Arquivo da tag: vida

30 anúncios com animais que vão fazer você repensar seu estilo de vida

publicado no Hypeness

Cada vez mais anúncios relacionados ao meio ambiente e aos animais se destacam na publicidade. Com uma linguagem que aborda questões globais, que não são fáceis de resolver, as propagandas sugerem que mudemos nossos hábitos negativos, refletindo para uma mudança de comportamento positiva.

Nestes 30 anúncios, o foco gira em torno de conscientizar a humanidade quanto ao aquecimento global, animais de rua e o cruel abuso de animais para entretenimento, comida, roupas e cosméticos.

As imagens são poderosas e têm como objetivo principal reeducar as pessoas para que possamos fazer do planeta Terra um lugar melhor para todos. Dá uma olhada:

1. Animais não são palhaços

anuncio-animal

anuncio-animal-2

2. A cada 60 segundos, uma espécie morre. Cada minuto conta.

anuncio-animal-5

anuncio-animal-3

anuncio-animal-4

3. Imagine que isto é seuanuncio-animal-6

4. O que na Terra estamos fazendo com nosso planeta?

anuncio-animal-8

anuncio-animal-9

5. Horripilante X Mais Horripilante

anuncio-animal-10

anuncio-animal-11

anuncio-animal-12

6. Ajude-nos a combater os efeitos dos testes em cosméticos

anuncio-animal-14

anuncio-animal-13

7. Sacos de plástico matam

anuncio-animal-15

8. Zoológico de Zurich: mais espaço para os grandes

anuncio-animal-16

9. O que será necessário antes que respeitemos o planeta?

anuncio-animal-17

anuncio-animal-18

10. Salve o rinoceronte: nada do que fazemos irá trazê-los de volta

anuncio-animal-19

anuncio-animal-20

11. Pare o abuso

anuncio-animal-21

anuncio-animal-22

12. Última refeição: adotar um cachorro é tirá-lo do corredor da morte

anuncio-animal-23

anuncio-animal-24

13. Você esta olhando para todos os dugongos (espécie animal) que existem na África

anuncio-animal-25

anuncio-animal-26

14. Padrões de costura

anuncio-animal-28

Continue lendo

Vida é pior que ‘Game of Thrones’: não sobra ninguém

game-of-thrones-poster_85627-1920x1200título original: Spoilers

Gregorio Duvivier, na Folha de S.Paulo

Uma mulher é assassinada no Baixo Gávea ao meio-dia. Um avião é derrubado e mata 300 pessoas. Morre João Ubaldo Ribeiro. Israel invade a Faixa de Gaza.

A morte dos outros é um spoiler. Parece te revelar algo que você não sabia, ou fingia não saber sobre você mesmo: você vai morrer. Olhe à sua volta. Todo o mundo vai morrer. A vida é pior que “Game of Thrones”. Não sobra nem o anão.

A vida só é possível enquanto a gente esquece que a morte está à espreita. Os jornais, como a revista “Minha Novela”, contam o que a gente não quer saber. “Olha a morte ali, te esperando. Nada disso faz sentido. Nunca fez.”

Há quem busque um sentido na religião, que jura que o melhor está por vir. O padre dá ao beato o mesmo conselho que um fã de “Breaking Bad” dá àquele que está começando a série: só vai ficar bom mesmo lá na última temporada. Mas não pode pular nenhum capítulo. Você vai ser recompensado. Confia em mim.

O que vale para “Breaking Bad” não vale para a vida. O câncer não regride quando você começa a vender droga —infelizmente. A vida está mais pra “Lost”. A cada episódio que passa surgem novos mistérios. Prometem que no final tudo vai se esclarecer mas tudo acaba de repente, com todo o mundo se abraçando. Só te resta a perplexidade: mas e aquele pé gigantesco? E aqueles números malditos? E aquele moço que usa lápis no olho e não envelhece? E o Rodrigo Santoro? Esquece. A vida vai morrer na praia.

O que entendi é que é melhor desistir de entender. O roteirista da vida é preguiçosíssimo. Personagens queridos somem do nada. Personagens chatíssimos duram pra sempre. Tem episódios inteiros de pura encheção de linguiça e, de repente, tudo o que deveria ter acontecido numa temporada inteira acontece num dia só. As coincidências não são críveis -e numerosas demais. A vida é inverossímil.

Aí você me pergunta: vale a pena ver um seriado tão longo que pode ser interrompido a qualquer momento sem que te expliquem p*%#@ nenhuma?

Talvez valha, como “Seinfeld”, pelas tardes com os amigos tomando café e falando merda. Ou, como “Girls”, pelas cenas de sexo. E pela nudez. Talvez valha, como “Chaves”, pra rir das mesmas piadas e chorar quando você menos espera. E vale pelos churros. E pelos sanduíches de presunto.

E vale, de qualquer maneira, porque a vida, chata, óbvia ou repetitiva, é só o que está passando.

 

Quintessência

quintessc3aanciaYago Licarião, no Retalhos e Frestas

Poesia é a pobre maneira de traduzir em palavras os mistérios da vida e da morte. Estupefatos, reduzimos a letras o incompreensível. Ora, toda palavra é mera fração, fragmento, sempre incompletas, nunca acabadas. Incapazes de abarcar as revelações sensoriais, nos contentamos com ínfimas definições, sentenciamos o inefável. Todo poeta soçobra em angústia, decai em descontentamento. Nem seus olhos, boca e mãos se mostram suficientes para compreender, seja a flor que desabrocha em meio à aridez, seja a onda avassaladora de concreto. Inexplicavelmente, o artista há de conviver com o tormento de ser e não conseguir dizer tudo aquilo que é e não deixará de ser.

Toda pena é pouca para descrever o que está posto. Vocabulários infinitos não dariam conta de traduzir a inexorável pequenez da humanidade perante o universo. Filosofias e tecnologias caducam antes de deduzir a fórmula dos porquês. Nem matemáticos nem teólogos equacionarão a questão fundamental da vida, do universo, e tudo mais. Teoremas e rotulações cairão por terra sempre que tentarem encaixotar a liberdade do vento que sopra. As ciências, muito altivas, hão de desistir de segmentar as incertezas, as mutações e os desdobramentos tão presentes na inconstante existência. Empobrecidos, imperfeitos, cientistas recorrerão aos artistas para alimentar nossa sede de beleza.

Reafirmo: a poesia da vida, holística, não se resume à conjunções ortográficas e predefinições estéticas, assaz herméticas. Métricas e rimas, por mais rígidas e tecnicamente montadas, não transmitirão com perfeição a mensagem sussurrada à sensibilidade do escritor. Pincel e tinta não construirão, em tela, o que nem os olhos são capazes de enxergar. Não vislumbraremos esculturas, afrescos, poemas, canções nem películas mais transcendentais que as presentes nas imanências obscuras, encobertas, encavernadas do coração. Nem o sopro, nem as ondas, nem os picos, nem o pôr-do-sol, nem mesmo o romper do casulo a surgir borboleta, serão comunicados pelas mãos dos pobres e atormentados artistas.

Todavia, há de se reconhecer seu valor. O que nos falta em capacidade para transportar a perfeição, nos sobra em criatividade para inundar a alma. Só o poeta, será capaz de fornecer, ainda que pouco, o bálsamo cicatrizante dos nossos abismos. Quando a ciência e as racionalizações falharem em saciar nossa fome de formosura, só os poetas preencherão nossas frestas com o lírio da vida. Ao fugirmos do cartesiano, do gueto, do hermético, e destruirmos as muralhas da razão, encontraremos abrigo no doce som emitido pela sensibilidade inerente à pena. Ainda que em forma de retalhos, a salvação para a feiúra escorre nas entrelinhas do escrito, no subentendido das metáforas, na interpretação das parábolas.

Quem almeja alcançar o píncaro da transcendência há de se deixar levar pelo fluir das águas de Vinícius, Chico, Noel e Jobim. Da corrente de Saramago, Tolkien, Lewis, Tolstoi, Drummond e Virgílio. Do conduzir de Michelangelo, Rafael, Da Vinci, Renoir, Rembrandt, Dalí e Van Gogh. Da incomensurável levitação de Bach, Mozart, Beethovem e Villa-Lobos. Dos igualmente transportadores Shakespeare, Lispector, Austen, Gabo, Augusto dos Anjos e Machado de Assis. Dos exemplos de Mandela, Madre Teresa, Gandhi, Luther King Jr., Zumbi e Tutu. Nas imagens reveladoras de Cartier-Bresson, Irving Penn e João Bittar.

Nas mãos desses, aceito a imperfeição como melhor caminho para a salvação.

Vida efêmera

foto: Hesham Alhumaid

foto: Hesham Alhumaid

Ricardo Gondim

Como um pai tem compaixão de seus filhos, assim o Senhor tem compaixão… pois ele sabe do que somos formados; lembra-se que somos pó”  [Salmos 103.13-14]

Somos limitados. O número de palavras que nos valemos para conversar, escrever, poetizar, criticar, não lota cem páginas. O espectro da nossa audição é menor do que o dos cães. Existem milhões de cores que nossos olhos não conseguem perceber. Intuímos, mas estamos longe de entender o que significa a palavra percepção. Na vastidão do mistério que nos escapa, oscilamos entre a passividade e a angústia. Qualquer altitude nos mete medo. Tratamos uma pequena depressão como vale da sombra da morte. Dizemos que o futuro parece um oceano desconhecido. O medo do infortúnio se torna pior do que o próprio infortúnio – [ditado iídiche]

Somos óbvios. Previsíveis. Não relutamos quando a vida reduz as opções. Se precisamos alçar voo, nos amesquinhamos. Contentes, sequer reparamos o ar viciado da sala povoada com nossos iguais. Não nos envergonhamos de nosso sedentarismo – que atrofia músculos e coração.

Somos efêmeros. As carpas vivem mais do que nós. Os abutres sobrevivem com bem menos. A ursa cuida da prole com mais atenção. Nossa pele enruga com pouco sol. Bastam quatro décadas, e nossos olhos perdem a capacidade de manter a nitidez. Nosso cabelo embranquece e cai sem motivo. Basta um mínimo desequilíbrio no sangue, um leve aumento da temperatura, e convulsionamos. Sacrificamos a boa comida em nome da saúde, mas não driblamos o câncer, a diabetes, a pressão alta. A vida passa e apagamos como fagulha na neblina. Os primeiros anos – da infância – se esconderam no inconsciente e os últimos – da velhice – se perderão na demência. Custamos atinar: não passamos de folha, que amarela e despenca no outono.

Somos carentes. Precisamos de companhia. O outro, por mais impertinente que seja,  é melhor que a solidão. Se fugimos para o deserto, lá choramos de saudade. A irritação do conflito não basta para nos afastar do amor. Suplicamos por abraço, mão estendida, colo. O crepúsculo nos inunda de melancolia. Sentimento de orfandade nos acorda de manhã e passamos o resto do dia à espera da mãe que perdemos.

Bendita precariedade que escancara nossos limites. Por nos sabermos passageiros, conhecemos a peculiaridade do instante. Na especificidade de cada momento vivido, degustamos a eternidade.

Soli Deo Gloria

fonte: site do Ricardo Gondim

30 coisas que você deve parar de fazer a si mesmo

publicado no Awebic

Marc e Angel são dois escritores que mantém um blog de mesmo nome (Marc and Angel Hack Life, em inglês). Por lá você encontra dicas para uma vida mais produtiva, mais saudável. Uma vida melhor.

Confira a lista de 30 coisas que você deve parar de fazer a si mesmo. Tradução feita pelo site LifeBuzz.com.

1. Pare de perder tempo com as pessoas erradas

A vida é muito curta para perder tempo com pessoas que sugam a sua alegria para fora de você. Se alguém quer você em sua vida, eles vão criar espaço para você. Você não deveria ter que lutar por um lugar. Nunca, jamais insista em aparecer diante de alguém que subestima o seu valor. E lembre-se, seus verdadeiros amigos não são as pessoas que estão ao seu lado quando você está vivendo seus melhores dias, mas sim aqueles que permanecem mesmo nos piores momentos.

Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo (2)

Fonte: flickr.com

2. Pare de fugir dos seus problemas

Encare-os de frente. Não, não vai ser fácil. Não há ninguém no mundo capaz de sair ileso de cada pancada que leve. Não é esperado que estejamos aptos a imediatamente resolver quaisquer problemas. Simplesmente não somos feitos desta forma. Na verdade, somos feitos para nos irritarmos, nos entristecermos, nos machucarmos, tropeçarmos e cairmos. E é por isto ser a razão mesma de viver – encarar problemas, aprender, se adaptar, e resolvê-los ao longo do tempo. Isso é o que efetivamente nos molda na pessoa que nos tornamos.

Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo (3)

Fonte: huffpost.com

3. Pare de mentir para si mesmo

Você pode mentir para qualquer outra pessoa no mundo, mas você não consegue mentir para si mesmo. Nossas vidas melhoram apenas quando arriscamos encarar as oportunidades, e a primeira e mais dificil oportunidade que podemos encarar é sermos honestos conosco mesmos.

Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo (4)

Fonte: aberrantbeauty.tumblr.com

4. Pare de colocar as suas necessidades em segundo plano

A coisa mais dolorosa é perder-se de si mesmo no processo de “amar” alguém demais, e esquecer de que você é especial, também. Sim, ajude aos outros; Mas ajude-se também. Se existe um momento para correr atrás de sua paixão e fazer algo que realmente importa para você mesmo,este momento é agora.

Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo (5)

Fonte: pinterest.com

5. Pare de tentar ser alguém que você não é

Um dos maiores desafios na vida é ser você mesmo em um mundo que tenta fazê-lo igual a todos os outros. Alguém sempre vai ser mais bonito, alguém sempre será mais esperto, alguém sempre será mais jovem, mas eles jamais serão você. Não mude para que os outros passem a gostar de você. Seja você mesmo e as pessoas certas vão amar quem você é de verdade.

Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo (6)

Fonte: rawpowerlifter.com

6. Pare de se apegar ao passado

Você não pode iniciar o próximo capítulo da sua vida se você continua relendo o anterior.

Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo (7)

Fonte: cmjornal.xl.pt

7. Pare de ter medo de cometer erros

Fazer algo e falhar é ao menos dez vezes mais produtivo do que não fazer nada. Todo sucesso deixa uma trilha de falhas atrás de si, e cada falha é um passo rumo ao sucesso. Você acaba se arrependendo muito mais das coisas que NÃO fez, do que daquelas que fez.

Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo (8)

Fonte: imgwykop.pl

8. Pare de se reprender por velhos tropeços

Nós podemos amar a pessoa errada e chorar sobre as coisas erradas, mas não importa o quão erradas as coisas se tornem, uma coisa é certa, os enganos nos ajudam encontrar a pessoa e as coisas que são certas para nós. Todos cometemos enganos, temos tropeços e mesmo nos arrependemos das coisas em nosso passado. Mas você não é seus enganos, nem seus tropeços, e você está aqui AGORA com o poder de definir o seu dia e o seu futuro. Toda e cada coisa que aconteceu na sua vida está te preparando para um momento que ainda virá.

Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo (9)

Fonte: ytimg.com

9. Pare de tentar comprar felicidade

Muitas das coisas que desejamos são caras. Mas a verdade é que, as coisas que realmente nos satisfazem, são totalmente grátis – amor, risadas e trabalhar naquilo que nos apaixona.

Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo (10)

Fonte: wordpress.com

Continue lendo