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Ser diferente é normal: #forafeliciano


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Vídeo feito pela galera do Pingo na Pia para a campanha pela destituição do deputado Marco Feliciano (PSC-SP) da presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias. Por uma sociedade mais inclusiva e menos preconceituosa.

Imagens: Evandro Manchini e Flavia Prosdocimi
Trilha Sonora: “Ser diferente é normal”, de Adilson Xavier e Vinicius Castro

Restaurante cria cardápio no Instagram

Vinicius dos Santos, no Papos na Rede

O restaurante nova-iorquino Comodo realizou uma ação naquela rede social famosa de fotos, o Instagram. Explorando este lado social da internet, o estabelecimento percebeu que ninguém sai de casa sem celular para ir jantar, e ainda percebeu que as pessoas gostam de publicar as fotos dos pratos de comida que estão comendo.

Sabendo de tudo isso, o restaurante criou a hashtag #ComodoMenu que foi incluso nas páginas do cardápio incentivando os consumidores a publicar um foto com esta hashtag. Assim, utilizando aquele lado em que acreditamos quando um amigo nos indica ou divulga algo que realmente vale a pena experimentar.

Por fim, o restaurante conseguiu criar um cardápio em uma rede social através de crowdsourced.

Confira o vídeo:

REDE de Marina Silva atrai nomes do PSOL envolvidos com Cachoeira

Novo partido excluiu de seus estatutos o veto à filiação de fichas-sujas

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Vinicius Sassine, em O Globo

Um vereador e um dirigente nacional do PSOL envolvidos no escândalo do bicheiro Carlinhos Cachoeira participaram do ato público que marcou o lançamento da Rede Sustentabilidade (REDE), em Brasília, no último dia 16: o vereador de Goiânia Elias Vaz e o segundo secretário de Relações Internacionais do PSOL, Martiniano Cavalcante. O novo partido da ex-senadora Marina Silva está em fase de coleta de assinaturas.

Elias Vaz aparece em conversas telefônicas degravadas para a Operação Monte Carlo e frequentou a chácara do bicheiro em Anápolis (GO). Martiniano Cavalcante recebeu um depósito de R$ 200 mil de uma das empresas-fantasmas do esquema, a Adécio e Rafael Construções, abastecida pela Delta Construções. O Conselho de Ética do PSOL abriu dois procedimentos para investigar a atuação dos militantes.

No lançamento da REDE, que precisa de mais de 500 mil assinaturas para ser criada, Martiniano defendeu a ética, criticou caciques da política nacional que seriam fichas-sujas e comemorou a assinatura do senador Eduardo Suplicy (PT-SP) como sendo a primeira coletada para a criação da legenda. Já Elias Vaz estava acompanhado de outros filiados ao PSOL interessados em ingressar na REDE.

O depósito de R$ 200 mil a Martiniano, a partir de uma conta da Adécio e Rafael, foi feito em 20 de dezembro de 2011. Depois da deflagração da Operação Monte Carlo pela Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, o dirigente do PSOL — ele é presidente da sigla em Goiás — passou a ser cobrado pela mulher do bicheiro, Andressa Mendonça, que também é investigada pela PF. Um cheque nominal a Andressa, no valor de R$ 220.816,00, foi depositado na conta dela depois da ação da PF.

— É um dinheiro que tomei com agiota e paguei juros. Claro que sabia que era do Cachoeira, mas isso não é crime — disse Martiniano.

O dirigente do PSOL tem uma empresa de construção civil e afirma não ter feito negócio ilícito com Cachoeira. Segundo ele, as explicações foram dadas à CPI do Congresso que terminou em pizza no fim de 2012. Em setembro, a Executiva Nacional do PSOL afastou Martiniano das funções de direção no partido. Depois, reviu a decisão para assegurar o direito de defesa.

— A primeira resolução foi decidida de forma monocrática, imperial, malandra, maldosa. Só não estou à frente do PSOL porque estou saindo. Tenho 40 anos de militância de esquerda — afirma ele.

Já Vaz chegou a ser tratado por um colega vereador, em conversas com Cachoeira, como um “Demóstenes diferenciado”, em referência ao senador cassado Demóstenes Torres, que perdeu o mandato por causa das relações com o bicheiro. Em ligação telefônica, Elias e Cachoeira comemoram decisão da Justiça que paralisou a obra de uma concessionária de veículos. Os dois falam sobre uma reunião com “Martiniano”: “Eu tô com vontade de entrar com ele nisso aí, viu, inclusive a Delta também tem interesse”, diz o bicheiro.

— Conheci o Cachoeira, conversei com ele, mas contrariei interesses dele. Existe é muita conversa de terceiros. As suspeitas foram todas esclarecidas, e eu mesmo pedi para ser investigado pelo Conselho de Ética do PSOL — disse Vaz.

Em nota ao GLOBO, a Comissão Nacional Provisória da Rede Sustentabilidade afirma que as acusações contra Martiniano foram informadas por ele aos fundadores do partido. “Ele apresentou elementos usados em sua defesa que foram considerados comprobatórios de lisura empresarial. Não foi identificada nenhuma contradição entre seus atos e os princípios que norteiam o processo de construção do novo partido político”, cita a nota. Sobre Vaz, a comissão sustenta que ele “não faz parte do grupo fundador da REDE”. A REDE excluiu de seu estatuto o veto à filiação de fichas-sujas ao partido. O objetivo, segundo os fundadores, é permitir a filiação de militantes de movimentos sociais que respondem a processos na Justiça.

Crianças fisiculturistas

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Vinicius Alejandro, no Publistorm

Vocês precisam ver as impressionantes manipulações digitais de Kurt Stallaert, para a série chamada Bodybuilder’s World. O fotógrafo belga teve a bizarra ideia de recriar crianças que claramente puxaram ferro desde o nascimento. Curioso, não?

Um tanto quanto estranho, mas são corpos de pessoas com o físico cultivado e cabeças de crianças, aí que mora a ambiguidade. Talvez até uma analogia. No entanto o mais curioso do trabalho de Kurt, acredito que seja a oposição ao que temos como realidade, o oposto de crianças obesas. Crianças com rostos inocentes e uma máquina cheia de músculos. Confira as imagens!

 

O download como religião

Vinicius Felix, no LinkKopimismo-

O Kopimismo é uma fé que nasceu na Suécia. A congregação reivindica que copiar informação é uma virtude sagrada. A imagem do Ctrl C + Ctrl V é o símbolo da religião. No Brasil, a crença ganhou corpo oficial em dezembro do ano passado, no dia 12/12/12, e teve na Campus Party sua primeira aparição pública.

Durante o misto de palestra e culto realizado no evento, o operador (equivalente a um padre ou pastor no Kopimismo) Frederico Neto .jpg, alcunha dada na religião para identificar a ocupação da pessoa, explicou os preceitos básicos da religião.

Usando roupão e um vinil como auréola como traje oficial, Neto disse que a doutrina não tem vínculo direto com o Partido Pirata ou com qualquer grupo político similar. Se trata da representação religiosa do conceito da cópia, embora ele admita que não deixe de ser uma provocação política em tempos em que a religião e política estão fortemente associadas.

No Kopimismo todos podem colaborar para a evolução da religião, é uma crença em código aberto. Para participar não é preciso abandonar a religião e o batismo pode ser feito em casa. É o autobatismo, ou então autoboot, para usar a linguagem da rede.

Entre as dúvidas tiradas na palestra, o kopimismo pode realizar casamentos de maneira oficial e estuda aceitar o casamento entre pessoas do mesmo gênero. “Só a bigamia não permitida”, disse Frederico.

Na Suécia, cerca de 3 mil pessoas seguem a religião. No Brasil não existem números oficiais. Na movimentada Campus Party cerca de 20 pessoas viram a primeira palestra. O kopimismo não tem dízimo, mas aceita doações.

Neto encara que muito enxergam o kopimismo com zombaria, mas deixa claro que o trabalho deles é sério.

Os sete axiomas do kopimismo:

Cópia de informação é eticamente correto;

- Divulgação de informações é eticamente correto;

- Copymixing é uma forma sagrada de copiar, ainda mais do que a cópia digital acabada, porque expande e incrementa a riqueza de informação já existente;

- Copiar ou remixar informações comunicadas por outra pessoa é visto como um ato de respeito e uma forte expressão de aceitação da fé kopimista;

- A internet é sagrada;

- O código é lei;

- Toda divindade é uma cópia, toda cópia é divina.

dica da Ana Carolina Ebenau