Silvio Santos e Edir Macedo entram no ranking de bilionários da Forbes

título original: Eike despenca em ranking de bilionários; Silvio Santos e Edir Macedo entram na lista

foto: Samuel Martins/AP
foto: Samuel Martins/AP

Publicado no UOL

O brasileiro Eike Batista despencou no ranking de bilionários da revista ‘Forbes’, divulgado nesta segunda-feira (4). O empresário caiu 93 posições, passando de 7º homem mais rico do mundo para 100º, com uma fortuna avaliada em US$ 10,6 bilhões.

O brasileiro perdeu US$ 19,4 bilhões –maior prejuízo do ano–, por causa da desvalorização das ações das suas empresas de mineração, energia, e construção naval.

O brasileiro mais rico, de acordo com a pesquisa, é o empresário Jorge Paulo Lemann (33º), dono de empresas como Ambev e Burger King, por exemplo. Com uma fortuna estimada de US$ 17,8 bi, o brasileiro ‘rouba’ de Eike a liderança ocupada desde 2009.

O mexicano Carlos Slim lidera o ranking mundial por mais um ano. No Brasil, ele é sócio de empresas com a Claro. Em segundo lugar aparece o fundador da Microsoft Bill Gates (com uma fortuna de US$ 67 bi).

A grande novidade nas primeiras posições é o espanhol Amancio Ortega, dono da Zara, do setor de vestuário. Com um patrimônio estimado em US$ 57 bilhões, ele superou o norte-americano Warren Buffett e o francês Bernard Arnault, para assumir a terceira colocação.

Silvio Santos e Edir Macedo entram na lista

O apresentador de TV Silvio Santos entrou na lista, com uma fortuna de US$ 1,3 bilhão. Na modesta 1.107ª colocação, o empresário colhe os frutos do sucesso de empresas como a Jequiti, de cosméticos, que tem crescido na casa dos dois dígitos nos últimos anos.

Outro brasileiro que estreia entre os bilionários do mundo é o bispo Edir Macedo, na 1268ª posição no ranking mundial (41º mais rico do país), com fortuna de US$ 1,1 bilhão.

O banqueiro Joseph Safra é o 46º (com uma fortuna de US$ 15,9 bi); Antônio Ermírio de Moraes é o 74º (com US$ 12,7 bi); e a herdeira da Camargo Corrêa, Dirce Navarro de Camargo, aparece em 87º lugar, com US$ 11,5 bi.

A lista da Forbes, em sua 27ª edição, é a maior que já houve, com 210 novos bilionários.

foto: Roberto Nemanis/SBT
foto: Roberto Nemanis/SBT

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Para fugir da solidão, garota espalha cartas pelos EUA e atrai 11 mil fãs

Isabela Noronha, no UOL

Hannah Brencher, norte-americana que escreveu cartas por sentir-se muito sozinha em Nova York (Tiffany Farley/Divulgação)
Hannah Brencher, norte-americana que escreveu cartas por sentir-se muito sozinha em Nova York (Tiffany Farley/Divulgação)

Em 17 de janeiro de 2013, uma garota norte-americana de 24 anos deixou uma carta na pia do banheiro de um quarto de hotel em Hollywood e partiu sem dar mais explicações. No envelope branco, não havia nada escrito, nem o nome de um destinatário. A missiva corria o risco de cair nas mãos de quem a encontrasse. Qualquer pessoa. E essa era justamente a ideia.

“Sempre que vou a um hotel faço isso”, conta Hannah Brencher, a autora da carta. E não só em hotéis. Desde 2010, ela escreve mensagens com palavras inspiradoras e as distribui por aí –a de Hollywood era só a mais recente quando ela conversou com o UOL Comportamento.

Hannah já deixou cartas dentro de livros em bibliotecas, apoiadas em galhos de árvores, dentro de bolsos de casacos, em bancos de cafeterias, no metrô, em várias cidades dos Estados Unidos, principalmente em Nova York, onde mora. Foi a mudança para a “Big Apple”, aliás, que motivou o projeto dela.

Por que escrever as cartas?

Recém-saída de Worcester, um município de cerca de 200 mil habitantes em Massachusetts, Hannah se sentiu solitária e deprimida quando chegou a Nova York. Acostumada às cartas –sua mãe sempre as escrevia e espalhava pela casa e, antes dela, a bisavó da garota–, resolveu usá-las para desabafar.

Longe da família e dos amigos, pensou: por que não deixar que desconhecidos as encontrem? A primeira foi inspirada por uma mulher que Hannah viu no metrô, se sentindo tão perdida quanto ela. A garota começou a escrever a mensagem ali. “Eu falava do que estava sentindo e, ao mesmo tempo, queria encorajá-la”, lembra. Hannah ficou tão entretida que não viu a mulher indo embora. Então, deixou a carta no banco ao lado e desembarcou. “Não gosto de ver as pessoas pegando a mensagem. Fico nervosa até hoje”, diz.

Em uma noite de outubro de 2010, ela postou em seu blog que escreveria uma carta e a enviaria pelo correio a quem quer que pedisse. “Esperava umas 20 respostas, mas acabei recebendo mais de 100″, lembra. Era o empurrão que precisava para continuar espalhando suas mensagens pela cidade.

"Por causa dessas mensagens, eu tirava o foco de mim e esquecia meus problemas", conta Hannah
“Por causa dessas mensagens, eu tirava o foco de mim e esquecia meus problemas”, conta Hannah

Um detalhe importante: as cartas de Hannah são escritas à mão. “A letra de uma pessoa simboliza conexão e presença. Uma mensagem assim demanda muito mais esforço do que um e-mail”, diz, depois de deixar claro que não tem nada contra a internet (no dia a dia, Hannah usa bastante as redes sociais).

Em dez meses, o número de encomendas de cartas no blog dela passou de 400. Hannah escreveu e enviou todas. “O processo foi me curando. Por causa dessas mensagens, eu tirava o foco de mim e esquecia meus problemas”, conta.

Em agosto de 2011, ela decidiu transformar seu projeto em algo maior, que alcançasse ainda mais pessoas, e fundou o site “More Love Letters” (Mais Cartas de Amor, na tradução livre).

Hoje, o projeto conta com uma equipe de quase 20 garotas que trabalham como voluntárias. Além delas, o MLL tem mais de 11 mil assinantes em 29 países, entre eles, o Brasil, que escrevem cartas para estranhos com mensagens para estimular principalmente a autovalorização –o “love” do nome do site deve ser entendido no sentido mais amplo da palavra.

O “More Love Letters” ainda aceita pedidos de cartas, que são escritas por Hannah e sua equipe e enviadas pelo correio. Segundo a garota, o site recebe dezenas dessas encomendas toda semana.

Em uma palestra no ano passado, Hannah relata, por exemplo, a história de um homem que, pelo Facebook, disse que não queria mais viver. Os amigos dele encomendaram ao MLL as cartas e, após lê-las, o homem mudou de ideia. Hoje, ele dorme com as mensagens sob o travesseiro.

“As cartas são algo tangível, você carrega consigo e olha para elas todo dia. Os e-mails você quase nunca vê de novo”, diz a garota.

Todo mundo escreve

Além de enviar, o “More Love Letters” recebe mensagens, postadas na seção “A Love Letter a Day” (Uma Carta de Amor por Dia, na tradução livre). Vale como fonte de inspiração para quem tem dificuldades em escrever para pessoas queridas ou está naquele dia em que nada dá certo.

Os serviços do MLL são gratuitos, mas doações são bem-vindas: é assim que o projeto se mantém. Hannah, que deixou o emprego no ano passado para se dedicar ao site, se sustenta fazendo palestras em escolas, conferências e empresas, em que fala sobre internet, cartas e criatividade. Só no último semestre de 2012 foram dez, e o número deve aumentar este ano. A garota também diz que, em breve, o projeto ganhará apoiadores.

Outra novidade para 2013 é um livro. Hannah acaba de fechar com um agente para negociar a publicação nos Estados Unidos. “Será sobre uma garota que encontra a si mesma com a ajuda de um monte de cartas para estranhos”, diz.

ESCREVA TAMBÉM

Veja cinco dicas de Hannah para uma carta inspiradora:

1. Fale sobre o que está sentindo. Não precisa ser uma mensagem tradicional. Vale um desenho, uma música ou um poema, desde que seja honesto. Isso é o que fará as pessoas se identificarem com a sua carta.

2. Preocupe-se com o papel e a caneta que vai usar. Uma carta bonita tem muito mais chances de ser pega e lida.

3. Aposte em histórias e depoimentos. Assim, você prende a atenção do leitor e cria uma proximidade com ele.

4. No texto, converse com a pessoa. Isso demonstrará uma atenção especial a quem estiver lendo.

5. Só assine se estiver à vontade. Às vezes, as melhores cartas são aquelas escritas anonimamente.

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Pais denunciam escola por proibir criança transgênero de usar banheiro das meninas

Coy Mathis, 6, usa roupas femininas e seus colegas costumavam se referir a ela por pronomes femininos
Coy Mathis, 6, usa roupas femininas e seus colegas costumavam se referir a ela por pronomes femininos

publicado no Educação UOL

No Estado de Colorado (EUA), uma criança transgênero de seis anos foi proibida pela escola de usar o banheiro feminino. Os pais estão acionando legalmente a escola pela proibição, as informações são do jornal Denver Post.

Coy Mathis, 6, nasceu menino mas se identifica como menina. Ela começou a frequentar a escola em dezembro de 2011, mas foi tirada após o problema, quando os pais Kathryn e Jeremy Mathis optaram pela educação doméstica.

Coy usa roupas femininas e seus colegas e professores costumavam se referir a ela por pronomes femininos. No entanto, os administradores da unidade decidiram, em dezembro, que a criança deveria usar o banheiro dos meninos, o banheiro dos funcionários ou o da enfermaria.

De acordo com a administração da escola, a decisão foi tomada “não apenas por Coy, mas pelos outros estudantes, seus pais” e o futuro impacto possível de um garoto usar o banheiro de meninas quando for mais velho.

Para os pais, a decisão da escola estigmatiza sua filha. “Isto a conduzirá a um futuro de assédio e intimidação e criará um ambiente inseguro. A escola tem uma excelente oportunidade para ensinar aos alunos que as diferenças são normais, e devemos abraçar suas diferenças, em vez de ensiná-los a discriminar alguém que é um pouco diferente “, disse a mãe ao jornal Denver Post.

Para mudar a sociedade

Ainda segundo o jornal Denver Post, a mãe conta que Coy insiste ser uma menina, e não um menino, desde o momento em que começou a falar.

“É importante para nós falar sobre o assunto, pois muitas pessoas têm tido medo de serem verdadeiras com elas mesmas”, disse Kathryn. “Elas sabem desde crianças quem são, mas têm medo de contar. Queremos ajudar a criar uma sociedade em que é normal ser quem você é.”



 

 

 

 

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Ex-funkeira, Perlla lança álbum gospel e diz que era muito doida

Perlla lançou o álbum gospel "A Minha Vida Mudou" pelo selo Central Gospel Music
Perlla lançou o álbum gospel “A Minha Vida Mudou” pelo selo Central Gospel Music

Renato Damião, no UOL

Aos 24 anos e grávida pela segunda vez, Perlla vive uma nova realidade. A cantora que chegou a ser considerada a “rainha do funk melody” carioca – ao emplacar nas rádios a canção “Tremendo Vacilão” – agora se prepara para lançar seu primeiro álbum gospel intitulado “Minha Vida Mudou”.

“Achei que não fosse cantar mais, não queria mais cantar. Estava feliz cuidando da minha casa, do meu marido, da minha filha”, contou Perlla em conversa ao UOL. Os responsáveis por fazerem a artista mudar de ideia foram seu marido, o músico Cassio Castilhol, e Silas, o pastor da igreja que frequenta em Vilar dos Teles, baixada fluminense do Rio. “Em um mês o CD estava pronto. Nosso querer não é o querer de Deus”, explicou.

Nas doze faixas do álbum, apenas uma fala de amor, segundo a cantora, todas as outras são sua maneira de “honrar a Deus”, caso de “A Vitória Já é Minha” e da faixa-título, “Minha Vida Mudou”. Indagada sobre a mudança de estilo – e de vida – Perlla admitiu que “era muito doida”.

“A Perlla antiga era muito doida, fazia coisas que não agradavam aos olhos de Deus. Bebia, fumava, tinha um comportamento que não condizia com a pessoa que nasceu em um berço evangélico”, ressaltou ela que chegou a ser noiva do jogador de futebol Léo Moura. A fama e o sucesso, segundo Perlla, não a preenchiam. “Passei por muita tristeza e infelicidade”, contou sem entrar em detalhes.

“Não gosto de ouvir palavrão”, diz Perlla

Para Perlla o funk, como ritmo, ainda continua agradando seus ouvidos. “Existe funk gospel e minha filha ouve, adora”, disse ela referindo-se a primogênita Pérola. “O que eu não gosto é de ouvir palavrão, na minha casa não quero nada que não seja edificante, diminui até a quantidade de televisão que assisto”, opinou.

Longe dos antigos companheiros de trabalho do funk, a artista garantiu que não tem problemas com o passado de funkeira, mas que hoje “é uma nova criatura”. Suas experiências são contadas em cultos. “As almas se rendem”, afirmou ela sobre jovens que a procuram para ouvir seus conselhos.

Sem temer críticas ou perda de popularidade – principalmente dos fãs de “Tremendo Vacilão” – Perlla pretende seguir fazendo apresentações em igrejas. “Os [fãs] que ficaram se tornaram amigos e conhecem a nova Perlla, uma Perlla de verdade”, finalizou.

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Gêmeos vítimas da Kiss que fizeram aniversário na UTI celebrarão 19 anos em culto

Os gêmeos Emanuel e Guilherme com a equipe médica do Hospital Mãe de Deus, em Porto Alegre. Hospital Universitário Mãe de Deus/Divulgação
Os gêmeos Emanuel e Guilherme com a equipe médica do Hospital Mãe de Deus, em Porto Alegre.                 Hospital Universitário Mãe de Deus/Divulgação

Publicado originalmente no Estadão [via UOL]

Os gêmeos Emanuel e Guilherme Pastl vão comemorar seus 19 anos no dia 10 de março, durante um culto ecumênico, em Canoas, Região Metropolitana de Porto Alegre.

Quando fizeram aniversário, no dia 29 de janeiro, eles estavam na UTI. A festa é organizada por Anaclaci Pastl, mãe dos garotos que se salvaram na Kiss.

Amigos, familiares e pessoas solidárias foram convidados para o culto. “Somos evangélicos, mas temos certeza de que recebemos ajuda espiritual de todas as religiões”, diz Anaclaci, que atribui a Deus o fato de os filhos estarem vivos.

“Eles foram escolhidos para sair de lá”, afirma.

Emanuel, que estuda em Porto Alegre, foi para Santa Maria encontrar Guilherme, aluno de Relações Internacionais da Universidade Federal de Santa Maria, para comemorar o aniversário na Kiss antecipadamente.

As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.

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