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Itamaraty concede passaporte diplomático a mais líderes de igrejas evangélicas

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Benefício pode, por exemplo, tornar visto dispensável em alguns países. Nesta semana, já havia sido publicada concessão para outros dois líderes

Publicado originalmente no G1

O Ministério das Relações Exteriores concedeu passaporte diplomático a mais quatro líderes de igrejas evangélicas. As portarias foram publicadas no “Diário Oficial da União” desta quarta-feira.

Romildo Ribeiro Soares, da Igreja Internacional da Graça de Deus, a mulher, Maria Magdalena Soares, Samuel Cássio Ferreira (foto), da Igreja Evangélica Assembleia de Deus, e a mulher, Keila Campos Costa receberão o passaporte.

Nesta segunda-feira (14) já havia sido publicada a concessão do documento para os líderes da Igreja Mundial do Poder de Deus, Valdemiro Santiago de Oliveira e a mulher dele, Franciléia de Castro Gomes de Oliveira.

Outros líderes, de diversas religiões, também já receberam o benefício, segundo o Itamaraty. Os portadores desse tipo de passaporte têm acesso à fila de entrada separada nos aeroportos. Em alguns países que exigem visto, o passaporte diplomático o torna dispensável. O Itamaraty explica que o documento não dá imunidade diplpomática nem muda procedimentos aduaneiros.

De acordo com o decreto que estabelece as regras para concessão de passaporte diplomático, o benefício deve ser concedido a autoridades do Estado e a servidores públicos em missão, mas há a exceção para pessoas que devam portar o documento “em função de interesses do país”. De acordo com o publicado no “Diário Oficial”, é nessa exceção que se enquadra o caso dos líderes das igrejas.

Em 2011, uma portaria  determinou que a emissão do passaporte diplomático só será permitida quando houver uma solicitação formal e fundamentada por parte da autoridade máxima do órgão competente que o requerente integre ou represente. O Itamaraty ainda não explicou por quais motivos o passaporte foi concedido aos quatro líderes religiosos.

foto via Creia em Jesus

dica do Weuller Rogerio P. Faria

O $how tem que parar: Protesto na Marcha para Jesus em BH

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Wagner Lemos e Alan O Renegado, no Blog Web Evangelista

Com uma motivação simples e singela, nos encontramos na praça. Sorrisos, cumprimentos e uma vontade de fazer algo a respeito daquilo que tanto incomodava.

A tensão estava no ar. Podíamos despertar muitos sentimentos, levando-se em conta o que aconteceu em outras marchas pelo Brasil. Estávamos temerosos. Fizemos uma oração e seguimos ao nosso destino. Bate papo descontraído e passos largos. Na chegada, avistamos o ajuntamento e decidimos abrir as faixas.

Reações acanhadas surgiram, fotos e todos sentiram o confronto, mas será que entenderam o recado?

Os questionamentos começaram. Respondíamos com mansidão a àqueles que buscavam uma explicação.

Alguns apoiaram mesmo sem se juntar, leram, compreenderam e diziam: “Que Deus os abençoe!”

Logo os mais afoitos começaram a aparecer. Esbravejavam, tentavam nos convencer de que aquilo era errado! Pedir a volta ao evangelho puro e simples feito de obediência e singeleza de coração era errado na visão deles. Logo a catimba comecou. Pulavam a frente das faixas. Nesse momento pensei: Somos inimigos? O que poderia provocar aquela ação? Será que é mais facil ignorar e bagunçar do que pensar e meditar no que fazíamos naquele lugar?

Filmamos, fizemos entrevistas e continuamos com faixas em riste até que chamamos a atenção de quem estava no trio elétrico. Do que fomos chamados? Prefiro por enquanto não comentar. Mas eu gesticulei e falei: Quer que eu vá aí em cima falar? Quer que eu explique? O sorriso amarelo e o gesto negativo mostram a maturidade daqueles que estavam la em cima curtindo o $how.

Tivemos momentos de estrelas, sim, verdadeiros astros. O pregador disse: “estenda a mão para a área que você sabe que está com problemas”. A imposição de mãos sobre nós foi unânime. Ainda comentei com um dos amigos: “vamos sair daqui abençoados”.
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A marcha prossegue e um transeunte tenta por fogo em uma das faixas. A tensão retornou e os olhares que trocamos nos deixaram apreensivos. Afinal de contas, qual o mal que estávamos praticando para despertar essa reação? Um protesto silencioso e pacífico era o que estavamos fazendo! Nunca vi ninguém tentar por fogo em faixas de protesto contra o governo e suas instituições.
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Claro que nos anos ditatoriais a coisa era assim: protestou, tomou. Fiquei imaginando: será que no meio evangélico retornamos a esses tempos tão terriveis? Será que foi determinado pelos caciques e showmen gospel?
Seguimos em frente e decidimos que era hora de algo mais pessoal, mas logo que adentramos ao domínio fomos advertidos a sair por um fiscal. Bom, o que homens tementes a Deus poderiam fazer? Saímos e resolvemos dar por encerrado o dia.
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Comemos e bebemos pois a sede já nos maltratava pelo sol da primavera. Questionamentos? Todos tínhamos. Nos reunimos e batemos um papo regado a água e refrigerante. Naqueles momentos que se seguiram, compartilhamos um pouco com cada um e ao lado daqueles homens me senti igreja.
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A humildade e a singeleza nas palavras gritavam e ecoavam na mente de todos. Os frutos do Espírito Santo estavam ali para serem julgados, afinal de contas o nosso Mestre nos disse: Pelos frutos conhecereis…

A Ele, que é digno de toda Glória, Honra e Louvor.

a cobertura completa vc confere aqui. parabéns, galera!

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