Modo avião pode driblar função de ‘mensagem lida’ do WhatsApp

Função que acusa se mensagem foi lida no WhatsApp
Função que acusa se mensagem foi lida no WhatsApp

Publicado na Folha de S.Paulo

Atenção usuários de iPhone: dá para driblar a nova função do WhatsApp que informa se a mensagem enviada foi lida.

A novidade, lançada nesta quarta (5) para o aplicativo e semelhante à que tem o Messenger, do Facebook –empresa que adquiriu o WhatsApp neste ano–, não agradou todos os usuários.

Apesar de não existir opção de desativar a função dentro das configurações do WhatsApp, dá para usar um truque simples para burlar a ferramenta.

O tique duplo azul, que confirma a visualização de texto, imagem ou vídeo enviados, não aparecerá se o usuário ativar o modo avião antes de entrar na janela de conversa na qual há mensagem nova. É só seguir os passos:

  • Ao receber uma mensagem no WhatsApp, entre no aplicativo, mas não abra janela alguma; permaneça na tela que lista as últimas conversas;
  • Deslize o dedo de baixo para cima na tela do iPhone e clique no primeiro ícone da esquerda no topo da barra para ativar o modo avião e interromper a conexão à internet do seu iPhone;
  • Entre na conversa que tiver novas mensagens; leia e retorne à tela que lista as últimas conversas;
  • Desligue o modo avião para restabelecer a conexão do seu telefone. Os ticks azuis não aparecerão.

A artimanha não funciona em telefones equipados com Android: seguindo o mesmo passo a passo, é enviado um alerta de visualização assim que a conexão à internet é retomada.

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15 carreiras onde há equilíbrio entre a vida pessoal e a profissional

Guia turístico e salva-vidas são algumas das profissões onde há mais equilíbrio entre a vida pessoal e a profissional, segundo site da carreiras Glassdoor - Montagem/Arquivo O Globo
Guia turístico e salva-vidas são algumas das profissões onde há mais equilíbrio entre a vida pessoal e a profissional, segundo site da carreiras Glassdoor – Montagem/Arquivo O Globo

Publicado em O Globo

Quem não gostaria de ter mais tempo livre para a vida pessoal, sem abrir mão da carreira? Em algumas profissões, isso é possível. A rede social profissional Glassdoor, que reúne profissionais de todo o mundo, inclusive do Brasil, listou as profissões que melhor equilibram a vida profissional com a pessoal. A lista foi feita com base na opinião dos próprios usuários da rede, que avaliaram suas carreiras com notas que variavam de zero a cinco, sendo nota 1 para muito insatisfeito com a relação vida pessoal e profissional, nota 3 para satisfeito e nota 5 para muito satisfeito.

Em primeiro lugar da lista, aparece a carreira de cientista de dados, com nota 4,4. Também aparecem guia turístico e analista de investimentos, com 4,3 e 4,0, respectivamente. Confira a lista completa, com 15 profissões:

1. Cientista de dados – 4,4

2. Especialista em SEO (ferramenta de buscas) – 4,3

3. Guia turístico – 4,3

4. Salva-vidas – 4,3

5. Gerente de mídias sociais – 4,3

6. Instrutor de academia – 4,2

7. Designer de experiência de usuário – 4,2

8. Gerente de comunicação corporativa – 4,1

9. Bombeiro – 4,1

10. Operador (trader) da bolsa de valores – 4,0

11. Assistente jurídico – 4,0

12. Analista de investimentos – 4,0

13. Assistente administrativo – 4,0

14. Auxiliar de escritório – 3,9

15. Representante de vendas -3,9

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Mais de 200.000 fotos do Snapchat vazam na internet

Hackers acessaram imagens guardadas por meio do serviço de backup Snapsaved

Snapchat enfrenta novo caso de vazamento de informações de usuários (foto: Divulgação/VEJA)
Snapchat enfrenta novo caso de vazamento de informações de usuários (foto: Divulgação/VEJA)

Publicado na Veja on-line

Mais de 200.000 fotos e vídeos de usuários do Snapchat, aplicativo que permite trocar fotos que desaparecem dez segundos após o envio, foram divulgadas na web neste domingo. As imagens, coletadas por meio do serviço de backup de imagens compartilhadas Snapsaved, foram armazenadas ao longo dos últimos meses. Com a promessa de guardar as imagens recebidas no Snapchat, os usuários forneceram suas credenciais de acesso ao site. Ainda não está claro se o Snapsaved foi invadido ou se foi criado com o intuito de acessar as imagens do Snapchat.

Os rumores sobre o vazamento das fotos de usuários do Snapchat começaram na última sexta-feira, quando hackers afirmaram no site 4Chan que estavam organizando o material para divulgar ao longo do final de semana. Logo após a publicação, a equipe do Snapchat negou uma invasão em seus servidores. A empresa culpou aplicativos de terceiros que, contra os termos de uso, armazenam fotos e vídeos trocados pelo Snapchat no aparelho do usuário. “Não somos a fonte desse vazamento”, disse o Snapchat, em comunicado.

No total, um arquivo de 13 GB contendo as imagens e vídeos dos usuários do Snapchat foram compartilhados por meio do 4Chan neste domingo. De acordo com o jornal britânico The Guardian, parte do conteúdo (cerca de 100 MB) seria composto por fotos de adolescentes – que formam a maior parte da comunidade do Snapchat – em cenas de nudez. Há suspeitas de que os hackers por trás do vazamento do Snapchat sejam os mesmos que divulgaram recentemente fotos de celebridades nuas, como Jennifer Lawrence e Kim Kardashian.

Em comunicado divulgado na manhã desta segunda-feira, o Snapsaved, fonte do vazamento das imagens, afirmou que foi alvo de uma invasão de hackers. Os donos do site se defenderam das acusações, publicadas no site Pastebin, de que o serviço teria sido criado com o intuito de roubar fotos e vídeos publicados pelos usuários do Snapchat. “Assim que percebemos a invasão em nossos sistemas, apagamos o site inteiro e todo o banco de dados associado a ele”, disse um representante da empresa, por meio do Facebook.

Essa não é a primeira vez que usuários do Snapchat sofrem com o vazamento de informações. Uma vulnerabilidade permitiu que hackers divulgassem dados, como nome de usuário, números de celulares e localização de 4,6 milhões de usuários do Snapchat em janeiro de 2014. Na ocasião, o vazamento ocorreu porque a equipe de segurança da empresa demorou a responder a um pesquisador da área de segurança sobre como resolveria a falha no serviço. Por conta disso, ele divulgou sua pesquisa sobre a vulnerabilidade na internet, o que permitiu que hackers invadissem o Snapchat.

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Facebook quer saber sobre a saúde dos usuários

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Publicado no Olhar Digital

Saúde é uma parte da sua vida à qual o Facebook ainda tem pouco acesso, mas a rede social pretende mudar isso futuramente. Fontes da companhia disseram à Reuters que este é o próximo setor de interesse para o time de Mark Zuckerberg.

A agência ouviu que o Facebook explora a ideia de criar comunidades de suporte que colocariam o site em contato mais direto com pessoas doentes. Uma equipe até trabalha com a possibilidade de se criar aplicativos de prevenção de saúde.

O Facebook tem passado os últimos meses se reunindo com representantes do setor de saúde e empresários, além de tocar pesquisas sobre o desenvolvimento de aplicativos voltados ao setor – mas tudo é embrionário e pode ser que a companhia ainda desista.

Há dois indícios de que os usuários podem aceitar bem um serviço de saúde ligado ao Facebook. O primeiro surgiu em 2012, quando a empresa percebeu que as pessoas estavam dispostas a falar sobre si de forma mais pessoal quando permitiu que elas informassem publicamente se são doadoras de órgãos.

Além disso, a empresa também notou que internautas com doenças crônicas, como diabetes, costumam usar a rede social para procurar conselhos. Outras redes, como a PatientsLikeMe, deixam claro que em geral as pessoas se sentem confortáveis em compartilhar suas experiências.

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Usuários aceitam ceder o filho em troca de Wi-Fi grátis

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Publicado no Olhar Digital

Quais são os perigos das redes Wi-Fi públicas? Se você tem algum conhecimento tecnológico, provavelmente sabe que não deve acessar dados confidenciais em redes públicas, mas a F-Secure, empresa de segurança, em parceria com a Cyber Security Research Institute, foi além. A empresa configurou um hotspot em Londres e fazia uma exigência básica aos usuários: que entregassem seu primogênito em troca da conexão.

Sabe aqueles termos de uso que você nunca lê quando se conecta a um hotspot na rua? A empresa quis comprovar os absurdos a que as pessoas podem se submeter pela conexão e obteve sucesso. Seis pessoas aceitaram, obviamente sem nem dar atenção ao item apelidado “cláusula de Herodes”, em referência à passagem bíblica. Depois destas pessoas, a página foi desabilitada, mas a rede continuou sendo oferecida.

Em comunicado divulgado para a imprensa, a F-Secure brinca com a situação. “Como isso é um experimento, nós iremos devolver as crianças aos seus pais. Apesar de termos e condições serem legalmente válidos, é contrário à política pública vender crianças em troca de serviços gratuitos, então a cláusula não seria válida no tribunal”, afirma.

O objetivo era apresentar os riscos associados com as redes públicas, que não só podem apresentar termos de uso abusivos dos quais os usuários não tomam conhecimento, mas também comprovar como é fácil para um cibercriminoso roubar dados de usuários. Afinal de contas, todo o tráfego poderia ser monitorado pelos responsáveis pela pesquisa. E foram mais de 250 acessos em apenas meia hora. Bastou um nome confiável para atrair centenas de usuários, então o que impediria alguém de fazer isso com más intenções?

As possibilidades para este tipo de crime são enormes e vão desde o roubo de credenciais de acesso a serviços online, endereço de e-mail para distribuição de spam, ou até mesmo ler o conteúdo de mensagens. Também é plenamente possível o roubo de informações bancárias, caso a pessoa faça algum tipo de transação em uma rede maliciosa.

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