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Qual seria sua última oração?

Confiram o novo videoclipe da banda Rosa de Saron. Mais de 160 mil views em 2 dias. #megasucesso

Direção: Hugo Pessoa
Está música pertence ao álbum Cartas ao Remetente.
Ouça todo o álbum no YouTube: http://som.li/TgyO0o
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Cartas ao Remetente

A quem amou demais
A quem chorou demais
Quanto tempo não dão atenção
Ao seu pobre coração

Não se atreve a falar
Não se permite errar
Quem inventou a dor
Esqueça o ardor
Afinal

Se Deus te desse só o amanhã pra sentir
O que nunca sentiu, sentiria?
Qual seria sua última oração?

Doeu, deixe curar.
Ficou, deixe passar!
O algo é trivial, mas a afeição é etérea!

Se Deus te desse só o amanhã pra sentir
O que nunca sentiu, sentiria?
Qual seria sua última oração?

Mais que uma razão para se viver
Uma verdadeira causa pela qual morrer
Seja o prólogo de quem viveu
A preparar o seu epílogo edito, deu fé

Se Deus te desse só o amanhã pra sentir
O que nunca sentiu, sentiria?
Se de fato fosse mesmo o último adeus
Onde há de estar o seu amor?
E, assim, viva como quem soube que vai morrer
Morra como quem um dia
Soube viver

Redes de fast food nos EUA aceitam desafio de fazer lanches iguais aos das fotos

McDonald’s, Burger King, Jack in the Box e Wendy’s participaram das provocações feitas pelo canal do Youtube Mediocrefilms

LANCHES FICAM PARECIDOS COM AS IMAGENS PRODUZIDAS EM ESTÚDIO (FOTO: REPRODUÇÃO / YOUTUBE)

LANCHES FICAM PARECIDOS COM AS IMAGENS PRODUZIDAS EM ESTÚDIO (FOTO: REPRODUÇÃO / YOUTUBE)

Publicado na Época Negócios

Não é nenhuma novidade que as refeições de fast food não são nada parecidas com as mostradas em suas propagandas. Mas um canal de vídeos do Youtube, o MediocreFilms, resolveu pedir aos gerentes de grandes lanchonetes que tentassem fazer lanches parecidos com os dos anúncios divulgados e o resultado foi, digamos, positivo. O canal registrou tudo em um vídeo (em inglês).

O MediocreFilms visitou quatro locais: o McDonald’s, o Burger King, a Jack in the Box e a Wendy’s. Primeiro, o comediante e ator Gregory Charles Benson, que apresenta o vídeo, pede a comida como um consumidor tradicional. Depois, ele a compara com o anúncio divulgado na internet e volta ao balcão para perguntar se um novo lanche, igual ao da imagem que está na caixa do produto, pode ser feito. Todos os funcionários topam o desafio.

Depois de pedir um Big Mac parecido com o da propaganda na maior e mais famosa rede de fast food do mundo, o apresentador pergunta ao vendedor, que ri com a situação, se alguém já havia feito o mesmo pedido e ele responde que não.  “Eu nunca ouvi isso antes”, afirmou o funcionário do McDonald’s. O sanduíche feito na segunda tentativa é mais parecido com a imagem que ilustra a comida na caixa de papelão.

As provocações também foram aceitas e tiveram ótimos resultados na redes Burger King, Jack in the Box e Wendy’s. No Burger King, o vendedor afirmou só cumprir ordens e que as imagens publicitárias não se parecem em nada com o que eles fazem no dia a dia. Ao fazer a refeição semelhante ao do comercial para Benson, a funcionária da Jack in the Box afirma: “Apenas para você”. A vendedora da rede Wendy’s justificou o visual do primeiro lanche oferecido ao apresentador afirmando que a imagem nem sempre é o que importa para o cliente, já que os lanches servem para matar a fome. Veja:

“Consegui convencê-lo pela canseira”, diz pai de black bloc

Motorista Osvaldo Baldi, de 50 anos, afirma que buscou o filho na manifestação para protegê-lo da reação da polícia

Pai tenta convencer o filho a deixar protesto e ir para casa (foto: Reprodução/Globo News)

Pai tenta convencer o filho a deixar protesto e ir para casa (foto: Reprodução/Globo News)

Mariana Zylberkan, na Veja on-line

Certo de que o pior poderia acontecer, o motorista Osvaldo Baldi, de 50 anos, não relutou em sair de casa e se infiltrar no meio de mascarados que se preparavam para ocupar a linha de frente do protesto que tentou fechar a avenida Radial Leste, principal via de acesso ao estádio Itaquerão, no dia de abertura da Copa do Mundo no Brasil, na última quinta-feira. Entre os mascarados, estava Renan Molina, seu filho de 16 anos. Ao avistá-lo no meio da multidão pela TV, com uma camiseta preta cobrindo o rosto, ao estilo da tática black bloc, o motorista o puxou pelo braço e deu início a uma longa discussão para convencê-lo a voltar para casa. Alguns mascarados até tentaram impedi-lo, mas ele repetiu firmemente: “Ele é meu filho”. O embate familiar foi flagrado pela imprensa mundial e o vídeo tornou-se assunto do dia nas redes sociais.

No vídeo, pai e filho rebatem argumentos por longos minutos. “Você é meu filho e eu não o criei para isso”, insistiu o pai. Em determinado momento, os manifestantes intervêm a favor do garoto e fazem coro de “Deixa, deixa”. “Consegui convencê-lo pelo cansaço. Sabia que a polícia não ia deixar barato uma confusão na abertura da Copa e fiquei com medo de ele levar um tiro de borracha no olho ou se machucar gravemente”, diz o motorista.

Ele conta que ficou tão nervoso que nem percebeu a multidão e a grande quantidade de câmeras que acompanharam a discussão entre pai e filho. “Só percebi depois, me senti o próprio palhaço no circo.”

Naquele dia, Renan havia dito para a mãe que iria andar de skate no CEU Aricanduva, na Zona Leste de São Paulo. A mãe só percebeu que o filho havia se mentido em encrenca quando o viu pela TV em meio ao protesto. Mesmo com o rosto coberto pela camiseta, a mãe reconheceu as roupas e o jeito de andar de Renan.

Renan já havia ido a outras manifestações, acompanhado pela mãe, mas a da última quinta-feira foi a primeira a participar com o rosto coberto. “Somos a favor dos protestos, desde que defendam causas justas, como a redução da tarifa do transporte público no ano passado, e sempre de cara limpa. A partir do momento que meu filho cobriu o rosto, ele perdeu o direito de reivindicar qualquer coisa”, diz Baldi.

No vídeo, uma das primeiras coisas que o pai faz ao ver o filho é lhe arrancar a camiseta preta do rosto. Segundo ele, o filho não é black bloc. Depois de muita discussão, o pai conseguiu demover o filho da ideia de participar do protesto da Copa e voltaram para casa. Demorou um pouco para o assunto ser retomado pela família. “Cheguei exausto, a descarga de adrenalina foi muito forte.”

Passado o nervoso, Baldi começou a se dar conta da dimensão da bronca que havia dado no filho. Ele ainda tenta entender os motivos por trás de tanta repercussão. “Cumpri meu papel de pai. Se tiver que ir de novo, eu vou.”