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Você é o que você tweeta?

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Publicado no Estadão

Twitter divulgou uma análise das publicações no microblog feitas ao longo de 2013.

A base de dados foi restrita à publicações em inglês sobre quatro situações: estou triste (feel sad), estou feliz (feel happy)estou atrasado para o trabalho (late for work) e estou de ressaca (hungover).

A conclusão do microblog é de que muitos usuários tweetam da mesma forma em determinados dias ou meses e, com isso, as postagens refletem sentimentos comuns.

O resultado (veja abaixo) é um mosaico de sentimentos percebidos por meio dos tweets. Quanto mais escuro o azul, mais tweets foram registrados sobre aquele tema.

O difícil, no entanto, é explicar por que o sentimento de tristeza é mais recorrente nos tweets de domingos de julho e sábados de dezembro. Ou por que segundas, terças e quartas de dezembro são as mais felizes. Ou por que o mês de abril, em geral, parece o mais neutro entre todos.

Os atrasados para o trabalho publicaram muito mais nas quartas e sextas de janeiro e nas segundas, terças e quartas de julho do que em outras ocasiões.

E a ressaca pós-bebedeira é tema de mais tweetes nas terças de janeiro, domingos de março, segundas de maio, quintas e sextas de novembro e quartas de dezembro.

Você é o que você tweeta? Tire suas conclusões.

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Facebook perderá 80% de seus usuários até 2017

Segundo estudo, rede social pode seguir o mesmo caminho trilhado pelo MySpace

Princeton diz que a rede social vai perder 80% de seus usuários (Foto: Franco Bouly/Flickr/Creative commons)

Princeton diz que a rede social vai perder 80% de seus usuários (Foto: Franco Bouly/Flickr/Creative commons)

Edson Caldas, na Galileu

modo como as pessoas aderem e, depois, abandonam as redes sociais é semelhante a uma doença, uma espécie de epidemia. É o que defende um novo estudo da Universidade de Princeton, que usou a comparação para apontar que 80% dos usuários do Facebook devem deixá-lo nos próximos anos.

Segundo o Departamento de Engenharia Mecânica e Aeroespacial da instituição, o período de maior queda será entre 2015 e 2017. O estudo baseou toda sua análise em doenças infectocontagiosas que, normalmente, tem grande incidência antes de despencarem.

No entanto, existe saída para a rede de Zuckerberg. Os pesquisadores validaram o modelo epidemiológico deles considerando uma empresa que teve ascensão semelhante: o MySpace. Então, o Facebook ainda tem tempo para aprender com os erros do concorrente e mudar seu futuro, de acordo com a Fast Company.

Além disso, os responsáveis pela pesquisa usaram o Google Trends para avaliar as taxas de adoção de rede social. Entretanto, o número de vezes que o termo “Facebook” aparece no analytics pode não ser o indicador mais impreciso sobre a saúde da empresa.

Falha no Facebook afeta usuários em todo o mundo

Problema impede atualização de página e publicação de fotos.
Conversas, troca de senha e ‘curtir’ também têm falhas.

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Publicado no G1

Facebook apresenta falhas para alguns usuários em todo o mundo nesta segunda-feira (21), impedindo o acesso, atualização de status, publicação de senhas, curtir mensagens e bate-papo com amigos. O problema acontece tanto no PC quanto nos aplicativos para celulares e smartphones da rede social.

Usuários também afirmam não conseguir alterar senha e outras configurações de segurança do site.

Até o momento, o Facebook ainda não se manifestou sobre o que está ocasionando os problemas. Ao tentar realizar qualquer atividade no site, a mensagem “Ocorreu um erro. Por favor, tente novamente em alguns minutos” aparece.

O problema parece ocorrer em todo o mundo. Usuarios da Índia, de países da Europa e dos Estados Unidos comentam sofrer de falhas similares de conexão.

Google diz que usuários do Gmail não esperam por confidencialidade

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Publicado no G1

Google afirmou, por meio de documentos entregues à Justiça dos Estados Unidos, que os usuários de seu serviço de e-mail, o Gmail, não possuem expectativa de que as mensagens enviadas e recebidas sejam confidenciais.

Segundo reportagem do jornal britânico “Guardian”, o grupo que defende o consumidor Consumer Watchdog chamou a afirmação do Google de “admissão chocante”.

“O Google enfim admitiu que não respeita a privacidade”, disse John Simpson, diretor da entidade. “Se você se incomoda com a privacidade de sua correspondência via e-mail, não use o Gmail.”

O documento do qual faz parte a declaração do Google foi apresentado à Justiça em julho. O texto consta da defesa da empresa para encerrar um processo em que a empresa é acusada de acessar o conteúdo dos e-mails para direcionar anúncios aos usuários.

Alegando que isso violaria leis de privacidade, a ação judicial, aberta em maio, afirma que a companhia não só abre e lê os e-mails como também obtém o conteúdo ilegalmente.

“Todos os usuários de e-mail devem necessariamente esperar que seus e-mails sejam sujeitos a processamento automático”, afirma o Google no documento judicial, afirmando que a acusação tenta “criminalizar práticas comuns de negócios”.

“Da mesma forma que quem envia uma carta a um parceiro de negócio não pode se surpreender se a secretária ele abrir a carta, as pessoas que usam e-mail baseado não devem se surpreender se sua comunicação for processada pelo serviço de comunicações eletrônicas do destinatário durante o processo de entrega”, escrevem os advogados do Google.

Desdenhando do argumento, Simpson diz que não espera que o carteiro leia suas correspondências.

Anistia Internacional coloca usuários do Facebook no banco dos réus

Por Amanda de Almeida, no Brainstorm9

Trial by Timeline mostra quais atos do seu dia a dia registrados em sua linha do tempo são considerados crimes em outros paísessentence

Anistia Internacional está usando bem as redes sociais para impactar as pessoas mundo afora. Depois do Tweet Censurado, agora é o momento de fazer os usuários do Facebook sentirem na pele uma repressão que é comum em diversos países. Trial by Timeline é um aplicativo desenvolvido pela Colenso BBDO Auckland que mostra quais atos do seu dia a dia – que você fez questão de compartilhar – são crimes que podem ser punidos com tortura e encarceramento mundo afora.

Ao aceitar ser julgado, o aplicativo analisa sua timeline para buscar crimes dos quais você é culpado, para depois sentenciá-lo. Nada escapa. No meu caso, por exemplo, eu recebi 94 condenações por 6 crimes em 68 países. A começar pelo fato de eu ser mulher: em 40 países, eu poderia ser morta por extremistas. Por ser jornalista, poderia ser espancada em 39 países. O exercício da liberdade de expressão permite que eu seja torturada em um país. E aquela cerveja com os amigos? Prisão em três países.

Todos os países onde estes abusos podem ocorrer são listados. No final, também há um mapa que mostra quantas vezes o usuário seria espancado, torturado, mutilado, estuprado… Não é um pensamento agradável, talvez por isso mesmo possa causar algum tipo de efeito nas pessoas.trial.jpg.pagespeed.ce._mkfdMdbHU