Servos já não, amigos sim!

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Caio Fábio

Foi assim que Jesus disse que deseja que O vejamos, e que assim, Nele, nos percebêssemos.

Claro que o Evangelho que é Jesus e Jesus que é o Evangelho – pois a Boa Nova é Jesus e Jesus é a Boa Nova – nos ensina a viver e caminhar neste mundo de cardos e abrolhos.

No entanto, o Alvo de Tudo é muito claro!

Deus quer amizade, intimidade, unidade nossa Nele e uns com os outros, e com o todo de tudo o que Ele chama Vida!

Após dizer que nos chama de amigos e não de servos, e também tendo antes definido que os amigos Dele são os que entendem os mandamentos com a alegria da obediência impulsionada pelo bem que o caminhar em fé mediante o amor produz…

Ele concluiu, na chamada Oração Sacerdotal, que o desejo Dele era que víssemos a glória do amor Dele no Pai, e que também nos tornássemos parte disso, numa fusão misteriosa que Ele definiu apenas como…– EU NELES, TU EM MIM E ELES EM NÓS!

Esta é a minha e sua vocação de ser!

O resto é a confusão que turva a visão simples do chamado para nos fundirmos no amor de Deus, em Sua amizade, e em Sua glória, que é nos amarmos Nele eternamente!

fonte: site do Caio Fábio

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Bilhões de criaturas marítimas invadem praias dos EUA

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publicado no Terra

Um ‘mistério’ tem causado curiosidade em banhistas americanos: milhares de vellelas (uma espécie de hidrozoário marítimo) invadiram as areias das praias americanas, sendo encontradas do sul da Califórnia até British Columbia. As informações são do Daily Mail.

Bilhões destas criaturas marítimas apareceram nas praias – e ainda não se sabe o que teria causado este fenômeno. O professor de Biologia da Faculdade da Península de Monterey disse que o número de Velellas que se encontram nas areias ainda é incerto, mas seus alunos contaram mais de milhares por metro quadrado. “Estes números crescem rápido demais”, disse.

Estas criaturas são semelhantes à água-viva, liberando uma substância para atordoar suas presas – embora não seja capaz de causar muita dor em seres humanos.

O guia de viagens, Michael Ellis, disse que velellas são comuns e se encontram em todos os oceanos do mundo, mas pouco se sabe sobre suas vidas.

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Faxina na vida

faxinaMariliz Pereira Jorge, na Folha de S.Paulo

Esvaziei as três gavetas do criado-mudo no chão. De vez em quando tenho esses rompantes, mesmo tarde da noite. E não consigo dormir sem arrumar tudo. Minha mãe diz que puxei esse lado freak da minha bisavó. Eu era pequena demais para lembrar, mas penso nela toda vez que resolvo faxinar.

Relógios parados no tempo, pares de óculos, um deles com a haste torta, dois passaportes vencidos, Tiger Balm, camisinhas, fita métrica, iPod, fones com as borrachinhas ressecadas, plaquinha pra bruxismo, melatonina, creme para pés ressecados, hidratante para as mãos, fotos de um ex-namorado de quando éramos felizes, agenda de telefone, uma lâmpada vermelha. Uma lâm-pa-da ver-me-lha. E uma infinidade de coisas que eu nem sabia que estavam ali, e de outras que não serviam para nada.

Não sei por que guardamos tanta coisa. Não sei por que fazemos isso com tudo. A gente insiste em manter em nossas vidas coisas que não têm mais o menor sentido e com isso não damos espaço para que as novas cheguem e ocupem o lugar. Não tem lugar. Nos cercamos do velho, do conhecido, do confortável. Ninguém mexe. Ninguém tasca.

Pra que mexer, pra que ter trabalho. Está tudo tão bom assim. Mesmo que não esteja. A gente se afunda em autopiedade, mágoa e rancor. Esfrega os olhos, toma um café e continua engolindo o de sempre, vivendo uma vida que parou no tempo e no tédio. Fazemos isso com roupas, com amores fracassados, com trabalhos chatos, salários de merda, amigos desleais, com uma agenda de telefone velha. Olhamos para a lâmpada vermelha na gaveta do criado-mudo e deixamos que fique lá.

Está ruim assim, mas esse ruim eu já conheço. Ninguém mexe. Ninguém tasca. Não quero me incomodar com meus velhos incômodos. São incômodos, mas são velhos conhecidos e são meus.

Sou infeliz, mas tenho um namorado que não me ama, que não se interessa por mim, que nunca atende o telefone quando preciso pedir que ele jogue na loteria. Fica ao lado do trabalho dele. Ele sempre esquece e eu tenho que pedir toda semana. Mas a gente gosta daquela cebola gigante do Outback, onde jantamos uma vez por semana. Não conversamos, mas prefiro assim, porque não tenho nada mesmo para falar com ele.

Cansei do meu trabalho, mas estou satisfeita só de reclamar. Aqui, pelo menos, não tenho que me esforçar para aprender alguma coisa nova, vai no automático. Já conheço todo mundo, todo mundo faz de conta que gosta de mim e eu faço de conta que não detesto todo mundo. E a máquina de café é boa.

Minha amiga só me procura quando está solteira. E ela vive namorando, mais do que vive solteira. Nunca me chama para nada quando namora, mas quando está solteira não sai da minha aba. Tenho pena, ela não tem amigos, eu devo ser a única – pelo menos quando ela está solteira.

Para tudo. Não precisa ser assim. Não quero que seja assim. Incômodo poderia pinicar pra não deixar a gente se acomodar. A gente deveria fazer faxina de namorado, faxina de trabalho, faxina de amizades. Ninguém precisa de uma lâmpada vermelha ocupando espaço na gaveta. Ela acabou lá numa noite que eu quis dar um clima de sacanagem no quarto. Foi há anos, numa outra época, com outra pessoa, quando eu mesma era diferente.

A gente muda. Ou é só abstinência de Rivotril mesmo. Tem roupas que nunca mais quero usar, namorados que tenho vergonha até de lembrar, amizades que eu trocaria por um saco de pipoca, trabalhos que parecem uma linha de produção japonesa de tão chatos. Uma lâmpada vermelha pode ser a luz que falte pra mostrar quando está tudo errado e que é hora de varrer toda a sujeira de debaixo do tapete para fora da porta e para longe da nossa vida.

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7 passos para ser mais feliz no trabalho, segundo a ciência

Foto: flickr/eóle wind/ creative commons)
Foto: flickr/eóle wind/ creative commons)

Rennan A. Julio, na Galileu
Pode até parecer que a rotina já o engoliu e que todos os seus sonhos de universitário foram atropelados pela vida, mas sempre há como mudar a forma com que você encara o serviço. Pesquisas, estudos e livros mostram que somente alguns passos são necessários para uma vida mais tranquila no trabalho. Então veja a lista de dicas que a The Week separou para ser mais feliz com a sua profissão:

1 – Dinheiro não importa tanto assim

Por mais que pareça um pouco utópico e até mesmo inacreditável para a realidade em que nos encontramos, dinheiro não é sinônimo de felicidade. Segundo pesquisas recentes, dos fatores que fazem as pessoas felizes no trabalho, bom salário está entre os últimos.

Para uma pesquisa realizada nos Estados Unidos, China, Japão e Índia pela Mercer, “base salarial” se encontra em sétimo dos 12 principais fatores para ser feliz no emprego. Segundo a Harvard Business Review, “aceitar um trabalho pelo salário” é um arrependimento número um na pesquisa de carreiras. Surpreendente?

2 – Status vale menos do que respeito

Por mais que profissões antigas, que carreguem respaldo da sociedade, possam parecer mais prestigiosas, saiba que mais vale um emprego em que se é respeitado do aquele que impõe respeito.

Segundo essa pesquisa, ser um chefe confiável – ou confiar no seu chefe – vale mais do que um aumento de 30% no salário. Para essa equipe, fazer parte de um grupo de colegas que gosta significa maiores chances de promoção. Para o sociólogo Richard Sennett, escritor do livro ‘How to Findi Fulfilling Work’, respeito faz com que as pessoas se sintam “seres humanos completes, cuja presence realmente significa alguma coisa”.

3 – Fazer a diferença faz diferença

Uma lista com os “trabalhos mais felizes” foi divulgada e nas primeiras colocações pudemos encontrar: bombeiros, professores, fisioterapeutas, psicólogos e muito mais. Em breve conclusão, trabalhos que trazem benefícios sociais tendem a trazer satisfação pessoal.

Para os cientistas Howard Gardner, Mihaly Csikszentmihalyi, e William Damon, pessoas que trabalham para o bem dos outros exibem altas taxas de felicidade no emprego.

4 – Use o que você tem de melhor

Procure usar o seu talento! Segundo esta pesquisa, trabalhar com o que gosta é responsável por grande parte das “emoções felizes” que sentimos. Quando incentivadas a fazerem o que sabem – e amam –, as pessoas são mais produtivas.

5 – Corra atrás do que ama

O clichê ataca novamente: fazer o que ama traz benefícios muito positivos. Para essa pesquisa, os indivíduos entrevistados que trabalhavam com o que amavam se mostraram muito mais satisfeitos, animados e felizes com suas vidas. Em contraponto, demonstraram baixíssimos níveis de ansiedade e depressão.

6 – Seja autonômo

Autonomia é um dos passos mais importantes para um bom emprego. Sentir-se capaz de controlar o seu tempo e suas ações, sem que sejam necessárias ordens, é ideal, como diz o livro ‘How to Find Fulfilling Work’. Viva a liberdade!

7 – Pare de procurar o trabalho perfeito

O trabalho perfeito não existe! Pelo menos não aquele que você sonha antes de dormir… Para o autor de ‘Mindset: The New Psychology of Success’, “o que uma pessoa pode aprender, praticamente todas as pessoas podem aprender”. Com isso, ele defende que a evolução dos nossos talentos seja constante, gerando a abertura de portas novas o tempo inteiro. Assim aumentando as chances de fazer o que gosta e, consequentemente, de ser feliz no que faz.

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Ilustrações mostram como comentários maldosos afetam a vida das pessoas

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Publicado no Hypeness

Talvez você já tenha passado por isso: durante um dia inteiro, você recebe vários elogios de como está bonito (a) ou bem arrumado (a), mas, 5 minutos antes de acabar seu expediente de trabalho, alguém fala pra você: “Nossa, como você tá.. cheinho (a)“. E pronto, é o suficiente para arruinar seu dia e fazer com que todos os elogios anteriores desapareçam e você só lembre do último comentário ruim.

Pois é, as palavras têm poder mesmo. Postamos aqui no Hypeness há alguns dias sobre uma ilustradora mineira que fez vários desenhos com frases lembrando que a mulher é dona do próprio corpo (relembre aqui). O post foi talvez um dos mais debatidos na história do Hypeness (quase 2 mil comentários), o que mostra que muito ainda existe muito para conversar sobre o tema.

Conhecemos então o trabalho de uma outra ilustradora, chamada Katarzyna Babis, radicada na Polônia, que fez algumas representações de situações em que pessoas fazem comentários estúpidos e não fazem ideia do quanto esse comentário afeta a pessoa que é alvo das palavras.

Veja os desenhos, reflita e nos diga se você já escutou algo parecido.. ou já falou algo parecido, e entenda por que isso é tão grave:

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