Empresário planta 17.685 árvores e cria 1º parque linear de SP



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publicado no Catraca Livre

Dizem que há três coisas que um homem deveria fazer na sua vida: plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro. O empresário Hélio Silva, 63 anos, foi um pouco além: plantou 17.685 árvores, teve 3 filhos (e 2 netos) e já escreveu 49 páginas de um livro para inspirar as pessoas a cuidarem do planeta.

Foi caminhando por uma área degradada na avenida Carvalho Pinto, na Penha, zona leste de São Paulo, em 2003, que ele teve a ideia de transformar o local “na maior UBS [Unidade Básica de Saúde] a céu aberto da cidade”. As primeiras 500 mudas plantadas foram destruídas. “De cada 10 que eu plantava, arrancavam 8”, conta.

Mas ele persistiu e, 5.000 árvores plantadas e 40 meses depois, a prefeitura transformou o Tiquatira no primeiro parque linear (ao longo de rios) da cidade, levando para o local equipamentos de lazer e banheiros. Com mais de 170 espécies nativas da mata Atlântica, deve se tornar um dos maiores em biodiversidade.

Parque

São jequitibás, jatobás, paus-brasil, eritrinas, aroeiras, canelas, goiabas, amoras, ingás… “Conheço uma por uma e sei exatamente o dia em que foram plantadas”, afirma Hélio. Para atrair a fauna, a cada 12 árvores que ele planta, 1 é frutífera. E deu certo: vieram sabiás, sanhaços, saíras, tico-ticos, gaviões, papagaios. “De vez em quando é uma sinfonia só”, conta.

Faça chuva ou faça sol, diariamente Hélio está no parque, ou cuidando das árvores (fazendo covas, adubando, plantando, podando) ou caminhando. “É meu Lexotan natural”, brinca. “Agradeço, converso, pergunto como foi o dia ou a noite delas. E, por incrível que pareça, tenho todas as respostas.”

O dinheiro gasto comprando mudas e adubo, de R$ 1.000 a R$ 3.000 mensais, ele considera o maior investimento da sua vida. “O Tiquatira é meu patrimônio maior, que divido com todos. Dividir é muito melhor que somar para si mesmo”, pontua. E compara: “Ter uma árvore é muitíssimo parecido com ter um filho, mas os filhos são nossos, e as árvores, do coletivo”.

Área-degradada

E o que ele planeja para o futuro? “Já combinei com Deus que vou até os 87 anos e ainda vou plantar de 40 mil a 50 mil árvores. Tenho projetos interessantes a serem desenvolvidos para a comunidade, para o bairro, para a cidade, para o Brasil, para o planeta, para a vida.”

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Álcool pode aumentar expectativa de vida, diz pesquisa

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Publicado no Extra

Bruxelas – O consumo moderado de bebidas alcoólicas ajuda a aumentar a expectativa de vida. Essa é a conclusão de um estudo apresentado no simpósio Beer and health (Cerveja e saúde), realizado nesta terça-feira, na capital da Bélgica, pela pesquisadora italiana Simona Constanzo, do Departamento de Epidemiologia e Prevenção do Instituto Neurológico Mediterrâneo. De acordo com o trabalho, a ingestão de quatro doses diárias por homens e de duas por mulheres reduz em 17% e 18%, respectivamente, o risco de mortalidade por qualquer causa.

Em pacientes com doenças cardiovasculares, o álcool também mostrou fazer bem à saúde. O consumo de cinco a dez gramas da substância por dia resultou em 20% a mais de proteção para o coração.
O estudo concluiu que, para se obter benefícios, o ideal é consumir até 150mL de vinho por dia. Para cerveja, o recomemendado é beber, no máximo, a quantidade que contenha 43 gramas de álcool. Nessa faixa, é possível diminuir em cerca de 40% o risco de doença cardíaca.

Segundo Simona Constanzo, a pesquisa deixou evidente que o álcool desempenha um papel cardioprotetor independentemente de outras substâncias presentes no vinho e na cerveja, como os polifenóis, embora eles também sejam importantes para a saúde.

– O consumo moderado de bebidas alcoólicas traz uma série de benefícios em termos de redução do risco cardiovascular e de mortalidade, não só para a população em geral como em pacientes cardíacos. Dessa forma, as pessoas devem ser orientadas a evitar a ingestão excessiva de álcool, assim como aquelas com história de doença cardiovascular não devem ser proibidas de beber – destacou a pesquisadora, alertando ainda que “beber uma taça de vinho ou um copo de cerveja deve ser visto como um prazer, não um tratamento”.

*A repórter viajou a convite do Brewers of Europe.

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7 coisas que podem te fazer morrer mais cedo

Natasha Romanzoti, no Hypescience

Não estamos falando de dirigir bêbado, aceitar aquele desafio idiota do seu amigo de pular de uma ponte ou comer aquela carne estragada na sua geladeira há meses. Tem coisas que te matam silenciosa e misteriosamente, e você jamais vai perceber o perigo vindo.

Confira sete coisas que podem te fazer morrer mais cedo:

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1. Não ter amigos

A falta de amigos pode literalmente encurtar a vida humana, tanto quanto assassinos seriais, tabagismo e consumo de álcool. Na verdade, os efeitos do isolamento social até superam alguns dos fatores de risco conhecidos da mortalidade precoce, como obesidade e falta de exercício.

Estudos anteriores culparam este fenômeno de morte prematura na solidão. Estar sozinho é muito ruim e não é segredo que afeta a saúde. Porém, pesquisas mais recentes sugerem que, independente de seus sentimentos sobre isso, o isolamento por si só pode te matar. Um estudo com idosos no Reino Unido feito em 2013 constatou que, embora simplesmente relatar sentimentos de solidão não teve efeito sobre a probabilidade de morrer mais cedo, o isolamento social levou a maior probabilidade de morrer: um aumento de 26% quando comparado com outros idosos da mesma faixa etária mais sociais.

Parte disso é óbvio: se você evita outros seres humanos, ninguém vai te avisar de uma protuberância crescendo na parte de trás do seu pescoço ou chamar uma ambulância se você estiver sufocando.

Mas também existem causas físicas por trás da morte associada com a solidão. O contato físico entre os seres humanos reduz o estresse e a inflamação, melhorando a saúde. Além disso, a maioria tende a cuidar melhor de si mesma quando vive com outras pessoas por perto.

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2. Depressão

Claro, depressão leva a um maior risco de suicídio, mas a doença por si só pode ser tão ruim a ponto de aumentar suas chances de morrer mais cedo. Depressão recorrente pode diminuir sua expectativa de vida em até 11 anos – mais ou menos a mesma quantidade de vida que você perderia por fumar 20 ou mais cigarros por dia.

Cientistas analisaram os efeitos da condição sobre o corpo humano em um nível celular, medindo os telômeros (a parte dos seus cromossomos que reduz com a idade celular, ou seja, fica menor conforme a célula fica mais velha e desgastada) de três grupos de pessoas: um que nunca tinha ficado depressivo, um que tinha tido transtorno depressivo grave no passado, e um que estava depressivo naquele momento.

Quanto mais grave a depressão de uma pessoa era, mais curtos eram seus telômetros. Quanto mais curtos os telômeros são, mais a pessoa está em risco de uma morte prematura devido a doenças relacionadas com a idade, como doenças cardíacas e câncer.

A culpa aqui parece ser do efeito que a depressão tem sobre o sistema imunológico, bem como a inflamação que causa.

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3. Não escovar os dentes

Metade dos adultos dos EUA possui doença periodontal, que afeta os tecidos de suporte (gengiva) e sustentação (cemento, ligamento periodontal e osso) dos dentes. Também, um estudo brasileiro de 1993 mostrou, através de uma revisão da literatura dos levantamentos epidemiológicos até então realizados, que 86,7% do total de indivíduos examinados apresentavam atividade de doença periodontal.

Agora vem a pior parte: há muito tempo os cientistas sabem que há uma ligação entre doença periodontal e doença cardíaca, também conhecida como a maior assassina de pessoas do mundo.

Antes, no entanto, não sabíamos se essa ligação era realmente causal, ou se apenas as mesmas atividades colocam as pessoas em risco para doenças da gengiva e do coração, como má alimentação.

Agora, há pelo menos alguma evidência de que negligenciar as suas gengivas pode estragar seu coração diretamente. Esse ano, pesquisadores infectaram camundongos com vários tipos de bactérias que causam a doença periodontal, e acompanharam a propagação das bactérias – que chegou a seus corações. Os camundongos começaram a mostrar um aumento nos fatores de risco para doenças cardíacas, como inflamação e colesterol. Estes ratos não estavam fazendo qualquer outra coisa para colocá-los em risco de doenças cardíacas, como má alimentação ou estresse. Isto sugere que as bactérias por si só podem ser suficientes para afetar a saúde de seu coração. Conclusão: use fio dental.

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4. Nascer no mês errado

De acordo com um estudo feito pela Universidade de Chicago (EUA), pessoas que vivem até os 100 anos são mais propensas a ter nascido no outono (em setembro ou outubro, no caso dos EUA). Outros estudos feitos na Áustria e Dinamarca também encontraram o mesmo pequeno aumento na expectativa de vida para bebês nascidos nos meses de outono, enquanto no hemisfério sul (como aqui no Brasil) é mais provável que você viva mais tempo se tiver nascido em março, abril ou maio.

Bebês que nascem no outono não só vivem mais como parecem se sair melhor no geral. Bebês nascidos na primavera são mais propensos a sofrer de transtornos alimentares, diabetes tipo 1 e esquizofrenia que bebês do outono, por exemplo.

Ninguém sabe ao certo por que isso ocorre, mas uma teoria é que os níveis de vitamina D durante a gravidez afetam a saúde dos bebês. As pessoas costumam obter a maior parte de sua vitamina D através da luz solar, o que significa que, no momento de dar à luz, mães de bebês que nasceram no outono passaram os últimos seis meses tomando sol. Bebês da primavera passaram a maior parte de sua gestação durante os meses mais escuros, ou seja, suas mães não tomaram tanto sol e tiveram tanta vitamina D, o que de alguma forma afetou o seu desenvolvimento e saúde a longo prazo.

Outro possível fator é a dieta. Nos estudos feitos, as pessoas que “viveram mais de 100 anos” eram em sua maioria nascidas na década de 1890, quando coisas como refrigeração e transporte de alimentos não eram tão comuns. Assim, bebês gestados durante os meses mais quentes, quando as frutas e legumes eram mais facilmente disponíveis, foram melhor nutridos do que os bebês cujas mães dependiam de uma dieta mais limitada de inverno. Nesse caso, o mês de nascimento não é exatamente o fator chave. Mas ainda assim há uma lição importante aqui: se sua mãe não se alimentar direito durante sua gestação, você não vai viver tanto.

morrer55. Ficar muito tempo sentado

Um estudo que pesquisou a rotina de mais de 222 mil cidadãos australianos ao longo de três anos descobriu que pessoas que passam muito tempo do seu dia sobre uma cadeira são até 40% mais propensas a encurtar a própria vida.

Segundo os cientistas, isso se aplica àqueles que realmente abusam do ato de sentar, passando mais de 11 horas por dia nesta posição. Entre oito e onze horas, a mesma taxa cai para 15%.

As principais evidências para explicar por que isso acontece são as mesmas que se verificam no sedentarismo: exercícios físicos regulares têm efeitos positivos quanto aos triglicerídeos e a pressão sanguínea. Ou seja, o principal prejuízo não é o fato de estar sentado em si, mas o de não se mover.

Não tem jeito: se você está procurando uma desculpa para não se exercitar, provavelmente não vai encontrar nenhuma.

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6. Ver muita TV

Esse é um item muito similar ao acima. Dados de oito estudos recentes com mais de 175 mil pessoas em todo o mundo sugerem que, quanto mais você assiste TV, mais propenso fica a desenvolver uma série de problemas de saúde, e mais chances têm de morrer mais cedo.

Segundo os pesquisadores, para cada duas horas adicionais que as pessoas passam coladas na TV em um dia típico, o risco de desenvolver diabetes tipo 2 aumenta em 20%, e o risco de doença cardíaca aumenta em 15%. E para cada três horas adicionais, o risco de morrer por qualquer causa vai para 13%, em média.

O aumento do risco de doenças ligadas a assistir televisão é semelhante ao aumento de risco que vemos com colesterol alto, pressão arterial alta ou tabagismo.

A conexão entre a TV e doenças não é um mistério: assistir TV consome tempo de lazer que poderia ser gasto andando, fazendo exercícios, ou mesmo apenas se movimentando. Também tem sido associado a dietas pouco saudáveis, como muito açúcar, refrigerantes, alimentos processados e petiscos (que, talvez não por coincidência, são alimentos frequentemente encontrados em comerciais de televisão).

Além disso, alguns estudos sugerem que a postura sentada prolongada, além de seu impacto sobre os hábitos alimentares e exercício físico, pode causar mudanças no metabolismo que contribuem para níveis de mau colesterol e obesidade. Em resumo: saia do sofá!

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7. Tomar refrigerante

Normal, diet, light ou zero, todos os refrigerantes de cola contêm fosfato, ou ácido fosfórico, um ácido que dá ao refrigerante seu sabor típico e aumenta seu tempo de validade. Embora exista em muitos alimentos integrais, tais como carne, leite e nozes, ácido fosfórico em excesso pode levar a problemas cardíacos e renais, perda muscular e osteoporose, e um estudo sugere que poderia até provocar envelhecimento acelerado.

O estudo, publicado em 2010, descobriu que os níveis de fosfato encontrados em refrigerantes fizeram com que ratos de laboratório morressem cinco semanas mais cedo do que os ratos cujas dietas tinham níveis normais de fosfato.

Pior: houve uma tendência preocupante dos fabricantes de refrigerantes de aumentar os níveis de ácido fosfórico em seus produtos ao longo das últimas décadas.

Esqueça obesidade e outros problemas de saúde que os refrigerantes causam. Se você quer mesmo um bom motivo para parar de tomá-lo, está aqui: ele pode te fazer morrer mais cedo! [Cracked, Chambrone]

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Cinco maneiras de cuidar do coração

Publicado em O Globo

Cuide da alimentação

Segundo o médico Sérgio Timerman, do Incor-SP, o ideal é fazer refeições leves e balanceadas, evitando excesso de gordura, sal e exagero no consumo de álcool. Grandes doses de álcool por tempo prolongado provocam lesões no coração, causando arritmias e outros problemas.

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Pratique exercícios físicos

Pelo menos três vezes por semana faça alguma coisa: o sedentarismo é um dos grandes vilões dos problemas cardíacos. Um estudo da Universidade de Queensland, na Austrália, com mais de 30 mil mulheres do país nascidas nas décadas de 20, 40 e 70 constatou que a falta de exercício é o maior fator de risco para doenças cardíacas em mulheres acima.

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Mantenha o controle emocional

Associado a outros fatores de risco, o estresse pode aumentar a probabilidade de doença coronariana. Um dos mais completos estudos já realizados sobre o tema, feito pela Universidade McMaster, no Canadá, avaliou 24 mil voluntários em 52 países e revelou que a prevalência de estresse crônico é maior entre vítimas de infarto.

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Faça exames periódicos

Para quem tem histórico familiar de doenças cardiovasculares, exames e testes periódicos são recomendados para acompanhamento da saúde do coração. Já há aparelhos de monitoramento da coagulação que permitem o uso pelo próprio paciente em casa, segundo Timerman.

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Fique atento aos sintomas

Ao sentir dor no peito ou mal estar, ligue para o 192 ou procure um hospital. Pessoas fumantes, com sobrepeso, ritmo de vida estressante, sedentárias ou que sofrem de hipertensão e diabetes devem ficar ainda mais atentas.

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7 maneiras de aumentar felicidade e sua satisfação com a vida

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Natasha Romanzoti, no Hypescience

Felicidade é a maior busca humana. Todos nós experimentamos picos emocionais ao longo de nossas vidas – com uma promoção no trabalho, no dia do nosso casamento, com o nascimento de um filho etc. Mas esses momentos produzem sentimentos temporários de euforia, e especialistas dizem que não são suficientes para alcançar a verdadeira felicidade.

A felicidade não é apenas um estado emocional. Décadas de pesquisa provam que é algo muito mais profundo. Na verdade, a ciência mostra que as pessoas felizes vivem vidas mais longas e saudáveis.

A boa notícia é que possível ser feliz tomando pequenas atitudes, independentemente do nosso meio ambiente ou genética.

Confira sete maneiras de aumentar felicidade e sua satisfação com a vida:

Seja positivo

Um estudo da Universidade de Harvard (EUA) descobriu que os otimistas não só são mais felizes, como são 50% menos propensos a ter doença cardíaca, um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral.

A conclusão é que manter uma perspectiva positiva oferece proteção contra doenças cardiovasculares. Já os pessimistas têm níveis mais baixos de felicidade em comparação com os otimistas e têm três vezes mais chances de desenvolver problemas de saúde à medida que envelhecem.

Aprenda com as pessoas que já são felizes

A Dinamarca vira e mexe ganha o primeiro lugar em qualquer índice que mede o bem-estar e a felicidade dos países de todo o mundo. O que faz dessa a nação a mais feliz do mundo?

Claro, coisas como a expectativa de vida, produto interno bruto e baixa corrupção ajudam – e muito. Mas o nível geral de felicidade na Dinamarca tem mais a ver com a generosidade que é comum entre os cidadãos, a liberdade que eles têm para fazer escolhas de vida e um sistema de apoio social forte, de acordo com a Organização das Nações Unidas.

Trabalhe menos

Os dinamarqueses parecem ter um grande equilíbrio entre vida e trabalho, o que aumenta seu nível de felicidade. Simplificando: eles não trabalham em excesso. Na verdade, a semana de trabalho média na Dinamarca é de 33 horas – apenas 2% dos dinamarqueses trabalham mais de 40 horas por semana.

Quase 80% das mães na Dinamarca voltam ao trabalho depois de ter um filho, mas equilibram o seu tempo livre entre a família, amigos e programas na sua comunidade.

Concentre-se em experiências

Dinamarqueses também dão menos atenção a dispositivos eletrônicos e coisas, e mais atenção para a construção de memórias. Estudos mostram que pessoas que se concentram em experiências ao invés de se focar em “ter coisas” têm níveis mais elevados de satisfação, mesmo muito tempo depois que a experiência passou.

Comprar muitas vezes leva a dívidas, para não mencionar o tempo e o estresse associado com a manutenção de todos os dispositivos, carros, propriedades, roupas, etc.

Os pesquisadores dizem que quando as pessoas se concentram em experiências, elas sentem uma maior sensação de vitalidade ou “de estar vivo” tanto durante o momento quanto depois.

As experiências também unem mais as pessoas, o que pode contribuir para a sua felicidade.

Construa uma rede social

Ao simplesmente ser social, você poderia viver mais tempo. A pesquisa mostra que um sistema de apoio social forte pode aumentar nossa expectativa de vida.

Os telômeros são as pequenas tampas em nossos cromossomos do DNA que indicam a nossa idade celular. De acordo com especialistas, não ter amigos pode ser igual a telômeros mais curtos e, por sua vez, uma vida mais curta.

Outros estudos mostraram que a solidão leva a maiores taxas de depressão, problemas de saúde e estresse. Ou seja, vale a pena ter pelo menos um amigo próximo para aumentar seu nível de felicidade e saúde.

Se voluntarie

Pessoas que se voluntariam são mais felizes, concluíram dezenas de estudos. A ONU credita o voluntariado como uma das razões para a Dinamarca ser o país mais feliz do mundo – 43% dos dinamarqueses regularmente doam seu tempo para boas ações em sua comunidade.

A alegria de ajudar os outros começa cedo. Um estudo de 2012 descobriu que crianças preferem dar do que receber. Os pesquisadores deram a dois grupos de crianças lanches e, em seguida, pediram que um dos grupos oferecesse esses lanches a outras pessoas. As crianças que entregaram os seus lanches mostraram maior felicidade sobre a partilha de seus bens, o que sugere que o ato de sacrifício pessoal é emocionalmente gratificante.

O sacrifício não tem que ser grande – pesquisas já sugeriram que doar tão pouco quanto US$ 5 gera benefícios emocionais.
Realizar atos de bondade, se voluntariar e doar dinheiro aumentam a felicidade, melhorando o seu senso de comunidade, propósito e autoimagem.

Comece a rir

Estudos mostram que rir não apenas sinaliza felicidade, mas sim a produz. Quando rimos, nossos hormônios do estresse diminuem e nossas endorfinas aumentam. Endorfinas são as mesmas substâncias químicas que o cérebro associa com aquele “impulso” que as pessoas recebem do exercício físico.

Rir também faz bem para o coração. Um estudo descobriu que apenas 8% dos pacientes cardíacos que riram diariamente tiveram um segundo ataque cardíaco dentro de um ano, em comparação com 42% dos que não riram.

Estudos ainda mostram que nosso corpo não consegue diferenciar entre o riso falso e o real – as pessoas recebem benefícios de saúde de qualquer maneira. Sendo assim, você pode forçar-se a rir mais, pelo menos um pouco todos os dias, até que você tenha verdadeiros motivos para sorrir. [CNN]

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