Mark Driscoll manda recado para Anderson Silva após a luta

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Co-fundador e pastor da Mars Hill Church em Seattle, Mark Driscoll se juntou aos milhares de fãs do UFC para tentar explicar a incrível derrota do brasileiro Anderson SIlva, nocauteado por Chris Weidman.

Vejam o versículo que ele enviou ao ex-campeão em mensagem postada no Twitter:

“A desgraça está a um passo do orgulho; logo depois da vaidade vem a queda” (Pv 16.18 – NBV).

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Feliciano diz que ‘cura gay’ pode voltar em 2015: ‘Aguarde a Frente Evangélica’

Deputado e pastor afirma que proposta voltará com mais força na próxima legislatura: \”Em 2015 aguarde a Frente Evangélica\”

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Foto: Divulgação

Publicado originalmente no Estadão

O deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) parabenizou a retirada do projeto de lei da Câmara 234, que ficou conhecido como o da “cura gay”, em uma série de mensagens publicadas em uma grande rede social na tarde desta terça-feira, 2. O pastor, no entanto, não desistiu da proposta, que suspenderia dois trechos de uma resolução do Conselho Federal de Psicologia, de 1999 — um dos trechos que seriam anulados diz que “os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades”. Argumentando que o PSDB “inviabilizou” o projeto quando revelou ter posição contrária ao tema, Feliciano afirmou, em tom de profecia, que a proposta “voltará na próxima legislatura”. “Teremos um número maior de deputados evangélicos”, previu.

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“Parabéns a decisão tomada pelo@depjoaocampos em retirar o PDC 234 de tramitação. O PSDB, seu partido, inviabilizou quando notificou ser contra. Entendeu ele que os ativistas, a mídia e alguns partidos invisíveis usariam o PDC 234 para tirar o foco das manifestações verdadeiras”, disse Feliciano no Twitter. “O PDC não foi arquivado, mas retirado, e pode voltar.”

Em mensagem direcionada aos seus seguidores evangélicos, Feliciano avaliou que todo o processo, desde a proposição até a retirada do projeto, foi positivo.

“Essa perseguição de parte da mídia e dos ativistas nos fortaleceu e nosso povo acordou. Nos aguarde em 2015! Viremos com força dobrada”, afirmou o deputado. “Em 2015 aguarde a Frente Evangélica! Seremos muitos! E agora sabemos quem é quem! Parabéns a todos! Marcamos posição!”, finalizou, em seu oitavo e último tuíte sobre o tema.

O propositor do projeto, deputado João Campos (PSDB-GO), líder da  Frente Parlamentar Evangélica, pediu nesta tarde ao colégio de líderes da Câmara que retirasse de tramitação a proposta, que já havia sido aprovada pela Comissão dos Direitos Humanos e Minorias, presidida pelo deputado Marco Feliciano (PSC-SP). O líder do PT na Câmara dos Deputados, José Guimarães (CE), confirmou que foi feito um acordo para a retirada do projeto. Segundo Guimarães, a assessoria técnica da Casa está sendo consultada agora para avaliar se o projeto pode regimentalmente ser retirado ou se precisa ir a votação por já ter passado por uma comissão.

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Pierre Lévy comenta os protestos no Brasil: ‘Uma consciência surgiu. Seus frutos virão a longo prazo’

Filósofo francês, uma das maiores autoridades do mundo nos estudos da cibercultura, fala sobre mobilização em redes sociais

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Publicado no Jornal O Globo

A resposta ao pedido de entrevista é direta: “O único jeito é via Twitter”, disse o filósofo francês Pierre Lévy, uma das maiores autoridades do mundo nos estudos da cibercultura. E assim foi feito. Lévy conversou com O GLOBO na tarde de segunda, via Twitter, sobre os protestos que vêm ocorrendo no Brasil nas últimas semanas e que surgiram das redes sociais.

Nos últimos anos, muitos protestos emergiram da internet para as ruas. Como o senhor os compararia com manifestações do passado, como Maio de 1968?

Há uma nova geração de pessoas bem educadas, trabalhadores com conhecimento, usando a internet e que querem suas vozes ouvidas. A identificação com 68 está no fenômeno geracional e na revolução cultural. A diferença é que não são as mesmas ideologias.

Mas qual é a nova ideologia? No Brasil, críticos falam da dificuldade em identificar uma ideologia única nas ruas.

Uma comunicação sem fronteiras, não controlada pela mídia. Uma identidade em rede. Mais inteligência coletiva e transparência. Outro aspecto dessa nova ideologia é o “desenvolvimento humano”: educação, saúde, direitos humanos etc.

E qual seria a solução? Como os governos devem lidar com os protestos?

Lutar com mais força contra a corrupção, ser mais transparente, investir mais em saúde, educação e infraestrutura. Porém, a “solução” não está apenas nas mãos dos governos. Há uma mudança cultural e social “autônoma” em jogo.

No Brasil, um dos problemas é que não há líderes para dialogar. Qual seria a melhor forma de se comunicar com movimentos sem lideranças?

A falta de líderes é um sinal de uma nova maneira de coordenar, em rede. Talvez nós não necessitemos de um líder. Você não deve esperar resultados diretos e imediatos a partir dos protestos. Nem mudanças políticas importantes. O que é importante é uma nova consciência, um choque cultural que terá efeitos a longo prazo na sociedade brasileira.

E as instituições? Elas não são mais necessárias? É possível ter democracia sem instituições?

É claro que precisamos de instituições. A democracia é uma instituição. Mas talvez uma nova Constituição seja uma coisa boa. Porém, sua discussão deve ser ainda mais importante do que o resultado. A revolta brasileira está acima de qualquer evento emocional, social e cultural. É o experimento de uma nova forma de comunicação.

Então, o senhor vê os protestos como o início de um tipo de revolução?

Sim, é claro. Ultrapassou-se uma espécie de limite. Uma consciência surgiu. Mas seus frutos virão a longo prazo.

O que separa a democracia nas comunicações da anarquia? Pode-se desconfiar do que é publicado na mídia, mas o que aparece nas redes sociais é ainda menos confiável.

Você não confia na mídia em geral, você confia em pessoas ou em instituições organizadas. Comunicação autônoma significa que sou eu que decido em quem confiar, e ninguém mais. Eu consigo distinguir a honestidade da manipulação, a opacidade da transparência. Esse é o ponto da nova comunicação na mídia social.

O senhor teme que os governos tentem controlar as redes sociais por causa de protestos como os que ocorrem no Brasil e na Turquia?

Eu não temo nada. É normal que qualquer força social e política tente tirar vantagem da mídia social. Mas é impossível “controlar” a mídia social como se faz com a mídia tradicional. Você só pode “tentar” influenciar tendências de opiniões.

E e o risco de regimes ou ideias totalitaristas ganharem força por conta dos protestos, como já ocorreu no passado na América Latina?

Isso é pouco provável no Brasil, por conta de sua alta taxa de pessoas com educação. A chave é, como sempre, manter a liberdade de expressão, como ela é garantida pela lei. Não é preciso ter essa paranoia com o fascismo.

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Espirituosa, Xuxa responde a fãs no Facebook sobre manifestações e até sobre sua vida sexual

Veja alguns dos melhores comentários da loira em seu perfil oficial

Foi com esta foto que Xuxa começou sua primeira aventura no Twitter, em agosto de 2009
Foi com esta foto que Xuxa começou sua primeira aventura no Twitter, em agosto de 2009

Thiago Perin, na Contigo!

Xuxa não é estranha a polêmicas envolvendo redes sociais.

Em 2009, a apresentadora começou a se aventurar no Twitter com clara empolgação… Mas logo se irritou com comentários dos seguidores, que criticavam seu jeito de escrever em caixa alta (“EU NÃO ESTOU GRITANDO, NEM QUERO SER MAL EDUCADA, GALERA. SEMPRE QUE ESCREVO NO COMPUTADOR, ESCREVO ASSIM. É O MEU JEITINHO!”) e erros de digitação (“OPS , ESCREVI SEM LER SAIU ERROS DE PORTUGUES”).

Reprodução/Montagem
"EU NÃO ESTOU GRITANDO, NEM QUERO SER MAL EDUCADA, GALERA. SEMPRE QUE ESCREVO NO COMPUTADOR, ESCREVO ASSIM. É O MEU JEITINHO!"Após este tuíte, a frase “é o meu jeitinho” viralizou na internet

No episódio mais famoso da aventura conturbada da loira no Twitter, Sasha (na época, com 11 anos) cometeu um erro de ortografia ao tuitar no perfil da mãe (“sena” no lugar de “cena”). Magoada com as críticas que seguiram, Xuxa não perdoou (já, cedendo à pressão, em letras minúsculas): “pra quem não sabe minha filha foi alfabetizada em inglês, vou pensar muito em colocar ela pra falar com vcs, ela não merece ouvir certas m…”.

Como as ironias não cessaram, ela resolveu parar de tuitar, despedindo-se da rede com outra frase que virou bordão na internet: “fui vcs não merecem falar comigo nem com meu anjo”.

Reprodução/Montagem
"fui vcs não merecem falar comigo nem com meu anjo"Sim, “vocês não merecem falar comigo nem com meu anjo” também virou bordão

Mas, no Facebook, a loira anda se soltando novamente. Pelo menos uma vez por semana, Xuxa aparece puxando papo com seus quase 1 milhão de fãs na rede (959 mil até o fechamento desta matéria), e mostra bom humor na hora de responder às perguntas e comentários dos internautas – por vezes, já deu a entender que seus assessores ficam preocupados com seus comentários (“me matam se eu escrevo piada”).

O que mais deu o que falar até agora foi sua resposta a uma fã, Marcella, que pedia ajuda para “arrumar um teste de canto”: “xiii marcella , entra no the voice”.

Reprodução/Montagem
"xiii marcella , entra no the voice"Para Xuxa, o reality show é o melhor caminho

Perguntada sobre as manifestações que aconteciam pelo Brasil, a loira foi sucinta: “medooooooooo”. Já sobre sua vida sexual com o namorado, Junno Andrade, não teve papas na língua…

Reprodução/Montagem
"até q não"A loira não se intimidou com a pergunta indiscreta da fã

Veja abaixo outros comentários bem-humorados da Rainha dos Baixinhos no Facebook.

-132222006-editorialPara Ariana, nem “The Voice” salva

-132222029-editorialXuxa também é adepta do minimalismo

-132222047-editorialTem que ter paciência de rainha
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Princesa de Cristo: “Nordestino adora PT. Sou paulista, filha de europeu. Não consigo viver neste cabresto”

princesadecristo
Na manhã de hoje, a internauta “Princesa de Cristo” (oi?) postou na rede o tuíte acima. Diante da saraivada de críticas, apagou a mensagem e tentou se explicar:

O PT coloca um cabresto na nação desde o governo Lula, principalmente na população carente do norte/nordeste, que muitas vezes é iludido pelo PT. Por falta de consciência política, talvez.

Só quis dizer que o PT “fecha a mente do nordestino” em troca de votos

eu só queria que entendessem que eu não tenho problemas com nenhum povo

Posso ter escolhido palavras erradas e peço desculpa aos ofendidos. Fim.

dica do Bruno Dias

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