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5 jeitos bizarros de medir a felicidade

happy-woman-140320Natasha Romanzoti, no HypeScience

Todos sabemos que a felicidade é subjetiva, afinal, o que faz uma pessoa pular de alegria pode mal fazer outra sorrir.

Mas o que a felicidade significa?

Cientistas tentaram resolver este problema de medir a felicidade de uma série de maneiras, perguntando às pessoas sobre os seus humores e momentos felizes em relação a satisfação com a vida em geral, e outros fatores “maiores” que poderiam influenciar este sentimento. Outras tentativas de investigar a felicidade foram mais criativas e, por vezes, estranhas.

Confira algumas delas:

1. Tweets felizes

Usuários de mídia social geralmente expressam seus sentimentos online. Assim, os pesquisadores da Universidade de Vermont resolveram usar o Twitter para descobrir quais os lugares mais felizes nos Estados Unidos.

Em um artigo publicado em maio de 2013 na revista PLoS ONE, os cientistas analisaram mais de 80 milhões de palavras digitadas em tweets em 2011, todas com informações de localização.

Ao analisar a positividade e negatividade nas palavras usadas, os pesquisadores descobriram que o estado americano mais feliz (ou pelo menos o estado com o maior número de usuários do Twitter alegres) era o Havaí, seguido por Maine, Nevada, Utah e Vermont. O estado mais triste foi Louisiana, seguido de Mississippi, Maryland, Delaware e Geórgia.

Outro estudo, liderado por Peter Dodds, que analisou bilhões de tweets entre setembro de 2008 e meados de setembro de 2011, observou que a felicidade, depois de uma tendência gradual para cima (de janeiro a abril de 2009), começou a cair, acelerando ligeiramente ao longo do primeiro semestre de 2011. Os cientistas citam exemplos de grandes quedas de felicidade em certas épocas nos tweets, como durante a quebra do sistema financeiro dos EUA em 2008, e a pandemia da gripe H1N1 em 2009.

2. A felicidade no Facebook

Os pesquisadores também checaram como os usuários expressam felicidade no gigante da mídia social, Facebook. Um dos resultados mais interessantes vistos em pesquisas de felicidade no Facebook é que mensagens felizes geram mais mensagens felizes.

Recentemente, a rede social adicionou a capacidade dos usuários incluírem um emoticon e um sentimento a um status, permitindo que a empresa Data Team investigasse como as emoções dos usuários estão mudando.

Em 17 de março de 2014, a equipe analisou as emoções em resposta a mudança para o horário de verão no hemisfério norte, e descobriu que as queixas de cansaço aumentaram 25% na manhã de segunda-feira após a mudança de tempo, em comparação com a semana anterior. Mas os usuários do Facebook também viram um aumento no humor: o uso de palavras positivas, como “maravilhoso” e “ótimo”, também aumentou cerca de 20%. Os status também foram mais positivos na segunda-feira à noite, talvez por causa da hora extra de sol após um dia de trabalho.

3. Sorrisos brasileiros no Instagram

Enquanto isso, no Instagram, o Brasil está recebendo o seu devido reconhecimento como o país mais feliz do mundo, pelo menos com base em quantos sorrisos nossos aparecem no site de fotos.

A empresa Jetpac City Guides analisou expressões faciais nas imagens da rede, selecionando os maiores sorrisos (claro que não é possível saber se eles eram genuínos, bem como a pesquisa não levou a conta a cultura de se mostrar os dentes em fotografias – sorrisos podem ser menos usuais em certos países).

O Brasil trouxe para casa a maior pontuação em sorrisos, enquanto o Japão e a Cidade do Vaticano ficaram no fim da lista. Na América do Norte, a Nicarágua foi o pais mais alegre, e os Estados Unidos ficaram em oitavo, batendo somente o Canadá e as Bahamas.

4. Felicidade Nacional Bruta

Passando de mídia social a política social, o pequeno país do Butão é um campeão em medir o progresso nacional, não só através do Produto Interno Bruto (PIB), como os economistas normalmente fazem, mas também a Felicidade Nacional Bruta.

O governo do Butão acompanha a felicidade dos seus cidadãos desde 1971. Para isso, as pesquisas incidem sobre o bem-estar psicológico, saúde, educação, padrões de vida, etc. Eles acompanham também a diversidade cultural, a resiliência cultural, a qualidade da governação, a vitalidade da comunidade e a diversidade ecológica.

Segundo dados de 2010, os resultados mais recentes disponíveis, 41% dos butaneses são felizes, e 59% ainda não preencheram seu potencial para a felicidade plena.

5. A história da felicidade

Outra forma de entender a felicidade pode ser segui-la no tempo. Pesquisadores da Universidade da Virgínia (EUA), em um estudo publicado na revista Personality and Social Psychology Bulletin em 2013, fizeram exatamente isso.

Eles analisaram as definições de felicidade de 30 nações, incluindo definições de dicionários de 1850 até os tempos modernos. Também acompanharam o uso da palavra “felicidade” em livros de 1800-2008, dentre outas análises.

Os resultados revelaram que as antigas definições de felicidade focavam em boa sorte e em condições externas benevolentes. O conceito moderno, no entanto, mostra a felicidade como um estado interno. [LiveScience]

 

Você é o que você tweeta?

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Publicado no Estadão

Twitter divulgou uma análise das publicações no microblog feitas ao longo de 2013.

A base de dados foi restrita à publicações em inglês sobre quatro situações: estou triste (feel sad), estou feliz (feel happy)estou atrasado para o trabalho (late for work) e estou de ressaca (hungover).

A conclusão do microblog é de que muitos usuários tweetam da mesma forma em determinados dias ou meses e, com isso, as postagens refletem sentimentos comuns.

O resultado (veja abaixo) é um mosaico de sentimentos percebidos por meio dos tweets. Quanto mais escuro o azul, mais tweets foram registrados sobre aquele tema.

O difícil, no entanto, é explicar por que o sentimento de tristeza é mais recorrente nos tweets de domingos de julho e sábados de dezembro. Ou por que segundas, terças e quartas de dezembro são as mais felizes. Ou por que o mês de abril, em geral, parece o mais neutro entre todos.

Os atrasados para o trabalho publicaram muito mais nas quartas e sextas de janeiro e nas segundas, terças e quartas de julho do que em outras ocasiões.

E a ressaca pós-bebedeira é tema de mais tweetes nas terças de janeiro, domingos de março, segundas de maio, quintas e sextas de novembro e quartas de dezembro.

Você é o que você tweeta? Tire suas conclusões.

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Selfie de Ellen Degeneres no Oscar é a foto mais retuitada da história

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Os presentes na selfie tirada neste domingo (2) são: Jennifer Lawrence, Meryl Streep, Badley Cooper, Julia Roberts, Kevin Spacey, Jared Leto, Brad Pitt, Angelina Jolie, Lupina Nyong’o e seu irmão
Reprodução/Twitter

Publicado no R7

Em menos de 50 minutos, a selfie publicada por Ellen Degeneres rodeada de estrelas de Hollywood como Meryl Streep, Brad Pitt, Angelina Jolie, Julia Roberts, Jennifer Lawrence e batida por Bradley Cooper na cerimônia do Oscar se transformou o tweet mais retuítado da história, superando o milhão de RTs.

Até agora, a foto mais retuítada era a feita pelo presidente americano, Barack Obama, ao ganhar pela segunda vez as eleições dos Estados Unidos, em que abraçava sua esposa, Michelle Obama, e que, até agora, tinha sido republicada 778.329 vezes.

No entanto, a desbocada apresentadora do Oscar se propôs hoje a superar essa marca e o conseguiu em pouco tempo, além de oferecer um dos momentos mais divertidos da cerimônia, que apostou na informalidade e na proximidade com as primeiras fileiras da plateia, para chegar, até agora, a 1,1 milhão de RTs.

A popular apresentadora da televisão americana, vestida de branco, conseguiu enquadrar em uma só foto Jennifer Lawrence, Meryl Streep, Badley Cooper, Julia Roberts, Kevin Spacey, Jared Leto, Brad Pitt, Angelina Jolie, Lupina Nyong’o e seu irmão.

Ellen Degeneres assumiu pela segunda vez as rédeas da cerimônia de entrega dos prêmios mais importantes da indústria do cinema, e dividiu pizza entre algumas das estrelas presentes.

Facebook está ‘morto e sepultado’ para adolescentes mais velhos, diz estudo

Publicado no Terra

Segundo um extenso estudo europeu, o Facebook está “morto e sepultado” para os adolescentes mais velhos, que estão migrando para Twitter, Instagram, WhatsApp e Snapchat.

Ao pesquisar o uso da rede social por pessoas entre 16 e 18 anos em oito países da União Europeia, o estudo Global Social Media Impact diz que, enquanto pais, mães e usuários mais velhos saturam o Facebook, os mais jovens vão para plataformas alternativas.

“O Facebook não está apenas em queda –está basicamente morto e enterrado”, escreveu Daniel Miller, antropólogo que liderou a equipe da pesquisa e professor de cultura material na UCL (University College London).

Adolescentes estão migrando do Facebook para serviços alternativos por causa de usuários mais velhos, segundo estudo

Adolescentes estão migrando do Facebook para serviços alternativos por causa de usuários mais velhos, segundo estudo

“A maioria até se sente envergonhada por ser associada à rede. Antes os pais se preocupavam com os adolescentes se inscrevendo no Facebook, mas agora eles dizem que suas famílias querem que eles permaneçam lá, compartilhando coisas sobre suas vidas.”

Os adolescentes não se importam se os serviços alternativos são menos funcionais ou sofisticados, e eles também não estão cientes de como suas informações pessoais são usadas comercialmente ou vigiadas por serviços de segurança, concluiu a pesquisa.

“Aparentemente o momento crucial em que um jovem decide sair do Facebook é quando sua mãe lhe envia uma solicitação de amizade”, escreveu Miller. “Não é novidade que os mais novos se importam com estilo e status em relação a seus amigos, e o Facebook simplesmente não é mais tão legal.”

 

Tubarões usam Twitter para avisar banhistas na Austrália

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Publicado no Mídias Sociais

Tubarões que nadam perto das praias da Austrália agora podem enviar tweets para surfistas e banhistas na costa. O projeto, inédito no mundo, tem o objetivo de alertar as pessoas em terra para que possam tomar uma decisão informada sobre a possibilidade de entrar na água sabendo que um perigo em potencial está próximo.

Cientistas afixaram transmissores em de mais de 320 tubarões, incluindo grandes brancos, para monitorar os movimentos desses incríveis predadores. Quando um tubarão marcado nada cerca de um quilômetro da praia, ele aciona um alerta que é captado por um computador. Esse computador, em seguida, transforma instantaneamente o sinal em um tweet da Surf Life Saving.

O tweet informa o tamanho, a espécie do tubarão e sua localização aproximada.

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