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Acusada de usar drogas, Luana Piovani responde a Bolsonaro: “Imbecil e retrógrado!”

Atriz se envolveu em mais uma polêmica nas redes sociais e rasgou o verbo

Do R7

Reprodução/Blog Família Bolsonoraro e Divulgação GNT. O texto no blog da família de Jair Bolsonaro acusou a atriz de fazer apologia às drogas

Reprodução/Blog Família Bolsonoraro e Divulgação GNT.
O texto no blog da família de Jair Bolsonaro acusou a atriz de fazer apologia às drogas

A atriz Luana Piovani adicionou mais uma polêmica via Twitter à sua incontável lista. Desta vez, a discussão foi política e a loira teve de responder à família do deputado Jair Bolsonaro sobre acusações de uso de drogas.

Tudo teve início quando Piovani criticou Bolsonaro e colocou seu nome no mesmo contexto de Lula, Dilma Rousseff, José Dirceu e José Genoino.

A resposta não demorou e veio por meio de um post no blog da Família Bolsonaro, no qual Luana é acusada de ser usuária e fazer apologia às drogas.

A mensagem foi reproduzida noTwitter do deputado Estadual Flávio Bolsonaro e causou a ira da atriz, também na rede social.

— Eu sou a p… que eu quiser, seu otário. Você é um sem vergonha. Cada um é o que quer. Imbecil retrógrado

O texto no blog dos Bolsonaro foi atualizado e incluiu às ofensas de Luana. Confira abaixo o conteúdo da postagem que deixou Luana Piovani furiosa:

“Como se já não bastasse o ator José de Abreu defender Dirceu e Genoíno e criticar Bolsonaro quanto sua discordância com tal atitude na condenação do Mensalão, chegou a vez de Luana Piovani expressar no twitter toda sua repulsa em relação à Família Bolsonaro.

Luana se manifestou nas redes sociais utilizando palavras sem sentido e com visível desconhecimento de política, a atriz que quase já foi presa ao fazer apologia às drogas e é “estrela” de campanha de legalização das mesmas, mesclou em um de seus tweets os nomes de Lula, Dilma, Dirceu, Bolsonaro e Genoíno caracterizando-os como aliados ou admitiu que desvio de dinheiro público é algo tão grave quanto expressar uma opinião discordante e resmungou demonstrando seu total desconhecimento quanto a tragédia na Região Serrana do Rio.

. A atriz certamente não sabe que o deputado estadual Flávio Bolsonaro por acaso é o presidente da Comissão de Defesa Civil da ALERJ e esteve na região destruída constatando que o poder público incentiva moradias em áreas de risco em troca de votos.

. A atriz certamente não sabe que Jair Bolsonaro foi mencionado pelo Ministro Joaquim Barbosa como o único parlamentar do Partido Progressista que não seguiu as orientações do partido nas votações em que justificavam o uso do Mensalão.

. A atriz certamente não sabe que Jair Bolsonaro recentemente, com argumentos, fez com que Genoíno fugisse do plenário após críticas feitas pelo parlamentar na tribuna da Câmara.

. A atriz certamente não sabe que a Família Bolsonaro nada tem a ver com opção sexual dos outros, mas considera uma covardia o ensino do homossexualismo nas escolas para crianças de 6 anos de idade.

Diante de fatos não há argumentos, e por fim, imaginemos se um membro da Família Bolsonaro se dirigisse à qualquer pessoa com o palavreado utilizado por Luana Piovani, como IMBECIL, OTÁRIO, SEM VERGONHA E CORJA, certamente já estaríamos sendo processados e condenados pela opinião publicada.

O que tiramos de conclusão é que nossa linha de defesa da família brasileira está certa e continuará seguindo a mesma direção quando comparamos a vida pregressa dos envolvidos na discussão.”

Bolsonaro se diz “preconceituoso com orgulho”; veja!

Ditados populares das redes sociais

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Publicado no youPIX

Ter perfil ativo nas redes sociais não é fácil. Todos os dias temos que conviver com vários tipos de pessoas programadas para matar a sua produtividade, o seu foco e a sua paciência, e fazer você rir muito, claro. E sempre um tiozão que aplica umas gírias idosas, piadinhas do tipo “é pavê ou pacumê?” e umas frases de efeito de gente gagá, né? Por mais que seja estúpido, é engraçado! Daí, que a gente resolver ser o tiozão e trouxemos os ditos populares para as redes sociais.

Frases profundas que refletem o comportamento do internauta que poderão guiar seus passos digitais(sic). Vem com a gente:

1) Em casa de blogueiro o espeto é viral.
2) Nem tudo o que reluz é moeda verde.
3) O pior seguidor é aquele que não quer retuitar.
4) Quem tem pressa usa script.
5) RT de promoção, 100 anos na prisão.
6) Antes forever alone, que mal seguido.
7) Não há marcas que o Google apague.
8) Em terra de badges, quem é mayor, é rei.
9) Nada como um poke atrás do outro.
10) Em Twitter privado não entra stalker.
11) As aparências enganam.
12) Quem com post fere, com comentário será ferido.
13) Twittar é poder.
15) Trollagem no perfil dos outros é refresco.
16) O bom follower a seguir torna.
17) Orkut de bêbado não tem dono.
18) O unfollowado é sempre o último a saber.
19) Quem publica o que quer, lê o que não quer.
20) Quem com tag em flyer fere com tag em flyer será ferido.
21) Post engraçado não se olha a fonte.
22) Tuítem bem, tuítem mal, mas tuítem de mim.
23) Tuita quem pode, retuita quem segue.
24) Diga-me o que lês no Google Reader e te direi quem és.
25) De atriz, blogueiro e dj o inferno tá cheio.
26) O mural do vizinho é sempre mais curtido que o nosso.
27) Roupa suja se lava por DM.
28) Comunidades paradas não movem tópicos.
29) De view em view o Youtube cria uma celebridade.
30) É melhor prevenir estudando do que remediar com o Yahoo! Respostas.
31) Antes uma badge roubada do que nenhuma.
32) Quem tem Google Maps vai a Roma. (E dá check-in).
33) Quem semeia quizes, colhe spams.
34) Em terra de apps quem tem iPhone é rei.
35) A união faz a Super Swarm Badge.
36) Anônimo do Formspring que ladra, não morde.
39) Azar no Angry Birds, sorte no poke.
40) Em briga de blogueiro não se mete o mouse.
42) A desculpa do troll é a zoeira.
43) Não adianta chorar sobre perfil hackeado.
44) O fake tem pernas curtas.
45) Dos encurtadores de URL, o menor.
47) Retuitou não leu, o pau comeu.
48) Mais vale um seguidor na mão do que dois unfollows.
49) Nunca diga “nesta rede social nunca entrarei”.
50) Onde há Trending, há Topics.

Rafinha Bastos não engole fora e tenta reverter repercussão negativa

publicado na Folha de S. Paulo

Rafinha Bastos, 36, não engoliu o fora que levou no Twitter após fazer uma piada com a cantora Daniela Mercury, que assumiu relacionamento com uma mulher, o cantor Freddie Mercury e a rede de hotéis Mercure.

Pouco depois da postagem, o Twitter oficial da rede de hotéis se manifestou sobre o assunto.

“Rafinha Bastos, aqui respeitamos a diversidade”, respondeu a conta, antes de mandar uma piscadinha de olho em forma de emoticon.

“Hotéis Mercure, parabéns pelo respeito a diversidade! Sensacional, escreveu em seu Facebook. “Agora saia do Twitter e venha resolver estes problemas apontados pelos hóspedes. Abraço.”

O humorista colocou um link para o site “Reclame Aqui” e, em seguida, colou uma série de reclamações feitas por hóspedes do hotel –nenhuma relativa a desrespeito à diversidade.

Rafinha Bastos leva fora após fazer piada com Daniela, Freddie e hotel

Rafinha Bastos leva fora após fazer piada com Daniela, Freddie e hotel

A postagem teve mais de mil respostas. A maior parte delas foi criticando Rafinha por “não saber perder”.

“Agora bem que o hotel Mercure podia pegar a lista de processos que você tem e comparar com essa lista que você postou, seria mais uma patada violenta”, comentou um seguidor.

Outro postou um link de reclamações do bar Comedians, de onde Rafinha é sócio.

 

“Os evangélicos não são todos iguais”

“Os evangélicos não são todos iguais”, diz Caio Marçal. “O discurso do ódio só interessa a quem quer espalhar temor e pânico”.

Caio Marçal, secretário de mobilização da Rede Fale

Caio Marçal, secretário de mobilização da Rede Fale

Kiko Nogueira, no Diário do Centro do Mundo

O deputado Marco Feliciano, do PSC, conseguiu ficar apenas oito minutos à frente de uma reunião da Comissão de Direitos Humanos na tarde de quarta (20).  Manifestantes burlaram a segurança e protestaram contra ele. MF continua dizendo que não vai sair, mas um vídeo em tom conspiratório, com uma narração das catacumbas, foi postado em sua conta no Twitter. O título: “Marco Feliciano Renuncia”. Ele diz que não tem nada a ver com isso.

Uma das vozes mais eloquentes contra Feliciano, e uma das primeiras a se levantar, foi a de Caio Marçal, secretário de mobilização da Rede Fale, entidade que congrega 30 organizações evangélicas em 17 estados. A rede Fale soltou um comunicado oficial e um abaixo-assinado pedindo a destituição de MF.

Marçal, que se define como um missionário, mora em Belo Horizonte com a mulher, num apartamento de dois quartos. “Os evangélicos não são todos iguais”, diz ele. “O discurso do ódio só interessa a quem quer espalhar temor e pânico”.

Marçal conversou com o Diário.

Até que ponto Marco Feliciano representa o pensamento dos evangélicos?

Os evangélicos não são todos iguais. Há muitos de nós que não concordamos com a maneira como Marco Feliciano opera. Ele se utiliza de um discurso odioso e agressivo. Nós desejamos o debate, mas considerando o direito do outro a fazer suas escolhas. Eu faço parte de um grupo que crê que todo ser humano é alcançado pela graça de Deus. Por mais pecadores que sejamos, Jesus olha para as pessoas em sua essência.

Qual o papel da bancada evangélica?

Nós não precisamos da política. A igreja não precisa de defesa. Ao invés de defender os evangélicos, é melhor defender o povo como um todo. Fazer com que a sociedade não vire um terreno de discussões belicosas. A gente quer estar sintonizado com Deus e com Jesus. O Feliciano espalha o ódio. Nós não vamos ficar parados.

O Evangelho não endossa esse tipo de postura. Aprendemos a não agredir e a oferecer a outra face. Tocar os que estão à margem. Não podemos estar mancomunados com o poder ou com um projeto de poder. Nosso projeto é de serviço, de servir o outro. Não se trata de dominação e controle.

Além do mais, os interesses não estão claros. Por que esse ataque ao PT agora, se eles fazem parte da base aliada do governo? O que eles vão ganhar com isso? O discurso do ódio só interessa para quem quer semear temor e pânico. Pessoas tomadas pelo pânico não pensam direito.

Por que há pastores evangélicos que  falam tanto em dinheiro?

Essa leitura teológica do Feliciano é equivocada. Pastores como ele têm uma posição privilegiada. Ele é um “homem de Deus”. A fixação pelo dinheiro tem a ver com a Teologia da Prosperidade, criada por religiosos americanos. Eles precisam ter um estilo de vida condizente com o que pregam: avião, carro importado etc.

Mas há igrejas evangélicas na periferia, na cracolândia, nas favelas. Isso não está na mídia. Boa parte do que aparece sobre os evangélicos na mídia é por causa desses caras. Dá essa ideia de que todos funcionamos da mesma forma.

O Brasil precisa tratar de forma mais responsável os direitos humanos. Temos de superar problemas com relação ao índio, à mulher, à criança. Temos membros filiados a partidos, mas fazemos questão de manter nossa isenção. Não queremos fazer parte de bancada evangélica.

Existem homossexuais na sua igreja?

Não sei se há homossexuais na minha igreja. Se tem, a gente não sabe… Mas entendemos que não se pode entrar no joguete da política do ódio e da perseguição. A perspectiva da negação do outro não pode existir. Não podemos impor uma agenda de santificação. Acredito piamente que nosso dever é fazer o bem, dar amor e pregar o evangelho.

Deputados lançam frente de direitos humanos paralela à comissão

Entre os deputados da frente, estão Jean Wyllys e Luiza Erundina (foto: Pedro Ladeira/Frame/Estadão Conteúdo)

Entre os deputados da frente, estão Jean Wyllys e Luiza Erundina (foto: Pedro Ladeira/Frame/Estadão Conteúdo)

Camila Campanerut, no UOL

Descontentes com a atuação do deputado pastor Marco Feliciano (PSC-SP) à frente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, um grupo de deputados lançou nesta quarta-feira (20) uma frente parlamentar para “garantir um espaço de discussão das minorias”.

Feliciano é réu em dois processos no STF (Supremo Tribunal Federal): em uma ação penal, foi denunciado por estelionato e, em outro, denunciado pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel,  por conduta homofóbica e racista em uma postagem feita pelo parlamentar no Twitter. O post dizia: “A podridão dos sentimentos dos homoafetivos levam (sic) ao ódio, ao crime, à rejeição”.

Para o grupo, Feliciano não tem legitimidade para ocupar o cargo de presidente de uma comissão permanente que tem como função analisar e votar projetos de lei que tratam da proteção aos direitos humanos e das minorias.

Apesar de a frente não ter poder de legislar, os parlamentares consideram importante a iniciativa. “Frente não delibera, não aprova projeto de lei, não relata. Uma frente é uma garantia de uma discussão política. É claro que ela pode ajudar num processo legislativo, ajudar em um relatório em qualquer uma das comissões”, assinalou o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), militante gay.

Além de Wyllys, os deputados Domingos Dutra (PT-MA) e Érika Kokay (PT-DF) informaram que entrarão na Justiça contra um assessor do deputado Marco Feliciano por ter postado na internet um vídeo no qual chama os protestos contra ele de “rituais macabros”.

Wyllys disse ainda que pedirá uma investigação na Polícia Federal sobre a campanha difamatória que tem sido vítima nas redes sociais também.

Fora a criação da frente, o grupo de parlamentares ingressou com um mandado de segurança no STF (Supremo Tribunal Federal) pedindo que a sessão realizada no último dia 7 de março fosse anulada. Naquela sessão, Feliciano foi eleito.

Os novos integrantes da frente saíram da cerimônia de lançamento com a promessa de participar da reunião da Comissão de Direitos Humanos e a disposição de sair da comissão, caso Feliciano não renuncie ao cargo de presidente.

Até o momento, o deputado Jean Wyllys foi o único a confirmar que estaria disposto a sair da comissão caso Feliciano continuasse no posto.

“Queremos uma estrutura em que os setores que se sentem sensibilizados possam ter um canal de comunicação dentro do Congresso”, defendeu a deputada Érika Kokay.

O lançamento da frente contou com a presença de representantes de associações da sociedade civil com grupos em favor dos direitos dos homossexuais, das mulheres, das religiões de origem africana e dos indígenas.

Veja quem são os coordenadores da nova Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos Humanos e os temas pelos quais ficarão responsáveis:

1. Chico Alencar (Psol-RJ) – liberdade à crença e à não crença;
2. Domingos Dutra (PT-MA) – democratização da terra;
3. Erika Kokay (PT-DF) – crianças e adolescentes;
4. Janete Pietá (PT-SP) – gênero;
5. Jean Wyllys (Psol-RJ) – LGBT e outras expressões de gênero;
6. Luiza Erundina (PSB-SP) – verdade e direito à informação;
7. Luiz Couto (PT-PB) – violência e grupos de extermínio;
8. Luiz Alberto (PT-BA) – temas étnicos e raciais (1);
9. Padre Ton (PT-RO) – temas étnicos e raciais (2);
10. Nilmário Miranda (PT-MG) – combate à tortura e sistema carcerário;
11. Vitor Paulo (PRB-RJ) – idosos e pessoas com deficiência.

*Com informações da Agência Câmara