Conteúdo marcado como ternura

Faça novo o teu ano

Faça novo o teu ano
Frei Betto [via site do Leonardo Boff] Neste ano-novo, se faça novo, reduza a ansiedade, regue de ternura os sentimentos mais profundos, imprima a seus passos o ritmo das tartarugas e a leveza das garças. Não se mire nos outros; a inveja mina a autoestima, fomenta o ressentimento e abre, no centro do coração, o buraco no qual se precipita o próprio invejoso. Espelhe-se em si mesmo, assuma seus talentos, […]

Sede de viver

Sede de viver
Ricardo Gondim Como meus pais me conceberam por paixão, sou só sentimentos. Desde que seios generosos cessaram de me nutrir, nunca parei de procurar o insólito, de desejar o impossível. Minha sede de viver me dá tédio por lógicas herméticas. Pensamentos altamente organizados me chateiam. Não gosto de moralismo. Bocejo com discurso piegas. Guardo suspeita de que todo conservadorismo procure defender alguma zona de conforto. Morro de medo de que […]

O que você faria por amor?

O que você faria por amor?
Se alguém faz uma exigência terrível – como um cafuné de madrugada –, é preciso estar pronto e reagir Ivan Martins, na Época Muita gente gosta de afirmar, em voz alta, que faria “qualquer coisa” por amor. Vocês já devem ter ouvido isso. Talvez até tenham dito a frase novelesca. Faz parte da nossa cultura. Outro dia, vi um rapaz dizer em rede nacional de televisão, com a maior naturalidade, […]

Música triste deixa você feliz

Música triste deixa você feliz
Carol Castro, no Ciência Maluca Pode apostar nessas Adele da vida. Músicas tristes deixam você mais feliz do que as canções animadas e para cima. A descoberta vem lá da Alemanha. As pesquisadoras Liila Taruffi e Stefan Koelsch entrevistaram 772 pessoas do mundo todo para saber com que frequência e em quais situações costumam ouvir músicas tristes e como se sentem. Eles relataram sentir uma série de emoções complexas e positivas: […]

Nunca é tarde para tentar de novo

Nunca é tarde para tentar de novo
Ricardo Gondim São doces as memórias que me devolvem aos meus verdes anos. Não me refiro aos anos imateriais, quando eu nada percebia da vida. Falo da infância que me viu menino e tão cheia de boas recordações. Cresci rodeado por um amor materno que precisei conjugar no plural. Minha história foi protegida pelo carinho de quatro mulheres. Vovó Maria Cristina, tia Nelma e tia Deta partilharam com a mamãe […]