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As Testemunhas de Jeová e Paula Fernandes

André Piunti, no Universo Sertanejo

Nas últimas duas semanas o assunto “religião” gerou mais discussões do que costuma gerar na internet. O primeiro motivo foi a entrevista polêmica do pastor Silas Malafaia no programa da Marília Gabriela, o segundo, a renúncia do Papa Bento XVI e as piadas feitas com o assunto.

Na semana passada, vi uma situação curiosa envolvendo religião e o nome da Paula Fernandes.

Paula declarou em uma entrevista ao João Dória Jr que segue o espiritismo, acredita em reencarnação, em continuação da vida em outro plano e etc.

Na quinta-feira da semana passada, por conta da entrevista, começou a rodar no Facebook, entre as Testemunhas de Jeová, um “alerta” a respeito da Paula. Aos que não sabem, as “Testemunhas” condenam o espiritismo e qualquer coisa ou pessoa que tenha relação com ele (interpretação deles da bíblia).

Em menos de 5 dias, a postagem passou dos 15 mil compartilhamentos, chegou até a minha página. As reações das pessoas ao saber que a cantora acreditava no espiritismo são impagáveis (parece engraçado, mas no fundo não é).

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a entrevista completa pode ser vista aqui.

Atualização em 20/2 às 11h

Após a polêmica gerada com declarações de Testemunhas de Jeová “condenando” o espiritismo de Paula Fernandes (entenda mais no texto abaixo), a cantora se manifestou pelo Twitter no início da noite.

“O que a bíblia prega? Respeito ou preconceito????? Viva a liberdade de expressão!”, disse a cantora.

Documentário mostra quem são e como vivem os hippies de hoje no Brasil

Jacque Barbosa, no Hypeness

Sonhos, arte, poesia, cooperação, liberdade, revolução, desapego, igualdade, luta. Sentimentos e ações que muitas vezes reprimimos em razão dos padrões sociais pré-estabelecidos, mas que são vividos intensamente por homens e mulheres que botaram uma mochila nas costas e o pé na estrada. Mas quem são eles? Como vivem? No que acreditam?

O filme “Malucos de estrada: a reconfiguração do movimento hippie no Brasil” é uma iniciativa inédita do Coletivo Beleza da Margem, que busca esclarecer a sociedade sobre a riqueza de valores deste universo cultural e colocar em discussão o atual processo de repressão que os artesãos vêm sofrendo. Este será um filme lançado pela internet com livre acesso para que se converta num produto da sociedade.

Segundo os criadores, esse movimento é sobretudo uma luta para defender o direito de se poder viver numa sociedade democrática que conviva com as diferentes visões, interesses e saberes, potencializando ao máximo o bem-estar coletivo. A equipe está buscando fundos para a realização do filme através de crowdfunding. 

Clipe de “Ah Lelek Lek Lek Lek” custou R$ 70 e foi filmado com tablet em churrasco

MC Federado e Os Leleks

MC Federado e Os Leleks

Fabiano Alcântara, no Virgula

Talvez você não saiba quem é MC Federado e os Leleks, mas com certeza já ouviu Ah Lelek Lek Lek Lek. Com quase 8 milhões de visualizações no YouTube, a música virou a bola da vez, com direito a ser dançada por Neymar, termômetro inegável para canções populares nos últimos tempos.

Os meninos de Niterói, no Rio de Janeiro, curtem a fama repentina, adotaram visual ousado, com pedras de strass coladas nos dentes com superbonder (por favor, não façam isso em casa), e óculos coloridos de acetato, no estilo Restart, sem lente.

No estúdio da rádio Jovem Pan, eles contaram que sonham com a participação de Neymar em um clipe e parceria com MC Bola, da estourada Ela é Top. Também revelaram que tem outras músicas engatilhadas e que Ah Lelek Lek Lek Lek foi gravada com um tablet e custou R$ 70, valor gasto em um churrasco que serviu como chamariz para as pessoas da comunidade aparecerem no vídeo.

Leia a entrevista do MC Federado concedida ao Virgula Música, em que ele fala na inspiração para a música, o apelo visual do grupo e a opção por fazer músicas sem palavrões e apologia ao crime.

Como foi que vocês tiveram a ideia de fazer esta música?

Foi o grupo todo porque o nome de um dos meus dançarinos é Alex. A gente chamava ele de Lelek, ficava Lelek pra lá, Lelek pra cá. A gente se reuniu e falou, pô, deu música. A gente fez só o refrão que ficou “Ah Lelek Lek Lek Lek”. Todo mundo na rua contagiou geral, no baile, na comunidade. E começamos a dançar. Aí surgiu o passinho do volante, fazendo o movimento com a mão, girando para um lado e para o outro. Daí a gente tá nessa correria.

E o clipe, como vocês fizeram, quanto vocês gastaram pra fazer?

Foi a gente mesmo que fez, na zoação. Gastamos nada mais nada menos que uns R$ 70.

Com o quê?

Carne, linguiça, carvão. Nós fizemos um churrasco lá para todo mundo lá. Todo mundo curtiu, ajudou a gente e é isso.

A que você atribuiu o sucesso da música?

Foi por nossa sinceridade, a gente é humilde. Isso faz o pessoal gostar mais da gente. E o refrãozinho também, que é bom pra caramba, é o que dizem.

E esse estilo no dente, como surgiu?

No dente, a gente bota pedrinha. Nós pegamos a pedrinha na Dieddy Design, que é uma loja de roupa. Aí botamos superbonder, colamos as pedrinhas. Geral gostou, estamos aí até hoje.

Você acham importante o visual?

Um estilo próprio, um estilo só nosso. Para o pessoal ver que a gente está criando e passando pro povo.

Quem são seus ídolos musicais?

Eu gosto de todo ritmo de música. Tudo para mim é bom.

Diferente de outros funks, a música de vocês não tem baixaria, é uma opção, uma vertente dentro do funk?

O funk, como se diz, com putaria, é proibido de tocar em vários lugares. E nós pensamos já nisso de fazer a música sem palavrão, sem apologia ao crime, a gente vai poder tocar em todos os lugares. Isso que é importante. O pessoal toca em aniversário, toca em casamento, toca até em enterro.

Veja o clipe de Ah Lelek Lek Lek Lek, com MC Federado e os Leleks

Nerd que beijou modelo em anúncio da GoDaddy revela: ‘Foram mais 45 vezes’

O polêmico beijo do comercial da GoDaddy (Foto: Reprodução/YouTube)

O polêmico beijo do comercial da GoDaddy (Foto: Reprodução/YouTube)

Daniel Ribeiro, no TechTudo

Um comercial da Go Daddy, empresa hospedeira de sites, exibido durante o último Super Bowl gerou polêmica entre os telespectadores norte-americanos. Na propaganda, apelidada de “Combinação Perfeita”, há um close de um beijo bem apimentado entre a modelo internacional Bar Refaeli e o ator (até então desconhecido) Jesse Heiman. O vídeo do comercial já ultrapassou a marca de 9 milhões de views.

A companhia já possui um histórico de comerciais sensacionalista com forte apelo sexual. Contudo, seu rendimento bilionário mostra que o tradicional burburinho de expectativa na véspera do Super Bowl, seguido pelo choque de indignação da audiência, é propício aos seus negócios.

O anúncio desse ano começa com uma pequena introdução feita pela piloto de automobilismo norte-americana Danica Patrick dizendo que a GoDaddy possui dois lados: “Um sexy, representado por Bar Refaeli e outro inteligente, simbolizado por Walter” (no caso, o ator “nerd” Jesse). “Juntos eles são perfeitos”, conclui Danica. É a deixa para que apareça a cena em que ele e a modelo dão um beijo – bem íntimo – que dura mais de 10 segundos.

Em uma entrevista para NBC News com o ator e a modelo, Jesse disse que “foi uma ótima experiência, mas não lembro quantas vezes tivemos que refazer a cena. Acho que foram mais de 45 vezes, pois eles queriam que ficasse o mais perfeito possível”.

Já Bar relatou que “sempre teve o estranho sonho de beijar um desconhecido e fazê-lo se lembrar desse momento pelo resto da semana, e a Go Daddy tornou isso possível”, e ainda afirma: “Ele beija bem!”.

Ao fim da entrevista, Jesse confessa que sempre foi cliente da Go Daddy e que tentava promover sua carreira de ator com os serviços da empresa. Com um discreto sorriso ele ainda concluiu: “Posso dizer que eles atenderam à todas as minhas expectativas”.

Assista ao comercial:

Via NBC News

Mulher que expôs traição na internet é condenada

Acima, frame do vídeo gravado secretamente pela advogada V.O

Acima, frame do vídeo gravado secretamente pela advogada V.O

publicado na INFO

A mulher que expôs em rede social na internet a traição que sofreu da melhor amiga foi condenada a pagar R$ 67 mil de indenização à suposta amante do ex-marido, em Sorocaba (SP). A decisão, do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), ainda admite recurso.

O caso teve repercussão nacional em 2010. Depois de descobrir que o marido a traía com a amiga, a advogada V.O., de 35 anos, chamou a mulher em sua casa e gravou um vídeo em que mostrava as provas da traição e a agredia. A mulher traída postou o vídeo em sua página no Orkut, mas as cópias foram parar no YouTube.

Além de destratar a rival, ela a agarrou pelos cabelos, derrubando-a sobre a cadeira. A suposta amante, J.C., que também era casada – os casais eram amigos -, entrou com ação por danos morais. De acordo com o advogado dela, Márcio Leme, a decisão não levou em conta a traição, mas a humilhação pública sofrida pela cliente.

O TJ-SP acatou a tese de que não se pode expor a privacidade de outra pessoa. Para Leme, o tribunal considerou que V. praticou um ato ilícito ao ter planejado a ação, além de ter declarado à imprensa, na época, que o fez por vingança. Segundo o advogado, o valor da indenização não repara a humilhação sofrida pela vítima, mas ao menos penaliza a autora da ofensa. A advogada informou que vai entrar com recurso.