Conteúdo marcado como fabrício cunha

O pulso ainda pulsa

O pulso ainda pulsa
Fabricio Cunha, no Facebook Das coisas que já fiz na minha vida curta, depois de três filhos, viajar foi a mais fantástica de todas elas. Não viajar por turismo, para conhecer lugares. Mas o viajar com significado e significância. O viajar com uma mochila cheia de coisas que deixei por onde passei e o voltar com a mochila cheia de outras coisas que trouxe de onde passei. Histórias, pessoas, observações, […]

Eu não tenho nojo de política

Eu não tenho nojo de política
  Por Fabrício Cunha Acabei de ler um pequeno texto do Júlio Zabatiero. Concordo quando ele diz que “não há neutralidade em política. Não há ausência de política no exercício do poder religioso. Não se confundam, não se enganem. As pregações pastorais são, sempre, políticas. São políticas pelo exercício de poder. Só quem não saiu do jardim de infância ainda pensa que política só tem a ver com partidos e […]

Se foi, o João

Se foi, o João
Publicado por Fabricio Cunha Ontem acordei cedo. Eu acordo cedo (quase) todos os dias. Por ofício, não por gosto. Ontem acordei mais cedo. Era um burburinho incômodo. Falavam baixo, mas bastante e ao mesmo tempo, todas ao mesmo tempo. O sexo feminino é assim. Lembrei do verso do Byron, que decorei para impressionar meu professor mais erudito, que escrevia poesias (devia ter decorado pra impressionar as meninas da época): “entre […]

Deus morreu

Deus morreu
Publicado por Fabricio Cunha É a sexta feira, que me ganha, em Deus. É sua “paixão”, seu sofrimento e morte, que me colocam de joelhos, absorto, sem compreender. A morte de Deus é a exacerbação de sua humanidade. É a prova maior de teu amor extravagante, que o coloca sob o chicote de sua criação, por amor dela própria. Quando seu sangue rega a terra, encontrando-se com a origem de […]

A ditadura que não vivi e a “ditadura” que vivo

A ditadura que não vivi e a "ditadura" que vivo
Publicado por Fabricio Cunha Tava conversando com a Ester hoje, na hora do almoço… Tentávamos fazer o exercício mental de imaginarmos como seríamos, como nos posicionaríamos, como interferiríamos ou seríamos “interferidos”, se vivêssemos em 1964. Ficamos um bom tempo imaginando. Uma nostalgia estranha, daquilo que não vivemos. Mas, a verdade, é que é impossível saber o que passaram nossos irmãos que viveram de fato esse período de nossa história nacional. […]