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Ficar a sós com uma mulher bonita faz mal à saúde

medo

 

Publicado no Hype Science

Pode parecer estranho, mas essa frase vale para o mais convicto dos heterossexuais. Basta ficar cinco minutos isolado com uma mulher atraente para que o nível de Cortisol do homem comece a subir.

O corpo produz o hormônio Cortisol em caso de stress físico ou psicológico (ou ambos, como neste caso), e sua acumulação excessiva traz danos ao organismo.

Quem chegou a essa conclusão foram pesquisadores da Universidade de Valência (Espanha), que fizeram um curioso experimento. Recrutaram 84 estudantes, todos homens. Um de cada vez, eles ficavam fechados em uma sala, resolvendo um passatempo Sudoku, na presença de um homem e uma mulher desconhecidos. Primeiro, a mulher saía da sala, e o fato de ficar a sós com o homem estranho não causava nenhuma alteração no organismo do voluntário. Então, a mulher voltava à sala e o homem saía, o que fazia o nível de Cortisol do estudante subir quase imediatamente.

O Cortisol é produzido normalmente e não causa nenhum dano ao corpo em quantidade adequada. Mas em excesso, pode provocar ataques cardíacos, diabetes, hipertensão e – ironicamente – impotência sexual.

Cachorros reconhecem, pela voz, se o dono está triste ou feliz, afirma pesquisa

Estudo com ressonância magnética revelou que cérebro de cães identifica vozes humanas e responde de maneira diferente à emoção que elas transmitem

Cachorros no Centro de Pesquisa de Budapeste, na Hungria: áreas do córtex auditivo mostraram maior atividade quando os animais ouviam uma gargalhada do que quando escutavam um choro (Borbala Ferenczy)

Cachorros no Centro de Pesquisa de Budapeste, na Hungria: áreas do córtex auditivo mostraram maior atividade quando os animais ouviam uma gargalhada do que quando escutavam um choro (Borbala Ferenczy)

Publicado na Veja on-line

Um novo estudo acaba de comprovar o que os donos de cachorros talvez já tivessem percebido: pelo tom da voz, o animal identifica se seu proprietário está feliz ou triste. Pesquisadores da Universidade Eötvös Loránd, na Hungria, usaram exames de ressonância magnética para estudar como o cérebro de onze cachorros reagia a diferentes sons. Segundo os cientistas, o cérebro dos bichos parece ter uma área que apresenta uma maior atividade quando ouve vozes humanas ou latidos do que outros ruídos sem importância, como o de um vidro quebrando. A atividade é maior ao ouvir um som emocionalmente positivo do que um negativo. O estudo foi publicado nesta quinta-feira no periódico Current Biology.

No estudo, em várias sessões de 6 minutos cada, os animais ouviram cerca de 200 sons de três categorias — vozes humanas, latidos e barulhos insignificantes —, enquanto os cientistas acompanhavam sua atividade cerebral. O exame também foi feito durante o silêncio. Os pesquisadores submeteram 22 humanos ao mesmo teste, para comparar os resultados, e constaram que as áreas cerebrais que respondiam à voz eram parecidas em homens e cães.

“Parece que o mecanismo que processa informações sociais é o mesmo em homens e cachorros”, diz o neurocientista Attila Andics, líder do estudo. “Nós acreditamos que, por isso, a comunicação vocal entre as duas espécies é fácil e bem sucedida.”

A pesquisa ainda revelou que o cérebro dos cachorros respondia de maneira diferente se o som emitido por cães ou humanos tinha uma tonalidade feliz ou triste. Aos felizes, como uma gargalhada ou um latido de um cachorro quando o dono volta pra casa, algumas áreas do córtex auditivo mostravam maior atividade do que quando ouviam um choro de um cão ou um homem. “O estudo nos faz pensar quais aspectos da chamada habilidade linguística não são específicos da humanidade, mas também existentes em outras espécies”, afirma Andics.

Âncora do SBT diz que vai processar filósofo por incitação à violência

Anahi Martinho na Folha de S.Paulo

A âncora do “Jornal do SBT”, Rachel Sheherazade, acusa o professor de filosofia Paulo Ghiraldelli Jr. de ter estimulado internautas a violentá-la.

Na última quinta-feira (26), no perfil de Ghiraldelli no Facebook foram escritas mensagens com votos para que a apresentadora seja estuprada.

Sheherazade ameaçou processá-lo. O professor apagou as postagens e alegou ter sido vítima de hackers.

“Sr. Ghiraldelli, liberdade de expressão termina onde começam calúnia, difamação, ameaça e incitação ao crime! Vai aprender isso num tribunal!”, escreveu a apresentadora no seu perfil no Twitter.

“Quero pedir aos meus amigos do Facebook que me ajudem a denunciar esse cidadão que se diz filósofo, de nome Paulo Ghiraldelli. Se há algum representante do MP, sugiro uma ação penal por incitação a crime. por favor compartilhem esse conteúdo e o façam chegar as autoridades competentes”, postou Sheherazade no Facebook.

A âncora é conhecida por seus editoriais controversos e de teor conservador à frente da bancada do SBT. Ela já criticou o Bolsa Família, defendeu o deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) e recentemente fez uma declaração sobre o esquecimento de Jesus no Natal.

Em entrevista à Folha, Ghiraldelli negou novamente ser o autor das postagens e disse que ficou surpreso com a reação da jornalista.

Reprodução/Facebook
Print screen da postagem de Paulo Ghiraldelli que originou a polêmica
Print screen da postagem de Paulo Ghiraldelli que originou a polêmica

“Eu não tenho absolutamente nada contra aquela moça. Conheço o trabalho dela, sei quem ela é, mas jamais escrevi nenhuma frase contra ela”, declarou o professor, que leciona filosofia na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) há quatro anos.

Demonstrando irritação com a polêmica e a reação do público, ele afirmou não temer um processo na Justiça.

“Minha carreira de 40 anos e meus livros não valem nada? O que vale é um Twitter que nem posso comprovar se fui eu que escrevi ou não? Se eu for processado, vou lá no tribunal, respondo. Se for condenado, pago uma cesta básica e pronto. Não vai acontecer absolutamente nada. É o milésimo processo que eu vou tomar”, disse.

Ghiraldelli, que diz ter mais de 30 livros publicados na área de filosofia e educação e se apresenta como um defensor convicto das “minorias”, afirma que as postagens não condizem com seu pensamento. Ele também negou ser o autor de outras postagens antigas ironizando Sheherazade, encontradas em suas contas no Twitter e Facebook.

Nas publicações, Paulo se refere várias vezes à apresentadora como “Rachel Sherazedo”. Uma das postagens traz inclusive uma foto da âncora, em forma de “meme”, acompanhada da legenda: “braço de Feliciano na TV”.

Roberto Nemanis/Divulgação/SBT
A apresentadora de telejornal Rachel Sheherazade
A apresentadora de telejornal Rachel Sheherazade

“Quando recebi o recado dela no Twitter, duvidei que era ela de verdade. Sou um simples professor de filosofia, um coitado, completamente desconhecido do mundo. E de repente uma jornalista da televisão querendo me caçar? A maneira com que ela me abordou não foi normal” defendeu-se, acrescentando que jamais faria piadas com conteúdo violento.

“Eu não gosto desse tipo de brincadeira [sobre estupro]. Não é do meu feitio. Embora não ache que se deve censurar humorista, caçar gente por aí”, explicou.

Mesmo negando ser o autor de todas as postagens contra Sheherazade, Ghiraldelli lançou mão de outro argumento para se defender. Ele disse que não há lei que possa incriminá-lo por desejar o mal de alguém.

“Vamos supor que tivesse sido eu. Primeiro que não tem o nome dela. E ainda que ela vista a carapuça, nada me impede legalmente de desejar mal a uma pessoa. Jogar praga não é crime”, defendeu-se.

Após a primeira ameaça de processo, o professor pediu desculpas à apresentadora, mesmo negando ter sido o autor dos posts. Sobre o pedido de desculpas, ele explicou que se sente responsável, assim como “quem é dono do carro e o carro bate”.

“Já pedi desculpa, se ela aceitar ou não, problema dela. Fiquei contente porque apareci bastante, vou vender mais meus livrinhos”, ironizou.

Procurada pela reportagem, a apresentadora Rachel Sheherazade não foi localizada.

UNIVERSIDADE

Essa não é a primeira vez que Paulo Ghiraldelli se envolve em polêmicas. Em novembro desse ano, ele foi alvo de protestos dos alunos da universidade onde dá aula. Cerca de 30 alunos se manifestaram durante uma palestra pedindo pela demissão do professor, acusando-o de preconceito e assédio moral em sala de aula.

“Professor abusa, discrimina, dá risada, e a Universidade fica calada!”, diziam os alunos. Na ocasião, A UFRRJ declarou ao jornal “O Globo” que “não tem responsabilidade pelo posicionamento individual do referido professor”.

Pesquisas revelam que o ser humano se sente bem ao trapacear

Jan Hoffman, no TheNew York Times

Lars Leetaru/The New York Times

Lars Leetaru/The New York Times

Quando foi a última vez que você trapaceou?

Talvez você tenha arredondado os números de um relatório de gastos, dado uma espiadinha na prova do lado, ou copiado o software caro de algum amigo.

E como você se sentiu depois disso? Talvez se lembre de um nervosismo e de uma pitada de culpa.

Porém, novas pesquisas mostram que enquanto você acreditar que a trapaça não machucou ninguém é bem capaz que se sinta muito bem ao fazer isso. O desconforto que você se lembra de ter sentido provavelmente não passa de uma lembrança criada por seu sistema moral interno, pela voz do “dever” em sua mente.

O comportamento antiético está sendo cada vez mais estudado por psicólogos e especialistas em administração. Eles desejam entender o que leva as pessoas a abrirem mão de seus valores mais básicos, porque as pessoas parecem trapacear cada vez mais e o que pode ser feito a respeito. Para encontrar uma ferramenta poderosa para ajudar as pessoas a tomarem decisões mais éticas, os pesquisadores se concentraram na culpa que muitos adultos sentem após trapacearem.

Portanto, alguns pesquisadores de ética comportamental ficaram impressionados com as descobertas de um estudo publicado recentemente na revista “The Journal of Personality and Social Psychology” por pesquisadores da Universidade de Washington, da London Business School, de Harvard e da Universidade da Pensilvânia, intitulado “The Cheater’s High: The Unexpected Affective Benefits of Unethical Behavior”, (O barato do trapaceiro: efeitos afetivos inesperados do comportamento antiético, em tradução livre).

“Mostrar pessoas se sentindo bem após cometerem uma transgressão moral é uma novidade”, afirmou Scott Wiltermuth, professor assistente da faculdade de Administração da Universidade do Sul da Califórnia, que escreve sobre ética comportamental e não estava envolvido no estudo.

Uma das razões para as trapaças constantes é que “há muitas formas de trapacear anonimamente, especialmente pela internet”, afirmou Wiltermuth. O prazer, segundo ele, pode vir de “pessoas recompensando a si mesmas por sua esperteza”.

O impacto é real: de acordo com algumas estimativas, a pirataria de software custa 63 bilhões de dólares ao ano às empresas. A Receita Federal dos Estados Unidos relata uma diferença de 345 bilhões de dólares ao ano entre os impostos reais e os declarados, em mais da metade dos casos porque as rendas não são declaradas corretamente e as deduções são exageradas.

Nos experimentos iniciais do estudo, os participantes foram questionados sobre como se sentiriam se cometessem uma trapaça. “Mal”, costumavam dizer.

Outro grupo de participantes foi submetido a uma avaliação inicial de estado humor. Em seguida, eles eram submetidos a um caça-palavras. Ao final, recebiam um gabarito e eram instruídos a checar suas respostas e relatar o número de acertos. Para cada resposta correta, eles ganhariam um dólar.
Os participantes não sabiam que os pesquisadores eram capazes de ver quando corrigiam respostas erradas e 41 deles fizeram justamente isso.

A avaliação subsequente do estado de humor mostrou que, em média, os trapaceiros se sentiam mais animados, ao contrário dos participantes honestos.

“O fato de que as pessoas se sintam mais contentes após trapacearem é assustador, já que há um reforço emocional para esse tipo de comportamento, aumentando a probabilidade de que voltem a acontecer”, afirmou Nicole E. Ruedy, principal autora do estudo e pesquisadora de pós-doutorado do Centro de Liderança e Pensamento Estratégico da Universidade de Washington.

Então, a pesquisadora e seus colegas removeram o incentivo financeiro. Um novo grupo seria submetido ao teste no computador. Os resultados, segundo disseram, estariam correlacionados à inteligência e à probabilidade de sucesso no futuro.

Entretanto, os 77 participantes foram instruídos a, caso aparecesse uma mensagem que exibisse a resposta correta, ignorá-la e continuar procurando.

Cerca de 68% das pessoas desse grupo trapacearam ao menos uma vez, clicando no botão com a resposta correta. Na avaliação seguinte, o grupo também registrou um aumento no índice de sentimentos positivos.

Por que as pessoas se sentem tão bem ao trapacearem? Elas ficavam aliviadas por não serem pegas? Isso implicaria que elas se sentissem estressadas enquanto trapaceiam. Ou então elas teriam enganado a si mesmas, racionalizando ou minimizando a trapaça para se sentirem melhor?

Eliminando essas possibilidades, os pesquisadores descobriram que os trapaceiros sentiam prazer, autossatisfação e um senso de superioridade.

O efeito persistiu mesmo quando os sujeitos trapaceavam indiretamente. Em um segundo teste, eles deveriam resolver problemas de matemática com alguém que fingia ser outro participante. O falso participante relatava os resultados, elevando a pontuação, de forma a trapacear pela dupla.

Contudo, ninguém se levantou contra a prática e, novamente, todos demonstraram contentamento com a situação.

“Ficamos um pouco assustados”, afirmou Ruedy.

Os pesquisadores não analisaram se esse “barato” durou pouco. Ainda assim, o sentimento viciante de euforia causado pelas trapaças aponta para a dificuldade de mudar comportamentos, uma vez que o apelo à culpa parece ter se tornado ineficaz.

Uma possibilidade talvez seja remover o manto de anonimato do trapaceiro potencial.

Um estudo publicado no ano passado pela revista “The Proceedings of the National Academy of Sciences” observou os documentos nos quais a trapaça é comum, como formulários fiscais e seguros de automóveis. Geralmente as pessoas preenchem as informações primeiro – criativa ou honestamente –, atestando a acuidade dos dados com uma assinatura ao final. Entretanto, os pesquisadores enviaram um formulário de auditoria para os clientes de uma seguradora de automóveis, pedindo para que assinassem no início do documento, como se fizessem um juramento antes do testemunho em um tribunal. Esse formulário resultou em um salto de 10,25% na quilometragem relatada, muito embora uma quilometragem maior leve ao aumento no valor do seguro.

“Outra solução para os subterfúgios quotidianos, seria limitar a autossatisfação do trapaceiro. As empresas poderiam enviar mensagens dizendo que até um chimpanzé seria capaz de alterar nosso sistema, dando a entender que a trapaça não é inteligente e enfatizando o valor da integridade dos funcionários”, sugeriu Wiltermuth.

Ruedy destacou que os trapaceiros do estudo acreditavam que ninguém seria prejudicado por suas ações. “Talvez as pessoas pudessem ser informadas sobre quanto aquilo custa para outras pessoas”, afirmou, “identificando as vítimas de seu comportamento”.

Universitário se recusa a fazer trabalho sobre Marx e escreve carta

Jovem diz que foi uma forma de protesto por universidade sem doutrinação.
Universidade na qual ele estuda não vai ser pronunciar sobre o caso.

Géssica Valentini, no G1

Aluno estuda Relações Internacionais (foto: Paula Meira/Arquivo Pessoal)

Aluno estuda Relações Internacionais
(foto: Paula Meira/Arquivo Pessoal)

Um estudante universitário de Santa Catarina se recusou a fazer um trabalho sobre cientista político e economista alemão Karl Marx e resolveu escrever uma carta ao professor do curso de Relações Internacionais e divulgar o conteúdo na internet.

A carta, segundo João Victor Gasparino da Silva, de 22 anos, foi uma forma de protestar. “Queria uma universidade com o mesmo espaço para todas as ideias e ideologias, sem proselitismo, sem doutrinação”, explicou. A Universidade do Vale do Itajaí (Univali), na qual o jovem estuda, disse que não vai se pronunciar sobre o assunto.

Segundo João Victor, que estuda Relações Internacionais, o pedido do professor foi para que os estudantes respondessem três questões sobre a teoria de Marx. Ele contou que chegou a pensar em responder de forma neutra, mas mudou de ideia. “Algo me segurava, nem cheguei a considerar dar a minha opinião no trabalho. Até que veio a ideia da carta”, disse.

Conforme o estudante, o protesto não foi contra o professor, mas foi uma forma de demonstrar descontentamento em relação à academia. “Faz tempo que estou indignado com o que vem acontecendo em nosso país. Os meios acadêmicos e culturais cada vez mais fechados, os intelectuais de direita cada vez mais lançados ao ostracismo. Resolvi ser a voz de brasileiros que não encontravam espaço para se manifestar, seja por falta de meios, seja pelo próprio medo”, disse.

Ao escrever a carta, o estudante disse que já sabia que iria divulgar na internet, não seria apenas destinada ao professor da disciplina. “Uma amiga blogueira do Maranhão sugeriu divulgar na internet, ela se encarregou disso. Se nosso país realmente tivesse um meio acadêmico e cultural ideologicamente equilibrado, não seria tão necessária esta carta”, argumentou.

Confira abaixo a íntegra da carta
Caro professor,

Como o senhor deve saber, eu repudio o filósofo Karl Marx e tudo o que ele representa e representou na história da humanidade, sendo um profundo exercício de resistência estomacal falar ou ouvir sobre ele por mais de meia hora. Aproveito através deste trabalho, não para seguir as questões que o senhor estipulou para a turma, mas para expor de forma livre minha crítica ao marxismo, e suas ramificações e influências mundo afora. Quero começar falando sobre a pressão psicológica que é, para uma pessoa defensora dos ideais liberais e democráticos, ter que falar sobre o teórico em questão de uma forma imparcial, sem fazer justiça com as próprias palavras.

Me é uma pressão terrível, escrever sobre Marx e sua ideologia nefasta, enquanto em nosso país o marxismo cultural, de Antonio Gramsci, encontra seu estágio mais avançado no mundo ocidental, vendo a cada dia, um governo comunista e autoritário rasgar a Constituição e destruir a democracia, sendo que foram estes os meios que chegaram ao poder, e até hoje se declararem como defensores supremos dos mesmos ideais, no Brasil. Outros reflexos disso, a criminalidade descontrolada, a epidemia das drogas cujo consumo só cresce (São aliados das FARCs), a crise de valores morais, destruição do belo como alicerce da arte (funk e outras coisas), desrespeito aos mais velhos, etc. Tudo isso sintomas da revolução gramscista em curso no Brasil. A revolução leninista está para o estupro, assim como a gramscista está para a sedução, ou seja, se no passado o comunismo chegou ao poder através de uma revolução armada, hoje ele buscar chegar por dentro da sociedade, moldando os cidadãos para pensarem como socialistas, e assim tomar o poder. Fazem isso através da educação, o velho e ‘’bom’’ Paulo Freire, que chamam de ‘’educação libertadora’’ ou ‘’pedagogia do oprimido’’, aplicando ao ensino, desde o infantil, a questão da luta de classes, sendo assim os brasileiros sofrem lavagem cerebral marxista desde os primeiros anos de vida. Em nosso país, os meios culturais, acadêmicos, midiáticos e artísticos são monopolizados pela esquerda a meio século, na universidade é quase uma luta pela sobrevivência ser de direita.

Agora gostaria de falar sobre as consequências físicas da ideologia marxista no mundo, as nações que sofreram sob regimes comunistas, todos eles genocidas, que apenas trouxeram miséria e morte para os seus povos. O professor já sabe do ocorrido em países como URSS, China, Coréia do Norte, Romênia e Cuba, dentre outros, mas gostaria de falar sobre um caso específico, o Camboja, que tive o prazer de visitar em 2010. Esta pequena nação do Sudeste Asiático talvez tenha testemunhado o maior terror que os psicopatas comunistas já foram capazes de infligir sobre a humanidade, primeiro esvaziaram os centros urbanos e transferiram toda a população para as zonas rurais. As estatísticas apontam para uma porcentagem de entre 21% a 25% da população morta por fome, doenças, cansaço, maus-tratos, desidratação e assassinadas compulsoriamente em campos de concentração no interior. Crianças também não escaparam, separadas dos pais, foram treinadas para serem ‘’vigias da Revolução’’, denunciando os próprios familiares, quando estes cometiam ‘’crimes contra a Revolução’’. Quais eram os crimes? Desde roubar uma saca de arroz para não morrer de fome, ou um pouco de água potável, até o fato de ser alfabetizado, ou usar óculos, suposto sinal de uma instrução elevada. Os castigos e formas de extermínio, mais uma vez preciso de uma resistência estomacal, incluíam lançar bebês recém-nascidos para o alto, e apanhá-los no ar, utilizando a baioneta do rifle, sim, isso mesmo, a baioneta contra um recém-nascido indefeso.

Bem, com isto, acho que meu manifesto é suficiente, para expor meu repúdio ao simples citar de Marx e tudo o que ele representa. Diante de um mundo, e particularmente o Brasil, em que comunistas são ovacionados como os verdadeiros defensores dos pobres e da liberdade, me sinto obrigado a me manifestar dessa maneira, pois ele está aí ainda, assombrando este mundo sofrido.

Para concluir gostaria de citar o decálogo de Lenin:

1. Corrompa a juventude e dê-lhe liberdade sexual;
2. Infiltre e depois controle todos os veículos de comunicação em massa;
3. Divida a população em grupos antagônicos, incitando-os a discussões sobre assuntos sociais;
4. Destrua a confiança do povo em seus líderes;
5. Fale sempre sobre Democracia e em Estado de Direito mas, tão logo haja oportunidade, assuma o Poder sem nenhum escrúpulo
6. Colabore para o esbanjamento do dinheiro público; coloque em descrédito a imagem do País, especialmente no Exterior e provoque o pânico e o desassossego na população;
7. Promova greves, mesmo ilegais, nas indústrias vitais do País;
8. Promova distúrbios e contribua para que as autoridades constituídas não as coíbam;
9. Contribua para a derrocada dos valores morais, da honestidade e da crença nas promessas dos governantes, nossos parlamentares infiltrados nos partidos democráticos devem acusar os não-comunistas, obrigando-os, sem pena de expô-los ao ridículo, a votar somente no que for de interesse da causa;
10. Procure catalogar todos aqueles que possuam armas de fogo, para que elas sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência à causa.

Obrigado, caro professor, pela compreensão.

Ass.: João Victor Gasparino da Silva

dica do Leandro Miranda da Gloria