institute, 43% dessa população está usando intensivamente sites como Facebook, Twitter e Google+

Getty Images Brasil
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Publicado no IDG Now!

Um novo estudo Internet Life do Pew Institute, mostra que 43% da população de adultos com 65 anos ou mais usam intensivamente redes sociais como Facebook, Twitter e Google+. Esse número representa um salto gigantesco com relação a 2006 quando, segundo o mesmo instituto, apenas 1% dessa mesma população utilizava sites de redes sociais.

O estudo mostra que desde 2009 as taxas de adesão às redes sociais pelos adultos acima de 65 anos têm triplicado.

Vários outros grupos de faixas etárias diferentes também aumentaram sua presença na mídia social. A audiência de adultos com idades entre 50 e 64 anos por exemplo, já representa 60% da população total nessa faixa etária. Entre as pessoas de 30 a 49 anos, o percentual de adoção cresceu exponencialmente, saltando de meros 7% em 2009 para 78% em 2013, segundo o estudo.

Um dos autores do estudo, Aaron Smith, diz que há vários fatores levando ao aumento da adoção entre representantes da terceira idade. A possibilidade de manter contato com membros da família que vivem distantes, acessando fotos e vídeos; a oportunidade de reatar relacionamento com amigos há muito perdidos e a conexão com pessoas com mesmos interesses e hobbies são três fatores que contribuem bastante, diz o pesquisador.

No geral, 72% dos adultos acima de 18 está usando redes sociais hoje nos Estados Unidos, diz o estudo, contra 67% do ano passado.

O Twitter foi analisado pela primeira vez individualmente pelo estudo da Pew e descobriram que 18% dos adultos online acima de 18 anos utiliza o microblog, contra 8% em 2010. Adultos mais velhos também estão entre os mais ativos no Twitter também. Entre as pessaos com idade de 50 a 64 anos, 13% usa o site, contra 6% em 2010. Na faixa dos 30 aos 49 anos, 17% usam o Twitter, contra 6% há três anos. E as pessoas acima de 65 anos têm menos afinidade, representando apenas 5% da base dos usuários nessa faixa etária conectados a redes sociais.

O estudo foi baseado em entrevistas por telefone feitas entre abril e maio deste ano, com uma amostra de mais de 2,2 mil adultos com 18 anos ou mais.

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