Conteúdo marcado como gregos

Que esportes eram praticados na época de Jesus?

Que esportes eram praticados na época de Jesus?
Publicado no G1 O mundo era bastante diferente quando Jesus nasceu no primeiro ano do calendário cristão – mas ao menos uma semelhança com a realidade atual já existia: assim como hoje, como forma de lazer e diversão, os povos já praticavam esportes. Na antiga Grécia, os Jogos Olímpicos, que começaram a ser realizados no século 8 a.C., estavam em declínio, mas ainda eram celebrados regularmente – e seriam até […]

Jesus era Deus?

Jesus era Deus?
Luiz Felipe Pondé, na Folha de S.Paulo Jesus era Deus? Claro, esta é uma pergunta que só interessa a cristãos. Mas nem tanto. Para qualquer estudioso do cristianismo, importa saber como um jovem, que morreu humilhado numa distante província do império romano, chegou a ser visto como Deus por alguns poucos judeus na época e por muitos gregos, romanos e outros povos da região. O livro “Como Jesus se Tornou […]

O rosto da adúltera de Jesus

O rosto da adúltera de Jesus
Luiz Felipe Pondé, na Folha de S.Paulo Então, Jesus foi abordado por um grupo de pessoas muito preocupadas com a retidão da lei. Traziam consigo uma mulher em prantos que havia sido pega em adultério. Jogada ao chão, ela tremia de medo. O povo pedia para que Jesus fizesse valer a lei: morte da adúltera por apedrejamento. Isso foi há 2.000 anos, mas ainda hoje, no mesmo Oriente Médio, tem […]

Uma cidade egípcia encontrada embaixo d’água, 1200 anos depois

Uma cidade egípcia encontrada embaixo d'água, 1200 anos depois
Janara Lopes, no IdeaFixa 1200 anos atrás, a antiga cidade egípcia de Heracleion desapareceu sob o Mediterrâneo. Fundada por volta do século 8 aC, acredita-se que Heracleion serviu como porta de entrada obrigatória para o Egito, para todos os navios que vinham do mundo grego. Antes de sua descoberta em 2000, pelo arqueólogo Franck Goddio, nenhum traço de Thonis-Heracleion tinha sido encontrada (a cidade era conhecida pelos gregos como Thonis). Seu nome foi quase destruído […]

Saudades do politeísmo

Hélio Schwartsman, na Folha de S.Paulo A sensação de “déjà-vu” é inescapável. No início de 2006, foram os protestos que se seguiram à publicação, por um jornal dinamarquês, de charges ridicularizando o profeta Maomé. Cem mortos. Alguns meses depois, muçulmanos foram às ruas para pedir a cabeça do papa Bento 16, por ter supostamente afirmado que o islã era uma religião violenta. Ao menos uma freira foi assassinada. Agora, os tumultos […]