Conteúdo marcado como ivan martins

Que tal apertar o botão RESET?

Que tal apertar o botão RESET?
O amor que nos põe desamparados também exige olhar o mundo de outro jeito – e recomeçar Ivan Martins, na Época Todo amor é uma forma de desamparo e perda de si mesmo. De um momento para o outro, nos tornamos vulneráveis. Querer demais o outro nos desequilibra, pondo em evidência a nossa insuficiência como indivíduos. Todos já passamos por isso, em algum momento. Apaixonados, deixamos de ser o que éramos e […]

Começar de novo

Começar de novo
Este ano, quem sabe, com um pouco mais de desapego Ivan Martins, na Época online Ontem, debaixo do chuveiro – cheio de culpa por ainda tomar banho em plena crise d’água – tentei listar as coisas que gostaria de ter em 2015. Mais água, seguramente. A graça do amor, sobre a qual escrevi na semana passada. Mas não só. Enquanto me ensaboava com a água fechada, me ocorreu que seria […]

A graça do amor

A graça do amor
Que ela retorne a todos os que a perderam – como uma luz, como uma palavra, como um abraço inesgotável Ivan Martins, na Época Na China antiga, quando as coisas começavam a dar errado em larga escala, concluíam que o governo perdera a graça do Céu. Era uma forma peculiar e mística de democracia. Funcionava. Permitia a remoção de imperadores desastrados ou azarados demais. Outro dia, movido pela comoção do […]

Bobas, sonhadoras, essenciais

Bobas, sonhadoras, essenciais
Por que o romantismo desvairado das mulheres faz o mundo rodar sobre seu eixo Ivan Martins, na Época As mulheres são bobas. Sonham demais, põem a carroça na frente dos bois, se apaixonam com um sonho de valsa. São elas mesmas que dizem. Basta um chope na calçada para imaginarem cenas de casamento. Um beijo na boca e já pensam como seria ter uma filha com aqueles lábios. Diante da […]

A arte de esquecer

A arte de esquecer
Pôr os sentimentos de lado é permitir que a vida prossiga Ivan Martins, na Época O livro mais triste que conheço sobre o amor se chama O legado de Eszter, do húngaro Sándor Márai. Quando o li, tive a sensação de que minha vida, como a da personagem, seria destruída pela esperança de um romance irrecuperável. Eszter espera pela visita do grande amor do passado, que a salvará de uma […]