15 carreiras onde há equilíbrio entre a vida pessoal e a profissional

Guia turístico e salva-vidas são algumas das profissões onde há mais equilíbrio entre a vida pessoal e a profissional, segundo site da carreiras Glassdoor - Montagem/Arquivo O Globo
Guia turístico e salva-vidas são algumas das profissões onde há mais equilíbrio entre a vida pessoal e a profissional, segundo site da carreiras Glassdoor – Montagem/Arquivo O Globo

Publicado em O Globo

Quem não gostaria de ter mais tempo livre para a vida pessoal, sem abrir mão da carreira? Em algumas profissões, isso é possível. A rede social profissional Glassdoor, que reúne profissionais de todo o mundo, inclusive do Brasil, listou as profissões que melhor equilibram a vida profissional com a pessoal. A lista foi feita com base na opinião dos próprios usuários da rede, que avaliaram suas carreiras com notas que variavam de zero a cinco, sendo nota 1 para muito insatisfeito com a relação vida pessoal e profissional, nota 3 para satisfeito e nota 5 para muito satisfeito.

Em primeiro lugar da lista, aparece a carreira de cientista de dados, com nota 4,4. Também aparecem guia turístico e analista de investimentos, com 4,3 e 4,0, respectivamente. Confira a lista completa, com 15 profissões:

1. Cientista de dados – 4,4

2. Especialista em SEO (ferramenta de buscas) – 4,3

3. Guia turístico – 4,3

4. Salva-vidas – 4,3

5. Gerente de mídias sociais – 4,3

6. Instrutor de academia – 4,2

7. Designer de experiência de usuário – 4,2

8. Gerente de comunicação corporativa – 4,1

9. Bombeiro – 4,1

10. Operador (trader) da bolsa de valores – 4,0

11. Assistente jurídico – 4,0

12. Analista de investimentos – 4,0

13. Assistente administrativo – 4,0

14. Auxiliar de escritório – 3,9

15. Representante de vendas -3,9

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Mais de 200.000 fotos do Snapchat vazam na internet

Hackers acessaram imagens guardadas por meio do serviço de backup Snapsaved

Snapchat enfrenta novo caso de vazamento de informações de usuários (foto: Divulgação/VEJA)
Snapchat enfrenta novo caso de vazamento de informações de usuários (foto: Divulgação/VEJA)

Publicado na Veja on-line

Mais de 200.000 fotos e vídeos de usuários do Snapchat, aplicativo que permite trocar fotos que desaparecem dez segundos após o envio, foram divulgadas na web neste domingo. As imagens, coletadas por meio do serviço de backup de imagens compartilhadas Snapsaved, foram armazenadas ao longo dos últimos meses. Com a promessa de guardar as imagens recebidas no Snapchat, os usuários forneceram suas credenciais de acesso ao site. Ainda não está claro se o Snapsaved foi invadido ou se foi criado com o intuito de acessar as imagens do Snapchat.

Os rumores sobre o vazamento das fotos de usuários do Snapchat começaram na última sexta-feira, quando hackers afirmaram no site 4Chan que estavam organizando o material para divulgar ao longo do final de semana. Logo após a publicação, a equipe do Snapchat negou uma invasão em seus servidores. A empresa culpou aplicativos de terceiros que, contra os termos de uso, armazenam fotos e vídeos trocados pelo Snapchat no aparelho do usuário. “Não somos a fonte desse vazamento”, disse o Snapchat, em comunicado.

No total, um arquivo de 13 GB contendo as imagens e vídeos dos usuários do Snapchat foram compartilhados por meio do 4Chan neste domingo. De acordo com o jornal britânico The Guardian, parte do conteúdo (cerca de 100 MB) seria composto por fotos de adolescentes – que formam a maior parte da comunidade do Snapchat – em cenas de nudez. Há suspeitas de que os hackers por trás do vazamento do Snapchat sejam os mesmos que divulgaram recentemente fotos de celebridades nuas, como Jennifer Lawrence e Kim Kardashian.

Em comunicado divulgado na manhã desta segunda-feira, o Snapsaved, fonte do vazamento das imagens, afirmou que foi alvo de uma invasão de hackers. Os donos do site se defenderam das acusações, publicadas no site Pastebin, de que o serviço teria sido criado com o intuito de roubar fotos e vídeos publicados pelos usuários do Snapchat. “Assim que percebemos a invasão em nossos sistemas, apagamos o site inteiro e todo o banco de dados associado a ele”, disse um representante da empresa, por meio do Facebook.

Essa não é a primeira vez que usuários do Snapchat sofrem com o vazamento de informações. Uma vulnerabilidade permitiu que hackers divulgassem dados, como nome de usuário, números de celulares e localização de 4,6 milhões de usuários do Snapchat em janeiro de 2014. Na ocasião, o vazamento ocorreu porque a equipe de segurança da empresa demorou a responder a um pesquisador da área de segurança sobre como resolveria a falha no serviço. Por conta disso, ele divulgou sua pesquisa sobre a vulnerabilidade na internet, o que permitiu que hackers invadissem o Snapchat.

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Facebook quer saber sobre a saúde dos usuários

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Publicado no Olhar Digital

Saúde é uma parte da sua vida à qual o Facebook ainda tem pouco acesso, mas a rede social pretende mudar isso futuramente. Fontes da companhia disseram à Reuters que este é o próximo setor de interesse para o time de Mark Zuckerberg.

A agência ouviu que o Facebook explora a ideia de criar comunidades de suporte que colocariam o site em contato mais direto com pessoas doentes. Uma equipe até trabalha com a possibilidade de se criar aplicativos de prevenção de saúde.

O Facebook tem passado os últimos meses se reunindo com representantes do setor de saúde e empresários, além de tocar pesquisas sobre o desenvolvimento de aplicativos voltados ao setor – mas tudo é embrionário e pode ser que a companhia ainda desista.

Há dois indícios de que os usuários podem aceitar bem um serviço de saúde ligado ao Facebook. O primeiro surgiu em 2012, quando a empresa percebeu que as pessoas estavam dispostas a falar sobre si de forma mais pessoal quando permitiu que elas informassem publicamente se são doadoras de órgãos.

Além disso, a empresa também notou que internautas com doenças crônicas, como diabetes, costumam usar a rede social para procurar conselhos. Outras redes, como a PatientsLikeMe, deixam claro que em geral as pessoas se sentem confortáveis em compartilhar suas experiências.

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Usuários aceitam ceder o filho em troca de Wi-Fi grátis

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Publicado no Olhar Digital

Quais são os perigos das redes Wi-Fi públicas? Se você tem algum conhecimento tecnológico, provavelmente sabe que não deve acessar dados confidenciais em redes públicas, mas a F-Secure, empresa de segurança, em parceria com a Cyber Security Research Institute, foi além. A empresa configurou um hotspot em Londres e fazia uma exigência básica aos usuários: que entregassem seu primogênito em troca da conexão.

Sabe aqueles termos de uso que você nunca lê quando se conecta a um hotspot na rua? A empresa quis comprovar os absurdos a que as pessoas podem se submeter pela conexão e obteve sucesso. Seis pessoas aceitaram, obviamente sem nem dar atenção ao item apelidado “cláusula de Herodes”, em referência à passagem bíblica. Depois destas pessoas, a página foi desabilitada, mas a rede continuou sendo oferecida.

Em comunicado divulgado para a imprensa, a F-Secure brinca com a situação. “Como isso é um experimento, nós iremos devolver as crianças aos seus pais. Apesar de termos e condições serem legalmente válidos, é contrário à política pública vender crianças em troca de serviços gratuitos, então a cláusula não seria válida no tribunal”, afirma.

O objetivo era apresentar os riscos associados com as redes públicas, que não só podem apresentar termos de uso abusivos dos quais os usuários não tomam conhecimento, mas também comprovar como é fácil para um cibercriminoso roubar dados de usuários. Afinal de contas, todo o tráfego poderia ser monitorado pelos responsáveis pela pesquisa. E foram mais de 250 acessos em apenas meia hora. Bastou um nome confiável para atrair centenas de usuários, então o que impediria alguém de fazer isso com más intenções?

As possibilidades para este tipo de crime são enormes e vão desde o roubo de credenciais de acesso a serviços online, endereço de e-mail para distribuição de spam, ou até mesmo ler o conteúdo de mensagens. Também é plenamente possível o roubo de informações bancárias, caso a pessoa faça algum tipo de transação em uma rede maliciosa.

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A síndrome do ‘sempre ligado’ que aflige usuários de smartphones

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Publicado no UOL

Você está de férias, mas checa os e-mails do trabalho assim que acorda. E fica preocupado se o hotel não tiver um bom wi-fi ou se seu celular ficar sem sinal.

Esses são típicos indícios de que você pode sofrer do estresse conhecido como “sempre ligado”, que afeta pessoas que não conseguem largar de seus smartphones.

Para alguns, os aparelhos os liberaram de uma rotina rígida no escritório. As horas de trabalho ficaram mais flexíveis, dando mais autonomia ao funcionário. Para outros, no entanto, os smartphones se transformaram em verdadeiros tiranos dentro do bolso, impedindo que seus usuários se desconectem do trabalho.

E essa dependência torna-se cada vez mais preocupante, segundo observadores.

O americano Kevin Holesh estava tão preocupado com o fato de ignorar cada vez mais parentes e amigos por conta de seu iPhone que criou um aplicativo – Moment – para monitorar seu próprio uso.

O aplicativo lhe permite contar a quantidade de tempo gasta no smartphone e adverte se esse uso ultrapassar limites que Holesh se autoimpôs.

“O objetivo é promover o equilíbrio na vida”, diz seu site. “(Passar) um tempo no telefone e um tempo sem ele, aproveitando sua família e seus amigos.”

Desligar

E alguns empregadores estão percebendo que não é muito fácil manter esse equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Alguns precisam de ajuda externa.

A montadora alemã Daimler, por exemplo, recentemente passou a oferecer um “apagador” automático de e-mails para funcionários em férias, reconhecendo que muitos têm dificuldade em se desligar do trabalho.

“Os impactos negativos dessa cultura do ‘sempre ligado’ são que a sua mente nunca descansa, você não dá ao seu corpo o tempo para se recuperar e fica sempre estressado”, disse à BBC a psicóloga ocupacional Christine Grant, do centro de pesquisas em psicologia e comportamento da Universidade Coventry (Reino Unido).

“E, quanto mais cansaço e estresse, mais erros cometemos. A saúde mental e física pode sofrer.”

O fato de podermos estar conectados ao trabalho em qualquer lugar do mundo está fomentando inseguranças, prossegue Grant.

“Há uma enorme ansiedade quanto a delegar”, diz. “Na minha pesquisa, encontrei diversas pessoas exaustas porque viajavam conectadas o tempo todo, independentemente do fuso horário em que estivessem.”

As mulheres causam preocupação em especial: muitas passam o dia trabalhando, voltam para casa para cuidar dos filhos e ainda fazem uma jornada extra no computador antes de dormir.

“Essa jornada tripla pode ter um grande impacto na saúde”, opina Grant.

Adoecendo

O presidente da Sociedade Britânica de Medicina Ocupacional, Alastair Emslie, concorda, alegando que centenas de milhares de britânicos relatam anualmente sofrer de estresse no trabalho – a ponto de adoecerem.

“As mudanças tecnológicas contribuem para isso, sobretudo se fizerem os funcionários se sentirem incapazes de lidar com as crescentes demandas ou perderem o controle sobre sua carga de trabalho.”

Dados indicam que os britânicos passam até 11 horas diárias consumindo mídias; e o Brasil tem um dos maiores índices globais de uso diário de smartphones (cerca de uma hora e meia).

E, com o crescimento no número de smartphones, cresce também a quantidade de dados à nossa disposição – o que pode levar a uma espécie de paralisia, argumenta Michael Rendell, que trabalha com a consultoria PwC.

“Isso cria mais estresse no ambiente de trabalho porque as pessoas estão tendo de englobar uma quantidade maior de informações e meios de comunicação, e é difícil gerenciar tudo. Torna-se mais difícil tomar decisões, e muitos perdem produtividade por estarem sobrecarregados e sentirem que nunca escapam do trabalho.”

“Achamos que ficar checando e-mails é trabalhar, mas muitas vezes não é algo produtivo”, argumenta o advogado britânico Tim Forer.

Ele explica que a checagem constante de e-mails fora do escritório pode, em alguns casos, desrespeitar legislações trabalhistas. “Isso coloca em risco o dever da empresa em zelar por seus empregados”, diz.

Disponíveis

Uma pesquisa da empresa de TI SolarWinds diz que mais da metade dos trabalhadores entrevistados sente que é esperado que eles trabalhem mais rápido e cumpram prazos menores por estarem mais conectados. Quase a metade deles acha que seus empregadores esperam que eles estejam disponíveis a qualquer hora ou lugar.

Claro que nem tudo é negativo. Chris Kozup, diretor da empresa de telecom Aruba Networks, diz que um estudo conduzido pela própria empresa “mostra que essa ideia de estar ‘sempre ligado’ está, na verdade, ajudando os trabalhadores a gerenciarem o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal”.

A chave é fazer com que essa flexibilidade aja em seu favor e ser disciplinado quanto ao uso de smartphones.

Ou seja, se você vai sair de férias, lembre-se de ativar os alertas que avisarão que você estará “fora do escritório”, de desligar seu telefone e mantê-lo longe do alcance quando for dormir. E o conselho de Christine Grant é: lembre-se de que “raramente você é o único capaz de resolver um problema” no escritório.

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