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Show da fé e da glória (versão gospel do Show das Poderosas)

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título original: Show do poderoso Apóstolo Lima (clipe musical)

Rogério Lima, no Bobolhando

Apóstolo Lima é o enviado do Senhor, todo mundo já sabe. Todos sabem, também, que ele, de vez em quando, some sem dar motivo algum. Mas, quando ele retorna, sempre traz uma polêmica ou profundas reflexões para seus fiéis que sempre o acompanham.

Desta vez, Apóstolo Lima fez uma versão abençoada de “Show das Poderosas”, da Mc Anitta. Claro, com as devidas limitações orçamentárias que a Igreja da Busca do Senhor permite.

Então, senhoras e senhores, com vocês, a volta do ungido Apóstolo Lima:

Vídeo mostra ação policial contra grupo de jornalistas durante protesto em SP

Adriana Farias, Felipe Souza e Fernanda Pereira Neves, na Folha de S.Paulo

Um vídeo publicado na noite desta quinta-feira no YouTube mostra a ação de um grupo de policiais militares contra jornalistas durante protesto contra o aumento das tarifas no centro de São Paulo.

As imagens foram feitas pelo jornalista Diego Cruz, 30, do portal do PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado), na praça Roosevelt.

No vídeo, os repórteres se identificam e pedem para que não sejam atingidos. Os policiais ignoram o pedido e disparam tiros de borracha contra os profissionais da imprensa. Em seguida, jogam bombas de gás lacrimogênio no meio do grupo, quando se dispersa.

“O protesto estava calmo e do nada eles começaram a atirar na imprensa”, disse a jornalista do PSTU Raiza Rocha, 27, que fazia a cobertura do protesto ao lado de Cruz. “A gente gritava dizendo que éramos jornalistas, mas eles não estavam nem aí”.

PROTESTO

A polícia deteve ao menos 192 pessoas nesta quinta-feira, quarto dia de protestos contra o aumento das tarifas no centro de São Paulo. Desses suspeitos, 161 foram encaminhados ao 78º DP (Jardins) e outros 31 para o 1º DP (Liberdade).

Segundo policiais ouvidos pela Folha, ao menos 14 deles foram presos em flagrante. Entretanto, a polícia não informou sob suspeita de quais crimes eles foram indiciados.

Cerca de cem pessoas ficaram feridas, segundo o Movimento Passe Livre, que organizou a manifestação.

Entre os feridos há sete jornalistas da Folha, sendo que dois deles foram atingidos por tiros de bala de borracha na cabeça.

O prefeito Fernando Haddad (PT) afirmou na noite de hoje que a manifestação de hoje contra o aumento das passagens de ônibus, metrô e trens foi marcada pela “violência policial” .

“Na terça, a imagem que ficou foi da violência dos manifestantes. Hoje, infelizmente, não resta dúvida, a imagem que ficou e da violência policial”, disse o prefeito. Ele disse que nesta sexta-feira avaliará as medidas que tomará para tentar conter a escalada de violência nos protestos.

Policial agride casal que tomava cerveja em bar na avenida Paulista, próximo ao Masp, ontem à noite, e recebeu ordem para que deixasse o local (foto: Eduardo Anizelli/Folhapress)

Policial agride casal que tomava cerveja em bar na avenida Paulista, próximo ao Masp, ontem à noite, e recebeu ordem para que deixasse o local (foto: Eduardo Anizelli/Folhapress)

INÍCIO

Esse é o quarto protesto contra as passagens de ônibus, na última semana. As pessoas começaram a se concentrar por volta das 16h, quando já havia grande quantidade de policiais, inclusive fechando o viaduto do Chá, onde fica a Prefeitura de São Paulo, e revistando e interrogando pessoas.

Antes mesmo do início da passeata, já havia 30 pessoas detidas. Entre os detidos está o repórter da “Carta Capital”, Piero Locatelli.

O confronto começou quando a PM tentou impedir os cerca de 5.000 manifestantes de prosseguir a passeata contra o aumento dos ônibus pela rua da Consolação, no sentido da avenida Paulista. Com isso, houve bombas de gás lacrimogêneo e tiros de borracha disparados contra os manifestantes, que atiravam pedras e outros objetos.

Algumas bombas atiradas pelos policiais foram parar em um posto de gasolina, no cruzamento com a rua Caio Prado. Já a fumaça das bombas formou uma névoa que fez “desaparecer” os carros que ficaram parados na região.

Manifestantes ajoelham-se diante de policiais em ato contra o aumento das tarifas do transporte público na capital paulista (foto: Sebastião Moreira/Efe)

Manifestantes ajoelham-se diante de policiais em ato contra o aumento das tarifas do transporte público na capital paulista (foto: Sebastião Moreira/Efe)

Mulher do pastor Marcos Pereira é indiciada pela polícia por denúncia falsa

Ana Madureira, esposa do pastor Marcos Pereira (Foto: Reprodução / Youtube)

Ana Madureira, esposa do pastor Marcos Pereira (Foto: Reprodução / Youtube)

Rafael Soares, no Extra

Ana Madureira, esposa do pastor Marcos Pereira, foi indiciada por denunciação caluniosa, nesta quarta-feira, pelo delegado-titular da Delegacia de Combate às Drogas (Dcod), Márcio Mendonça. Isso porque, em depoimento, Ana acusou o marido de ter abusado dela. Mas, depois, voltou atrás e negou a violência em duas oportunidades: em cartório e num vídeo veiculado na internet pelo canal da Assembleia de Deus dos Últimos Dias, igreja fundada por Marcos.

O indiciamento ocorreu depois de Ana faltar ao depoimento marcado para esta quarta, na Dcod. Segundo Márcio Mendonça, os agentes ainda tentaram localizá-la em casa, na igreja e pelo telefone, sem conseguir.

- A depoente afirmou, na delegacia, que havia sofrido uma série de violências por parte de seu marido. Após prisão do pastor, ela passou a negar todas as acusações no vídeo. Ela deveria ter buscado a delegacia e explicado o que aconteceu. Como não o fez e se recusa a atender os agentes, optamos pelo indiciamento – disse o delegado.

O inquérito aberto para investigar a conduta de Ana Madureira deve ser enviado ao Ministério Público até sexta-feira. Se condenada, a mulher pode pegar de dois a oito anos de prisão.

Veja abaixo o vídeo, publicado em maio, em que Ana Madureira nega as denúncias ao pastor Marcos Pereira.

Prisão

O pastor Marcos Pereira foi preso no dia 7 de maio, por policiais da Decod, acusado de estuprar integrantes de sua igreja. Ele negou os crimes, mas foi incidiado e depois denunciado pelo Ministério Público por dois estupros. Ele também responde por coação de testemunha e é investigado pela Dcod por associação para o tráfico, lavagem de dinheiro e quatro homicídios. O religioso está preso no Complexo de Gericinó.