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Como seria estar por trás dos olhos de um autista?

Gustavo Serrate, no Obvious

“O autismo me prendeu dentro de um corpo que eu não posso controlar” – conheça a história de Carly Fleischmann, uma adolescente que aprendeu a controlar o autismo para se comunicar através de palavras escritas em um computador após 11 anos de enclausuramento dentro de si mesma, e assista também o video interativo “Carly’s Café”, no qual você poderá vivenciar alguns minutos da experiência de um autista por trás dos olhos de um.

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Lê se na tela de um computador: “Meu nome é Carly Fleischmann e desde que me lembro, sou diagnosticada com autismo”, a digitação é lenta, a idéia não é concluída sem algumas interrupções, é assim que Carly trava contato com o mundo. Carly é uma adolescente de Toronto, Canadá, e atravessou uma batalha na vida. Ajudada pelos pais, ela conseguiu superar a barreira máxima do isolamento humano.

“Quando dizem que sua filha tem um atraso mental e que, no máximo atingirá o desenvolvimento de uma criança de seis anos, é como se você levasse um chute no estômago”, diz o pai de Carly. Ela tem uma irmã gêmea que se desenvolvia naturalmente, e aos dois anos, ficou claro que havia algo de errado. Ela estava imersa no oceano de dados sensoriais bombardeando seu cérebro constantemente. Apesar dos esforços dos pais, pagando profissionais, realizando tratamentos, ela continuava impossibilitada de se comunicar e de ter uma vida normal. O pai de Carly explica que ela não era capaz de andar, de sentar, e todos doutores recomendavam: “Você é o pai. Você deve fazer o que julgar necessário para esta criança”.

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Eram cerca de 3 ou 4 terapeutas trabalhando 46 horas por semana. Os terapeutas acreditavam que Carly fosse mentalmente retardada, portanto, sem esperanças de algum dia sair daquele estado. Amigos recomendavam que os pais parassem o tratamento, pois os custos eram muito altos. O pai de Carly, no entanto, acreditava que sua criança estava ali, perdida atrás daqueles olhos: “Eu não poderia desistir da minha filha”.

Subitamente aos 11 anos algo marcante aconteceu. Ela caminhou até o computador, colocou as mãos sobre o teclado e digitou lentamente as letras: H U R T – e um pouco depois digitou – H E L P. Hurt, do inglês “Dor”, e Help significa “Socorro”. Carly nunca havia escrito nada na vida, nem muito menos foi ensinada, no entanto, foi capaz de silenciosamente assimilar conhecimento ao longo dos anos para se comunicar, usando a palavra pela primeira vez, em um momento de necessidade extrema. Em seguida, Carly correu do computador e vomitou no chão. Apesar do susto, ela estava bem. “Inicialmente nós não acreditamos. Conhecendo Carly por 10 anos, é claro que eu estaria cético”, disse o pai.

Os terapeutas estavam ansiosos para ver provas e os pais incentivavam Carly ao máximo para que ela se comunicasse novamente. O comportamento histérico de Carly permanecia exatamente como antes e ela se recusava a digitar. Para força-la a digitar, impuseram a necessidade. Se ela quisesse algo, teria que digitar o pedido. Se ela quisesse ir a algum lugar, pegar algo, ou que dissessem algo, ela teria que digitar. Vários meses se passaram e ela percebeu que ao se comunicar, ela tinha poder sobre o ambiente. E as primeiras coisas que Carly disse aos terapeutas foi “Eu tenho autismo, mas isso não é quem eu sou. Gaste um tempo para me conhecer antes de me julgar”.

A partir dai, como dizem os pais, Carly “encontrou sua voz” e abriu as portas de sua mente para o mundo. Ela começou a revelar alguns mistérios por trás do seu comportamento de balançar os braços violentamente, e de bater a cabeça nas coisas, ou de querer arrancar as roupas: “Se eu não fizer isso, parece que meu corpo vai explodir. Se eu pudesse parar eu pararia, mas não tem como desligar. Eu sei o que é certo e errado, mas é como se eu estivesse travando uma luta contra o meu cérebro”. Continue lendo

Crianças usam orelhão para falar com o Papai Noel

papi noel

Jacque Barbosa, no Hypeness

Um dos sonhos de toda criança no mundo é conseguir falar com o Papai Noel. A Oi resolveu fazer uma surpresa para as crianças nesse Natal e instalou um orelhão numa rua movimentada do Rio onde os pequenos podiam bater um papo com o bom velhinho (representado por atores aposentados do Retiro dos Artistas). Bastava tirar o fone do gancho para falar com Noel que estava do outro lado da linha, esperando para surpreender as crianças com presente, duendes e outras coisas.

Quando as crianças já estavam felizes demais com as surpresas, eis que outra surge – uma projeção de uma estrela brilhante e de uma árvore de natal tomou conta da fachada do Oi Futuro, ao mesmo tempo em que um coral das crianças da comunidade do Cantagalo surgia cantando uma música natalina.

Assista ao vídeo e se divirta com as expressões de felicidade das crianças:

Se você também ficou com vontade de bater um papo com o bom velhinho, a Oi está com um telefone disponível para isso:  (21) 2243-2012.  A ligação pode ser feita pelo telefones fixo ou orelhão e parte do valor da chamada será revertido em doações para o Retiro dos Artistas e para o Coral do Cantagalo.

Vídeo de águia capturando bebê em parque no Canadá é falso

Gravação foi modificada digitalmente com ajuda de computação gráfica. Usuários do YouTube apontaram falhas no vídeo.

publicado no Planeta Bizarro

Um vídeo que mostra uma águia capturando uma criança em um parque no Canadá se espalhou pela rede, fazendo com que a gravação de 15 segundos alcançasse 447 mil visualizações em menos de 24 horas (veja aqui o original). Entretanto, o viral não passa de uma montagem muito bem feita, que utiliza computação gráfica para produzir o efeito.

De acordo com uma reportagem da emissora “CBS”, diversas pessoas no YouTube já apontaram que, por mais bem feito que o vídeo seja feito, a gravação passou por modificações digitais para reproduzir o efeito do “sequestro pelo ar”.

Usuário explica que movimentos do bebê e sombra estão fora de sincronia (Foto: Reprodução)Usuário explica que movimentos do bebê e sombra estão fora de sincronia (Foto: Reprodução)

Um usuário identificado como “ParaBreakdown” até publicou um outro vídeo (assista, em inglês) com velocidade reduzida no qual mostra que, quando o bebê cai na grama, a sombra da criança não acompanha o movimento feito quando ela é “levantada” pela águia. O usuário do canal afirma ainda que foi preciso estabilizar a imagem para identificar o erro; em outras palavras, a gravação ficou tremida de propósito para disfarçar a edição.

Vídeo falso foi filmado de longe, e gravação atingiu 447 mil visualizações (Foto: Reprodução)
Vídeo falso foi filmado de longe, e gravação atingiu 447 mil visualizações (Foto: Reprodução)

Mentores e candidatos do “The Voice EUA” cantam “Hallelujah” em homenagem às vítimas do massacre em Connecticut

Kavad Medeiros, no POPline

A última sexta-feira (14) ficou marcada nos Estados Unidos pelo horror causado por um massacre em escola na cidade de Newtown, no estado de Connecticut.

Não só os Estados Unidos ficaram em choque com o acontecido, mas o mundo inteiro.

No primeiro episódio dos dois que marca a final da terceira temporada do “The Voice EUA”, os quatro mentores e seus pupilos se juntaram para homenagear as vítimas do massacre e cantaram a música “Hallelujah”.

Veja o vídeo:

Profecia de Nostradamus ligaria fim do mundo a Psy, de Gangnam Style

Publicado originalmente na Revista Monet

Como se não bastasse ter que enfrentar a repercussão da revelação de uma música sua que pregava “morte aos ianques”, agora Psy precisa enfrentar um peso ainda maior. De acordo com um post na comunidade apocalíptica The Project Avalon Forum, o sucesso de Gangnam Style seria um sinal do fim dos tempos, de acordo com uma previsão de Nostradamus (1503-1566). Por consequência, teria ligação com o apocalipse maia marcado para o dia 21 de dezembro.

O texto do bom e velho Nostradamus diz o seguinte: “From the calm morning, the end will come When of the dancing horse the number of circles will be 9″ (algo como “Na calma manhã, o fim virá quando o número de círculos do cavalo dançante chegar a 9”). A alusão é impressionantemente simples – isso se Gangnam Style chegar a 1 bilhão de views no You Tube no dia 21 de dezembro. São 9 zeros, não? E mais: o nome do país de onde vem Psy (a Coreia do Sul) significa “terra da calma manhã”.

Agora, vem cá, o que tem a ver os maias e Nostradamus?

De qualquer forma, é bom checar quantas visulaizações Gangnam Style tem no YouTube (enquanto publicávamos este texto, o vídeo havia sido visto 936 milhões, 108 mil e 559 vezes; ufa) e fazer de tudo para que o número 1 bilhão chegue antes (ou depois) do dia 21, ok? Só para prevenir.