Conteúdo marcado como Zygmunt Bauman

Não me delete, por favor

Não me delete, por favor
  Por Luciana Chardelli, no Obvious O sociólogo polonês Zygmunt Bauman declara que vivemos em um tempo que escorre pelas mãos, um tempo líquido em que nada é para persistir. Não há nada tão intenso que consiga permanecer e se tornar verdadeiramente necessário. Tudo é transitório. Não há a observação pausada daquilo que experimentamos, é preciso fotografar, filmar, comentar, curtir, mostrar, comprar e comparar. O desejo habita a ansiedade e […]

Afetações de um vira-lata

Afetações de um vira-lata
Luiz Felipe Pondé, na Folha de S.Paulo A afetação com vinhos é um sintoma clássico. Chegamos ao ponto de ser melhor não falar sobre vinhos em jantares inteligentes para que não pensem que somos gente que faz curso de enologia. Na verdade, quem entende mesmo de vinhos deve ficar calado quando os outros começam a expor seus cursos feitos por aí. Nunca se deve usar expressões como “amadeirado”. Sim, falo […]

Zygmunt Bauman:”A democracia é a primeira vítima da desigualdade de hoje”

Zygmunt Bauman:"A democracia é a primeira vítima da desigualdade de hoje"
Carmen Sigüenza, no UOL Madri, 4 fev (EFE).- O pensador polonês Zygmunt Bauman se transformou em uma das vozes mais criticas contra “o capitalismo selvagem” e a “desigualdade” que gerada por ele, e a primeira vítima desta situação, na opinião do professor e sociólogo, “é a democracia”. Assim refletiu Zygmunt Bauman (Poznan, Polônia, 1925) em entrevista à Agência Efe para a divulgação de seu mais recente livro, “A riqueza beneficia […]

3 minutos com Bauman: as amizades de Facebook

3 minutos com Bauman: as amizades de Facebook
Publicado no Obvious Sociólogo polonês preocupado em compreender a sociedade pós-moderna, Zygmunt Bauman, 87 anos, autor de vários livros em que explica as relações sociais na contemporaneidade, comenta em 3 minutos, em uma de suas conferências que foi concedida para o Fronteiras do Pensamento, porquê nossas relações de amizade no facebook são tão atrativas, fáceis e superficiais. Leia o trecho: “Um viciado em facebook me confessou – não confessou, mas […]