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Americanos tuítam que estão dirigindo bêbados a 193 km/h antes de morrer

Carro ultrapassou um semáforo vermelho e capotou. ’Bêbados a 193 km/h derrapando pelas curvas’, escreveram.

Carro em que estavam os cinco jovens norte-americanos que tuitaram antes de bater (Foto: Reprodução)

Cinco norte-americanos morreram em um acidente de carro na madrugada de domingo (2) após escreverem mensagens no microblog Twitter dizendo que estavam dirigindo bêbados e fazendo derrapagens a 193 km/h, relata a “KTLA”.

Tuíte que lê ‘Bêbados a 193 km/h derrapando pelas curvas #Dane-se Você só vive uma vez’ (Foto: Reprodução/Twitter)

A polícia diz que o carro seguia por uma avenida de Ontario, Califórnia, ultrapassou um sinal vermelho aproximadamente à 1h40 (horário local), perdeu o controle e capotou, parando no jardim de uma casa.

Estavam no veículo o motorista Jonathan Watson, 21, e os passageiros Marquell Bogan, 23, JaJuan Bennett, 23, Dylan George, 20, e Ervin McKinness, 21. Quatro foram declarados mortos no local e um, que foi lançado do carro, morreu a caminho do hospital.

No perfil do Twitter de Ervin, lê-se a mensagem “Bêbados a 193 km/h derrapando pelas curvas #Dane-se Você só vive uma vez”, postada à 1h19 (veja, em inglês).

A sigla em inglês “Yolo” é relativa à frase “You only live once”, ou “Você só vive uma vez”.

Supertempestade solar pode matar milhões, alerta relatório

Sol está em temporada com muitas tempestades (Foto: Nasa)

publicado no Terra

Uma gigantesca liberação de partículas geomagnéticas vindas do Sol poderia destruir mais de 300 dos 2.100 transformadores de alta voltagem que são a espinha dorsal da rede elétrica dos EUA, segundo a Academia Nacional de Ciências americana. Cientistas estimam que, no pior cenário, milhões de pessoas poderiam acabar mortas.

O Sol está em um período de atividade intensa, conhecido como “máximo solar”, que deve atingir seu auge em 2013. Por isso, há um ímpeto por parte de um grupo de agências federais para buscar maneiras de preparar os EUA para uma grande tempestade solar nesse ano.

Especialistas dos EUA estimam em até 7% o risco de uma grande tempestade em 2013. Pode parecer pouco, mas os efeitos seriam tão amplos – semelhantes à colisão com um grande meteorito – que o fato tem atraído a atenção das autoridades.

Apagões isolados podem causar caos, como ocorreu em julho, na Índia, quando mais de 600 milhões de pessoas ficaram sem energia durante várias horas em dois dias consecutivos. Já um blecaute de longa duração, como o que poderia acontecer no caso de uma enorme tempestade solar, teria efeitos mais profundos e custosos.

Há discordâncias sobre o custo, mas especialistas do governo dos EUA e da iniciativa privada admitem que se trata de um problema complexo, que exige uma solução coordenada. Um relatório da Academia Nacional de Ciências estimou que cerca de 365 transformadores de alta voltagem no território continental dos EUA poderiam sofrer falhas ou danos permanentes, que exigiriam a substituição do equipamento.

A troca poderia levar mais de um ano, e o custo dos danos no primeiro ano após a tempestade poderia chegar a US$ 2 trilhões, disse o relatório. As áreas mais vulneráveis ficam no terço leste dos EUA, do meio-oeste à costa atlântica, e no noroeste do país.

A rede elétrica nacional foi construída ao longo de décadas para transportar a eletricidade ao preço mais baixo entre os locais de geração e consumo. Uma grande tempestade solar tem a capacidade de derrubar a rede, segundo o relatório dos cientistas.

De acordo com estimativas do relatório, mais de 130 milhões de pessoas nos EUA poderiam ser afetadas. Andres disse que no pior cenário a cifra de mortos poderia chegar a milhões.

Outros países também sentiriam o impacto se uma supertempestade solar atingisse seu sistema de energia, mas o dos EUA é tão amplo e interconectado que qualquer grande impacto teria resultados catastróficos no país.

Brasileiro concorre ao prêmio de melhor professor dos EUA

Alexandre Lopes foi eleito o melhor entre 180 mil professores da Flórida. Natural de Petrópolis (RJ), ele se especializou em ensinar crianças autistas.

O brasileiro Alexandre Lopes, que dá aula para crianças especiais na Carol City Elementary, na Flórida (Foto: Reprodução/Macys’s)

Ana Carolina Moreno, no G1

Um brasileiro de 43 anos, natural de Petrópolis, no Rio de Janeiro, foi eleito na última quinta-feira (12) o melhor entre os mais de 180 mil professores da rede estadual de ensino da Flórida, nos Estados Unidos. Além de prêmios em dinheiro, um carro, uma viagem a Nova York, um anel de ouro e um treinamento espacial na Nasa, Alexandre Lopes, que emigrou do Brasil em 1995, agora é candidato ao título de melhor professor dos Estados Unidos.

A etapa nacional da disputa fica aos cuidados do Departamento Nacional de Educação do governo federal. Lopes já tem presença garantida no evento de divulgação do resultado, em maio de 2013 na Casa Branca, em Washington, com a presença do presidente americano.

Até lá, ele vai viajar pelo estado onde mora dando palestras para outros professores sobre sua metodologia na sala de aula. Doutorando da Universidade Internacional da Flórida, ele se especializou na educação especial para a primeira infância e, há oito anos, trabalha na escola Carol City Elementary, em Miami.

O brasileiro leciona para dois grupos de 12 e 13 crianças com idades de três a cinco anos, na idade considerada nos Estados Unidos como pré-escolar. Parte dos alunos é autista e, como a Carol City Elementary fica em uma região de baixo poder aquisitivo, a maioria dos estudantes pertence a minorias dentro da sociedade americana. Alguns ainda são filhos de imigrantes e não têm o inglês como idioma nativo.

“É uma inclusão total e irrestrita, da maneira que eu gosto, com alunos deficientes, imigrantes, minorias… Como eu acho que a sociedade deveria ser”, conta. Lopes considera sua abordagem “holística” e afirma que se envolve em todos os aspectos da vida de seus “aluninhos”, como gosta de se referir às crianças que ensina, tanto da parte acadêmica quanto da emocional e da social. Para o brasileiro, isso significa incluir  todos os membros mais próximos da família no processo escolar, muitos deles ainda se adaptando à notícia de que seus filhos são autistas.

Aceitando a diversidade

Na sala de aula do brasileiro, porém, todos são iguais. “Eu não diferencio meus alunos. Procuro ser consistente para fazer com que meus alunos com autismo tenham os outros como modelo, e para fazer com que meus outros alunos aceitem todas as diferenças que existem na nossa sociedade”, explica Alex, como é conhecido pelos alunos e colegas de trabalho. Suas técnicas variam de acordo com o conteúdo das aulas. Segundo ele, música e dança são dois elementos que predominam durante as atividades, mas a adoção da tecnologia também ajuda os pequenos estudantes a se expressarem.

Entre os equipamentos está uma tela que reproduz, ao toque de um botão, mensagens pré-gravadas na voz dele ou de um estudante. O instrumento é usado pelos alunos autistas para que eles possam comunicar o reconhecimento dos símbolos, um processo que, segundo Lopes, acontece nestas crianças de maneira diferente das demais.

Lopes usa tecnologia, instrumentos e música para transmitir conhecimentos a crianças de três a cinco anos (Foto: Reprodução/Macys’s)

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Por “último desejo” de irmão, americano dá gorjeta de US$ 500

O homem deu US$ 500 de gorjeta à garçonete Sarah Ward, que ficou surpresa: é sério?, perguntou ela. Foto: YouTube/Reprodução
O homem deu US$ 500 de gorjeta à garçonete Sarah Ward, que ficou surpresa: “é sério?”, perguntou ela

Publicado originalmente no Terra

Um homem do Estado americano de Kentucky queria fazer três coisas antes de morrer: pagar aos pais qualquer dívida que ainda tivesse com eles, dar dinheiro a algum morador de rua e dar “uma gorjeta incrível” a um garçom ou garçonete. “Não estou falando de 25%. Quero dizer US$ 500 por uma simples pizza”, escreveu Aaron Collins. Ele morreu no dia 7 de julho, aos 30 anos, deixando a terceira tarefa para familiares e amigos realizarem.

O irmão de Aaron, Seth Collins, criou o site aaroncollins.org para arrecadar doações para a gorjeta. Três dias após a morte de Aaron, Seth já havia arrecadado os US$ 500. A família foi a um restaurante na cidade de Lexington e deu a gorjeta à garçonete Sarah Ward. Seth Collins filmou a entrega do dinheiro e postou no YouTube – até a noite deste sábado, o vídeo já havia sido visto mais de 1,5 milhão de vezes.

Seth contou a história do irmão a Sarah e entregou-lhe o dinheiro. “Você está falando sério? Está brincando comigo?”, perguntou a garçonete. “É o que ele queria”, afirmou Seth. “E se as pessoas continuarem doando, vamos continuar dando gorjetas de US$ 500″, disse. Sarah o abraçou e afirmou: “vou contar essa história pro resto da minha vida”.

No vídeo, a garçonete disse que repartiria o dinheiro com colegas do restaurante. A ideia da família de Aaron ficou conhecida como “Aaron’s Last Wish” (“Último desejo de Aaron”), e os parentes já receberam mais de US$ 30 mil em doações para outras grandes gorjetas.

Com informações da CNN.

Saiu na Folha de S.Paulo: “Ary Velloso: Pastor que mudou o jeito de pregar”

Estêvão Bertoni, na Folha.com

Na sala de casa, Ary Velloso da Silva fundou no fim dos anos 70 uma igreja. Com o tempo, o número de frequentadores pulou dos cinco iniciais para 15. Com 500, as reuniões ocorriam num hotel.

A igreja batista passou ainda por uma escola de São Paulo antes de ocupar a atual sede no Morumbi, na zona sul da cidade, onde recebe até cerca de 5.000 pessoas.

Ary, filho de um militar, nasceu na mineira Congonhas do Campo e cresceu em Belo Horizonte. Mudou-se para São Paulo para estudar. Na PUC, formou-se em letras.

O mestrado em teologia ele fez nos EUA. Voltou ao Brasil em 1968, já como pastor.

No ano seguinte, em Bauru, conheceu Carolina, uma pianista norte-americana que tinha vindo a São Paulo para se apresentar. Ela retornou ao seu país, mas os dois ficaram noivos por telefone.

Em 1970, Ary foi a Califórnia casar-se na igreja dela. Após oficializarem a união, o casal veio viver no Brasil

O pastor criou igrejas em Campinas, Vinhedo, São Bernardo do Campo, Florianópolis e Granja Viana. Em 2004, saiu da do Morumbi para criar mais uma em Londrina.

Segundo o pastor Lisânias Moura, o amigo modificou a forma dos cultos, tornando-os informais (sem a necessidade de paletó e gravata). Usava músicas e contava piadas –palmeirense, sempre tirava sarro do Corinthians.

Como conta a mulher, o marido vivia com base no versículo “para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro”.

Nos últimos 13 anos, viveu com um coração transplantado. Morreu na quarta (25), aos 77, de problemas cardíacos. Teve dois filhos e três netos.

dica da Judith Almeida