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Site identifica pessoas que falam mal do trabalho em rede social

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Publicado originalmente no Portal EBC [via UOL]

Muitas pessoas usam as redes sociais para falar sobre sua rotina, compartilhar alegrias e fazer reclamações. E acabam expondo a vida de uma forma que, se parassem para analisar, talvez fizessem de outra forma. Você já parou pra pensar no quanto de privacidade você tem na internet?

Com o objetivo de observar o comportamento das pessoas na internet – em especial no Twitter -, os pesquisadores brasileiros Bernardo Nunes Pereira e Ricardo Kawase, da Universidade de Hanôver, na  Alemanha, desenvolveram o site FireMe! (fireme.me) em que é possível ver todas as pessoas que estão falando sobre o local onde trabalham, inclusive o que dizem sobre seus chefes.

“A gente escolheu as pessoas que falam sobre o trabalho na internet para verificar se elas estariam conscientes de que podem ser achadas através daqueles comentários”, explica Bernardo Nunes Pereira.

Depois de criar o site, os pesquisadores escreveram um artigo e apresentaram na conferência Web Science, há cerca de um mês. Com a repercussão, o site ganhou também as versões em espanhol e português. Portanto, cuidado! Se você andou usando o Twitter para falar mal do seu emprego, provavelmente seu comentário está no site fireme.me.

O sistema usa palavras-chave para selecionar os tweets, e a partir de então começa o trabalho dos pesquisadores. Pelo site, é possível ver até quais são as chances de você ser demitido devido a seu comportamento na internet, caso o chefe o descobrisse.

“A gente pega os tweets e faz uma análise de sentimento, pra ver se a pessoa que está falando mal do trabalho é mais positiva ou mais negativa. E também contabilizamos todos os tweets q/ue a pessoa tem no passado dá um score (nota)”, explica Ricardo Kawase.

Pessoas inteligentes comem mais chocolate

Estudo suíço apontou relação entre consumo da guloseima e número de premiações científicas

foto: Yuri Arcurs/Shutterstock

foto: Yuri Arcurs/Shutterstock

Publicado no Mente Cérebro

Quanto mais chocolate um país consome, mais prêmios Nobel recebe. É a curiosa relação apontada pelo cardiologista Franz Messerli, da Universidade Columbia, em artigo publicado no New England Journal of Medicine. Segundo Messerli, quanto maior o consumo por habitante em uma nação, maior o número de ganhadores do prêmio que reconhece as pesquisas e contribuições sociais e científicas mais pioneiras do mundo.

A associação se aplica particularmente à Suíça, país que mais recebeu o Nobel até hoje – que, aliás, é a terra natal do próprio autor do estudo. Ele, porém, faz ressalvas: a associação obviamente não significa que ”mentes brilhantes” são resultado de quantos chocolates se comem ao longo da vida, embora o maior consumo desse alimento possa indicar maior poder socioeconômico e, portanto, melhores oportunidades de estudo para toda a população – ou seja, reflete um contexto mais propício ao desenvolvimento de potenciais cientistas. Além disso, outros estudos associam substâncias presentes no cacau a benefícios cognitivos.

Insetos são alimento para 2 bilhões de pessoas, segundo ONU

Besouros são inseto mais consumido; Nações Unidas destacam necessidade pela preservação da fonte alimentar

Minhocas com fritas são servidas no restaurante nova-iorquino Brooklyn Kitchen durante degustação especial (foto: Latinstock)

Minhocas com fritas são servidas no restaurante nova-iorquino Brooklyn Kitchen durante degustação especial (foto: Latinstock)

Publicado originalmente em O Globo

ROMA- O diretor da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês), José Graziano, declarou nesta segunda-feira que insetos, como grilos e formigas, são essenciais para combater a fome no mundo.

Graziano colocou os insetos no mesmo patamar da preservação de matas e florestas para a segurança alimentar, durante a apresentação de uma recente pesquisa realizada pela FAO em colaboração com a Universidade de Wageningen, na Holanda. Segundo o estudo, mais de 1,9 mil espécies de insetos são consumidas por pessoas em todo o mundo.

Pelo menos dois bilhões de pessoas no mundo têm insetos em sua dieta. Os principais são os besouros (31%), as minhocas (18%), as abelhas, vespas e formigas (14%), os gafanhotos e grilos (13%).

Graziano destacou que os insetos deveriam estar “mais integrados com políticas de segurança alimentar e com o uso da terra”.

Os autores ressaltam que os insetos são nutritivos, com alto teor de proteína, gordura e minerais. Eles são “particularmente importantes como um complemento alimentar para crianças desnutridas”, destaca o trabalho científico.

Insetos também são “extremamente eficientes” na transformação de alimentos em carne comestível. Grilos, por exemplo, precisam de 12 vezes menos alimentação que o gado para produzir a mesma quantidade de proteína, de acordo com o relatório.

Postar foto de comida pode indicar distúrbio alimentar, diz psiquiatra

Para Valerie, a comida está adquirindo um papel importante demais na vida das pessoas. “Já não se trata mais de simples combustível”, diz.

foodstagram

 

Por Ana Ikeda, no Gigablog

Se você acha que postar um monte de fotos de comida no Instagram não é lá tão normal assim, digamos que há motivo para preocupação. Publicar compulsivamente fotos de comida em redes sociais pode indicar que a pessoa sofre de algum distúrbio alimentar. A afirmação é da chefe de psiquiatria do Hospital da Mulher da Universidade de Toronto, Valerie Taylor.

A psiquiatra diz ter pacientes em tratamento de problemas alimentares que tentam lutar contra esse hábito da comida virar o centro das interações sociais na internet – o que comem, quando comem e quando vão comer de novo.

Ao “Huffington Post”, Valerie disse que embora a prática de compartilhar fotos de comida nas redes sociais seja comum, em alguns casos ela pode demonstrar a exclusão de outras coisas importantes da vida.

“A preocupação começa quando tudo o que eles fazem é enviar fotos de comida. Tiramos fotos de coisas que são importantes para nós e, para algumas pessoas, a comida em si se tornou central; o local, a empresa e outros elementos são só pano de fundo”, diz.

Para Valerie, a comida está adquirindo um papel importante demais na vida das pessoas. “Já não se trata mais de simples combustível”, diz. Outro exemplo semelhante ao da publicação de fotos de comida são as tatuagens com o tema. “Como as tatuagens de ‘Eu amo o McDonald’s’ substituindo as de ‘Eu amo minha mãe’.”

Tirar foto de comida também é assunto polêmico quando se trata de etiqueta. Alguns críticos dizem que embora a prática seja prazerosa para quem tira a foto, pode incomodar quem está em volta naquele momento. Há ainda quem aproveite as fotos de comida para criar grupos de apoio à la Vigilantes do Peso virtual.

O lago rosa

lagoa1-650x459lagoa5lagoa2lagoa21lagoa3lagoa-rosaCarlos Ruas

O Lago Retba, no Senegal, está cor-de-rosa. A coloração é resultado de altos níveis de sal na água, e fica mais visíveis nas estações secas. Em algumas áreas, a concentração de sal chega a 40%.

Senegaleses navegam diariamente nas águas do Retba, para coletar o mineral, que depois fica amontoado nas margens do lago. Assim como no Mar Morto, é bem fácil flutuar no Retba, por causa da alta concentração salina.

Segundo Michael Danson, microbiologista da Universidade de Bath, na Inglaterra, a cor é produzida por uma microalga, que se adapta e reproduz em meios com alta concentração de sal.

- Elas produzem um pigmento nesse tom que absorve e utiliza a luz solar para criar mais energia, deixando a água em tom rosa – explicou o especialista – Já chegamos a pensar que o Retba e o Mar Morto eram incompatíveis com formas de vida, mas eles são bastante vivos.

Fonte: Extra [via Um Sábado Qualquer]