Noivo finge própria morte para escapar de casamento

(foto: Reprodução/Daily Mail)
(foto: Reprodução/Daily Mail)

Publicado por Rede TV!

Após um relacionamento de dois anos, um americano fingiu a própria a morte para evitar o casamento com uma britânica.

Por telefone, a jovem Alex Lanchester, de 23 anos, recebeu a notícia de que o noivo, Tucker Blandford, da mesma idade, havia falecido em um acidente.

Segundo o jornal “Daily Mail”, a britânica ligou para a sogra para prestar condolências, mas a mãe do rapaz desmentiu a história e disse que o filho estava bem.

De acordo com a jovem, o ex-noivo imitou a voz do próprio pai e disse que havia se jogado na frente de um carro. “Ele é um mentiroso e um covarde. Que tipo de pessoa faz isso?”, conta.

Os dois se conheceram em 2012, durante uma viagem de intercâmbio que Alex fez para os Estados Unidos. O casal morou junto por um ano, quando Alex teve que voltar à Inglaterra. No entanto, antes da partida, Blandford pediu a jovem em casamento e os dois começaram a planejar a cerimônia.

Em um vídeo publicado na internet, a jovem diz ainda estar confusa com o término, mas aliviada por não casar com alguém capaz de fingir a própria morte (veja abaixo, em inglês)

“Sou uma pessoa aberta, se ele quisesse terminar comigo não é como se eu fosse perseguir ele. Ele mora nos Estados Unidos!”, desabafa.

O ex-noivo se desculpou por SMS e devolveu parte dos gastos de Alex com o casamento.

Assista:

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Adolescente tira selfie todo dia por sete anos e monta vídeo com imagens

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Publicado no Homem Objeto

O jovem Hugo Cornellier resolveu contar a história de sua vida através das selfies, literalmente. Ele tira autorretratos todo dia há sete anos, desde quando tinha 12.

Agora, com 19, ele juntou todas as selfies em uma vídeo-montagem que mostra as mudanças físicas por que passou nesse tempo, quando foi de menino a homem. O vídeo já passou das 1,5 milhão de visualizações no YouTube.

O resultado vale ser visto.

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Agência cria anúncio “impulável” para vencer Skip Ad

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publicado no Adnews

Um dos maiores desafios da propaganda na web é vencer o famoso “Skip Ad”, o botãozinho do Youtube para pular anúncios. Se por um lado, o grande trunfo da internet é justamente dar ao público a liberdade de poder escolher o conteúdo que se quer consumir, quando quiser e da maneira mais conveniente, por outro, esse comportamento gera um enorme obstáculo para marcas e agências, que precisam quebrar a cabeça e utilizar muito bem os primeiro cinco segundos do vídeo (quando o botão para pular o anúncio não está disponível) para conseguir a atenção do público até o fim da mensagem.

Ao olhar a incrível taxa de pessoas que pulam as propagandas assim que o malvado botãozinho aparece, mais de 94% de acordo com as pesquisas americanas mais recentes, a tarefa parece praticamente impossível. A agência Nail Comunications não pensa assim e está disposta a mudar esse número. Na visão dela, é possível utilizar os recursos que a web proporciona de maneira geral (incluindo o big data), além das plataformas (onde entra o Youtube) para criar filmes suficientemente atrativos para que o consumidor não pule os vídeos. Para a empresa de comunicação, os anunciantes e agências precisam pensar em conteúdo exclusivo para a plataforma de vídeos do Google. “

Anúncios do YouTube devem ser projetados para o YouTube. Eles devem usar as ferramentas e os recursos que nos foram dados e interagir com o usuário da plataforma de um modo que não pode ser rivalizado”, diz a Nail.

Para exemplificar, a agência criou o anúncio “impulável”, em que o sujeito aparece ao lado de um cachorro, controlando os cabos de uma bateria presas ao animal. Evidentemente todos querem ver o desfecho do filme e saber se o cãozinho vai se safar da suposta experiência. A ação aproveita para fazer doações para a instituição ASPCA (Sociedade Americana para a Prevenção da Crueldade contra os Animais).

Confira o Filme:

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Geração “só a cabecinha”

Se Caetano Veloso já achava que tinha muita notícia nos anos 1960, o que dizer de hoje?

(foto: Nik Neves/ Editora Globo)
(foto: Nik Neves/ Editora Globo)

Bia Granja, na Galileu

Outro dia vi um estudo que diz que 25% das músicas do Spotify são puladas após 5 segundos. E que metade dos usuários avança a música antes do seu final. Enquanto isso, no YouTube, a média de tempo assistindo a vídeos não passa dos 90 segundos. O mais chocante desses dois dados é que o uso do Spotify e do YouTube, em geral, está focado no lazer, no entretenimento. Ou seja, se a gente não tem paciência para ficar mais de 90 segundos focado em uma atividade que nos dá prazer, o que acontece com o resto das coisas?

Você ficou sabendo da entrada do ator Selton Mello no seriado Game Of Thrones? Saiu em vários grandes portais brasileiros e a galera na internet compartilhou loucamente a notícia. Tudo muito bacana, não fosse a notícia um hoax, um boato inventado por um empresário brasileiro apenas pra zoar e ver até onde a história poderia chegar. Bem, ela foi longe: mais de 500 tuítes com o link, mais de 3 mil compartilhamentos no Facebook, mais de 13 mil curtidas, matéria no UOL, Ego, Bandeirantes, O Dia e vários outros sites.

Quem não tem paciência de ouvir cinco segundos de uma música tem menos paciência ainda pra ler uma notícia inteira. Pesquisas já mostraram que a maioria das pessoas compartilha reportagens sem ler. Viramos a Geração “só a cabecinha”, um amontoado de pessoas que vivem com pressa, ansiosas demais pra se aprofundar nas coisas. Somos a geração que lê o título, comenta sobre ele, compartilha, mas não vai até o fim do texto. Não precisa, ninguém lê!

Nunca achei que a internet alienasse as pessoas ou nos deixasse mais burros, pois sei que a web é o que fazemos dela. Ela é sempre um reflexo do nosso eu, para o bem e para o mal. Mas é verdade que as redes sociais causaram, sim, um efeito esquisito nas pessoas. A timeline corre 24 horas por dia, 7 dias da semana e é veloz. Daí que muita gente acaba reagindo aos conteúdos com a mesma rapidez com que eles chegam. Nas redes sociais, um link dura em média 3 horas. Esse é o tempo entre ser divulgado, espalhar-se e morrer completamente. Se for uma notícia, o ciclo de vida é ainda menor: 5 minutos. CINCO MINUTOS! Não podemos nos dar ao luxo de ficar de fora do assunto do momento, certo? Então é melhor emitir logo qualquer opinião ou dar aquele compartilhar maroto só pra mostrar que estamos por dentro. Não precisa aprofundar, daqui a pouco vem outro assunto mesmo.

Por outro lado… quem lê tanta notícia? Se Caetano Veloso já achava que tinha muita notícia nos anos 1960, o que dizer de hoje? Ao mesmo tempo em que essa atitude é condenável, também é totalmente compreensível. Todo mundo é criador de conteúdo, queremos acompanhar tudo, mas não conseguimos. Resta-nos apenas respirar fundo, tentar manter a calma e absorver a maior quantidade de informação que pudermos sem clicar em nada. Será que conseguimos?

* Bia Granja é co-criadora e curadora do youPIX e da Campus Party Brasil. Seu trabalho busca entender como os jovens brasileiros usam a rede para se expressar e criar movimentos culturais

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